SPTrans informa criação de linha na Vila Nhocuné

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Com o intuito de propiciar melhor atendimento aos usuários, a SPTrans informa que a partir do dia 7 de janeiro de 2012 será criada uma nova linha de ônibus aos moradores do bairro Vila Nhocuné, na zona leste.

A nova linha será operada de forma circular e vai proporcionar maior oferta de lugares e mais opção de transporte na região.

Trata-se do serviço 4723/10 Metrô Patriarca – Jd. Hercília, o qual será um atendimento complementar do já existente 3724/10 Metrô Patriarca – Vila Nhocuné, que será renomeado e terá alteração no seu itinerário, entretanto não deixará de atender aos habituais usuários, pois o local suprimido não possui pontos de parada.

Além disso, a frota da linha terá novos ônibus maiores e funcionará nos dias úteis, nos sábados e aos domingos.

Para informações sobre linhas e trajetos de linhas consulte itinerários ou ligue 156.

Linhas e itinerários:

De 3724/10 para
4724/10 Metrô Patriarca – Vila Nhocuné
Sentido único:
Term. Metrô Patriarca, Av. Antonio Estevão de Carvalho, Rua Cachoeira Paulista, Rua Porto da Folha, Rua Campo Maior, Praça Araruva, Rua Caracaraí, Av. Antonio Estevão de Carvalho, Rua Brig. Brito Delamare, Av. Antonio Estevão de Carvalho, Rua Des. Rocha Portela, Rua Henrique Jacobs, Rua Pontal, Rua José Benedito da Rosa, Rua Mazagão, Rua Xapuri, Rua Mirador, Rua Xique-Xique, Rua Palmeirina, Rua Emb. Dias Carneiro, Rua Pereira de Vasconcelos, Rua José Pinto de Melo, Rua Dr. Cândido Dores, Rua Cel. Antonio Barroso, Av. Dr. Bernardino Brito F. de Carvalho, Av. Prof. Xavier Lima, Av. Eng. Soares de Camargo, Pça. Leonildes Ramos Sayago, Rua Mateus de Siqueira, Av. Patrocínio Paulista, Rua Prof. Tito Novaes, Rua Sabaudia, Rua Dr. Ivan Maia de Vasconcelos, Praça Eng. Ribeiro Viegas, Rua Inocêncio Correa, Rua Caico, Rua Colatina, Rua Ibiá, Rua Dourado, Rua Alto Garças, Rua Astorga, Rua Paraisópolis, Rua Lavras, Pça. São Domingos do Prata, Rua Palmeira das Missões, Rua Itaocara, Av. Cabrália Paulista, Term. Metrô Patriarca.
4723/10 Metrô Patriarca – Jd. Hercília
Sentido único:
Term. Metrô Patriarca, Av. Antonio Estevão de Carvalho, Rua Cachoeira Paulista, Rua Porto da Folha, Rua Itaocara, Rua Palmeira das Missões, Pça. São Domingos do Prata, Av. Alterosa, Pça. Divinolândia, Rua Paraisópolis, Rua Astorga, Rua Alto Garças, Rua Dourado, Rua Ibiá, Rua Colatina, Rua Caico, Rua Inocêncio Correa, Praça Eng. Ribeiro Viegas, Rua Dr. Ivan Maia de Vasconcelos, Rua Sabaudia, Rua Prof. Tito Novaes, Av. Patrocínio Paulista, Rua Mateus de Siqueira, Pça. Leonides Ramos Sayago, Av. Eng. Soares de Camargo, Rua Palmeirina, Rua Xique-Xique, Rua Mirador, Rua Xapuri, Rua Mazagão, Rua José Benedito da Rosa, Rua Pontal, Rua Henrique Jacobs, Rua Fernandes Pereira, Av. Antonio Estevão de Carvalho, Rua Cachoeira Paulista, Rua Porto da Folha, Av. Cabrália Paulista, Term. Metrô Patriarca.


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No Rio, Bilhetes do metrô para réveillón passam a ser vendidos em apenas três estações

O MetrôRio, na última semana do ano, concentrou as vendas dos cartões de embarque para o Réveillon em Copacabana em três estações. Os interessados em participar de uma das maiores festas de passagem de ano do planeta poderão comprar seus cartões somente nas estações Central, Carioca e Largo do Machado. A venda acontece das 8h às 20h e se estenderá até às 19h do dia 31, ou até que os cartões se esgotem.

