Tarifa de ônibus no Recife vai subir nos próximos dias

sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

O possível aumento nas passagens de ônibus do Grande Recife Consórcio de Transporte, que regulamenta os 3 mil ônibus que circulam nas 394 linhas da Região Metropolitana do Recife (RMR), é apontada como uma pauta urgente pelo novo secretário das Cidades, André de Paula, empossado nesta sexta-feira (2) pelo governador Paulo Câmara (PSB). Ele adiantou que o valor do aumento deve ser decidido nos próximos dias.

“Não há como fugir do reajuste”, afirmou o secretário, que declarou ser, essa, uma tendência em todas as capitais do País. “Ou o governo subsidia, ou aumenta a tarifa”, explicou. Entretanto, ele sinalizou com a possibilidade de uma intermediação. Hoje, o subsídio do Estado ajuda a amortecer o valor repassado para o consumidor.

André de Paula lembrou que as passagens no Grande Recife não têm reajuste há três anos. “O sistema tem se qualificado”, disse ainda, em referência à implantação dos corredores de BRT.

Pelos cálculos do Sindicato das Empresas de Transportes de Passageiros no Estado de Pernambuco (Urbana-PE), somente com o aumento do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) do último ano, o valor do Anel A passaria de R$ 2,15 para R$ 2,50. Hoje, existem quatro tarifas de ônibus na RMR: R$ 2,15 para o Anel A; R$ 3,35 para o Anel B; R$ 2,65 para o Anel D; e R$ 1,40 para o Anel G.

Informações: NE10


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Aplicativo mostra itinerários dos ônibus coletivos em Salvador

O público que utiliza os ônibus coletivos de Salvador já pode conferir, através de um aplicativo para smartphone, informações sobre itinerários dos veículos que circulam pela capital baiana. A nova plataforma foi anunciada pela prefeitura nesta segunda-feira (29).

Intitulado SIU Mobile SSA, o aplicativo está disponível tanto para usuários dos sistema Android e iOS. De acordo com informações da prefeitura, cerca de 30% da frota estão disponíveis para visualização no app. A previsão é que em abril de 2015, todos os ônibus já possam ser visualisados através do aplicativo.

O objetivo é que, com a ferramenta, os passageiros diminuam o tempo de permanência nos pontos de ônibus da capital baiana. Após baixar o aplicativo, é necessário que o passageiro faça um cadastro para, assim, ter acesso às informações.

No programa, o usuário terá acesso às opções "Encontrar no Mapa", que possui a localização do passageiro e de um mapa que representa as proximidades do local onde ele está. Depois vem as opções "Minhas Paradas", onde ficam registrados os pontos de ônibus mais utilizados pelo passageiro; "Pesquisar por Linha", que torna possível a pesquisa das linhas de ônibus; "Paradas Próximas", no qual através do GPS é possível ver os pontos de ônibus mais próximos do passageiro; e "Pesquisar por Código", que permite ao passageiro inserir o código do ponto de ônibus junto ao número da linha, e assim, obter o horário em que o ônibus vai passar no local.

O usuário do aplicativo precisa de acesso à internet para utilizar o aplicativo e deve deixar o GPS ligado.

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Uma de cada 6 linhas de ônibus de São Paulo está superlotada

Uma em cada seis linhas de ônibus de São Paulo tem lotação acima do limite de conforto aceitável.

Dados da prefeitura obtidos pela Folha por meio da Lei de Acesso à Informação e complementados pela SPTrans (empresa que gerencia o transporte municipal) apontam que 161 de 926 linhas básicas do sistema levam mais de seis passageiros por metro quadrado.

Esse é o parâmetro internacional para o limite de conforto no transporte público. Em alguns sistemas, como no de Londres, índices maiores do que quatro pessoas por metro quadrado já são classificados como excessivos.

Para esse cálculo a prefeitura considera a quantidade de passageiros transportados e o fator de renovação de cada linha –ou seja, o sobe e desce ao longo do trajeto, obtido por meio de pesquisas.

A conta resulta em uma estimativa de quantos usuários viajam em pé dentro dos ônibus nos horários de pico. O índice, chamado de “performance operacional” pela SPTrans, é usado para ajustar a quantidade de veículos e partidas para cada linha.

As 926 linhas compõem a base do sistema municipal. No total, incluindo derivações, existem 1.286 linhas.

A pior situação está no sistema local –as antigas lotações, operadas por cooperativas de proprietários independentes, os “perueiros”. Das 161 linhas superlotadas, 76% são de perueiros.

A gestão Fernando Haddad (PT) estuda a possibilidade de aposentar a contratação de cooperativas na próxima licitação do transporte, prevista para este ano.

