Recife: Linhas de ônibus da RMR serão licitadas

quarta-feira, 27 de maio de 2009


Todas as 356 linhas de ônibus da Região Metropolitana do Recife vão passar por um processo de licitação no segundo semestre deste ano. Atualmente 17 empresas exploram os serviços das linhas que totalizam 25 mil viagens por dia no transporte de 1,8 milhão de usuários. Um filão, que movimenta por mês cerca de R$ 40 milhões. Pela primeira vez, empresas de qualquer parte do país vão poder disputar um pedaço dessa fatia. A primeira audiência pública para debater o assunto e acolher sugestões dos diversos segmentos da sociedade será realizada no início de julho. Após a audiência, será lançado o edital de licitação previsto para agosto ou setembro. Além das linhas metropolitanas, serão licitadas no mesmo pacote os sistemas municipais de ônibus do Recife e Olinda. O diretor-presidente do Grande Recife Consórcio de Transporte, Dilson Peixoto, disse que ainda não sabe como acontecerá a licitação. Foi encomendado um estudo para definir as regras do processo. "Ainda não sabemos, por exemplo, se linhas serão criadas e outras extintas. Se vamos dividir a exploração por corredores e/ou como será a questão do preço das passagens. Mas já posso adiantar que as empresas assinarão um contrato assumindo responsabilidades pelo serviço", comentou Dilson Peixoto. Das 17 empresas que integram o sistema de transporte público da RMR, a maior delas é a Borborema, com 52 linhas. Em seguida, a Metropolitana, que responde por 37 linhas. A Caxangá ocupa a terceira posição, com 40 linhas. "Os empresários locais estão tranquilos em relação à licitação. É um processo que já sabiam que iria ocorrer e estão se preparando para participar", destacou Dilson Peixoto. A lei que estabele a licitação para a exploração das linhas existe desde 1993. Mudanças - A aplicação da lei 16 anos depois da sua criação deverá provocar mudanças na oferta dos serviços. Um dos pontos mais questionáveis é a melhoria do sistema. Com a licitação, a exploração das linhas, que historicamente atuam por meio de permissões, passará a ser feita através de contratos de prestação de serviço, sujeitos à fiscalização e controle mais rígidos. "Esperamos que a concorrência com empresas de fora leve os empresários do setor a ofereçer transporte de mais qualidade e melhor acessibilidade", ressalta Denise Silveira, 37 anos, cadeirante e usuária do sistema. No Recife há atualmente 21 ônibus com elevador distribuídos em 19 linhas. Dos 14 municípios da RMR, somente oito dispõem de ônibus adaptados. Ainda assim, em números ainda insuficientes. Em São Lourenço da Mata há apenas um coletivo com elevador. Em toda a RMR são 45.
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Continua em vigor tarifa de R$ 2,05 em Cuiabá


Para a alegria dos usuários do transporte coletivo de Cuiabá continua em vigor a tarifa de R$ 2,05, apesar do novo valor de R$ 2,30 já ter sido definido pelo prefeito de Cuiabá, Wilson Santos.
Para que a nova tarifa entre em vigor é preciso que a Prefeitura de Cuiabá derrube a liminar expedida pelo desembargador Evandro Stábile que impede este reajuste.
Nesta semana Wilson Santos assinou o decreto nº 4.799 que estabelece que a tarifa seja reajustada para R$ 2,30 levando em consideração que em 2008 a tarifa não sofreu nenhum tipo de reajuste. Wilson Justifica que nos últimos dois anos, em que não ocorreu reajuste da tarifa do transporte coletivo, todos os insumos que compoem a planilha de custo operacional do transporte coletivo sofreram aumento.
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Jaboatão fará parte do sistema Grande Recife

Os usuários de transporte público de Jaboatão dos Guararapes vão poder dispor até o fim do ano das vantagens do sistema integrado de transporte metropolitano. O município, que na gestão anterior havia decidido ficar de fora do consórcio metropolitano, já formalizou o protocolo de intenções para se integrar ao sistema, mas antes terá que fazer o dever de casa e por ordem o seu modelo de transporte. Atualmente há 404 vans regularizadas, outras 335 clandestinas e apenas três linhas de ônibus municipais.O primeiro desafio será a retirada dos clandestinos. Uma guerra anunciada, a exemplo do que já ocorreu no Recife. "É claro que haverá resistência. Mas o município precisa ser firme para ser intergrado ao consórcio metropolitano, do contrário ficará isolado", ressaltou Dílson Peixoto, presidente da empresa Grande Recife Consórcio de Transporte Metropolitano. De acordo com a gerente de transporte de Jaboatão, Lúcia Recena, já existe a decisão política. No entanto, ainda não há prazo definido para o município entrar no consórcio. "Estamos realizando estudos para fazer uma redistribuição e melhor aproveitamento, por exemplo do transporte que está regular", explicou Recena. No Recife, um Seminário Nacional de Organização e Gestão do Transporte Público em RMRs reúne até hoje representantes de capitais metropolitanas, que vieram conhecer a experiência local. "São Paulo é uma cidade incomparável. Mas é uma troca de experiências e viemos conhecer um pouco mais do modelo metropolitano do Recife", revelou Lírio Irber, gerente de logística da EMTU/SP. A capital paulista traz números impressionantes. São 67 municípios na RMR e 5,4 mil ônibus. O número de passageiros transportados mensalmente chega a 45 milhões.
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Transporte público municipal tem novo veículo adaptado para deficientes físicos


