Transporte público vira alvo de reclamação em fins de semana e feriados em São Paulo

terça-feira, 3 de novembro de 2009


Em várias regiões da capital, passageiros reclamam da lotação e da demora dos ônibus. A frota que durante a semana é de 15 mil ônibus é reduzida em 50% nos domingos e feriados. Será que é desse jeito que o governo quer incentivar o uso do transporte coletivo? como incentivar as pessoas a deixarem seus carros em casa se o transporte público é totalmente desrespeitoso com a população, neste video, mostra com exatidão o que passa os usuários dependentes do transporte coletivo, e as empresas que gerem o transporte sempre vem com explicação de números de passageiros e por ai se vai, mas nós gostaríamos que eles passassem o que nós passageiros passamos nas paradas e não apenas ficar atrás de gabinetes com números que não resolvem os anseios da população.
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Depois de dez anos, ônibus em Guarulhos voltam a ter cobrador

Depois de dez anos, Guarulhos, na Grande São Paulo, vai voltar a ter cobradores dentro dos ônibus. Alívio para os cerca de 300 mil passageiros que usam a condução, todos os dias. Hoje, o motorista tinha que cobrar as passagens, além de dirigir, é claro. Ficava de olho no trânsito, uma mão no volante, e a outra no dinheiro.
Depois de muitas reclamações, a Prefeitura de Guarulhos obrigou as empresas a contratar os cobradores. A partir deste domingo (1), toda a frota da cidade vai ter que ter cobradores. Na segunda maior cidade do estado, a maioria dos motoristas trabalha guiando o ônibus e controlando o pagamento dos passageiros.
As empresas tiveram seis meses para se adaptar às novas medidas, que atingem os 650 ônibus que circulam em Guarulhos. O problema é que cerca de 200 coletivos ainda nem têm espaço adequado para o cobrador. “Só milagre”, diz um motorista. Nos ônibus que já estão cumprindo a lei, a felicidade é de quem conseguiu um emprego.
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Terminais vão desafogar Niterói

Urbanista Jaime Lerner apresentou ao prefeito Jorge Roberto o planejamento para disciplinar trânsito e transporte

Cinco terminais de integração, dois mergulhões, reversíveis e mudanças de mão em diversas vias fazem parte do projeto do arquiteto Jaime Lerner para trazer melhorias ao trânsito e ao transporte de Niterói. O prefeito Jorge Roberto Silveira definiu as propostas como “audaciosas, mas realistas”. O total de investimentos chega a R$ 205 milhões, dos quais R$ 120 milhões virão de contrapartida da iniciativa privada e os R$ 85 milhões restantes serão providos pelo setor público, que, de acordo com o prefeito, deverá contar com ajuda do estado e da União.

Lerner defende que a melhoria nos transportes públicos é o principal fator para resolver os engarrafamentos. Ele anunciou a implantação dos terminais de integração no Centro, Piratininga, Charitas, Caramujo e Largo da Batalha, que receberão ônibus alimentadores de diversos pontos. Com isso, segundo Lerner, mais pessoas deverão optar pelos ônibus, que passarão em intervalos curtos de tempo. “À medida que o serviço fica melhor, mais pessoas vão utilizá-lo e isso vai gerar benefício até para quem vai de carro”, afirma Lerner.
MERGULHÕESA frota de veículos de transporte público no município poderá ser reduzida, sem causar prejuízos à população, segundo Jaime Lerner. Ele calcula que atualmente 600 ônibus circulam dentro da cidade e que 275 mil pessoas se utilizam do serviço em cada dia útil. “É necessário racionalizar e melhorar a oferta”, conclui.

Nos terminais serão construídas espécies de tubos, onde os passageiros poderão comprar as passagens antes da chegada do veículo, agilizando o embarque. Estas plataformas ficarão no mesmo nível da porta dos ônibus, o que também economiza tempo. Lerner diz que, dependendo do numero de passageiros que utilizam cada um dos terminais, o número de tubos poderá dobrar ou triplicar.
Ainda em defesa de um transporte público de qualidade, o responsável pelo projeto não se preocupou em criar mais vagas de estacionamento nas ruas da cidade. “Se existe um bom sistema, a cidade não sofre com problemas de estacionamento”, avalia, acrescentando que o projeto deve ser implementado independente da criação da Linha 3 do metrô, já que, segundo ele, não se deve sacrificar este tempo até as obras começarem.