A Ocesp (organização das cooperativas de SP) diz que a medida contraria a legislação e pode aumentar os custos do sistema, uma vez que empresas têm mais gastos.

CONFORTO

Por ser uma medida teórica e baseada em estimativas, o índice de conforto dos passageiros de ônibus pode ser muito pior na prática.

É comum a cena de passageiros se espremendo para conseguir subir nos veículos pela manhã, e a superlotação está entre as campeãs de reclamação nos canais oficiais.

Outros levantamentos da própria SPTrans já apontaram lotação acima de oito passageiros por metro quadrado em algumas regiões.

No ano passado, um decreto de Haddad passou a usar o limite de seis passageiros por metro quadrado no transporte –antes, eram cinco.

Na prática, porém, a área técnica da SPTrans só aprova um aumento de frota quando a “performance operacional” da linha chega a sete por metro quadrado.

OUTRO LADO

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Por André Monterio e Felipe Souza

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Tarifa de ônibus em Salvador sobe para R$ 3

O aumento da passagem de ônibus para R$ 3 em Salvador passou a ser cobrado neste 1° de janeiro de 2015.

No dia 12 de dezembro, 170 ônibus da nova frota chegaram a Salvador. Nesta segunda, a prefeitura entregou os 300 novos veículos, de um total de 700 que vão compor a frota de transportes da capital baiana.

Os ônibus vão ser incorporados progressivamente à frota até o final de janeiro de 2015. Hoje, a frota da cidade é de cerca de 2,5 mil ônibus. Os atuais veículos que compõem o sistema de transporte sairão das ruas aos poucos, começando pelos mais antigos até os mais novos.

Os ônibus da nova frota terão entrada dos passageiros pela parte da frente - hoje, a entrada é pela traseira -, e também vão ser adaptados para atender pessoas com deficiência.

De acordo com a Semut, os demais ônibus que circulam pela capital serão adaptados gradativamente e terão 100% de acesso frontal no prazo de um ano.

As empresas integradas aos consórcios devem atuar nas regiões do subúrbio, 'miolo' (centro) e orla da capital. De acordo com a prefeitura, o consórcio Plataforma, que irá atuar na região do subúrbio, é formado pelas empresas Praia Grande, Axé, Boa Viagem e Joevanza. Os ônibus desse consórcio terão a cor amarela.

O consórcio Ótima, com veículos de cor verde, que vai explorar o 'miolo' da cidade, é composto pelas empresas São Cristóvão, Expresso Vitória, Modelo, RD, Transporte Sol, Triunfo, União e Unibus Bahiax. Já o consórcio Salvador Norte, que deve gerir a orla da capital e terá a cor azul, é composto pela empresas BTU, ODM, Verde Mar e Viação Rio Verde.

Para explorar a região do subúrbio, o consórcio Plataforma ofereceu o valor de outorga de R$ 35.480 milhões, Ótima ofereceu o valor de R$ 86.377 milhões, e o Salvador Norte ofereceu o valor de R$ 57.899 milhões, totalizando quase R$ 180 milhões.

A prefeitura também já anunciou que o novo sistema vai funcionar integrado com as linhas do metrô.

O aviso de licitação para a abertura de concorrência pública no setor foi publicado no dia 3 de abril deste ano. Conforme edital, o prazo do contrato de concessão para as empresas interessadas em atuar no STCO, que antes durava 35 anos, foi reduzido para 25. Se houver descumprimento das regras do contrato, a prefeitura pode retomar o serviço.

Estado critica
Na época do lançamento do edital, o governo baiano apontou 10 equívocos técnicos no projeto básico que deveriam ser revistos e chegou a pedir a suspensão do processo de licitação, o que criou clima tenso com a prefeitura. O secretário municipal Fábio Mota chamou a atitude de "intromissão". O Movimento Passe Livre (MPL) também se manifestou contrário ao edital. O Ministério Público da Bahia (MP) considerou o edital um avaço e fez análise da documentação. A posição da Promotoria sobre o assunto ainda não foi informada.

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Manaus ganhará um novo sistema de mobilidade urbana já em 2015

Novos projetos de transporte trarão mais benefícios a Manaus. Para isso, uma comissão formada por especialistas, técnicos na área e secretarias municipais traça planos para pôr em prática o desafio. A previsão é que os estudos do chamado “pacote de obras” para o transporte na capital esteja pronto no primeiro semestre de 2015.

Além do novo modal - o BRT (Bus Rapid Transit) -, constam no projeto a construção do Terminal (T6) na avenida do Turismo, recuperação do T2 (Cachoeirinha), recuperação de 20 terminais de linhas nos bairros, a construção de outros sete e a reforma de 500 abrigos (paradas).

