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Os Veículos Leves sobre Trilhos (VLT) estão chegando com força

quarta-feira, 2 de julho de 2025

Uma expansão da malha de trilhos urbanos, metropolitanos e entre cidades no Brasil – que está em gestação e começará a se concretizar em pouco tempo – promete trazer pelo menos uma dúzia de novos sistemas de Veículos Leves sobre Trilhos (VLT). Até onde se podia ver na primeira quinzena de junho de 2025, a implantação desses sistemas, uma vez integralmente efetivada, significará mais 367,58 quilômetros desse tipo de transporte rápido, eficiente, sustentável e estruturante em diferentes cidades do país.

Atualmente, há dez sistemas de VLT, totalizando 281,46 km, que atendem passageiros em mais de 20 grandes e médias cidades. Parte dessa rede corresponde a antigos sistemas de trens criados no fim do século XIX e início do século XX, que chegaram ao século XXI transformados em trens suburbanos, e mais recentemente foram reconfigurados, passando a operar com composições de VLT.

Os sistemas de VLT em operação atendem ao Rio de Janeiro, as cidades paulistas de Santos e São Vicente, na Baixada Santista; os municípios cearenses de Fortaleza, Caucaia, Sobral, Juazeiro do Norte e Crato. Também são atendidas por VLT as cidades de Maceió, Satuba e Rio Largo, em Alagoas; Santa Rita, Bayeux e João Pessoa, na Paraíba; Recife, Jaboatão dos Guararapes e Cabo de Santo Agostinho, em Pernambuco; Natal, Parnamirim, Ceará-Mirim, Extremoz e São Jose Mipibu, no Rio Grande do Norte, e Teresina, capital do Piauí.

Os Futuros Sistemas
No Distrito Federal, se busca a implantação de uma linha de VLT em Brasília, com 22 km. Em Salvador, capital da Bahia, prosseguem as obras de construção do VLT que correrá no espaço deixado pelo subúrbio ferroviário, dividido em três trechos e totalizando 36,38 km. 

No Paraná, o governo avalia um VLT entre Curitiba e São José dos Pinhais (26 km). O governo de Santa Catarina anunciou em fevereiro de 2025 a contratação de estudos sobre um sistema de VLT que ligaria a capital, Florianópolis, a cidades de seu entorno, como Santo Amaro da Imperatriz, Palhoça, Jurerê, Canasvieiras e São José.

No Sudeste
Em 2024, foi inaugurada a Linha 4-Laranja do VLT Carioca (5,1 km e 11 paradas), ligada ao terminal Gentileza. Em operação desde junho de 2016, o VLT Carioca conta com quatro linhas em funcionamento e cerca de 28 km de extensão. Trata-se de um sistema que conecta pontos estratégicos da cidade, promovendo integração com metrô, trens, barcas, ônibus urbanos e intermunicipais, BRT e o aeroporto Santos Dumont. O VLT Carioca opera com uma frota de 32 composições, cada uma com capacidade para até 420 passageiros.

O prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, disse ter interesse em transformar dois sistemas de BRT (Bus Rapid Transit), operados com ônibus, em VLT. São eles o TransOeste, com 62,5 km, e o TransCarioca, com 43 km. Pensa-se ainda na implantação do VLT da Zona Sul, que teria extensão de 12 km.

Ainda no estado do Rio de Janeiro, está em exame o chamado VLT de Niterói, ligando o bairro do Barreto ao Centro da cidade, com potencial de extensão até Charitas. A extensão total do sistema deverá ser de 11,4 km, sendo que a primeira etapa terá cerca de 5 km e nove estações.

O governo capixaba estuda um sistema de VLT interligando a capital, Vitória, a Vila Velha, com extensão total de 34,8 km; uma das linhas com extensão proposta de 25,5 km, outra com 7,8 km e a terceira com 1,5 km.