Foram colocados a venda 141,5 mil cartões (104 mil para ida e volta, 24,5 mil para ida e 13 mil para a volta) e, até agora, foram comercializadas 39.185 unidades – 32.387 de ida e volta, 5.316 de ida e 1.482 de volta. O horário de embarque mais procurado até o momento é o das 21 às 22h, com 11.962 dos 31.000 cartões disponíveis vendidos.

Também estão à disposição dos usuários 8.897 dos 11 mil bilhetes especiais de gratuidade para pessoas portadoras de necessidades especiais e maiores de 65 anos.  O usuário deverá comprovar que tem direito à gratuidade e poderá retirar apenas um bilhete nos pontos de venda.

Pulseiras de identificação para crianças
Em iniciativa inédita na operação de Réveillon, o MetrôRio está distribuindo pulseiras de identificação para as crianças. Elas estão à disposição dos passageiros também no Espaço do Cliente nas estações Central, Carioca e Botafogo.

Serviço:
Estações com venda: Central, Carioca e Largo do Machado.
Horário de venda: das 8h às 20h, até o dia 30. No sábado, dia 31, as vendas se encerram às 19h, caso haja disponibilidade de cartões.

Preço: R$ 6,00 (ida e volta); R$ 3,10 (ida ou volta). Os bilhetes de gratuidade devem ser obtidos também nos pontos de venda, mediante comprovação.
Cores dos cartões por horário de embarque no Réveillon:
Ida:
Das 19h às 20h – AzulDas 20h às 21h – LaranjaDas 21h às 22h – VerdeDas 22h às 23h – VermelhoDas 23h às 24h – Amarelo
Volta:
Das 24h às 05h – Branco


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No DF, Faixa exclusiva para ônibus na EPNB entra em funcionamento amanhã

Começa a valer a partir de amanhã (27) a primeira faixa exclusiva para ônibus do DF. Por volta das 7h, a Transporte Urbano do DF (DFTrans), a Polícia Militar do DF (PMDF) e o Departamento de Estrada de Rodagem (DER), estarão na Estrada Parque Núcleo Bandeirante (EPNB) orientando e distribuindo panfletos informativos aos motoristas.

A faixa exclusiva da EPNB tem a extensão de oito quilômetros, indo do viaduto do Pistão Sul de Taguatinga, até a entrada do viaduto da Candangolândia. O obejtivo da medida adotada, segundo o DFTrans, é dar mais fluidez ao trânsito, já que boa parte dos congestionamentos ocorrem devido ao grande número de automóveis nas vias.

O corredor exclusivo vai atingir uma região de cerca de 415 mil habitantes, moradores de Samambaia, Recanto das Emas, Riacho Fundo I e II e Núcleo Bandeirante, além de Taguatinga, Park Way, Arniqueiras e Águas Claras.

A EPNB tem três faixas de rolamento e um acostamento. Os ônibus irão circular na faixa da direita e o uso dos acostamentos será livre, em caso de emergência, para qualquer veículo que transite na via. No caso da entrada à direita para acesso às vias marginais, os motoristas poderão fazê-lo a partir de uma distância de 100 metros da conversão, em locais devidamente sinalizados e com marcações tracejadas na pista, em vez de contínua.

A EPNB será sinalizada vertical e horizontalmente, com placas e pinturas no asfalto. Serão instalados radares eletrônicos para coibir os demais veículos que trafeguem na faixa exclusiva. No entanto, esses radares não funcionarão imediatamente. O DFTrans informou que a PMDF estará no local durante tempo indeterminado, auxiliando os motoristas no início desta operação.
Segundo o departamento, outras vias do DF receberão a faixa exclusiva para ônibus: na BR-020, entre Sobradinho I e a entrada da Ponte do Bragueto; na BR-040, entre os viadutos de Santa Maria e da Candangolândia; no Eixo Monumental, entre o Cruzeiro Velho e a Rodoviária do Plano Piloto; na Hélio Prates, entre o centro de Ceilândia e o antigo Buritinga; na DF-085, entre o Estádio e o centro de Taguatinga; na Estrutural, entre a cidade do automóvel e a entrada do viaduto Ayrton Senna; e também na Estrutural, entre o posto da Polícia Militar e o viaduto do Pistão Norte.


