Greve de ônibus em Fortaleza Confirmada

quinta-feira, 3 de junho de 2010


Motoristas e cobradores de ônibus decidiram pela greve geral da categoria em assembleia na manhã desta quinta-feira, 3, na sede do Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros do Ceará (Sindiônibus). De acordo com o presidente do sindicato, Domingos Filho, nesta sexta-feira, 4, deve sair um edital informando sobre a paralisação, que deve começar em 72 horas, ou seja, na próxima terça-feira, 8.

Ainda segundo Domingos, a categoria ainda está aberta a nova rodada de negociação. Uma nova assembleia está prevista para ocorrer nesta quinta-feira, às 16 horas.

O Tribunal Regional do Trabalho – 7ª Região convocou, para as 14 horas desta quinta-feira, novo encontro envolvendo o Sintro e o Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros do Ceará (Sindiônibus), entidade representativa dos empresários do setor de transportes. O TRT vai tentar mais uma vez acordo entre as partes.

Os motoristas e cobradores querem 45,7% de reajuste salarial, enquanto empresários oferecem 5,5%.

Fonte: O Povo online
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São Paulo: Ônibus irá levar usuários ao Metrô


A reestruturação do sistema de ônibus e microônibus da cidade de São Paulo, que a Prefeitura prevê implantar ao longo dos próximos dois anos, com novas licitações, vai mudar o destino da maior parte das linhas: em vez de se dirigirem dos bairros para o Centro, elas vão levar os usuários para o sistema de trens urbanos (Metrô e a CPTM). Nas regiões não servidas por sistemas sobre trilhos, as linhas de microônibus deverão levar os usuários de suas áreas de moradia até corredores rumo à área central.

Segundo o secretário municipal de Transportes, Alexandre de Moraes, o novo sistema deverá estar implantado até o fim da atual administração, em 2012. “A idéia básica é que, com as inaugurações de linhas e estações de Metrô e trens em curso na cidade, a espinha dorsal do transporte público será o Metrô”. Moraes diz que a reestruturação tem três objetivos: “Um, integrar com o Metrô; dois, eliminar as sobreposições de linhas; três, eliminar essa diferença entre permissão e concessão”, diz, referindo-se à diferença entre as vans, de cooperativas permissionárias, e os ônibus, de empresas concessionárias.

“Hoje, todos fazem um pouco de tudo”, diz. Com essa mudança na estrutura do sistema, a nova licitação anunciada pela Secretaria de Transportes deverá reduzir uma das distorções mais visíveis do sistema atual, que são os inúmeros veículos vazios correndo em avenidas e corredores de ônibus, aumentando poluição e custos do sistema, desperdiçando combustível e o congestionamento dos corredores. “A falta de terminais impede que os usuários troquem de veículos nos corredores, então você tem ônibus vazios em fila em algumas avenidas”, diz o secretário. A intenção da secretaria é fazer licitações por conjuntos de linhas de forma a que uma mesma empresa ou cooperativa possa cuidar de linhas de microônibus e ônibus, melhorando sua integração. O modelo também pretende reduzir a necessidade de grandes terminais de ônibus no centro, criando unidades de passagem menores.

Alimentadores e troncos

O novo modelo completará o projeto planejado pela administração Marta Suplicy (2001-2004), mas nunca inteiramente implantado, que previa que o usuário fosse de pequenos veículos (“alimentadores”) de sua casa até as avenidas e corredores (“troncos”), onde pegaria ônibus maiores em vias rápidas. O sistema enfrentou reações das empresas, que ganham por passageiro transportado (e então, queriam linhas mais longas, para atrair mais gente ao longo do trajeto) e de passageiros (que não gostam de mudar de veículos, para não perder assento e pelo desconforto das trocas). Essa resistência deixa de existir quando a troca é por Metrô ou trens, mais rápidos que ônibus.

Terminal Campo Limpo diminuiu linhas para o Centro

Em alguns bairros, ônibus e microônibus já tiveram suas linhas reestruturadas. Esse é o caso do Campo Limpo, na Zona Sul. Com o terminal que leva o nome do bairro, inaugurado no fim de outubro de 2009, 29 linhas de ônibus deixaram de ir dos bairros direto para o Centro, passando pelas avenidas Francisco Morato, Rebouças, Consolação, Paulista e Nove de Julho.