Projetos Paulistas
Em território paulista, estuda-se o VLT de Campinas, com 44 km, 18 estações, ligando o centro ao aeroporto de Viracopos e cidades vizinhas; este sistema terá conexão com o Trem Intercidades Eixo Norte, a nova ligação ferroviária com a capital, já licitada. Também está em exame o VLT entre as cidades de Sorocaba e Iperó, com 25 km de extensão, integrado ao Trem Intercidades Eixo Oeste, este, com leilão previsto para acontecer no último trimestre de 2025.

A futura Linha 14 do sistema de trilhos da região metropolitana de São Paulo deverá ter 41 km, 23 estações e 41 carros de VLT com capacidade para 600 passageiros cada um e intervalo médio de cinco minutos.

Há propostas para implantação de dois sistemas de VLT no centro de São Paulo, com 12 km de extensão no total, integrados a projetos de revitalização urbana. Outra ideia é o VLT Barra Funda-Mandaqui, com 8 km – projeto elaborado por diferentes entidades e sugerido às autoridades.

Na Baixada Santista, o sistema de VLT segue em expansão: o primeiro trecho (Barreiros-Porto de Santos), com 11,5 km, foi entregue em 2017. O segundo (Conselheiro Nébias-Valongo, 8 km) está em obras. O terceiro (Barreiros-Samarita, 7,5 km) está previsto para ser iniciado em breve.

Estudo Nacional
A articulação institucional em torno da mobilidade urbana ganhou novo impulso com o Estudo Nacional de Mobilidade Urbana (ENMU), conduzido desde 2024 pelo ministério das cidades e pelo BNDES. A iniciativa visa mapear as demandas e oportunidades de transporte de média e alta capacidade nas 21 maiores regiões metropolitanas do país.

Levantamento preliminar divulgado em março de 2025 apontou cerca de 400 projetos em potencial, abrangendo trens, metrôs, sistemas de VLT e BRTs. Estima-se que, para viabilizar esse conjunto, seriam necessários investimentos superiores a R$ 600 bilhões. Os dados ajudarão a estruturar a Estratégia Nacional de Mobilidade Urbana e devem alimentar a carteira de projetos do Novo PAC.

A ideia é identificar projetos prioritários, de modo que o ministério das cidades possa contribuir com os investimentos necessários, o que inclui tanto o financiamento de obras quanto o apoio à elaboração e estruturação de projetos de mobilidade urbana.

Informações: Canal Technibus

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Metrô de Salvador será ampliado com recursos do Novo PAC

quarta-feira, 11 de junho de 2025

Em Salvador nesta segunda-feira (9), o ministro da Casa Civil, Rui Costa, participou ao lado do governador Jerônimo Rodrigues do ato de assinatura que autoriza a publicação do edital de licitação para as obras do Tramo IV do Sistema Metroviário Salvador–Lauro de Freitas. A obra está entre os investimentos do Novo PAC Seleções na capital baiana, no valor de R$ 1,518 bilhão.

“Essa extensão do metrô vai ligar a estação da Lapa até uma nova estação subterrânea, que ficará na praça do Campo Grande”, explicou. “Será um sucesso porque toda população será beneficiada, sejam moradores da região, da Vitória, do Garcia, do Canela, do Campo Grande, de Politeama, e também quem trabalha, quem vai para a universidade, quem está indo pra escola, no hospital ou fazer exame numa clínica. Ou seja, teremos usuários da cidade inteira”, acrescentou Rui Costa.

O ministro lembrou que o metrô de Salvador opera há 11 anos, com "absoluto sucesso. É um modelo de referência para o país. Nós estamos remodelando outros metrôs existentes no Brasil, como em Recife e Fortaleza, para ficar tão eficiente quanto o de Salvador", afirmou.