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Em Belém, CTBel já está multando ônibus fora da faixa azul

Em vigor desde a semana passada, os ônibus urbanos que trafegam pela Avenida Almirante Barroso, a principal via da cidade, têm que circular obrigatoriamente pelas faixas 3 e 4 e, consequentemente, estão proibidos  de andar nas faixas 1 e 2 , sob pena de multas de trânsito e  administrativa.

Até agora, já foram autuados 36 ônibus por infração de trânsito e 84 por descumprimento à ordem de serviço da Companhia de Transportes do Município de Belém (CTBel) que regulamenta essa obrigatoriedade.

A regulamentação da circulação obrigatória dos ônibus pelas faixas de tráfego 3 e 4 da Avenida Almirante Barroso é uma medida da CTBel para dar fluidez ao trânsito e possibilitar segurança aos passageiros que embarcam e desembarcam nas paradas da via.

Segundo Elias Jardim, diretor de Trânsito da CTBel, a pintura da faixa azul e a colocação de placas de regulamentação da circulação de ônibus na Av. Almirante Barroso vão ajudar os motoristas de ônibus a cumprir a obrigatoriedade pelas duas faixas da pista. “A pintura é para chamar atenção mesmo e dividir as faixas. As placas foram colocadas na calçada e em braços projetados com a indicação das faixas dos ônibus. As duas faixas serão obrigatórias para ônibus urbanos, mas não exclusivas, até porque não tem como evitar que outros carros passem para elas no momento de entrada e saída às vias transversais”, disse ele.        
 
Infração
Os ônibus que desrespeitarem a nova determinação da CTBel serão autuados por trafegar em local proibido, conforme especifica o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), cuja multa vai custar R$ 85,00 ao motorista infrator por ser infração média, além de quatro pontos na carteira. 

Feita a autuação de trânsito, a empresa de ônibus será também notificada e receberá penalidade administrativa prevista no Regulamento do Serviço de Transporte Coletivo por Ônibus do Município de Belém (RSTCOMB) no valor R$ 175,00.


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Fonte: Prefeitura de Belém

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Transporte público de Brasília, Novas promessas para 2012

O automóvel foi um dos grandes privilegiados na construção de Brasília. Pode-se constatar isso quando se observam o comprimento e a largura de suas avenidas. No entanto, o Distrito Federal tem demonstrado estar chegando ao seu limite. O caos provocado pela frota de 1,3 milhão de carros particulares em circulação não escolhe classe social. Pobres e ricos perdem muito tempo se deslocando de um ponto a outro da capital e pagam um preço alto pelo descontrole do trânsito, que tira vidas e polui o meio ambiente.

Mas o trabalho desenvolvido ao longo desse ano pela Secretaria de Transportes do GDF criou bases para uma profunda transformação, e os primeiros sinais deverão ser sentidos já no começo de 2012. Quem nos explica isso, entre um chimarrão e outro, é o secretário de Transportes do Distrito Federal, o gaúcho José Walter Vazquez. Ele faz um balanço deste primeiro ano de governo, fala sobre o projeto que cria um novo modelo de mobilidade urbana para a cidade e antecipa como será a mudança estratégica que vai priorizar o transporte coletivo no lugar do particular.


Qual o principal ponto atacado pelo governo na nova política de transportes do DF?
Quando o atual governo assumiu, fazia mais de três décadas que Brasília não tinha um Plano Diretor de Transporte. Havia milhares de linhas e um emaranhado de 75% dos contratos vencidos, porque não existia uma visão de longo prazo. Não houve preocupação com isso. Sempre se achou que, porque Brasília era uma cidade planejada, com avenidas longas e largas, nós nunca iríamos ter problemas. O que aconteceu? Fomos fazendo tudo no improviso. Então, o primeiro ponto que este governo atacou foi enviar à Câmara Legislativa do Distrito Federal o Plano Diretor de Transporte Urbano (PDTU). Esse Plano Diretor foi aprovado com esforço, colaboração e aprimoramento da Câmara, e nós pudemos ter uma visão de um prazo mais longo.

