Engarrafamento marca nova fase do BRT de Belém

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Iniciado ainda na altura do viaduto do Coqueiro, o engarrafamento intenso que se formou desde as sete horas da manhã de terça-feira (08) na rodovia BR-316 - sentido Entroncamento/São Brás - exigiu paciência de motoristas e pedestres. Já na Avenida Almirante Barroso, no perímetro que vai do conjunto Costa e Silva até a avenida Tavares Bastos, a causa do problema podia ser vista através do trabalho de operários e máquinas que iniciavam mais uma fase das obras de implantação do BRT (Bus Rapid Transit), sistema de transporte que promete agilizar o deslocamento de passageiros de Icoaraci até o Ver-o-Peso, quando finalizada.

Ocupando duas faixas da pista, os tratores e caminhões faziam, desde cedo, o serviço de retirada da camada de asfalto que fica bem ao lado da ciclovia central da avenida. No lugar, de acordo com o secretário Municipal de Saneamento, Ivan Santos, será implantada uma nova camada de concreto por onde deverão passar os ônibus do BRT. “Iniciamos a retirada da camada de asfalto para serem colocadas placas de concreto rígido que é por onde passará o sistema de transporte do BRT”.

Segundo ele, são essas placas de concreto que possibilitarão que os passageiros desembarquem dos ônibus do sistema BRT no mesmo nível das paradas. “Apenas nos cruzamentos haverá um rebaixamento onde o ônibus fará uma pequena decida e depois, ao final do cruzamento, fará a subidinha novamente”.

Ivan Santos ressalta que essa fase das obras também servirá para alterar a grade que, hoje, faz a proteção da ciclovia da avenida Almirante Barroso. “No lado direito do sistema de ciclovia, vamos tirar a grade para colocar um mais adequado para quando estiver implantado o sistema do BRT”.

CICLOVIA

Com isso, segundo o secretário, durante a substituição da grade, os ciclistas poderão trafegar pela ciclovia apenas pelo lado esquerdo - tomando como referência o sentido Entroncamento/São Brás - que funcionará, temporariamente, como uma faixa de sentido único da ciclovia. “A ciclovia funcionará, quando pronta, como um sistema único de ida e volta passando por trás das estações e paradas, por isso, terá um formato sinuoso (que faz curvas)”.

O secretário informou, ainda, que a previsão é de que essa fase da obra seja concluída no prazo de três meses. “Vamos trabalhar de forma mais enérgica para deixar pronto no período de 90 dias”, disse. “Daqui pra frente o trabalho está mais acelerado”.

Sobrou também para os clandestinos

Além dos operários, homens da Guarda Municipal de Belém e agentes da Companhia de Transporte do Município de Belém (CTBel) também atuavam no local por onde foi iniciada mais essa fase da obra. Para tentar diminuir os inevitáveis transtornos causados ao trânsito em decorrência do estreitamento da pista, o coordenador de operações de trânsito da CTBel, Isaías Reis, informou que estava proibida a circulação de vans e microônibus que fazem o transporte alternativo clandestino e de caminhões com mais de 3,5 toneladas. “Seis fiscais de transporte vão permanecer aqui durante o período de realização da obra. Vamos coibir o tráfego de caminhões e intensificar a fiscalização ao transporte clandestino para que não circule nenhum durante a obra”.

Segundo Isaías, a medida pretende diminuir o trânsito de veículos no local e, consequentemente, aliviar o engarrafamento, já que, segundo ele, não haverá alterações nas linhas de ônibus convencionais. “Não vamos modificar as linhas de ônibus, então, sugerimos que os motoristas de veículos particulares utilizem as vias alternativas como a João Paulo II, Pedro Álvares Cabral e a Centenário, para quem vem da Augusto Montenegro. Para quem vier da Cidade Nova, sugerimos que utilize a avenida Independência”.

Apesar da apreensão de seis veículos de transporte alternativo ainda no início da manhã, o engarrafamento percebido na rodovia BR-316 era fora do comum. Na entrada do túnel do Entroncamento, além das filas de ônibus e carros, era possível acompanhar uma extensa fila de motos, que não conseguiam transitar nem pelos estreitos corredores. Na hora de maior sufoco, a dificuldade em transitar afetou também uma ambulância que vinha do município de Paragominas. “Eu levei uma hora para andar oito quilômetros. Está péssimo (o trânsito) desde a BR. Não tem como dar espaço pra ninguém passar”, esclareceu Ademir Júnior, motorista de um caminhão que também ficou preso no engarrafamento.