Com o novo trecho de 1,5 km, o metrô de Salvador chegará a quase 40 km de extensão. O projeto inclui ainda o acréscimo de novos trens, “para manter o intervalo curto entre um trem e outro e aumentar a qualidade do serviço”, explicou o ministro. A previsão é que as obras tenham início no primeiro semestre de 2026. O investimento total do Governo Federal chega a R$ 2,134 bilhões.

Durante o ato, também foi autorizado pelo Governo do Estado o lançamento do edital para a aquisição de 10 novos trens que irão operar no novo trecho do metrô, ligando a Estação da Lapa à futura Estação Campo Grande e ampliando a malha de transporte na capital baiana e região metropolitana.

Investimentos pelo Brasil

O ministro Rui Costa falou ainda sobre os investimentos do Novo PAC na mobilidade urbana de outras capitais, focados na modernização dos sistemas metroviários.

“Já estamos concluindo os estudos de mobilidade urbana para a modernização do metrô de Natal, de Maceió, de Recife e Porto Alegre. Em São Paulo, nós participamos com a extensão de várias linhas, inclusive do chamado Trem Intercidades, que vai ligar a cidade de Campinas à capital e será o mais rápido do Brasil, com velocidade de 140 quilômetros por hora”, detalhou o ministro.

Informações: Governo Federal

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Governo mapeia projetos de mobilidade em 21 regiões metropolitanas

quinta-feira, 13 de março de 2025

Nas 21 maiores regiões metropolitanas brasileiras, 400 projetos para modais de transporte público de média e alta capacidade precisarão de mais de R$ 600 bilhões. O dado é considerado preliminar e faz parte do terceiro boletim do Estudo Nacional de Mobilidade Urbana (ENMU), divulgado nesta terça-feira (11) pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e pelo Ministério das Cidades. Entre os transportes de média e alta capacidade estão trens, metrô, veículos leves sobre trilhos (VLT) e bus rapid transit (BRT).

O objetivo do estudo, que tem uma perspectiva de longo prazo, é ajudar a elaborar a Estratégia Nacional de Mobilidade Urbana, para promover a parceria da União com as regiões metropolitanas e viabilizar projetos, além de impulsionar investimentos em mobilidade urbana nas cidades. As propostas mapeadas farão parte do primeiro banco de projetos de transporte coletivo de média ou alta capacidades (TPC-MAC) do País. O banco deverá ser composto por dezenas de projetos, identificados como prioritários para essas 21 regiões metropolitanas.

Com 40% do levantamento concluído, os órgãos destacam que o total de R$ 600 bilhões mapeado é muito superior ao déficit de R$ 300 bilhões em investimentos necessários para o setor, estimado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) em 2023.

A diretora de Infraestrutura e Mudança Climática do BNDES, Luciana Costa disse que “quando concluirmos esse estudo, teremos um mapa que vai orientar nossas cidades na direção de um futuro mais verde e sustentável”, avaliou. Luciana explicou, ainda, que a melhoria da qualidade de vida dos brasileiros é uma prioridade do governo federal:

“Reduzir o tempo que as pessoas levam para ir e voltar ao trabalho, longe da família, é um dos maiores desafios de nossas cidades. Essa melhoria no ambiente urbano também deve trazer melhorias ao meio ambiente como um todo, com a redução das emissões de gases do efeito estufa”, esclareceu a diretora.

Os consultores contratados para o projeto fazem a análise crítica das propostas levantadas e avaliam se os investimentos são compatíveis com a demanda esperada para os próximos 30 anos, além de identificar casos de sobreposição ou desatualização dos projetos.

“Investir no planejamento das cidades e em soluções adequadas para a realidade de cada local é essencial para assegurar qualidade de vida aos brasileiros. O compromisso do Ministério das Cidades com mobilidade urbana é tornar as cidades mais inteligentes, com corredores exclusivos e transporte público com menos emissões de poluentes. O retorno é a redução do tempo e conforto no deslocamento das pessoas”, afirmou o ministro das Cidades, Jader Fillho.