Como o PDTU ajudou na elaboração de um novo modelo de transporte para a capital?
Encontramos o transporte público nas mãos de um consórcio de empresários que controlava o Sistema de Bilhetagem, por meio da empresa Fácil. Eles tinham a competência operacional para implantar e controlar as linhas, e ainda geravam todas as informações. Dessa maneira, não era possível planejar, porque os dados primários já vinham tratados por eles. Essas informações eram, portanto, de confiabilidade duvidosa para o governo. Em junho, nós retomamos a Fácil e tanto a bilhetagem como o sistema de informações saiu das mãos dos empresários e veio para o GDF. Isso nos permitiu, de um lado, ter uma visão clara de que precisaríamos de uma transformação estrutural do sistema de transporte e, de outro, que não adiantaria fazer remendos.

A licitação de uma nova frota de ônibus faz parte dessa transformação?
Sim. Nós realizamos uma audiência pública no dia 14 de dezembro e anunciamos à população como nós iríamos tratar o Transporte dali para frente. Temos até o final de fevereiro para apresentar o edital de licitação de todos os contratos que não têm cobertura, o que representa cerca de 75% da frota. Essa licitação vai mudar todo o sistema e aí nós começaremos a ter realmente a transformação para o usuário. Por enquanto, nós estamos plantando as bases.

O que vai ser exigido das empresas vencedoras da licitação, em termos de qualidade?
Vamos exigir a troca, a contratação e a colocação de uma frota de ônibus novos. A expectativa é de que, até o final de 2012, nós não tenhamos nenhum ônibus com mais de sete anos de uso rodando no DF.

Como vai funcionar o sistema integrado de transportes coletivos? Haverá bilhete único?
A partir do julgamento da nova licitação, vamos implantar o sistema de integração, ou seja, todas as diferentes modalidades de transporte coletivo como ônibus, metrô, VLP* (que é como o BRT** está sendo chamado) e o VLT*** serão integradas. O usuário que tiver o cartão da passagem vai poder pegar, dentro de um tempo limitado, mais de um transporte coletivo sem precisar pagar a mais pela viagem, por meio do bilhete único. No entanto, estamos estudando a manutenção das tarifas menores para os deslocamentos regionais, como, por exemplo, de um ponto de Taguatinga para outro, também em Taguatinga. O sistema tem que ser compensador para quem utiliza várias modalidades de transporte para se deslocar de casa para o trabalho e vice-versa, mas sem onerar com a mesma tarifa quem faz pequenas viagens.

Qual é o desafio do GDF, em matéria de transportes, para a Copa do Mundo e para os grandes eventos esportivos que se aproximam?
O nosso desafio é bem diferente de outros centros urbanos: tirar o turista do aeroporto e levá-lo até o Setor Hoteleiro. Os outros eixos vão estar consolidados, como o metrô, que levará passageiros para todos os lados. O turista vai ficar nos hotéis estará a, no máximo, 1,5 mil metros do estádio. Além disso, a Copa do Mundo ocorrerá na época da seca – o que permitirá às pessoas irem ao evento esportivo a pé ou de bicicleta. Então, vai ser uma copa extremamente funcional no sentido do deslocamento das pessoas, tanto para as festas que vão acontecer na Esplanada, como no deslocamento para o estádio. Existia uma demanda muito grande para a implantação de um sistema de ônibus executivo para o aeroporto. Mais que isso, esse sistema do ônibus executivo deveria ser um teste para que, amanhã ou depois, pudéssemos criar outras linhas. Isso já foi implantando.

Qual vai ser a primeira grande obra para agilizar o transporte de passageiros para o Plano Piloto?
Vamos fazer o primeiro BRT (sigla em inglês para Ônibus de Trânsito Rápido) de Brasília, o BRT Sul, que vai do Gama ao Plano Piloto e que deverá diminuir significativamente o tempo de deslocamento do trabalhador que mora nessas regiões. Paralelamente, assinamos o contrato para trocar todos os elevadores e todas as escadas rolantes da Rodoviária do Plano Piloto, que hoje se encontram parados. Os tapumes das obras vão começar a ser instalados em uma semana.