Teve gente que preferiu ir andando

Nos ônibus, além da grande quantidade de passageiros que se espremiam nos corredores, os motoristas temiam pelo atraso na corrida devido a lentidão extrema. “Tá caótico, já estou dez minutos atrasado”, disse o motorista José Júnior, que trabalha para uma linha de ônibus que faz o transporte de Icoaraci a São Brás. “Isso aqui ainda vai piorar muito porque eles querem começar tudo junto (as obras)”.

Nas paradas de ônibus, a espera pelo transporte também era grande. Com o engarrafamento atípico, os ônibus demoravam mais do que o normal para chegar até as paradas. “Fazer o quê? A gente tem que enfrentar”, convencia-se o autônomo Roberto Assis. “A pessoa que sai de Ananindeua pra chegar no Ver-o-Peso vai ter que sair 5h30 de casa pra chegar no trabalho no horário”.

Fora do comum também era o fluxo de pessoas que seguiam a pé desde a entrada do túnel. Preocupada com o atraso que já chegava aos 30 minutos, a empregada doméstica, Kátia Regina, preferiu fazer o trajeto do Entroncamento até a Almirante Barroso andando. “Eu desci no shopping e vim a pé porque não tem condições”, disse ofegante e sem parar com destino ao trabalho que fica em frente à sede da Tuna Luso Brasileira. “Ou esse negócio (BRT) melhora, ou piora de vez”.


Fonte: Diário do Pará

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População de Natal pode ficar sem ônibus na próxima segunda-feira

Diante da possibilidade de uma paralisação dos transportes coletivos de Natal, a partir da próxima segunda-feia (14), devido ao impasse nas negociações salariais entre empresários e a categoria dos rodoviários, a prefeita Micarla de Sousa determinou ao secretário de Mobilidade Urbana, Márcio Sá que conceda autorização para que transportes alternativos, taxistas e outros veículos particulares como ônibus, devidamente cadastrados na Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana (Semob), circulem no mesmo percurso dos transportes coletivos. A prefeita assegurou ainda que não vai autorizar qualquer reajuste nas tarifas dos transportes urbanos da capital.
Créditos: riograndedonorte.net
Medida

Márcio Sá explicou que caso seja deflagrado o movimento grevista serão adotadas medidas, ainda, para evitar que as ruas e avenidas da capital sejam interditadas pelos grevistas. “Tomaremos várias medidas para que não haja prejuízo para população natalense”. Ele informou que a greve é uma possibilidade real depois da  reunião que ocorreu na manhã dessa quinta-feira (10), na Delegacia Regional do Trabalho (DRT), na Ribeira, entre representantes do Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários do Rio Grande do Norte (Sintro-RN) e do Sindicato das Empresas de Transporte Urbano de Passageiros do Município do Natal (Seturn), para discutirem o dissídio coletivo dos trabalhadores, sem que houvesse um acordo.

Semob também foi convocada para acompanhar a reunião, que não alcançou consenso entre as partes. Foi a partir disso que veio o anúncio de uma possível paralisação dos ônibus, informou Márcio Sá.

Quanto à questão do aumento das tarifas dos transportes coletivos, que atualmente está em R$ 2,20, o titular da Semob afirmou também que a decisão da chefe do executivo municipal de não autorizar o aumento das passagens, segue o cumprimento de uma decisão liminar da Justiça, que manteve o preço da passagem no valor atual.
 
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Greve: Metrô de Belo Horizonte irá parar a partir da próxima segunda-feira

Os mais de 200 mil usuários que, diariamente, utilizam o Metrô de Belo Horizonte devem se programar para mudar a rotina de transporte na próxima segunda-feira, dia 14 de maio. Foi definida, em assembleia realizada na noite desta quinta-feira, greve por tempo indeterminado dos trabalhadores em transporte metroviários, que estão em campanha salarial.

De acordo com a presidente do Sindicato dos Empregados em Empresas de Transportes Metroviários e Conexos de Minas Gerais (Sindmetro-MG), Alda Lúcia Fernandes dos Santos, a decisão foi tomada após mais de um mês de negociações entre a categoria e a Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU).

“A categoria como um todo decidiu paralisar as atividades até que seja proposto um acordo que viabilize o reajuste salarial”, disse a presidente do sindicato. Segundo ela, a greve terá início às 0h de segunda-feira e será acompanhada pelos metroviários de João Pessoa, Maceió , Natal e Recife.