Resultado final em dezembro
Entre abril e junho, devem ser concluídas as análises para as 21 regiões metropolitanas. O resultado final, incluindo informações detalhadas sobre os projetos e a metodologia de priorização, será conhecido até dezembro.

O estudo revelou que apenas Goiânia (GO), Grande Vitória (ES) e Recife (PE) tratam o transporte público de forma integrada. Nessas regiões metropolitanas, estado e municípios se associaram para tratar o transporte público de forma integrada na metrópole. Um resultado disso é que, nas duas primeiras, o usuário do serviço paga uma tarifa integrada com preço único.

A publicação relatou ainda que São Paulo (SP) e Belo Horizonte (MG) são as únicas cidades do Brasil que divulgam na internet informações completas, com dados operacionais.

Já a cidade do Rio de Janeiro é a única região metropolitana em que mais de 30% da população reside a menos de 1 km das estações de transportes públicos coletivos de média e alta capacidade.

O estudo contempla as regiões metropolitanas de Porto Alegre, Florianópolis, Curitiba, Santos, Campinas, São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Vitória, Goiânia, Distrito Federal, Salvador, Maceió, Recife, João Pessoa, Natal, Teresina, São Luís, Fortaleza, Belém e Manaus.

Informações: Agência Brasília

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Governo do Estado de São Paulo divulga valores do reajuste das tarifas das linhas intermunicipais da EMTU de 2025

quinta-feira, 2 de janeiro de 2025

O Governo do Estado de São Paulo informa que a partir de 6 de janeiro de 2025 passam a vigorar os novos valores das tarifas das linhas de ônibus intermunicipais gerenciadas pela EMTU nas Regiões Metropolitanas de São Paulo, Baixada Santista, Campinas, Sorocaba e Vale do Paraíba / Litoral Norte. 

O percentual de reajuste nas linhas intermunicipais gerenciadas pela EMTU é de 4 % em média, inferior à inflação de 5,09%, com base na projeção do IPC-FIPE. 

O novo valor reflete a necessidade de manter a sustentabilidade financeira e a qualidade dos serviços prestados à população. O reajuste foi decidido após análise das despesas operacionais crescentes, incluindo custos com manutenção, combustível, mão de obra  e infraestrutura. No caso dos veículos elétricos, leva-se em conta também a elevação do custo da energia elétrica. O objetivo da medida é garantir a eficiência, a segurança e a modernização do sistema de transporte público, e o reajuste da tarifa é necessário para assegurar a continuidade desses padrões.

A EMTU gerencia e fiscaliza mais de 900 linhas metropolitanas em 134 municípios de cinco regiões metropolitanas do Estado de São Paulo. As tarifas variam de acordo com as peculiaridades de cada linha, como trajeto percorrido e também o tipo de serviço prestado – comum, seletivo, especial, corredor e VLT, por exemplo.

As novas tarifas por linhas podem ser consultadas aqui no site da EMTU. A relação das linhas da Região Metropolitana da Baixada Santista tem previsão de ser publicada no site até quinta-feira (2/1).

Informações: EMTU

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Ônibus com luzes de Natal começam a circular pelas ruas de Campinas; veja linhas

terça-feira, 26 de novembro de 2024

A partir de hoje (25), as ruas de Campinas ficam ainda mais iluminadas e alegres com a chegada dos ônibus com luzes de LED. Ao todo, dez veículos receberam a decoração especial, que ficará em operação até o final do ano, trazendo um clima natalino para o transporte urbano, tanto à noite quanto nas primeiras horas da manhã.

A iniciativa é promovida pela Associação das Empresas de Transporte Coletivo Urbano de Campinas (Transurc), o Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros da Região Metropolitana de Campinas (SetCamp) e as concessionárias do transporte urbano da cidade. A ação faz parte da campanha Natal Caminhos dos Sonhos, organizada pela Prefeitura Municipal de Campinas.