Ainda fazem parte do projeto a construção de passagens de níveis. Um dos pontos previstos para o projeto está na rua Pará com a avenida Constantino Nery. Há ainda a conclusão da sinalização da “Faixa Azul”, com possibilidade do uso do espaço por taxistas, desde que eles estejam conduzindo passageiros. Outro mote será a conclusão do BRS (Bus Rapid Service), com extensão para a Torquato Tapajós, prevista para o início do ano.

O serviço, atualmente em uso, consiste em faixas exclusivas para ônibus padrão, com controle de acesso dos demais veículos e pagamento dentro do coletivo.

Para o gestor da Superintendência Municipal de Transportes Urbanos (SMTU), Pedro Carvalho, a ideia dos projetos é priorizar o transporte coletivo, possibilitando mais fluidez e acessibilidade à população. “As principais cidades do País caminham nessa esfera, de priorizar o transporte coletivo, Manaus não dá mais para ser atendida por um sistema convencional. Portanto, vamos caminhar para a troncalização do setor. Como isso? Ter a linha básica nos corredores como alimentadoras do sistema, com isso vamos proporcionar a acessibilidade das pessoas para andar na cidade”, comentou Carvalho.

Custos

Cada quilômetro do Bus Rapid Transit (BRT) custará aos cofres públicos R$ 15 milhões. Manaus, segundo a Superintendência Municipal de Transportes Urbanos (SMTU), precisaria de, no mínimo, 50 km do sistema, cujo investimento pode chegar a R$ 750 milhões, somente com infraestrutura. O valor final do projeto pode chegar a quase R$ 1 bilhão. Já o Veículo Leve sobre Pneus (VLP) custaria três vezes mais que o preço do BRT. Algo em torno de R$ 45 milhões por km. O custo para a implementação de metrô em Manaus ficaria entre 200 a 250 milhões de reais o km.

Ligação de vias

Dois novos eixos viários, ligando as zonas Oeste à leste, e a Norte à Sul de Manaus, estão sendo projetados pelo Instituto Municipal de Engenharia e Fiscalização de Trânsito (Manaustrans) para o ano que vem. Segundo o secretário do órgão, Paulo Henrique Martins, “o importante é começar as obras para quando o número de veículos aumentar, as vias sejam concluídas”.

Conforme Martins, o projeto a longo prazo, que faz parte do pacote de intervenções para “desafogar o trânsito em Manaus” terá início da fase de licitações em 2015, para que se conclua até 2020. “A intenção é interligar a avenida dos Franceses, na Zona Oeste, com a das Torres, na Zona Leste. Logo depois, será ligado à Cosme Ferreira. O projeto está sendo trabalhado este ano e vamos dividir as obras em etapa para que apresentemos ao prefeito, definindo assim prioridades e recursos”, disse.

A médio prazo, o pacote apresenta alargamento de um trecho da avenida Efigênio Sales, próximo ao viaduto; e outro que vai da rotatória do Coroado até a Lagoa do Japiim, na Zona Sul.

Nas mudanças a curto prazo, o Manaustrans anunciou que fará alargamentos nas avenidas André Araújo, Rodrigo Otávio e na Umberto Calderaro Filho.

Projetos ainda em fase de estudo

Quanto ao andamento do projeto do novo BRT, o superintendente destaca que sistema é uma tecnologia existente em mais de 140 cidades no mundo, mas que o plano de mobilidade em estudo será vital para definir a tecnologia empregada. “Embora saibamos que o BRT se encaixa em Manaus, há determinados corredores em que precisamos pensar no VLP (Veículo Leve sobre Pneus). Mas independente disso temos que contar com o apoio dos governos federal e estadual para implantar o projeto”, disse Carvalho.

Questionado  sobre a demora para implementar o novo sistema de  transporte, Pedro Carvalho, destoou que há um projeto básico do BRT Norte e Leste, mas este precisa ser adequado. “O BRT que a gente pensa não pode ter muitas obstruções, o trajeto tem que ser como uma via expressa, para que o sistema não venha parar nos cruzamentos. Podemos usar tecnologia para priorizar o transporte, através de sensores”, explicou o gestor.

Sobre o projeto do monotrilho, antes anunciado pelo Governo do Estado, Carvalho disse que seria um sistema com capacidade de investimento alto, sem contar a tarifa, que poderia custar entre 8 a 10 reais, e, portanto, inviável.

Integração e melhoria da mobilidade

Para o especialista em Planejamento de Transporte José Carlos Xavier, o “Grafite”, que esteve recentemente em Manaus participando  das reuniões setoriais com representantes da área de transporte, para auxiliar no Plano de Mobilidade Urbana da capital, implantar um serviço de boa qualidade para o usuário, com integração de tarifas, é fundamental para que se tenha um sistema de transporte público eficiente nas principais capitais brasileiras. Esta foi uma das colocações ponderadas pelo especialista, que  também foi secretário do Ministério das Cidades no setor de Mobilidade Urbana.