Segundo Alda, a CBTU negou qualquer reajuste nos salários dos metroviários, bem como definiu manter congelados os benefícios oferecidos à categoria, como auxílios para transporte, alimentação e outros. “Eles propuseram 0% de aumento nos salários. Exigimos um reajuste que cubra ao menos a inflação do período”, destacou. A categoria reivindica ainda participação nos lucros e resultados da empresa (PLR) e adicional noturno de 50%.


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Projetos viários estão sendo implementados pela Prefeitura para ampliar a mobilidade urbana de Salvador

Após identificação dos pontos críticos de congestionamento, a Superintendência de Trânsito e Transporte do Salvador (Transalvador) programou intervenções em três etapas. Algumas já foram concluídas e outras estão em execução pela Superintendência de Conservação e Obras Públicas (Sucop). Confira abaixo.
Intervenções concluídas
Viaduto do Lobato (Suburbana) - Foi criado um recuo para a parada dos ônibus, com a implantação de um canteiro para relocação do ponto de ônibus, que, antes, era na faixa de tráfego. Com a intervenção, aumentou a fluidez do tráfego na área. Passam pelo local 155 ônibus por hora.

Avenida ACM - Foram feitas intervenções voltadas para o alargamento e correção nas faixas de trânsito das vias, facilitando a circulação de motoristas que partem do semáforo entre o Hiperposto e o edifício Thomé de Souza, em direção ao Lucaia e ao Iguatemi.

Também no local, foi construído recuo para ônibus, proporcionando mais conforto aos usuários do transporte coletivo e liberando a entrada para a Avenida. Paulo VI.

Além disso, outro ganho para quem passa naquela área é a redução do tempo de espera do semáforo (antes era de 46 segundos no horário de pico). Com a conclusão das obras, o motorista vai trafegar diariamente sem encontrar congestionamento, apenas o tempo de espera da interseção do cruzamento, por onde passam cerca de 60 mil carros por dia.

Avenida Tancredo Neves (Stiep) - Foi construído um meio-fio direcionando o tráfego, para permitir que os veículos oriundos da Avenida Professor Magalhães Neto não fiquem retidos no congestionamento em horário de pico entre o ponto de ônibus do Hospital Sarah e a Avenida Professor Manoel Ribeiro, melhorando o tráfego daquela região. Passam pelo local cerca de 48 mil veículos por dia. Desse fluxo, 70% seguem no sentido Avenida Paralela ou Avenida ACM e Bonocô.

Avenida Paulo VI (sentido Rua Aristides Fraga Lima) - As mudanças contribuíram para acabar com os engarrafamentos na região: antes, o percurso era feito em um período que variava de 30 a 45 minutos; hoje, fica em 3 minutos. Passam pelo local cerca de 10 mil veículos por dia.

Avenida Octávio Mangabeira (imediações da Praça Nossa Senhora da Luz) - Foi feita a adequação do sistema viário entre as ruas Rio Grande do Sul e Pernambuco. A nova intervenção permitiu a utilização de mais uma faixa de tráfego com três metros e meio de largura. Com isso, foi reduzido o congestionamento da área, por onde passam cerca de 90 mil veículos por dia.

Pituba (Caranguejo de Sergipe) - Redução do estacionamento das imediações da Avenida Octávio Mangabeira para ampliação das faixas de tráfego no sentido Avenida Magalhães Neto e Avenida Manoel Dias da Silva. A intervenção proporcionou um ganho na fluidez no trânsito da Octávio Mangabeira para quem segue com destino a Itapuã. Passam pelo local cerca de 90 mil veículos por dia.

Avenida ACM (Itaigara) - Prolongamento do canteiro central do Itaigara, evitando que os motoristas precisem cruzar as faixas de tráfego para acessar o final de linha da Pituba. A intervenção realizada na área reduziu significativamente o engarrafamento da região. Passam pelo local cerca de 25 mil veículos por dia.

Avenida Waldemar Falcão (proximidades da Rua Santa Luzia) - Foi desenvolvida uma pequena rotatória no local que inviabiliza o acesso à Rua Santa Luzia dos veículos oriundos da Waldemar Facão. Com a intervenção, quem sobe a Santa Luzia encontra o local livre, devido ao ordenamento daquela área. Passam pelo local cerca de 800 veículos por hora.