“Esta é uma forma de mostrar a nossa gratidão a todas as pessoas que utilizam ônibus na cidade e também é a nossa contribuição para tornar as ruas mais bonitas e alegres neste fim de ano”, explica Paulo Barddal, diretor de Comunicação e Marketing da Transurc e do SetCamp.

Linhas dos ônibus com iluminação

  • Na Onicamp, o ônibus iluminado vai operar na linha 413 – Jardim São José/Centro Circular.
  • Na VB1, os ônibus iluminados vão rodar nas linhas 118 – Terminal Ouro Verde/Centro (carro 1222) e 131 – Terminal Vida Nova/Rótula (carro 1218).
  • Na VB3 e na Pádova, os veículos rodarão em escala de revezamento nas diversas linhas atendidas por cada uma delas.
  • Na Expresso Campibus, os dois ônibus iluminados atenderão as linhas 213 – Terminal Itajaí e 269 – Terminal Padre Anchieta/Terminal Barão Geraldo.

Os ônibus iluminados da Itajaí vão operar nas linhas BRT 20 e 21. Nos dias úteis, os dois veículos iluminados vão operar no BRT 21, e aos sábados e domingos, no BRT 20.

Informações: A Cidade On

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EMTU inicia diálogo com o Consórcio ABC sobre reorganização do transporte intermunicipal

A Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos de São Paulo (EMTU) iniciou diálogo, nesta segunda-feira (25/11), com o Consórcio Intermunicipal Grande ABC sobre a atualização do Plano de Corredores Metropolitanos (PCM) da Grande São Paulo. O objetivo é que haja troca de informações entre as partes durante o processo de reorganização do transporte intermunicipal que está sendo planejado pelo órgão estatal.  

A apresentação da proposta ocorreu durante reunião do Grupo de Trabalho (GT) Mobilidade Urbana, na sede da entidade regional, com participação das cidades consorciadas e representantes dos municípios de São Bernardo do Campo e São Caetano do Sul. A visita da EMTU ao órgão que representa as prefeituras do Grande ABC é a primeira da companhia controlada pelo Governo do Estado a um consórcio público para detalhar o novo programa.
 
Criado em 2010, o PCM é a referência para o planejamento estratégico da rede de transportes de média e baixa capacidades da Região Metropolitana de São Paulo. A atualização apresentada aos municípios é a primeira desde o lançamento da iniciativa e será realizada pela TTC Engenharia de Tráfego e de Transportes.

O estudo indicará as principais ligações para a implementação de eixos estruturados de transporte de média capacidade. O objetivo do PCM é orientar a tomada de decisão e planejamento para o transporte intermunicipal, auxiliando projetos de corredores de transporte e iniciativas para a racionalização dos serviços e renovação tecnológica.

Durante a reunião do GT, os representantes da empresa estatal solicitaram a cooperação técnica do Consórcio ABC e das prefeituras municipais para o compartilhamento de informações, além de sugestões e apontamentos das necessidades de adequação do PCM para a região.

“Queremos agradecer a gentileza e prontidão de nos recebem. Vamos trabalhar e construir juntos o Plano de Corredores Metropolitanos”, afirmou Paulo Rogério Leão da Rocha, chefe do Departamento de Planejamento Corporativo da EMTU.

Por sua vez, o coordenador do GT Mobilidade do Consórcio ABC e secretário-adjunto de Mobilidade Urbana de Santo André, Edilson Factori, destacou a importância do trabalho integrado entre todos os atores envolvidos para o planejamento metropolitano. “O Plano de Corredores Metropolitanos é uma referência para o planejamento estratégico do transporte na Grande São Paulo. Estamos à disposição para trabalharmos juntos”, ressaltou.

O diretor de Programas e Projetos do Consórcio ABC, João Ricardo Guimarães Caetano, pontuou que a entidade regional é o espaço mais adequado para essa discussão. “A procura da EMTU pelo Consórcio demonstra a importância da existência desse organismo de governança regional. Um tema dessa relevância, os corredores metropolitanos e seus benefícios para a mobilidade e economia regional, receberá total atenção do Consórcio”, afirmou.