O transporte público municipal de Embu tem uma nova conquista: um lotação adaptado para deficientes físicos. O novo veículo foi apresentado na sexta-feira, 22/5, na sede da Divisão de Trânsito e Transporte (DIVTRAN) com a presença do Prefeito de Embu das Artes, Chico Brito, do secretário de Trânsito e Transporte, Francisco Carlos Pereira, do vereador Júlio Campanha e de representantes da Associação Regional de Condutores Anônimos de Veículos (ARCAV).
O lotação foi adquirido por um permissionário da ARCAV e o veículo possui um diferencial em relação aos demais: um sistema de suspensão pneumática - suspensões a ar que substituem a suspensão mecânica original do veículo -, que facilita o acesso de deficientes físicos ao veículo. O acesso para cadeirante funciona da seguinte forma. O motorista aciona o sistema pneumático e a parte traseira da lotação é rebaixada, nivelando com a calçada, o que possibilita ao cadeirante entrar no veículo sem maiores problemas. Após sua entrada, as portas são fechadas e o sistema é novamente acionado retornando a posição inicial. O procedimento dura, no máximo, 2 minutos e meio.
O veículo é o primeiro da região que possui esse tipo de sistema. Tem capacidade para duas cadeiras de rodas, suporte para acompanhantes, melhores condições de acesso e a largura das portas é maior do que o habitual, eliminando barreiras físicas que obstruem a passagem dos usuários.
O prefeito Chico Brito parabenizou o senhor Pedro Ferro pela aquisição do novo veículo. “O esforço do senhor para oferecer o melhor transporte para o povo de Embu, representa muito para nós”, disse o prefeito ao motorista que nunca teve uma reclamação sequer de nenhum usuário do transporte público municipal.
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Rio inaugura 1ª integração ônibus-Metrô na zona oeste


A primeira das três linhas de ônibus que farão a integração dos bairros de Bangu, Campo Grande e Santa Cruz, zona oeste carioca, com a estação do Metrô de Coelho Neto foi inaugurada nesta terça-feira. A primeira linha a entrar em funcionamento (Santa Cruz-Coelho Neto) vai operar inicialmente com uma frota de cinco carros, tendo o total de 20 paradas intermediárias (10 em cada sentido) em um trajeto de 47 km.
Identificados pela cor azul e por uma silhueta da Serra do Mendanha na parte lateral do veículo, os ônibus das novas linhas Expresso Oeste terão tarifa de R$ 4,40, com acesso ao Metrô incluso. A linha Santa Cruz-Coelho Neto será operada pela Viação Algarve.
As outras duas linhas de integração, previstas para serem inauguradas em junho, são Bangu-Coelho Neto, com tarifa de R$ 4. Posteriormente será inaugurada a linha Campo Grande-Coelho Neto, com tarifa de R$ 4,40.
Em todos os casos, os passageiros poderão optar também pelos ônibus sem integração nos mesmos trajetos, pagando tarifas separadas entre R$ 2,60 e R$ 2,80.
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Fortaleza: População dividida no 1º dia de reajuste


Após mais de quatro anos com o mesmo valor na passagem de ônibus, ontem, os usuários dos coletivos tiveram o primeiro dia de reajuste. Em vez dos R$ 1,60 e R$ 0,80, os passageiros precisarão desembolsar R$ 0,20 centavos a mais, nas tarifas convencional e social. A medida desagradou alguns, embora outros achem que era necessária.O pedreiro José Cordeiro da Silva, 56 anos, considera um “absurdo” a elevação da tarifa para R$ 1,80. Ele precisa pegar dois ônibus para ir e voltar do trabalho, todos os dias. O problema, como disse, é que aumentam o valor da passagem, mas não investem na quantidade da frota de veículos.Por outro lado, a comerciante Maria do Espírito Santo Oliveira, 49 anos, acredita que o reajuste foi “justo”. “Há quatro anos não tinha aumento. E não mudou muito”. Porém, como reconhece, também é preciso oferecer mais estrutura para quem depende dos coletivos.Conforme a assessoria de imprensa da Empresa de Transporte Urbano de Fortaleza (Etufor), mesmo com o aumento da passagem, a tarifa de Fortaleza continua “sendo a mais barata do Brasil dentre as cidades de mesmo porte e com sistema integrado”. O novo valor representou um reajuste de 12%, enquanto os empresários pediam um total de 18%.
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