Avenida Jorge Amado - Foi feito um alargamento na saída da Jorge Amado para a Octávio Mangabeira, criando mais uma faixa de tráfego. Com isso, reduziu-se o congestionamento da região, pois antes da implantação da faixa, passavam pelo local oito veículos por ciclo do semáforo e hoje passam entre 15 e 18.

Ribeira - Implantação do sentido único da Avenida Beira-Mar sentido Espaço de Cultura, Esporte e Lazer Dodô e Osmar. A nova intervenção descongestionou o trânsito daquela região. Passam pelo local cerca de 250 veículos por dia.

Intervenções em andamento
Avenida Bonocô - Na Avenida Bonocô, que tem um fluxo de mais de 21 mil veículos diariamente, as obras estão ocorrendo nas proximidades de um ponto de ônibus e de uma concessionária, no sentido Centro-Rótula.

Depois das obras finalizadas, quem sair da Rua Odilon Dórea, em Brotas, terá uma via direta de acesso à Bonocô, evitando o afunilamento de veículos na região, ponto de ligação da avenida com a BR-324. Outro beneficio será o descongestionamento próximo ao ponto de ônibus da área.

Largo do Luso (Plataforma) - O projeto prevê relocação do ponto de ônibus, adequação do tempo do semáforo e da faixa de retorno para Plataforma, nova sinalização horizontal, melhoria na rotatória e redução no canteiro central para permitir o acesso de veículos que trafegam no sentido Calçada, visando acessar as ruas Planalto Real e das Pedrinhas. Quem trafega naquela área terá um ganho diário de 8 km. Passam pelo local cerca de 480 veículos diariamente.

Avenida Vale do Ogunjá - Projeto: recuo no atual ponto de ônibus, em frente à Cesta do Povo. Vai permitir a parada de três ônibus simultaneamente para o embarque e desembarque de passageiros com a construção do prolongamento do canteiro central, impossibilitando conversões proibidas no centro da via. A obra terá reflexos na melhoria do trânsito da Avenida Bonocô. Passam pelo local cerca de 58 mil veículos por dia.
Fonte: Tribuna da Bahia

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Paulistano leva 1h05 para ir ao trabalho de ônibus

Ir para o trabalho de ônibus em São Paulo exige paciência - e voltar para casa no fim do dia, mais ainda. O paulistano leva, em média, 1h05 no trajeto de casa para o trabalho no horário de pico da manhã, entre 6h e 8h59. Ao voltar, das 17h às 19h59, o percurso dura 1h10, segundo dados da São Paulo Transportes (SPTrans).

Os números levam em conta quem mora fora do centro expandido, mas trabalha ali. A SPTrans analisou o tempo de percurso de cada linha por três anos (2009 a 2011) para obter a média.

A situação é pior na área oeste que, para a SPTrans, abrange, além do Butantã, o Campo Limpo. Mesmo com a chegada da Linha 4-Amarela ao Butantã, lá perde-se, em média, quase 3 horas no ônibus no trajeto casa-trabalho-casa. A Estação Butantã foi inaugurada em março de 2011, mas a situação de quem usa o ônibus naquela região só piorou. Em 2009, antes do metrô, o tempo de viagem de ônibus do centro para o Butantã era de 1h17. Em 2011, o mesmo trajeto passou a durar 1h32 no pico da noite. Na manhã, a média foi 1h24.

"Isso mostra que não houve uma racionalização das linhas ou, se houve, não foi o bastante. O Terminal da Estação Butantã, mesmo, é algo que chama a atenção. O ônibus que sai do terminal tem de fazer uma curva de 90 graus e cruzar três faixas para seguir viagem", disse o professor do Departamento de Engenharia de Transportes da Universidade de São Paulo (USP) Claudio Barbieri da Cunha.

O assessor especial da Secretaria Municipal dos Transportes, o engenheiro Ivan Whately, afirmou que a Prefeitura investe na construção de 130 km de faixas exclusivas e 69 km de corredores. "Mas todos os dias colocam mil carros na rua", diz.

O bom exemplo está na zona leste. Os ônibus que atendem a região da Penha demoram, em média, 56 minutos no pico da manhã. A volta para casa, porém, é melhor para quem mora na zona norte, em bairros como Freguesia do Ó, Pirituba, Brasilândia e Perus. No horário de rush, os moradores desses bairros levam 1h01 para chegar em casa, saindo do centro.

As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.

