Veja quais estações do metrô e da CPTM contam com bicicletários

terça-feira, 24 de março de 2015

Os interessados em ir para o trabalho ou se descolocar pela cidade de bike podem recorrer a bicicletários espalhados pelas 38 estações do metrô e da CPTM em São Paulo. O uso é gratuito, mas o usuário precisa levar sua própria corrente e cadeado para prender a bicicleta.

No metrô, são 12 estações, incluindo os espaços nas paradas Pinheiros e Butantã da Linha 4-Amarela, operada pela ViaQuatro. Elas funcionam todos os dias, das 6h às 22h.

As demais estações, na Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), abrem das 4h à 0h de domingo a sexta e funcionam até 1h no sábado.

Em todos os “estacionamentos” uso é gratuito. No caso da CPTM, é necessário fazer um cadastro e apresentar documento de identidade. Menores de 12 anos têm que estar acompanhados de um adulto.

Veja lista de estações que contam com bicicletário:

Metrô

Linha 1-Azul
Liberdade
Paraíso
Jabaquara
Linha 2-Verde
Tamanduateí
Vila Madalena

Linha 3-Vermelha
Santa Cecília
Carrão
Brás
Corinthians/Itaquera
Guilhermina/Esperança

Linha 4-Amarela
Pinheiros
Butantã
Fradique Coutinho

CPTM
Linha 7-Rubi
Vila Aurora
Caieiras
Franco da Rocha

Linha 8-Diamante
Carapicuiba
Jandira
Engº. Cardoso
Itapevi

Linha 9-Esmeralda
Osasco
Ceasa
Villa-Lobos - Jaguaré
Cidade Universitária
Vila Olímpia
Jurubatuba
Autódromo
Primavera-Interlagos
Grajaú

Linha 10-Turquesa
Mauá

Linha 12-Safira
Calmon Viana
Jardim Romano
Itaim Paulista
Jardim Helena/Vila Mara
São Miguel Paulista
Comendador Ermelino
USP Leste

Informações: G1 SP

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No Rio, Modelo do VLT (Veículo Leve Sobre Trilhos) está aberto para visitação

As pessoas que passarem pela Cinelândia, no centro da capital fluminense, poderão visitar um modelo do Veículo Leve Sobre Trilhos (VLT) exposto de segunda a sexta-feira, das 9h às 19h, e aos sábados, das 9h às 14h. O novo transporte ligará o Centro à região portuária em aproximadamente 28 quilômetros, com 32 paradas.

O sistema fortalece o conceito de transporte público integrado ao conectar metrô, trens, barcas, teleférico, BRTs, ônibus convencionais e o Aeroporto Santos Dumont. Quando estiver em circulação, a previsão é  que sejam transportados 300 mil pessoas por dia.

O prefeito do Rio, Eduardo Paes, visitou o protótipo no domingo (22) e classificou o VLT como um bonde moderno. “É óbvio que depois do transtorno gerado nas vidas das pessoas, é importante  que todos tenham noção do que vem por aí. Este transporte vai permitir que carros sejam retirados do centro. Acho que esta é uma evolução que a cidade esperava há muito tempo, a volta daquilo que nunca deveria ter saído do Rio de Janeiro.”

O estudante Bruno Nascimento, de 29 anos tem boas expectativas quanto ao novo transporte. “Acho que o VLT vai trazer grandes benefícios para a cidade, principalmente devido ao grande movimento de veículos no Rio. Parece ser muito bacana, estou torcendo para que venha a reduzir o tempo de viagem na região”.

Para Graciete Augusta da Silva, de 60 anos e moradora de Bangu, a mobilidade vem para melhorar diversas regiões do município. “Mesmo antes das intervenções para as obras, já era difícl a locomoção, hoje em dia então, está cada vez pior. A zona oeste também deve ser atendida da mesma forma”.

Segundo a Companhia de Desenvolvimento Urbano da Região do Porto do Rio de Janeiro (Cdurp),  a distância média entre os pontos será de 300 metros e cada composição tem capacidade para até 420 passageiros. Os trens possuem ambiente climatizado, sistema de alto-falante e de câmeras de vigilância, acessibilidade a portadores de deficiência e por serem elétricos, não poluem o ambiente. O tempo máximo de espera entre um trem e outro vai variar de 2,5 a 10 minutos, de acordo com a linha.

O projeto prevê a entrega e operação de 32 trens de 3,82 metros de altura, 44 metros de comprimento por 2,65 metros de largura, com ocupação de seis passageiros por metro quadrado em pé, mais 64 passageiros sentados, além do espaço para dois passageiros em cadeiras de rodas. Os trens serão bidirecionais e compostos por sete módulos articulados. Cada VLT é equipado com oito portas por lateral. Os primeiros cinco trens estão em produção na França e deverão chegar ao país em meados deste ano. Os outros 27 trens serão produzidos no Brasil, com transferência de tecnologia.

O sistema de pagamento será por validação voluntária, inédito no país.  A integração via Bilhete Único Carioca também está prevista. De acordo com a Cdurp, para a instalação de catracas, seria necessária a construção de estações em cada ponto, o que tornaria o projeto limitado. O controle de passageiros e a diferença na validação serão aferidos por sistemas eletrônicos de contagem.

As obras do VLT começaram com as intervenções do Porto Maravilha nas vias já urbanizadas, com a preparação da calha para os trilhos em diversas ruas e trechos da Via Binário do Porto, incluindo o Túnel da Saúde, todos na zona portuária. A Avenida Rio Branco, no Centro e Rodrigues Alves atualmente passam por interdições para implantação do sistema. A conclusão das obras estão previstas para 2016.

Por Valéria Aguiar
Informações: Portal EBC

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Ônibus 100% elétrico começará a ser testado no transporte de Joinville

Um ônibus 100% elétrico vai começar a ser testado a partir desta quarta-feira (25) no sistema de transporte coletivo de Joinville, no Norte de Santa Catarina. Durante os cerca de 30 dias de teste, o veículo fará as linhas Norte-Sul e Sul-Centro.

Com autonomia para circular por 250 km, o ônibus poderá fazer 30 viagens por dia nessas linhas. Os passageiros pagarão passagem normalmente.

O veículo não poluente já foi testado em cidades como Brasília, Curitiba e Rio de Janeiro. A ideia é que as cidades por onde o veículo passar possam avaliar o uso de tecnologia mais sustentáveis, com mobilidade urbana e economia. Modelos semelhantes já foram testados em Nova Iorque, Bogotá e Londres.

O custo operacional de um ônibus elétrico pode ser até 75% menor do que um veículo similar movido a diesel, dependendo da operação. Silencioso, o veículo tem capacidade para levar 80 passageiros - 22 sentados e 58 em pé. Também há espaço reservado para cadeirantes.

Os testes são uma parceria da Prefeitura de Joinville com as concessionárias do sistema, Gidion e Transtusa, e com a empresa chinesa BYD, fabricante do ônibus elétrico. O veículo utiliza baterias de fosfato de ferro, localizadas no teto e sobre as caixas de roda. A recarga demora 5 horas.

Informações: G1 SC

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