Agora, com a mudança, esses passageiros utilizam 18 linhas dos bairros até o Terminal Campo Limpo. Lá, descem e embarcam em outro veículo, fazem a transferência para uma das nove linhas chamadas estruturais, que dão continuidade à viagem entre o terminal e locais como Centro, Pinheiros, Clínicas, estações Paraíso e Santa Cruz do Metrô, Aclimação, Praça da Bandeira e Santo Amaro.

As linhas com ponto final ou inicial no Terminal Campo Limpo transportam 270 mil passageiros por dia, sendo que 60 mil passam pelo terminal. A necessidade de transferência provoca reclamações dos passageiros. Segundo a SPTrans, a transferência de passageiros em terminais é necessária para evitar que todas as 1.300 linhas da cidade sigam para o Centro. Segundo a empresa, isso provocaria acúmulo de ônibus, com “sérios” reflexos no trânsito, na velocidade dos coletivos, e no tempo de duração das viagens nos corredores.

O sistema de redes com linhas que levam passageiros dos bairros aos terminais, corredores de ônibus e às estações do Metrô, é cada vez mais adotado, para reduzir os ônibus na região central. No mesmo modelo do Terminal do Campo Limpo, foram criados desde 2005 os terminais Sapopemba/Teotônio, São Miguel, Sacomã e Mercado.

A SPTrans informa que o tempo de desembarque e embarque nos terminais é compensado pela maior “velocidade dos ônibus nos corredores”. Outro exemplo é o da Av. Rebouças. Com a previsão da inauguração integral da Linha 4-Amarela do Metrô (Vila Sônia-Luz) em 2012, a Prefeitura quer diminuir os cerca de 300 ônibus que circulam por hora, diariamente, no Corredor Campo Limpo-Rebouças-Centro. A ideia é dimensionar a demanda de passageiros com o metrô e novos terminais que serão inaugurados em três estações: Vila Sônia, Pinheiros e Butantã.

Oito consórcios em São Paulo

De acordo com o site da SPTrans, o “sistema municipal de transporte é composto por uma rede integrada, criada pela Secretaria Municipal de Transportes, em conjunto com a SPTrans, em 2003. Essa rede permite um deslocamento mais rápido e a racionalização do uso dos meios de transporte na cidade”.

Esse sistema é composto por dois subsistemas: o sistema estrutural, no qual “linhas operadas por veículos de médio e grande porte (articulados, biarticulados e comuns), são destinadas a atender altas demandas e integrar diversas regiões às áreas centrais da cidade".

É a espinha dorsal do transporte coletivo. E o subsistema local, que "alimenta a malha estrutural e atende aos deslocamentos internos nos subcentros com linhas operadas por ônibus comuns e veículos de menor porte, como micro e mini ônibus.

"Ainda segundo a SPTrans, "para facilitar a organização das linhas, a cidade foi loteada em oito áreas, cada qual operada por um consórcio e uma cooperativa". A primeira área é a Zona Noroeste, que é composta pelo Consórcio Bandeirante de Transporte . A Zona Norte vem em seguida com o Consórcio Sambaíba Transportes Urbanos Ltda. Na Zona Nordeste, região da Cidade Tiradentes, está o Consórcio Plus. No local que é denominado como Zona Leste fica o Consórcio Leste 4. A Zona Sudeste é composta pelo Consórcio Via Sul Transportes Urbanos Ltda. Na Zona Sul, que é a maior delas, está o Consórcio Unisul. Na área em que fica a Zona Sudoeste está o Consórcio Sete. E na Zona Oeste fica o Consórcio Sudoeste de Transporte.

Fonte: Diário de São Paulo
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Porto Alegre: Motoristas de ônibus protestam contra violência


O protesto de motoristas e cobradores contra assaltos a ônibus e lotações na zona Leste da Capital terminou na noite desta quarta-feira sem maiores tumultos. Quarenta veículos das linhas Cefer 1, T-4, T-8 e T-10 percorreram em comboio o corredor de ônibus das avenidas Antônio de Carvalho e Bento Gonçalves até a Igreja São Jorge.

