Em Sorocaba, Cadastramento e Recadastramento do Cartão Estudante 2012, veja algumas dicas:

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

São beneficiários do passe estudante os alunos a partir de seis anos completos devidamente matriculados em cursos regulares de pré-escola, ensino fundamental, ensino médio ou equivalente, supletivos, pré-universitários e universitários, de escolas regulares localizadas no município de Sorocaba ou atendidas pelo Sistema de Transporte Coletivo do Município.;

A utilização do Passe Estudante é de exclusividade do beneficiário que esteja devidamente matriculado e comprovadamente freqüentando as aulas para os seus deslocamentos entre a residência e a escola/e ou entre residência e a empresa concedente de estágio desde que se comprove uma distância entre esses locais, superior a um Km;

A solicitação da Autorização para Compra de Passe Estudante deverá ser feita somente pela Internet (www.urbes.com.br). O preenchimento deve ser feito pelos próprios alunos;
Professores e outros funcionários da escola, não são beneficiários do passe Estudante;

Cotas para Passe/2012
Atenção: A Autorização para Compra de Passe Estudante e Freqüência Escolar deverá conter, nos respectivos meses, o carimbo e assinatura autorizados da escola, atestando sua matrícula e frequência.
Nota: A escola não deverá carimbar e assinar cotas de meses antecipados, ou seja, deve carimbar e assinar somente a cota correspondente ao mês em exercício.

Alertamos que não poderão adquirir seus passes os alunos que não tenham suas autorizações devidamente assinadas e carimbadas pela escola;
As cotas de passe estudante serão únicas por aluno e na quantidade de até 50 (cinqüenta) créditos de viagem correspondentes ao valor de 50 passes Estudante por mês. Os créditos mensais não adquiridos ou remanescentes de aquisições inferiores aos permitidos não poderão ser adquiridos posteriormente;

É vedada a concessão de mais de uma autorização por aluno, exceto quando o mesmo realizar estágio profissional, o qual deverá ser comprovado através de declarações da instituição de ensino e da empresa concedente;
As cotas terão validade somente para os meses de aulas regulares Cota Extra Julho e Dezembro: será vendida somente para os dias de aulas confirmados pela escola;
O aluno que deixar de frequentar as aulas, perderá o direito ao benefício;

Aquisição de Passes

A aquisição do passe (crédito) estudante só poderá ser feita mediante à apresentação da "Autorização de Compra de Passe Estudante e Freqüência Escolar", devidamente assinadas e carimbadas pela Secretaria da Escola no mês correspondente e também a apresentação do Cartão Estudante para a devida recarga de créditos;

O Cartão Estudante permite a aquisição mensal durante todo o mês, em uma única vez e na quantidade de até 50 (cinqüenta) Créditos de viagem correspondente ao valor de 50 passes Estudante por mês.

Locais para Aquisição de Passes

Terminal Santo Antônio : Av. Afonso Vergueiro nº 855 CEP 18010-370
horário de atendimento: segunda a domingo das 04h20 às 24h35;
Terminal São Paulo : Rua Leopoldo Machado nº 259 CEP 18035-075
horário de atendimento: segunda a domingo das 04h30 às 24h35.
Casas do Cidadão (horário de atendimento de segunda a sexta-feira das 09h as 16h30)
Dirceu Doretto : R. Estado de Israel n°: 424 - Jd. Ipiranga
Milton Antônio da Conceição : Av. Itavuvu n°: 3415 - Pq. das Laranjeiras
Orlando Cazerta : Av. Ipanema n°: 3439 - Vila Helena
Eugênio Leite da Cruz Filho : Av. Bonifácio de Oliveira Cassú n°: 80 - Éden
Dorival de Barros : Av. Bandeirantes n°: 4155 - Brigadeiro Tobias

Utilização do Passe Estudante

O uso do Passe Estudante (créditos) é pessoal e intransferível;
A utilização dos Créditos de viagem do passe estudante não é permitida aos domingos e feriados;
Não será permitida a utilização dos créditos de viagem do passe estudante de forma seguida na mesma viagem;
Em caso de perda ou extravio é necessário comunicar imediatamente à URBES, pessoalmente, na Central na Atendimento, ao lado do Terminal do São Paulo ou em uma das cinco unidades da Casa do Cidadão.

Informações: URBES

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Em Campinas, Vandalismo nos ônibus diminuem em relação ao ano passado durante o carnaval


As concessionárias que operam o transporte coletivo em Campinas, mais uma vez, foram vítimas de crimes de vandalismo. Entre os dias 17 e 22, foram depredados 11 veículos, que tiveram os para-brisas, janelas e vidros das portas quebrados. O prejuízo foi de cerca de R$ 5 mil. “Infelizmente este tipo de ação já é recorrente. No ano passado, por exemplo, tivemos R$ 230 mil de prejuízo com 66 ônibus depredados. Não é porque este número diminuiu neste ano que estes atos deixam de ser criminosos e inaceitáveis”, comenta Paulo Barddal, diretor de Comunicação e Marketing da Transurc.
As concessionárias VB Transporte e Turismo, Expresso Campibus, Itajaí Transportes Coletivos e Onicamp Transporte Coletivo, todas associadas à Transurc, disponibilizaram diversas linhas de ônibus para a Operação Carnaval, que consiste em fazer o transporte dos foliões durante a madrugada. Diferentemente dos anos anteriores, quando a região do Ouro Verde foi a que apresentou maior número de casos, em 2012 a mais afetada foi a do Campo Grande. “A Transurc e as empresas concessionárias têm uma campanha contínua contra este tipo de ato, mas algumas pessoas parecem se sentir bem agindo desta forma”, relembra o diretor.
Desrespeito com a comunidade
O vandalismo também acaba mexendo com o bolso do passageiro, pois o cálculo da tarifa no transporte urbano inclui os gastos com os reparos. “Enquanto as autoridades não tomarem atitudes preventivas e corretivas, os cidadãos de bem vão continuar a sofrer consequências dos atos irresponsáveis de alguns deliquentes. Vale lembrar que o valor da passagem é calculado de acordo com o número de passageiros transportados, mais o volume do subsídio a estudantes, idosos e outros benefícios à população. Se não existissem os gastos com vandalismo, haveria um impacto menor nos reajustes de tarifas”, completou Barddal.
A Transurc ressalta que esse balanço é referente apenas aos veículos das concessionárias que são suas associadas e que não possui os dados referentes aos veículos dos permissionários (alternativos) que se reúnem hoje em cooperativas.