Grafite sugere estratégias para uma política de mobilidade urbana sustentável, como vincular o planejamento da cidade ao sistema de transportes, priorizando o transporte público coletivo e o não motorizado, com exemplos de aumentos de ciclovias, criação de corredores exclusivos e preferências para os ônibus, com calçadas acessíveis e faixas de pedestres, bem como medidas de racionalização ao uso do automóvel. Ele cita como experiência de sucesso Goiânia, com a criação do Corredor Universitário, com R$ 6 milhões de investimento e 3 km de extensão, implantado pela prefeitura da cidade e que permitiu uma melhoria no fluxo.

Por Naferson Cruz
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Tarifa de ônibus sobe para R$ 2,85 em Ponta Grossa

O novo valor da tarifa de ônibus no transporte coletivo será de R$ 2,85 em Ponta Grossa, na região dos Campos Gerais do Paraná. O reajuste de 9,61% foi informado nesta terça-feira (30) pela prefeitura. A nova tarifa entra em vigor no dia 5 de janeiro.

Ainda segundo a prefeitura, estudantes matriculados em escolas públicas, até o ensino médio, que morem há mais de um quilômetro da escola, ficam isentos da cobrança da tarifa.

Hoje, os passageiros pagam R$ 2,60 em dinheiro e R$ 2,50 no bilhete eletrônico, porém, com o reajuste e o passe livre para alunos até o ensino médio, todos vão pagar o mesmo valor.

O pedido de reajuste foi feito em novembro pela Viação Campos Gerais (VCG), que opera o sistema. A tarifa técnica, conforme o pedido, era de R$ 2,88. O Conselho Municipal de Transportes analisou o pedido durante quase dois meses e sugeriu à prefeitura o valor de R$ 2,90 para pagamento em dinheiro e R$ 2,70 no bilhete eletrônico.

Conforme a assessoria de imprensa da VCG, a nova tarifa já entrará em vigor com um déficit de R$ 0,03. A empresa informou que vai analisar como irá operacionalizar o sistema com o déficit.

Em relação aos alunos matriculados até o ensino médio que terão passe livre, a empresa não soube informar o número de passageiros que serão abrangidos pela mudança. Segundo a empresa, cerca de 110 mil pessoas usam o transporte coletivo por dia em Ponta Grossa.

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Mais faixas exclusivas serão implantadas em Teresina

Com o objetivo de proporcionar maior agilidade para a circulação do transporte público, a Prefeitura de Teresina por meio da Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito (Strans) está planejando a implantação de faixas exclusivas nas Avenidas Miguel Rosa, Barão de Gurgueia e Presidente Kennedy.

A primeira faixa exclusiva para ônibus foi implantada na Avenida Frei Serafim, em 2011, desde então a circulação dos ônibus na área melhorou devido ao aumento da velocidade média. Recentemente, foram implantadas mais duas faixas exclusivas, desta vez nas Ruas Coelho de Resende e Desembargador Pires de Castro. Até o momento as três faixas exclusivas que já foram implantadas, somam seis quilômetros de meio de faixas, sendo três quilômetros nos dois sentidos da Avenida Frei Serafim e os demais nas Ruas Coelho de Resende e Desembargador Pires de Castro.

A partir de janeiro serão implantadas mais faixas exclusivas, nas Avenidas Miguel Rosa, Barão de Gurgueia e Presidente Kennedy. De acordo com o Diretor de Trânsito e Sistema Viário, José Falcão, a implantação das novas faixas tem como meta oferecer para a cidade uma estrutura viária para receber o novo sistema de transporte público. “Estamos preparando as vias para receber o novo sistema, as faixas vêm para ajudar na agilidade desse transporte, e com isso oferecer para os usuários um melhor serviço”, acrescentou.

O diretor reforça que será implantada sinalização de proibido estacionar e parar, pois somente assim a faixa exclusiva poderá funcionar bem. “Para que a gente consiga implantar as faixas com sucesso precisamos que os condutores nos ajudem respeitando a sinalização de proibido parar e estacionar. No início estaremos com os nossos agentes de trânsito fazendo um trabalho educativo nas vias, mas depois de alguns dias os condutores que desrespeitarem a sinalização serão autuados”, esclareceu.

Falcão ressalta ainda que, além dos ônibus, podem circular na faixa exclusiva, táxis transportando passageiros. “Devemos lembrar que a lei que trata da mobilidade urbana cita que os serviços de transporte público coletivo deve ter prioridade sobre o transporte individual motorizado, portanto, as ações sendo realizadas seguindo a legislação, sempre priorizando os transporte coletivo que beneficia um maior número de pessoas”, finalizou.

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