Em seguida, os rodoviários encerraram a manifestação, já que a Brigada Militar se comprometeu a fazer buscas, nesta quinta-feira, a suspeitos pelos roubos a coletivos na avenida Antônio de Carvalho, na zona Leste de Porto Alegre. Para não paralisar ainda mais o tráfego, os veículos em funcionamento trabalharam na pista normal (de carros) da avenida Bento Gonçalves, o que ocasionou ainda mais lentidão.

O protesto deixou congestionadas as avenidas Cristiano Fischer, Protásio Alves (sentido Bairro-Centro, entre a Antônio de Carvalho e a Venâncio Aires) e Osvaldo Aranha. A manifestação começou por volta das 17h, quando os motoristas utilizaram cerca de 20 ônibus para bloquear uma pista da avenida Antônio de Carvalho, na altura da rua Juvenal Cruz, sentido Protásio Alves-Ipiranga, o que causou um grande congestionamento no local. Até então, o protesto, iniciado às 14h, se concentrava na rua Juvenal Cruz.

Na zona Norte, um segundo grupo bloqueou a rua Dom Diogo de Souza, de onde sai a linha T4. Também participaram da ação durante o dia, motoristas e cobradores das linhas de ônibus Cefer 1, da Unibus, e T-4, da Carris, além de condutores do lotação Ipiranga-PUC.

Fonte: Correio do Povo
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Manaus: Descumprimento de acordo ameaça nova paralisação dos rodoviários


O Sindicato dos Rodoviários enviou ontem (2) um ofício ao prefeito Amazonino Mendes declarando que é possível uma nova paralisação do sistema de transporte coletivo urbano. O documento afirma que os trabalhadores foram avisados pela Transmanaus que o reajuste salarial acordado durante o período de paralisação ainda não será cumprido no salário que será pago até o dia 5.

A notificação formal do descumprimento do acordo teria partido de um representante do Consórcio Transmanaus. Pelas negociações feitas na última paralisação nos meses de abril e maio, o salário de motoristas, cobradores e outros profissionais do sistema de transporte seria reajustado em 4%, sendo 2% no mês de maio e 2% em junho. Segundo a categoria, caso haja nova greve, a paralisação será por tempo indeterminado, até o pagamento do reajuste. O ofício dos rodoviários foi enviado para uma comissão de especialistas do Instituto Municipal de Trânsito e Transporte (IMTT), para análise técnica e jurídica.

Greve

Uma primeira greve paralisou parcialmente o transporte coletivo em Manaus nos dias 30 de abril a 4 de maio. A categoria dos rodoviários pedia então um reajuste salarial de 10%. Durante a ação, foram retiradas de circulação cerca de 60% dos veículos, deixando cerca de 500 mil usuários sem ônibus.

Fonte: Portalamazonia
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Greve de ônibus em Fortaleza será decidida hoje


Após o acordo feito na última segunda (31/05), o serviço de funcionamento da frota de ônibus, em Fortaleza, está em sua normalidade nesta terça e quarta. Isso se deu após compromisso firmado entre a Procuradoria do Ministério Público do Trabalho (MPT) e o Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários do Estado do Ceará (Sintro-CE).

Não aconteceram mais as assembleias pontuais ou paralisações-relâmpago, que estavam causando desconfortos aos usuários do sistema de transporte coletivo. Uma nova reunião está marcada para às 9h da próxima quinta (03/06), para discutir sobre uma possível greve. Se ficar decidido pela paralisação total, o Sintro só poderá deflagrar a greve em sua totalidade com 72 horas após a decisão final.

Fonte: Diário do Nordeste
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Em Natal, Greve dos motoristas está suspensa até dia 16


A greve dos motoristas e cobradores de ônibus está suspensa até o próximo dia 16 de junho. A decisão foi tomada em acordo entre o Sindicato dos Trabalhadores Rodoviários (Sintro) e o Sindicato das Empresas de Transporte Urbano (Seturn). Até lá, os motoristas e cobradores não podem realizar nenhuma movimentação de paralisação.