A EMTU é vinculada à Secretaria de Estado dos Transportes Metropolitanos (STM), que fiscaliza e regulamenta o transporte metropolitano em cinco regiões metropolitanas do Estado de São Paulo: São Paulo, Campinas, Sorocaba, Baixada Santista e Vale do Paraíba e Litoral Norte.

O Grande ABC compõe uma subárea de transporte metropolitano na Grande São Paulo, antes chamada de Área 5, composta por Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra. A região é cortada pelo Corredor Metropolitano São Mateus - Jabaquara, também conhecido como Corredor ABD, gerenciado pela EMTU, e futuramente também receberá o BRT-ABC (sistema rápido de ônibus elétricos que conectará a região à capital), que está em fase de conclusão de obras da Fase 1.

Demanda antiga

A participação da discussão sobre a reorganização do transporte intermunicipal na região é uma demanda antiga do Consórcio ABC e trabalhada em várias frentes. Em 2012, a entidade que representa as prefeituras da região elaborou o Plano Regional de Mobilidade do Grande ABC, que desenha uma reorganização das redes municipais e metropolitanas de transporte coletivo.  

Em 2023, o Consórcio ABC solicitou verba ao Novo Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC), do Governo Federal, para um Novo Plano Regional de Mobilidade Urbana. Em agosto deste ano, a União confirmou o repasse de R$ 4,5 milhões para a confecção deste estudo.

Também com o foco na melhoria do transporte público regional, a Assembleia de Prefeitos recebeu, em maio deste ano, representantes da Next Mobilidade, responsável pela construção do BRT-ABC, e solicitou maior aproximação dos municípios no processo de implementação, no intuito de começar um planejamento de reorganização das linhas municipais para abastecer o novo ramal.

Informações: Consorcio ABC

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Governo de Goiás inaugura três novas estações do Eixo Anhanguera

sexta-feira, 25 de outubro de 2024

Conforto, segurança e alta tecnologia estão presentes nas três estações do Eixo Anhanguera entregues pelo governador Ronaldo Caiado nesta quarta-feira (23/10). “Além de manter a tarifa a R$ 4,30 por tantos anos, estamos avançando na qualidade do atendimento à população. Isso é algo inédito”, afirmou o governador ao conhecer a nova Estação Campinas, ao lado do Terminal da Praça A.

O vice-governador Daniel Vilela e o secretário-geral de Governo, Adriano da Rocha Lima, participaram do evento. Também foram inauguradas oficialmente hoje as Estações Jóquei Clube e Mercado Central, no Centro de Goiânia. Ainda, a Estação Palmito será entregue nos próximos dias.

O Governo de Goiás investiu R$ 8,4 milhões na reforma e modernização das três estruturas. Na segunda-feira (28/10), começam as obras das estações Anicuns, Botafogo e Iquego. A meta é concluir a revitalização de 19 estações e cinco terminais em 2025.

“Até o final do ano que vem, vamos entregar esse Eixo Anhanguera 100% reconstruído, essa é a grande verdade”, ressaltou Caiado.


Novas estações do Eixo Anhanguera já estão em funcionamento
O presidente da Companhia Metropolitana de Transportes Coletivos (CMTC), Murilo Ulhôa, lembrou que, com as entregas de hoje, já são oito estações revitalizadas e em funcionamento – as demais são: Lago das Rosas, Universitária, Vila Bandeirante, Anhanguera e Hemocentro.

Na próxima segunda-feira (28/10) começam as obras nas Estações Iquego, Anicuns e Botafogo. “É uma mudança muito importante e merecedora para os usuários da região metropolitana de Goiânia”, disse ele.

As estruturas possuem acessibilidade, sinal wi-fi, torres para carregadores de celular e painéis informativos que sinalizam a previsão de tempo para chegada dos ônibus e itinerários. Por meio de um mapa, é possível visualizar a integração da rede de transporte coletivo.