Como vai funcionar a parceria com o governo federal, por meio do PAC da Mobilidade Urbana?
Esse talvez seja o grande legado que essa gestão possa deixar na área de Infraestrutura de Transporte Urbano e de Mobilidade, que são os quatro pleitos que foram feitos ao governo federal: a Linha Amarela; os BRTs Sul, que liga a Saída Sul (Gama) ao Plano Piloto, e Norte, no corredor da Saída Norte (Planaltina) até o Plano Piloto; a conclusão da Linha verde, na Estrada Parque Taguatinga (EPTG), que conta com apenas um terço das obras prontas, e o corredor que liga Ceilândia ao Plano Piloto. Além disso, tem a expansão do metrô. Queremos ampliar o número de estações chegando até o final da Asa Norte. Queremos ainda aumentar o número de viagens de 150 para 350 mil por dia.

Qual é o montante de investimentos para essas obras?
Os investimentos totais são da ordem de R$ 2,8 bilhões em financiamentos que virão da Caixa Econômica e do Banco Nacional de Desenvolvimento [BNDES]; do fundo perdido, que é um tipo de doação feita pelo governo federal, e ainda da contrapartida financeira do GDF, tirada do orçamento, ou seja, do imposto que a população paga. Isso foi o que o GDF pediu. Agora, temos que esperar para ver o que o governo federal vai autorizar. Isso ainda não foi divulgado. Eu tenho a expectativa muito boa de que a gente possa chegar muito perto dos 100%, mas vai depender, é claro, da conjuntura econômica federal. Até porque, como nós tínhamos um plano diretor aprovado, as nossas propostas foram consideradas, tecnicamente, as mais integradas pelo Ministério das Cidades, que é quem avalia os pleitos.

As medidas vão resolver o problema crônico do transporte no DF?
Não temos ilusão de que as coisas se transformam apenas pela boa vontade, mas temos a certeza que estamos saindo de um círculo vicioso para entrar em um círculo virtuoso. Vamos ter ônibus novos, tecnologia própria, corredores exclusivos e possibilidade de termos mais velocidade. Algumas questões ainda precisam ser resolvidas, mas isso vai se equacionar. Uma coisa é você criar condições para o transporte funcionar e outra é fazer a gestão do dia a dia.

A partir de quando os efeitos das mudanças começarão a ser sentidos?
Os primeiros efeitos a gente vai começar a sentir, agora, com os testes da primeira faixa exclusiva na Estrada Parque Núcleo Bandeirante (EPNB), mas as maiores transformações nós só vamos ver por volta de setembro de 2012. Os pontos mais importantes a serem melhorados são a qualidade e a pontualidade e isso vai acontecer com os novos contratos, que contam com exigências de qualidade e de prazos.



Carlos Rezende, da Agência Brasília


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No Rio, Ônibus articulados serão chamados de Ligeirões

O resultado da enquete promovida pelo EXTRA nas últimas semanas foi surpreendente, você não acha? Ligeirão começou devagar quase parando no quadrangular final. Amargava a quarta posição, no dia 7 deste mês, três dias após iniciado um disputado segundo turno. Mas coração de carioca tem dessas coisas. Surpreende. Depois da eliminação, há dois dias, do nome Expresso Carioca (já existe uma empresa em Minas Gerais chamada assim), Ligeirão — então fazendo jus à fama — passou Cariocão, ostentando inesperados 60.118 votos. Cariocão ficou com 6.876 e Papa-Léguas, com 3.237.

Os Ligeirões vão circular por quatro corredores expressos — vias que fazem parte do sistema integrado de transporte público para as Olimpíadas de 2016. Para o batismo simbólico, ontem, Paes posou, a convite do EXTRA, ao lado de um desses 724 veículos articulados que vão rodar pela Cidade Maravilhosa. As fotos tiveram direito a champagne e laçarote vermelho, na estação Novo Leblon, já prontinha na Avenida das Américas, na Barra da Tijuca. Por ali, os coletivos vão propiciar redução de metade do tempo para o trajeto entre a Barra e Campo Grande ou Santa Crruz. Então, vida longa aos Ligeirões.


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