Em Manaus, Faixa Azul na Avenida Mário Ypiranga Monteiro entra em operação

segunda-feira, 6 de abril de 2015

O Instituto Municipal de Engenharia e Fiscalização do Trânsito (Manaustrans) registrou trânsito lento neste primeiro dia de fiscalização da Faixa Azul na Avenida Mário Ypiranga Monteiro (antiga Recife). A implementação da via preferencial para ônibus na via divide opiniões entre os motoristas que passam no local diariamente.
Foto: Isabelle Marques
A Faixa Azul está demarcada no trecho entre o viaduto Miguel Arraes e o cruzamento com a Avenida Boulevard.

No total, 37 linhas de ônibus trafegarão pela faixa exclusiva, diariamente, transportando cerca de 140 mil passageiros. O diretor-presidente Manaustrans, Paulo Henrique Martins, informou que 99% dos condutores respeitaram o corredor preferencial entre 7h e 8h, e avalia que a população está aderindo a faixa com tranquilidade.

“Este é um passo para o futuro. O corredor para ônibus é uma forma de equilibrar  a equação entre a crescente frota de carros com o transporte público na cidade”, disse.

Paulo Henrique destaca que a Faixa Azul só poderá ser utilizada por veículos para acesso a garagens e conversões à direita. Além disso, os veículos de passeio não poderão prosseguir pelo corredor por mais de um cruzamento.  

Para o bancário Jefférson Moraes, 32, o corredor preferencial tornou o trânsito mais lento e confuso na avenida. Ele reclama que, na altura do Hospital Pronto Socorro 28 de Agosto, os motoristas optam por entrar na Faixa Azul muito “em cima”, por medo da multa. “A mudança abrupta de faixas é um perigo, pode causar colisões e atropelamentos”, disse.

Mais otimista, a empresária Nadine Abreu, 40, acredita que apesar da lentidão nos horários de pico, ao longo do dia o corredor preferencial pode trazer mais fluidez tanto para os coletivos quanto para os veúculos menores. “Eu realmente espero que funcione bem, gostaria muito de poder deixar o carro em casa e sair de ônibus”. 

Na enquete, “Você acredita que a Faixa Azul na Avenida Mário Ypiranga será eficaz?, realizada pelo Portal D24am, até às 11h30, 55,56% dos motoristas opinaram contra o corredor preferencial, e 44,44% afirmaram que a medida pode trazer resultados positivos.  

Multa

De acordo com o artigo 184, inciso primeiro do Código de Trânsito Brasileiro, “transitar com o veículo na faixa ou pista da direita, regulamentada como de circulação exclusiva para determinado tipo de veículo, exceto para acesso a imóveis lindeiros (vizinhos) ou conversões à direita” é infração leve (três pontos na carteira de habilitação) e a multa é de R$ 53,20.

A Avenida Mário Ypiranga Monteiro, na zona Centro Sul de Manaus, é a segunda via contemplada com a restrição de tráfego implantada pelo Instituto Municipal de Engenharia e Fiscalização do Trânsito (Manaustrans). A primeira foi a Constantino avenida Nery, principal corredor de acesso entre os bairros e o Centro de Manaus.

Trânsito

Outros seis trechos na capital apresentaram trânsito lento na manhã desta segunda-feira (6), de acordo com informações do Manaustrans. Entre as 7h às 10h, as avenidas que tiveram retenção não indicaram acidentes ou outras ocorrências como causa do engarrafamento.

Conforme o Manaustrans, as informações do Centro de Controle Operacional (CCO) indicaram que um dos motivos para a lentidão das vias citadas foi por conta do grande número de veículo nas vias e também devido ao feriado prolongado.

A passagem subterrânea da Cidade Nova na Torquato Tapajós, Djalma Batista em frente ao Parque dos Bilhares, Avenida Efigênio Salles, Corredor da Avenida Theomário Pinto, Avenida Maceió entre a Rua Pará e Avenida Álvaro Maia e Avenida Max Teixeira apontaram fluxo de trânsito lento.

*Texto: Clarice Manhã e Isabelle Marques
Informações: d24AM.com

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Conheça o Plano de Mobilidade Urbana de São Paulo para 2030

O Plano de Mobilidade Urbana de São Paulo apresentado pela Secretaria Municipal de Transporte, em conjunto com a Companhia de Engenharia de Tráfego, é um documento que estabelece uma série de diretrizes para consolidação do Sistema Cicloviário da cidade até 2030.

As diretrizes do plano contemplam uma série de ações, como o processo de educação e mobilização social para uso e valorização do modal, ampliação da rede destinada aos ciclistas a partir de implantações e suas conexões, fomento ao sistema compartilhado com o transporte público coletivo e destinação de mais espaços para estacionamento em paraciclos e bicicletários.

Os cidadãos podem participar com críticas, elogios e sugestões para aperfeiçoamento do plano através do e-mail cmtt@prefeitura.sp.gov.br.

Participe e vamos fazer nossa cidade cada vez melhor!