As novas estações também possuem relógio artístico e interativo, além de catracas com padrão antivandalismo e um mini bicicletário.

Tecnológicas
Outras tecnologias encontradas nos locais são: sistema de áudio; duas portarias eletrônicas nas entradas com acessos internos e externos (onde o usuário pode acionar ajuda dos profissionais da RedeMob Consórcio em caso de qualquer dificuldade); monitores de led semelhantes aos dos aeroportos, trazendo entretenimento e informações de utilidade pública; e câmeras capazes de fazer reconhecimento facial.

O presidente da Metrobus, Francisco Caldas, ressaltou que a modernização do Eixo Anhanguera também passa pela troca de veículos.

“Neste momento, temos dois articulados elétricos modernos com ar-condicionado e vamos receber mais quatro até janeiro. Até outubro do ano que vem, serão 45 ônibus elétricos. Isso é extraordinário. Se contarmos com o BRT Norte-Sul, serão 65 elétricos”, calculou.

Nova RMTC
A reestruturação do Eixo Anhanguera integra o projeto Nova Rede Metropolitana de Transporte Coletivo (Nova RMTC), iniciativa do Governo de Goiás que garante melhorias para o sistema do transporte público da Grande Goiânia. A ação terá investimento de R$ 1,7 bilhão até 2026, recursos provenientes do Governo de Goiás e das prefeituras envolvidas, em parceria com as concessionárias do serviço (Consórcio Redemob).

Informações: Governo de Goiás

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Governo conclui reforma de mais duas plataformas do Eixo Anhanguera

sexta-feira, 16 de agosto de 2024

Governo de Goiás entregou, nesta quarta-feira (14/08), a reforma de mais duas plataformas do Eixo Anhanguera à população: Lago das Rosas e Universitária. A ação faz parte da reestruturação dos seis terminais e 19 Estações da Nova Anhanguera, que integra o Projeto Nova Rede Metropolitana de Transporte Coletivo (Nova RMTC).

O secretário-geral de Governo, Adriano da Rocha Lima, destaca a importância das obras para a nova fase do transporte coletivo.

“Este é mais um passo que o transporte público coletivo de Goiânia e região metropolitana dá em direção a uma histórica evolução da mobilidade urbana em Goiás”, afirma.

Investimento
Foram investidos cerca de R$ 2,75 milhões em cada uma das estações. Ao todo, o transporte demandará investimentos da ordem de R$1,7 bilhão por parte do Governo de Goiás, das prefeituras de Goiânia, Aparecida de Goiânia, Goianira, Senador Canedo e Trindade, além da contrapartida do consórcio que opera as linhas.

“Ao final desse processo, todos os ônibus serão ônibus novos e com ar-condicionado, de todas as linhas alimentadoras, do Eixo Anhanguera e do BRT Norte-Sul. A população pode esperar que, a cada dia que passa, receberá, até o início de 2026, o sistema completamente reformulado com esses investimentos, trazendo conforto e qualidade como um dos melhores sistemas de transporte coletivo do mundo”, assegura Rocha Lima.

Reforma das plataformas do Eixo Anhanguera
Outras três estações já passam por reforma: Jóquei Clube, Campinas e Rua 20. Em breve, terá início a obra da estação Palmito. O projeto aplicado nas estações integra o modelo do BRT mais verde do Brasil, com arquitetura e design de linhas leves e acabamento de alta performance.

O local está apto para receber os ônibus elétricos que transitarão pelo BRT, com destino a um futuro mais sustentável.

A experiência de viagem e interação com a cidade do usuário é uma prioridade para a RMTC, e as novas estações serão entregues com painéis informativos que oferecem aos usuários a previsão do tempo de chegada dos ônibus e os itinerários.