O acordo entre as partes aconteceu após uma audiência conciliatória na tarde de ontem. Com a iminência de greve, o Seturn entrou com uma petição de notificação para que a paralisação fosse evitada. De acordo com o advogado do Sintro, José Duda, como o sindicato não recebeu a petição a tempo, a audiência foi suspensa até o dia 16.

Com o acordo, os funcionários das empresas de ônibus não poderão realizar nenhum movimento de paralisação, sob o risco de multa para o sindicato. Durante o período acordado, diretores do Sintro poderão fazer duas reuniões por dia, de meia hora cada nas garagens das empresas. A partir de amanhã, 4, uma empresa será visitada por dia e, durante as reuniões, nenhum ônibus vai sair das garagens.

A pauta de reivindicações do sindicato tem 109 itens, mas, de acordo com Valdir Lucas, diretor de formação do Sintro, se os empresários resolverem atender os pontos principais, pode ser que não ocorra greve. As principais reivindicações da categoria são: a garantia de vale alimentação unificado e de cesta básica, reajuste de 15% do salário, pagamento de hora extra, a volta do quinquênio e plano de saúde.

Após a nova audiência do dia 16, a diretoria do Sintro vai realizar uma nova assembleia para decidir se a categoria aceita a proposta dos empresários. A vice-presidente do Sindicato, Maria da Paz Dantas, afirmou que acredita em um acordo que atenda às duas partes. “Acredito que a Justiça do Trabalho atenderá as nossas necessidades, que são tão poucas”, disse.

Fonte: Tribuna do Norte
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Rio de Janeiro: Metrô reforma estações para acesso a deficientes


Até o fim do ano, todas as 34 estações do metrô deverão estar adaptadas para deficientes, com elevadores ou plataformas de acesso pelas escadas. Oito terminais passam ainda por reformas internas e no entorno, como ocorreu em Del Castilho, por exemplo. Em Botafogo, os trabalhos estão em andamento. As obras fazem parte das obrigações da concessionária Metrô Rio previstas no contrato com o estado. Já a nova Estação Cidade Nova está prevista para ser inaugurada já no fim deste mês.

Orçada em R$ 80 milhões, Cidade Nova é o ponto central da conexão direta Pavuna-Botafogo (linha 1A), inaugurada no fim de 2009. A estação está nos retoques finais — 400 operários dão acabamento ao piso da plataforma e nas duas escadas rolantes, seis fixas e seis elevadores para deficientes. Da Avenida Presidente Vargas, é possível vislumbrar o desenho arrojado da passarela ligando a estação à prefeitura.
Com uma parte envidraçada, esse acesso sobre a via e o Canal do Mangue deverá ter quiosques e obedece ao gabarito imposto pelo município (6,25 m de altura) para a passagem dos carros alegóricos das escolas de samba. Cinco elevadores ficarão na passarela e um na própria estação, cujo design futurista deve contribuir para Cidade Nova ser um trunfo na revitalização da área.
Segundo o diretor de Relações Institucionais da Metrô Rio, Joubert Flores, a empresa está empenhada em cumprir o prazo e entregar a estação aos usuários neste mês — depois de dezembro e fevereiro, a previsão era começar a funcionar em 22 de março, mas a data mudou mais uma vez.

Equipamento também vai orientar cegos
O projeto para adaptar todas as estações do metrô, melhorando a acessibilidade de portadores de necessidades especiais, vai instalar elevadores verticais de alta tecnologia na maioria delas. Outros equipamentos ajudarão deficientes visuais a se orientar, como pisos podotáteis (com informação inscrita em relevo), já em uso na Central e Carioca. “A acessibilidade vai depender da estrutura de cada estação. Em algumas, serão mantidas as plataformas que já existem, em outras haverá também o elevador”, explicou Joubert Flores.
Cada estação tem projeto arquitetônico específico. No Largo do Machado, por exemplo, a reforma permitiu que o espaço da bilheteria, antes muito estreito, fosse ampliado, e a plataforma ganhou mais beleza com painéis nas paredes, que exibem fotos da cidade.

