Brasília entra oficialmente no itinerário do Veículo Leve sobre Trilhos

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Brasília é a primeira cidade da América Latina a aderir ao Veículo Leve sobre Trilhos (VLT). A autorização para o início imediato das obras foi assinado nesta segunda-feira (7) pelo governador José Roberto Arruda, com a preseça do presidente da França, Nicolas Sarkozy. O chefe de Estado do país europeu esteve na quadra 6 do Setor Comercial Sul, em frente ao shopping Pátio Brasil, durante o lançamento da exposição de um dos trens que circularão pela W-3."Quero que no dia 7 de setembro de 2010, o primeiro trecho da obra esteja inaugurado", agendou Arruda, durante um pronunciamento, ao lado de Nicolas Sarkozy, parceiro da capital do país no processo de modernização do transporte público.Durante a apresentação do VLT, o presidente francês não discursou, mas surpreendeu os próprios seguranças ao apontar para baixo e quebrar o protocolo. Ele desceu do palanque ao lado do governador e cumprimentou a população. Antes de ir embora, Sarkozy recebeu das mãos de Arruda uma placa com o símbolo aos 50 anos de Brasília.Na primeira fase das obras, será construída a linha que liga o terminal da Asa Sul até a 502 Norte, prevista para ser inaugurada em setembro de 2010. O custo desta etapa é estimado em R$ 775,8 milhões. Outros dois trechos fazem parte da linha. Um deles liga o Aeroporto Internacional JK ao Terminal da Asa Sul, com uma extensão de 6,5km. O outro estágio começa no Brasília Shopping e chega ao fim no Terminal da Asa Norte, uma distância de 7,4 km.
O novo sistema de transporte contará com 39 trens. Destes, 16 veículos vêm da França. “Depois os trens serão fabricados em São Paulo”, explicou o presidente do Metrô-DF, José Gaspar de Souza. Arruda reforçou que o VLT trará benefícios para os usuários de transporte público e os moradores do Plano Piloto. “À medida em que o sistema é construído a população vai entendendo as suas vantagens. Não tenho dúvidas em afirmar que o VLT vai modernizar a vida do Plano Piloto”, vislumbra Arruda.
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Deficientes de Franca perdem gratuidade no transporte coletivo

O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) suspendeu a gratuidade no transporte coletivo para deficientes, aposentados por invalidez e pensionistas em Franca. O pedido foi feito pelo Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros de São Paulo, que alegou prejuízos por não receber uma contrapartida do governo. A medida prejudica mais de dez mil usuários no município.
A empresa São José, responsável pelo transporte coletivo em Franca, não está recarregando os cartões e nem renovando os passes permanentes. A prefeitura recorreu para derrubar a liminar, sob a alegação de que a gratuidade no transporte para essas pessoas foi concedida por leis municipais.
A dona de casa Maria Antonia leva o filho portador de síndrome de down para receber tratamento em uma escola há mais de um ano. Com a perda do benefício, ela agora gasta R$ 9,40 por dia com as passagens. “Está me fazendo muita falta. Não posso deixar de levá-lo, pois pode comprometer o desenvolvimento dele”, afirma Maria.
A assistente social da Apae, Michele Barbosa Oliveira, explica que ausência nas aulas traz um outro problema par as famílias. “Com a baixa frequência nas aulas, outros benefícios, como o Bolsa Família, podem ser cortados”.
O advogado da prefeitura de Franca, Joviano Mendes da Silva, informou que o contrato com a empresa de transporte foi renovado em junho e o valor da tarifa de R$ 2,35 já leva em conta o gasto com a gratuidade.
O presidente da empresa de ônibus São José, Delismar Rodrigues, disse que não vai comentar o assunto. Já o presidente do Sindicato das Empresas de Transportes de São Paulo, Robson Rodrigues, afirmou que a entidade pediu a suspensão porque as leis que impõem as regras do transporte coletivo deveriam ter sido feitas pela prefeitura e não pelos vereadores. “É preciso ter um debate aberto entre prefeitura, empresa de ônibus, sociedade e Ministério Público para avaliar se Franca pode arcar com a gratuidade”, explica.
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