Informações da Transurc
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Especialistas apontam medidas para priorizar o transporte coletivo e aliviar os congestionamentos

São Paulo deveria ter priorizado o transporte coletivo há muito tempo. “Fazemos dois quilômetros de Metrô por ano, mas precisamos de dez”, afirma Plínio Assmann, o responsável pela implantação do Metrô paulistano na década de 1970. “Agora estamos dando um passo importante e vamos ter a construção de três linhas ao mesmo tempo. Chegaremos a cinco quilômetros por ano”, prevê Assmann.

Especialistas apontam a importância de se priorizar o transporte coletivo para reduzir o trânsito na cidade. “Precisamos triplicar o número de corredores de ônibus”, diz Ailton Brasiliense Pires, presidente da ANTP (Associação Nacional de Transportes Públicos). “Fazer corredor de ônibus é muito mais barato que qualquer obra”, acrescenta ele.

Para Cláudio de Senna Frederico, secretário de Transportes Metropolitanos entre 1995 e 2001, é preciso limitar a circulação de veículos, restringindo o estacionamento e reduzindo faixas de rolamento para ampliar calçadas, criar ciclovias e corredores de ônibus.

Os governos investem muito em obras viárias, que incentivam o transporte individual. Nos últimos quatro anos, a Prefeitura aplicou R$ 72,5 milhões em corredores de ônibus, mas gastou R$ 185 milhões só em obras no corredor Radial Leste.

A administração estadual investiu R$ 4,3 bilhões nos últimos cinco anos na CPTM (Companhia Metropolitana de Transportes Metropolitanos), enquanto destinava R$ 6,5 bilhões para obras do Rodoanel, Marginal Tietê e Avenida Jacu-Pêssego. O Metrô recebeu R$ 7,3 bilhões no período. 

Região metropolitana /Frederico quer que a rede do Metrô chegue aos municípios vizinhos de São Paulo e que os trens da CPTM desenvolvam velocidades acima de 100 km/h. Além disso, ele defende corredores de ônibus de alta capacidade, sistema de ônibus com privilégio de circulação e reescalonamento de horários.

“Até o Metrô ter uma rede significativa, precisamos de corredores de ônibus”, preconiza Assmann. “É  pena não termos entendido isso há alguns anos”, lamenta o ex-presidente do Metrô, lembrando que um corredor de ônibus demora cerca de dois anos para ficar pronto.

São Paulo dispõe de apenas dez corredores. O último foi inaugurado há sete anos. Agora, a Prefeitura divulga que prepara licitações para mais três, em Santo Amaro, na Radial Leste e o da Berrini, na Zona Sul.

Sociedade quer obras para carros, diz diretor da ANTP
O sistema viário está saturado, mas mesmo assim a sociedade pressiona os governos por obras viárias, favorecendo o transporte individual. A opinião é de Ailton Brasiliense Pires, presidente da ANTP. “Todo mundo quer espaço para o automóvel,  embora seja mais importante para uma cidade como São Paulo, que sofre com o trânsito, empregar os recursos em novos corredores de ônibus”, afirma Pires. “Ônibus ocupam menos espaço nas vias públicas e transportam muito mais gente que os carros”, acrescenta o presidente da ANTP.

O especialista também critica o crescimento desordenado, que leva os mais pobres a morar em bairros afastados. “Não é equilibrado esse contingente enorme passar mais de uma hora no trânsito para chegar aos bairros centrais e, depois, mais uma hora para voltar para casa”, diz ele.

O dirigente defende planos urbanos que reorganizem a cidade e permitam que as pessoas possam trabalhar perto de casa.



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Em Campo Grande, Cartão eletrônico ainda é desafio para os usuários

Má distribuição e falta de divulgação dos pontos de venda e recarga de cartões eletrônicos, principalmente nos bairros, são a principal dificuldade apontada pelo usuário para ter acesso pleno ao sistema de transporte coletivo em Campo Grande a partir de agora, com a obrigatoriedade de uso do cartão em todas as linhas de ônibus urbano da Capital.


Embora a Agência Municipal de Transporte e Trânsito (Agetran) e a Associação das Empresas de Transporte Urbano (Assetur) divulguem a existência de 800 pontos de venda e recarga cadastrados em toda a Capital, nem todos esses locais estão devidamente sinalizados, dificultando a localização por parte do usuário.

Moradora do Núcleo VII do Conjunto Aero Rancho, Viviane Samudio, de 21 anos, já se habituou ao uso do cartão eletrônico — mantém inclusive o hábito de andar com um recarregável quando sai de casa — no entanto reclama que falta informação para a população sobre onde comprar cartões e fazer a recarga nos bairros.

Fonte: Correio do Estado

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