Metrô de SP e CPTM vendem mais de 21 mil bilhetes com QR Code na 1ª semana

sexta-feira, 13 de setembro de 2019

O Metrô de São Paulo e a CPTM venderam mais de 21 mil bilhetes com QR Code, um tipo de código de barras, na primeira semana de teste, entre terça-feira da semana passada (3) e ontem (10). O novo meio de pagamento tem tido boa aceitação entre os passageiros.

O projeto-piloto do governo estadual paulista está em teste durante 45 dias em sete estações da CPTM e do Metrô.

As estações do Metrô com leitores de QR Code nas catracas são:

São Judas (Linha 1-Azul);
Paraíso (linha 1-Azul e 2-Verde);
Pedro II (Linha 3-Vermelha).
E as estações da CPTM com leitores de QR Code nas catracas são:

Autódromo (Linha 9-Esmeralda);
Tamanduateí (Linha 10-Turquesa);
Dom Bosco (Linha 11-Coral);
Aeroporto-Guarulhos (Linha 13-Jade).
A compra pode ser feita com cartão de crédito pelo celular, por meio do aplicativo VouD, disponível para smartphones Android e iOS. Depois, é só abrir o QR Code na tela do celular e passar nos bloqueios com validador nas estações que participam do projeto.

Para facilitar a vida de quem quer comprar pelo app, mas sem gastar com pacote de dados, um serviço de navegação gratuita no aplicativo deve ser disponibilizado aos passageiros em cerca de 20 dias, para todas as operadoras de telefonia celular.

Também é possível fazer a compra do código com cartão de débito nas máquinas de autoatendimento disponíveis nas estações. Após adquirir o QR Code, basta passar o código impresso nas catracas com leitores instalados.

Os QR Codes também podem ser adquiridos nas bilheterias das estações que participam do teste com pagamento em dinheiro. Com o código em mãos, basta passar o bilhete impresso nas catracas com leitores instalados.

Os bilhetes com QR Code serão válidos até 18 de outubro, durante o período de testes da tecnologia, mas a recomendação é que sejam utilizados preferencialmente em 72 horas após a compra para evitar que a impressão do código sofra danos.

O projeto é feito em parceria com o Consórcio Metropolitano de Transportes (CMT), sem custo para o governo, e operacionalizado pela Autopass.

A ação faz parte do plano da Secretaria dos Transportes Metropolitanos de modernizar os sistemas de pagamento de tarifas, para oferecer mais praticidade e segurança aos passageiros e reduzir custos operacionais das empresas.

A viabilidade da implantação definitiva do sistema será avaliada durante o período de testes. A ideia é que o pagamento da tarifa com o QR Code substitua futuramente a maior parte dos pagamentos com o bilhete magnético unitário. Na CPTM, em média, 25% dos passageiros pagantes utilizam esse tipo de bilhete. No Metrô, o percentual é de 15%.

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