Fonte: O Dia
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São Paulo: Prefeitura quer reorganizar linhas e itinerários de ônibus


A Prefeitura de São Paulo estuda alterar algumas linhas de ônibus da cidade. Segundo a SPTrans (São Paulo Transportes), empresa municipal que cuida do setor, o assunto está em discussão e tem como objetivo reduzir os custos dos contratos e evitar que lotações e ônibus disputem passageiros. As mudanças devem estar previstas na nova licitação, que deve ser aberta ainda este ano. Assim, o fim do contrato das empresas concessionárias – que estava previsto para encerrar em 2013 – deve ser antecipado; enquanto o dos permissionários – donos das lotações – deve ser prorrogado até o ano que vem. O contrato deles vence em julho deste ano.
Uma das alterações estudadas é eliminar linhas diferentes que fazem o mesmo trajeto. A SPTrans não informou quais itinerários seriam eliminados. O número de ônibus que circulam na cidade, cerca de 16 mil, não deve ser reduzido.
Fonte: R7.com

SPTrans informa alteração no itinerário de ônibus da zona sul

Para melhor atendimento aos usuários da linha 6061/10 - Jd. Marilda - Terminal Grajaú, viabilizando menos tempo de percurso, a SPTrans informa que a partir do dia 19 de junho o serviço deixará de atender o bairro Jardim Almeida Prado, na zona sul. Ressaltamos que a região é atendida por duas linhas de ônibus, a 6052/10 - Jd. Sete de Setembro - Terminal Varginha e a 6052/31 - Jd. Almeida Prado - Terminal Varginha, sendo assim, os usuários não serão prejudicados com a alteração.
Para informações sobre trajetos e linhas de ônibus consulte itinerários ou ligue 156.
Linha e itinerário:
6061/10 Jd. Marilda - Term. GrajaúIda: normal até Av. Paulo Guilguer Reimberg, Av. Carlos Alberto Bastos Machado, Av. Antonio Carlos Benjamim dos Santos, prosseguindo normal.Volta: normal até Av. Antonio Carlos Benjamim dos Santos, Av. Carlos Alberto Bastos Machado, Av. Paulo Guilguer Reimberg, prosseguindo normal.
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DF: Governo propõe novo delimitador para concessão do passe livre


A nova proposta do Governo do Distrito Federal para mudança na lei do passe livre cria delimitador social para a concessão do benefício. Agora, estudantes de escolas particulares vão ter acesso ao transporte gratuito somente se a família tiver renda mensal de até quatro salários mínimos (R$ 2.040). A previsão era que a proposta fosse enviada à Câmara nesta quarta-feira, mas segundo nota da assessoria do GDF, o governador decidiu aguardar a conclusão, pelas secretarias de Fazenda e Educação e pelo DFTrans, de um levantamento com o impacto orçamentário estimado do projeto. Também estão sendo elaboradas, até segunda-feira (7), novas regras de cadastro e controle dos beneficiários para a adequação à nova proposta.

No novo texto, os estudantes de instituições públicas, certificadas pelos órgãos de educação do Distrito Federal e/ou União, terão isenção total do pagamento de passagem. Os de escolas particulares serão divididos em dois grupos: os que tiverem renda familiar até quatro salários mínimos não pagarão passagem. Acima disso, o aluno voltará a pagar um terço do valor integral.
No primeiro texto, enviado à Câmara em 13 de maio, o governo propôs conceder o benefício apenas aos estudantes com renda familiar mensal de até três salários mínimos (R$ 1.530).

Movimento nos postos
Cerca de 5.920 estudantes foram a postos da Fácil realizar a recarga nesta quarta-feira (2/6), o que gerou um débito de R$ 580.185. Dos três milhões repassados na última segunda-feira (31/5), R$ 1.154.000 ainda não foram gastos.
Nesta quinta-feira (3/6), por conta do feriado de Copus Christi, os postos da empresa ficarão fechados. O atendimento volta a fuincionar na sexta-feira (4/6), no horário normal: das 8h às 17h.
Repasses
A liberação do dinheiro foi aprovada pela Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) na terça-feira da semana passada (25/5). No entanto, a decisão foi publicada apenas no fim da tarde de quinta (27/5), em uma edição extra do Diário Oficial do Distrito Federal.
É o terceiro repasse autorizado pelo governador do DF, Rogério Rosso (PMDB). Em 15 de maio, foram liberados R$ 2 milhões, mas três dias depois o dinheiro acabou. O GDF, então, liberou R$ 636 mil. No dia seguinte (19/5), a verba já havia acabado.
Na sexta-feira (28/5), R$ 3 milhões, metade do dinheiro autorizado pelo governo, entrou na conta da Fácil. A verba acabou na segunda-feira (31/5), em menos de três dias. Por volta das 15h do mesmo dia, a outra parte dos R$ 6 milhões ficou disponível para a empresa responsável pela bilhetagem eletrônica no DF.