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Linha verde de ônibus em Campinas opera normalmente nesta sexta-feira

Os motoristas de cobradores da empresa de ônibus VB3 que trabalham na linha verde de Campinas (SP) voltaram ao trabalho por volta das 10h desta quinta-feira (10). Os trabalhadores fizeram uma paralisação das atividades no transporte urbano, que começou na madrugada desta quinta, e afetou passageiros das regiões dos distritos de Barão Geraldo e Sousas, Corredor Amoreiras e região do São Bernardo.

De acordo com a empresa, cerca de 85 mil pessoas foram prejudicadas com o protesto. Na quarta-feira (9), motoristas e cobradores interromperam as atividades do transporte coletivo chegaram a fechar o Terminal Central para protestar contra a administração da diretoria do Sindicato dos Rodoviários.

Um plano emergencial foi colocado em prática na manhã desta quinta-feira pela Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas (Emdec) para remanejamento de linhas para amenizar os transtornos. A assessoria de imprensa da VB3 informou que o movimento foi motivado por uma briga política sindical da categoria e que espera os motoristas e cobradores retomaram as atividades porque teriam o dia descontado da folha de pagamento.

Com Informações do G1

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Em BH, Interdição na Avenida Santos Dumont muda itinerário de 160 linhas de ônibus

Começam a valer na próxima terça-feira, a 0h, as alterações no trânsito da Avenida Santos Dumont, no Centro de Belo Horizonte, para obras do BRT. O trecho entre as ruas Bahia e São Paulo ficará interditado e, segundo a BHTrans, 160 linhas de ônibus terão o itinerário alterado. Passageiros da capital e região metropolitana devem ficar atentos, pois o embarque e desembarque já serão realizados em locais diferentes na semana que vem.

Os pontos de 67 linhas administradas pela BHTrans e outras 93 sob responsabilidade do Departamento de Estradas de Rodagem de Minas Gerais (DER-MG) passam para as Ruas Guaicurus e Caetés. No trecho fechado, serão desativados 14 pontos do transporte coletivo e criados sete alternativos em outro locais.

Na área afetada pelas obras circulam cerca de 20 mil veículos por dia. A BHTrans alerta que as mudanças vão afetar todo entorno da Santos Dumont e pede para os motoristas redobrarem a atenção. O acesso às calçadas da Santos Dumont ficará liberado para os pedestres. A BHTrans vai distribuir 200 mil exemplares do jornal BRT, com informações para a população. Faixas de pano também ajudam na sinalização e orientação aos condutores.

Para reduzir os impactos da mudança, desde 21 de abril já começaram a valer algumas interdições na avenida, mas a maior alteração acontece na terça-feira, com a mudança de mais pontos de ônibus.

Confira o mapa dos novos pontos:


ObrasO BRT (transporte rápido por ônibus) em Belo Horizonte vai circular em dois corredores exclusivos – avenidas Antônio Carlos/ Pedro I/ Vilarinho e Avenida Cristiano Machado – e será integrado à Área Central pelas avenidas Paraná e Santos Dumont.

Nesses locais, serão implantadas seis estações de transferência para embarque e desembarque de passageiros. Nessas duas avenidas, o tráfego será exclusivo para o BRT, porém serão mantidas travessias para pedestres, faixas para bicicletas e para o acesso do trânsito local.

As obras de implantação do BRT estão orçadas em R$ 55 milhões. A etapa de alterações na Santos Dumont está prevista para acabar em outubro. O próximo passo serão as intervenções na Avenida Paraná.

Informações sobre o transporte coletivo e o trânsito podem ser obtidas na Central de Relacionamento da Prefeitura de Belo Horizonte, pelo telefone 156, ou no Portal da empresa,
www.bhtrans.pbh.gov.br.

Fonte: Estado de Minas

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Em São Paulo, Média de espera dos ônibus nos corredores aumentou nos últimos dois anos

A média de espera nos corredores de ônibus de São Paulo é de 9 minutos, conforme levantamento da São Paulo Transportes (SPTrans). Quem mais tem de esperar em toda a cidade são os passageiros que utilizam o corredor da Avenida Paes de Barros, na Mooca, zona leste. A média nesse local é de 12 minutos.

Esse tempo foi ainda maior, em 2011, do que o aferido em 2010 (11 minutos). O tempo é calculado, segundo a SPTrans, com base no tempo médio entre as partidas de ônibus.