Por meio de um mapa, também é possível visualizar a integração da rede de transporte coletivo. Um relógio artístico, que interage com os usuários, também compõe os equipamentos das novas estações.

Tecnologia
Altamente tecnológicas, as novas estações vão contar com sistema de som com caixas de 400 watts de potência distribuídos por toda a plataforma; duas portarias eletrônicas nas entradas das estações com acessos internos e externos – nelas o usuário pode acionar ajuda dos profissionais do RedeMob Consórcio para apoio em caso de qualquer dificuldade; monitores de led semelhantes aos dos aeroportos com 2 metros por 50 cm, que vão trazer entretenimento, bem como informações de utilidade pública; além de Wi-Fi e outros monitores que vão anunciar o tempo de chegada dos ônibus e linhas.

A acessibilidade também foi uma grande preocupação durante a revitalização das Estações Lago das Rosas e Universitário. Nas duas plataformas, foram inseridas rampas de acesso com inclinação suave e corrimão com sinalização em braile garantem a inclusão de todos os passageiros; na entrada, uma placa em braile também auxilia na identificação do local; todo o piso tátil foi devidamente implantado, de forma inteligente e segura.

Os usuários vão contar ainda com um totem interativo, que permitirá o autoatendimento e consultas a serviços da Rede Metropolitana de Transportes Coletivos (RMTC). O sistema trará opções de consultas do último saldo do cartão, conforme os últimos registros gravados no sistema de bilhetagem, verificar a situação do seu cadastro ou ainda bloquear um determinado cartão que tenha sido perdido ou roubado.

Outro serviço que também estará disponível nas estações Lago das Rosas e Universitário é o QR Code Minha estação! Por meio dele, ao apontar o celular para um dos QR Code da estação (cada QR Code é associado a uma parada ou sentido do BRT), o cliente poderá visualizar as informações das linhas daquela parada e seus próximos horários de embarque.

Também será possível colaborar com a RMTC na preservação do patrimônio, utilizado pelo próprio usuário, informando situações de risco, não conformidades ou ainda ações de vandalismo. A estações também vão trazer a cor verde, uma marca da sustentabilidade adotada como ponto central em todo o sistema metropolitano BRT, ressaltando assim o BRT que será o mais verde do Brasil.

Estrutura e segurança
Paredes de brises de alumínio compõem a estrutura de proteção das estações e auxiliam na circulação de ar e proteção dos passageiros e equipamentos. Cada lado da plataforma contará, em 2025 (ao finalizar a troca da frota), com portas de vidro automáticas, que permitirão acesso ainda mais seguro aos ônibus. Um sistema automático vai comandar a abertura e fechamento da própria estação.

A segurança também é uma prioridade. A estação conta com câmeras que permitirão o reconhecimento facial e controle de acesso inteligente. Um posto de segurança realizará o monitoramento em tempo integral do local, tudo integrado com a Secretária de Segurança Pública do Governo de Goiás.

As catracas possuem um padrão antivandalismo, com gabinetes em inox e acesso exclusivo para pessoas com deficiência (PCDs), semelhantes as que são usadas em estações de metrô. Na entrada, máquinas de autoatendimento facilitarão o carregamento de cartão e consulta de saldos.

Estação acessível
Para tornar ainda tudo mais acessível, a nova plataforma possui um sistema de áudio com informações. Rampas de acesso com inclinação suave e corrimão com sinalização em braile garantem a inclusão de todos os passageiros. Na entrada, uma placa em braile também auxilia na identificação do local. Todo o piso tátil foi devidamente implantado, de forma inteligente e segura.

Integração
As Estações Lago das Rosas e Universitária oferecem ainda um minibicicletário (pela limitação de espaço), com capacidade para até duas bicicletas. À noite, a estação se transforma, destacando-se na cena urbana da capital com uma iluminação cênica e totens de identificação retroiluminados, que vão proporcionar uma cenografia para toda a cidade.

Informações: Governo de Goiás

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