Fonte: Correio Brasiliense
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Especialista em transporte aponta soluções para melhorias da mobilidade urbana em Florianópolis


O diretor da empresa de Transporte Metropolitano de Barcelona (TMB), Daniel Saez, visitou a Câmara de Vereadores de Florianópolis e apresentou aos técnicos da prefeitura como funciona o transporte coletivo de Barcelona, considerado uma referência mundial.

Depois de conhecer o sistema de ônibus de Florianópolis, Saez apontou possíveis soluções para melhorias da mobilidade urbana e volta à Espanha com uma proposta de colaboração com a prefeitura da Capital. — Nossa intenção é compartilhar com Florianópolis as soluções que apontamos para melhorar o transporte em Barcelona — afirma o especialista em trânsito.

A TMB faz trabalhos de consultorias para cidades em diversas partes do mundo, como Porto (Portugal) e Bogotá (Colômbia). O primeiro contato com a empresa foi feito em abril, durante uma viagem do presidente da Câmara dos Vereadores, Gean Loureiro, à Espanha, quando Saez foi convidado a visitar Florianópolis.

Semelhanças com a Espanha

Saez se reuniu com o vice-prefeito, João Batista Nunes, visitou a Câmara de Vereadores e conheceu os terminais de integração de Florianópolis. Para ele, a capital catarinense possui muitas semelhanças com Barcelona no que diz respeito ao volume de trânsito e ao crescimento da cidade. O principal problema observado pelo diretor espanhol foi a grande quantidade de veículos particulares.

Para o vice-prefeito, a visita do especialista é fundamental para subsidiar ações do poder público da capital.

— Essa troca de experiências é de extrema importância. Muitas pessoas costumam criticar o sistema, mas ninguém aponta soluções e é isso que estamos buscando — disse o vice- prefeito.

Cinco pontos que costumam melhorar o transporte:

1. Menos carros

O principal problema de mobilidade em cidades de médio e grande porte é a quantidade de veículos particulares nas ruas. Para mudar esse quadro, ele afirma que as empresas de transporte público precisam ser capazes de convencer as pessoas a deixarem o carro na garagem e usarem os ônibus e trens, se houver. Apesar de ter chegado terça a Florianópolis, ele percebeu esse problema na cidade — para uma população de 408 mil habitantes, a frota de automóveis é de 183,3 mil veículos.

2. Agilidade

O primeiro passo para fazer com que mais pessoas andem de ônibus, de acordo com Saez, é melhorar a eficiência do transporte, fazendo com que ele seja mais rápido. É preciso passar a ideia de que o passageiro não ficará esperando por muito tempo para pegar o ônibus, mostrar que ele chegará mais cedo ao seu destino se for de ônibus e que o transporte coletivo é mais sustentável do que o individual.

3. Caminho livre

Em Barcelona, na Espanha, uma das medidas que está sendo estudada para melhorar o transporte coletivo é a implantação de um sistema de onda verde nos semáforos, para que a passagem dos ônibus seja facilitada. É uma opção que deve ser estudada para Florianópolis.

4. Traçado

Melhorar o traçado das linhas existentes, estudar qual a distância entre os pontos de ônibus e definir que locais da cidade têm maior demanda são fundamentais para aumentar a eficiência do transporte. Em Barcelona, a empresa Transports Metropolitans está fazendo esse tipo de levantamento e a ideia de Saez é que em Florianópolis se faça o mesmo — caso a parceria com a prefeitura seja fechada.