A média, no entanto, traz distorções. É fácil encontrar quem espera mais tempo. A aposentada Thereza Lengyel, de 73 anos, por exemplo, exercitou a paciência na tarde de ontem. Quando foi abordada pela reportagem do Estado, ela já esperava por mais de 30 minutos no corredor Paes de Barros. "Daqui a pouco, desisto desse ônibus e resolvo ir a pé", brinca.
Por outro lado, usuários como Ivan Moraes, de 51 anos, não têm tantas queixas. "Como só circulo pela Paes de Barros, qualquer ônibus que vier acaba servindo para mim", diz.

A média geral da espera nos corredores da cidade não melhorou. Em 2009, já era de 9 minutos. O presidente da Associação Nacional das Empresas de Transporte Público, Otávio Vieira da Cunha Filho (NTU), afirma que, em São Paulo, as baixas velocidade estão ligadas à falta de mais corredores exclusivos. "Em cidades onde há corredores segregados, com pagamento do bilhete na plataforma, embarque de nível e pontos de ultrapassagem, o tempo de espera chega a ser de 2 minutos." O segundo corredor onde os passageiros mais têm de esperar é o de Pirituba, na zona norte, com média de 11 minutos.

Exemplo. A menor espera da cidade acontece no Expresso Tiradentes, que liga o Terminal Parque Dom Pedro II, na região central, ao Sacomã, na zona sul. Os passageiros da linha não costumam passar mais do que 3 minutos no ponto para pegar o ônibus. Em 2009, a espera era de 2 minutos e, no ano seguinte, passou para 8.

O corredor tem as características descritas pelo presidente da NTU.
Sobre os corredores, a SPTrans diz, em nota, que o programa lançado há um mês pela Prefeitura deve melhorar o tráfego dos coletivos. "No total, serão 68,5 km de vias exclusivas para o transporte público em importantes regiões de São Paulo, como a Radial Leste, Itaquera, Campo Limpo e Santo Amaro", diz a nota, destacando ainda "mais de 130 km de corredores de ônibus à direita da via e faixas exclusivas". O texto também lembra que a Prefeitura investiu R$ 1 bilhão para ampliação do Metrô. /A.R. e B.R.

Fonte: O Estado de S.Paulo

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Salvador: Metrô da Paralela não vai ficar pronto para a copa do mundo

O metrô da Paralela, uma das propostas para dar suporte a mobilidade urbana de Salvador para a Copa do Mundo 2014, não vai funcionar durante o evento esportivo. É o que afirmou o secretário estadual de Planejamento Sérgio Gabrielli, em entrevista ao site EcoD publicada nesta terça-feira (8).

"Não tem a menor possibilidade física. O metrô já deve estar em fase final, deve entrar em 2015, se começar a construir hoje. É um problema de gravidez, tem que ter nove meses. Com oito meses é prematuro, com sete meses é difícil sobreviver, com seis não sobrevive”, disse Gabrielli. De acordo com o secretário, a principal linha do metrô estará pronta até a Copa 2014, mas não estará funcionando.

No dia 15 de maio, está prevista a audiência pública da licitação do metrô da Paralela. O processo, previsto para o início deste ano, começa com atraso por causa da disputa para autorização do Convênio pela Câmara Municipal de Salvador.

O metrô terá 22 quilômetros de extensão e ligará o Acesso Norte a Lauro de Freitas, cortando toda a Avenida Paralela. Ele será interligado ao metro 1 - que vai ligar a Estação da Lapa à Estação Acesso Norte - e, depois até Pirajá. Além disso, o sistema contará com ajuda dos chamados BRT (Ônibus de Trânsito rápido). 

Fonte: Correio 24 Horas

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Em Jundiaí, Motoristas de ônibus ameaçam entrar em greve

O jundiaiense pode ficar sem transporte coletivo a partir da quinta-feira da próxima semana. Os trabalhadores da categoria estão em estado de greve, o que foi anunciado nesta quinta-feira após a realização de duas assembleias na sede do Sindicato dos Trabalhadores em Transporte Rodoviário.

A reivindicação é por aumento real de salário em 6%, junto com a correção integral da inflação no período de maio de 2011 a abril de 2012, PLR (Participação Real dos Lucros) no valor do piso salarial do motorista, hoje de R$ 1.649,00, vale alimentação de R$ 12,00 por dia e melhora da cesta básica.

De acordo com Reinaldo Dias Rabelo, secretário do sindicato, se as empresas não apresentarem uma contra-proposta até segunda-feira, a greve será oficialmente protocolada. "Respeitaremos todo o processo burocrático e, então, em 72 horas podemos parar", explica. Atualmente, a região de Jundiaí conta com média de 2 mil profissionais na área.

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