Clique no link abaixo para acessar o conteúdo do plano:

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Terminais de integração de Fortaleza podem ser administrados pela iniciativa privada

Serão pelo menos três meses em busca de empresas que queiram investir R$ 84 milhões na reforma e ampliação de cinco terminais de integração de Fortaleza. Em troca, a iniciativa privada, que deverá administrar os sete equipamentos da Cidade e será remunerada pela Prefeitura por essa gestão, poderá explorar comercialmente os espaços. 

A concessão da gestão liberaria o dinheiro já garantido pelo Programa de Transporte Urbano de Fortaleza (Transfor), que deixaria de ser aplicado na reforma dos terminais e poderia ser usado em outras obras, como drenagem, pavimentação e calçadas no entorno dos equipamentos e nos corredores para ônibus que serão implantados. Por dia, 1,1 milhão de pessoas circulam pelos sete terminais.

“Esse é o modelo que o Poder Público tem na cabeça. Agora estamos estudando a viabilidade econômica antes de lançar o edital, que deverá ser até junho”, disse o prefeito Roberto Cláudio (Pros). A manutenção dos sete terminais custa R$ 2 milhões por mês. A empresa que vencer a licitação deverá oferecer os serviços por um preço menor. “Hoje, cerca de 70% do trabalho da Etufor (Empresa de Transporte Urbano de Fortaleza) é gerir os prédios e as estruturas dos terminais”, comentou RC.

Um grupo de estudos foi formado para definir se o modelo será de Parceria Público-Privada (PPP), Prestação de Serviço ou Concessão, além de estruturar cronogramas das obras e padronizações do contrato.

O investimento em melhorias de limpeza, organização e controle nos terminais não deverá, de acordo com o prefeito, incidir na tarifa do transporte público ou em taxas de embarque.

Reformas

Em abril de 2014, a Secretaria Municipal da Infraestrutura (Seinf) previa que os terminais do Siqueira e da Messejana passariam por intervenções ainda naquele ano, enquanto os do Papicu e da Parangaba teriam obras iniciadas no primeiro semestre deste ano e o do Conjunto Ceará ficaria para o último semestre. 

“Na verdade, os prazos estão vinculados ao início dos corredores. Tem dois em licitação, abrindo o envelope no dia 20 (Augusto dos Anjos/José Bastos e Fernandes Távora/Expedicionários) e outro (BR-116/Aguanambi) começando agora. Então seriam três terminais (com intervenções) iniciando, estourando, até junho ou julho”, garantiu RC.

A Prefeitura reconhece as deficiências dos equipamentos. Para o titular da Secretaria da Conservação e Serviços Públicos (SCSP), João Pupo, a falta de estrutura pode ser sentida nos banheiros e no ambiente insalubre dos espaços. “Os boxes comerciais, por exemplo, têm uma relação jurídica improvisada. Os terminais foram construídos no fim dos anos 1980 e nunca foram reformados, à exceção do Antônio Bezerra”, disse.

Saiba mais 

Como funcionaria 
Atualmente, o custo mensal de manutenção dos sete terminais de integração é de R$ 2 milhões por mês.

São gastos, em média, R$ 800 mil com terceirização de zeladoria e portaria e R$ 700 mil com a folha de pagamento dos 400 funcionários da Etufor. Há ainda gastos com água, energia e serviços emergenciais.

O orçamento de reforma e ampliação de cinco dos sete equipamentos é de R$ 84 milhões. A Prefeitura pretende lançar, até junho, licitação para concessão à iniciativa privada para manutenção dos terminais e custeio das obras.

Um grupo de estudos está avaliando a viabilidade financeira da medida, cronograma das intervenções e condições do contrato.

Em troca, a iniciativa privada poderia explorar comercialmente os espaços, inclusive com ampliação da área comercial.

Com o dinheiro, que já estaria garantido pelo Transfor, a Prefeitura pretende investir em drenagem, pavimentação e calçadas no entorno dos terminais e ao longo dos corredores de ônibus que serão implantados.

A intenção da Prefeitura é de que o valor a ser pago à empresa para a execução seja igual ou menor a R$ 2 milhões.

Os serviços que deverão ser explorados comercialmente podem ser bancários, de estética, alimentação e publicitário, entre outros.

A Associação dos Permissionários dos Boxes dos Terminais ainda não foi comunicada da possível concessão.

A Prefeitura garante que não haverá impacto na tarifa do transporte público ou cobrança de taxa de embarque.

Por Sara Oliveira
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Transporte coletivo de Aracaju evolui na renovação de frota

O transporte público de Aracaju recebeu esta semana mais cinco ônibus novos. A remessa dos veículos completa o número de 270 veículos 0KM disponibilizados nos últimos meses, segundo o planejamento de renovação da frota. Um investimento de aproximadamente R$ 70 milhões. Todos os ônibus são equipados com câmeras filmadoras, tecnologia GPS, elevadores adaptados para pessoas com deficiência, entre outras funcionalidades.

De acordo com o Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros de Aracaju (Setransp), Aracaju desponta como uma das frotas mais novas entre as capitais brasileiras diante da sua renovação. Uma frota que registra agora mais de 52% de veículos novos. E os demais veículos ainda se incluem abaixo da idade média nacional que é de 4,5 anos. O Objetivo do setor é manter a renovação, somado a adequação do sistema na capital para priorização do transporte coletivo em detrimento dos particulares.

Por: Raissa Cruz
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