5. Mais alternativas

É possível implantar outros sistemas de transporte público na cidade a partir de um estudo. Segundo o diretor, para isso é necessário avaliar qual a quantidade de usuários de Florianópolis e com isso definir a alternativa de transporte que se adapta melhor às necessidades e a realidade da cidade. Duas opções mencionadas por Saez são o BRT (Bus Rapid Transit), sistema de ônibus implantado em Curitiba, e o "tramway", tipo de trem elétrico.

Outros especialistas já passaram pela cidade Saez não é o primeiro especialista a visitar a capital catarinense para avaliar o sistema de transportes. No último final de semana, o arquiteto e urbanista espanhol Josep Acebillo, responsável principal pelo planejamento de Barcelona para receber os Jogos Olímpicos de 1992, também esteve em Florianópolis.

No mês de abril, técnicos do escritório do arquiteto Jaime Lerner vieram a Florianópolis para um encontro com representantes da prefeitura. Eles discutiram o sistema ônibus BRV (Bus Rapid Transit), implantado na cidade de Curitiba.

O transporte público da capital catarinense é frequentemente criticado por ser lento, pouco eficiente e caro. Atualmente, a passagem de ônibus do sistema integrado é de R$ 2,95 para quem paga em dinheiro e R$ 2,38 para quem tem cartão.

Fonte: Jornal de Santa Catarina
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Governo quer concluir trem-bala para Olimpíada de 2016


A coordenadora do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), Miriam Belchior, afirmou que o governo quer contar com o trem de alta velocidade (TAV) - o trem-bala que interligará Campinas, São Paulo e Rio - para os Jogos Olímpicos sediados no Brasil em 2016.
"É esse o horizonte que trabalhamos hoje, mas ainda precisamos contar com a liberação do (edital) TCU ainda no segundo semestre", comentou.
De acordo com Miriam, boa parte das estações deverá estar em funcionamento no prazo estipulado se o leilão ocorrer neste ano. O empreendimento é o maior do PAC no setor de logística ao custo de R$ 34,6 bilhões.
A ideia inicial seria colocar em operação o trem para a Copa de 2014, que foi inviabilizado com o atraso na conclusão dos estudos e, agora, com a conclusão das análises do TCU do edital de licitação.
Miriam reafirmou que existem inúmeros consórcios internacionais interessados no projeto. Entre eles, Coreia do Sul, Japão, Espanha, China e outros que detêm experiência na execução de uma iniciativa como essa.


Fonte: O Globo
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Privatização da última empresa pública de transporte coletivo do ABC Paulista causa polêmica e mal estar político


A Câmara Municipal de Diadema, no ABC Paulista, se mostra desconfiada em relação ao processo de privatização da ETCD – Empresa de Transportes Coletivos de Diadema – única empresa pública da região a operar serviços de ônibus, proposto pelo Prefeito Mário Reali, do PT.

Desde 2001, a ETCD acumula uma dívida que ultrapassa a cifra de 110 milhões de reais.Segundo o que o blog apurou, o mal estar político ocasionado pelo Projeto de Lei, que já foi lido na Câmara e encaminhado às comissões especiais para a avaliação, acontece dentro da própria base de sustentação do prefeito Mário Reali.

Isso porque, quando foi eleito, em 2008, Reali prometeu que a empresa continuaria sendo operadora pública de transportes.Usando discurso semelhante quando o PT criticava a política de privatizações, do governo Fernando Henrique Cardoso, do PSDB, nos palanques e no programa de governo municipal, Reali se colocava contra aos processos de desestatização e afirmava que a ETCD continuaria sendo uma “instituição pública, viável e com boa saúde financeira”.

Dois anos depois, no entanto, o discurso mudou. Frente às dívidas, muitas sendo analisadas pela esfera judicial, o poder público, em nota, afirmou que não vê outra saída a não ser o repasse das linhas municipais para a iniciativa privada.Atualmente 40 por cento do transporte público na cidade são operados pela ETCD, num total de 5 linhas, que transportam diariamente 35 mil passageiros.

Os outros 60 por cento são de responsabilidade de uma empresa particular, a Viação Imigrantes.Por telefone, Josenilson Anchieta Barbosa, representante da Comissão de Garagem da ETCD, disse que apesar de a situação da empresa ser muito difícil, o anúncio do projeto de privatização causou indignação.“Vai totalmente contra o que o prefeito havia prometido”.

O clima é o mesmo entre os membros da base do governo no Legislativo.“Sou completamente contrária à privatização da ETCD, que é sinônimo de precarização do serviço, de aumento da tarifa e de não garantia de emprego. O governo está tratando como modernização do sistema, quando na verdade sabemos que não é isso”, disse em entrevista o jornal Diário do Grande ABC, a vereadora Irene dos Santos (PT), que defende a abertura do debate de forma ampla na cidade.
Ela também admitiu que o projeto é polêmico e causa constrangimento entre os vereadores que adotaram o mesmo discurso do então candidato à prefeitura, de manutenção da empresa pública.
Também da base governista, o vereador Laércio Soares, do PC do B, encaminhou ao Poder Executivo um documento com nove questionamentos sobre a situação da ETCD. Entre os temas abordados no requerimento, estão os custos das receitas, a manutenção do emprego e o detalhamento da dívida e dos credores.
Ele no entanto admitiu que, do jeito que está, a empresa de transportes não tem condições de se manter e não consegue mais arcar com o mínimo para uma viação operar: folha de pagamento, combustíveis, pneus, peças e manutenções preventivas.

MODERNIZAÇÃO E MANUTENÇÃO DE EMPREGOS
Mário Reali evita usar o termo privatização em reuniões com trabalhadores, parlamentares e até mesmo para a imprensa. Segundo o prefeito, o projeto na verdade trata-se de uma proposta para a modernização do sistema.
Segundo a imprensa local, o termo privatização é evitado por questões políticas, para não aumentar ainda mais o desconforto gerado entre os aliados, pelo fato de ele ter prometido a manutenção das operações públicas.
O presidente do Legislativo, Manoel Eduardo Marinho, do PT, disse considerar o caso extremamente complicado e polêmico. Mais ainda que o processo da Saned, empresa de Saneamento de Diadema, que também por causa de dívidas, terá metade de seu patrimônio assumido pela Sabesp e outra metade continuará com o poder municipal de Diadema.
No caso da ETCD, toda a empresa seria repassada para a iniciativa privada.
Parlamentares e principalmente os trabalhadores dizem temer pela manutenção dos empregos na ETCD.
Josenilson Anchieta Barbosa, da Comissão de Garagem da ETCD, afirmou que o clima é de medo entre os trabalhadores.
“Não sabemos ao certo o que vai acontecer com os funcionários, se as empresas privadas vão manter todos os postos”
Atualmente para operar cinco linhas, a ETCD tem 370 funcionários, entre setores administrativos e operacionais. Só a título de comparação, levantamento feito pelo blog, revelou que uma empresa também de serviços municipais, com seis linhas do mesmo porte, em Santo André, tem um quadro que não ultrapassa o número de 220 funcionários.
Para agravar ainda mais as tensões em relação à manutenção dos empregos, na penúltima semana de maio, 6 funcionários da empresa pública foram mandados embora. Eram três cobradores, dois motoristas de ônibus e um condutor de veículos pequenos da empresa.
A Prefeitura alegou que eles foram mandados embora por justa causa devido a faltas cometidas pelos funcionários que caracterizaram improbidade administrativa (violação aos princípios da moralidade, impessoalidade, economicidade e enriquecimento ilícito no exercício, por parte de funcionário público, conforme previsto por lei)
“As demissões não possuem nenhuma relação com o projeto de privatização” – segundo texto da Prefeitura.
O Sindicato, no entanto, diz temer que o motivo seja retaliação pelo posicionamento contrário dos funcionários ao processo de venda do braço operacional da empresa.
O prefeito Mário Reli se reuniu com representantes sindicais na última semana de maio e garantiu que o processo de modernização ou de privatização da ETCD levará em conta os funcionários.
Ele prometeu que no edital de licitação por concorrência pública haverá uma clausura para a empresa ganhadora do certame priorizar a contratação dos funcionários já atuantes na ETCD.
Profissionais de transportes consultados pelo blog acreditam, no entanto, que futuramente haverá cortes, pois os quadros da ETCD, principalmente no setor administrativo, estariam inchados.

Fonte: Ônibus Brasil
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