Outro ponto que chamou a atenção do arquiteto e de sua equipe foi a necessidade de melhorar o fluxo na saída da Ponte Rio-Niterói nos horários de rush. A sugestão é esta: a Rua Marquês de Paraná ganhará novos semáforos, faixas reversíveis e um mergulhão exclusivo para ônibus, em frente ao Hospital Universitário Antonio Pedro — projeto que também será implantado na Avenida Feliciano Sodré, em frente à Praça da Renascença, próximo ao antigo terminal de trens. As ações deverão ajudar no escoamento de veículos em direção à Zona Norte da cidade.
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Recife: Banhistas da praia de Boa Viagem enfrentam ônibus lotado no feriadão

Espera nas paradas era grande e coletivos já vinham cheios na ida e na volta para casa; usuários reclamam do transporte público
Quem não viajou e preferiu curtir o Feriadão de Finados na praia de Boa Viagem, na zona sul do Recife, e precisou ir de ônibus, teve o desprazer de ficar muito tempo a espera de transporte nas paradas. Quem levou os filhos pequenos sofreu ainda mais.A praia é um destino que atrai muita gente. “Passa a semana trabalhando, no fim de semana a gente quer se divertir um pouco”, diz a dona de casa Rose Maria da Silva. Mas quando os coletivos chegam, já vêm lotados, se queixa a vendedora Andréa Maria Barbosa. “É o jeito, a gente tem que pegar ele, se não chega muito tarde na praia”.

O comerciante Bartolomeu Fernando saiu de casa cedo com a mulher e os filhos, disposto a aproveitar o sol em Boa Viagem. Ele quase desistiu do programa - teve que pegar dois ônibus para ir do Ibura à praia. “Hoje vou fazer duas opções, descer na avenida Recife e tentar pegar outro”, disse. Às 11h30, a família continuava na parada. O táxi acabou sendo a solução.Na volta para casa, no fim da tarde, o problema se repete.
A família de Marília Lima, que foi completa, recolheu o lixo, arrumou as coisas e foi para o carro. Ela diz que eles não encarariam um ônibus. “Ia ser muita contramão, a gente teria que ir para a Conselheiro Aguiar, enfrentar ônibus lotado, o sol quente, com criança”, observa.

No entanto, para muita gente, não há outro jeito. Na volta para casa, correria, empurrão e aperto nos coletivos. Para quem sobe com criança de colo, a situação não é melhor e é bom não contar com a boa-vontade de quem está sentado.

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Prefeitura de Florianópolis fecha parceria com URBS de curitiba para monitorar o trânsito da capital


A Secretaria de Transportes, Mobilidade e Terminais de Florianópolis estabeleceu parceria com a URBS (Urbanização de Curitiba S/A) colocando a disposição da Prefeitura Municipal de Florianópolis equipamentos para aferir a demanda de veículos nas principais vias da cidade.

A parceria foi fruto da visita do secretário de Transportes e vice-prefeito João Batista Nunes às instalações da empresa no começo do mês de outubro, quando esteve na capital paranaense participando do 17° Congresso Brasileiro de Transporte e Trânsito.

Os equipamentos com sensores que irão medir o tráfego em Florianópolis serão colocados em todas as ruas com grande fluxo no Norte, Sul, Leste, Centro e Continente, além das pontes Pedro Ivo e Colombo Salles. Pela primeira vez será estimado também o número de bicicletas a fim de trabalhar a mobilidade sustentável.

João Batista Nunes alerta como fundamental a medição de tráfego como meta estabelecida pelo Governo que prioriza o transporte coletivo, além dessa pesquisa será providenciado também uma análise de origem/destino de todas as pessoas que se movem na cidade para verificar o deslocamento e os motivos que fazem essas pessoas a realizarem tal deslocamento como: estudo, lazer, trabalho. “Essas ações serão executadas em curto prazo e o diagnóstico priorizará o sistema, principalmente o transporte coletivo na nova licitação”, explica o secretário de Transportes. O engenheiro do Instituto de Planejamento Urbano de Florianópolis – IPUF, Carlos Eduardo Medeiros, ressalta que o monitoramento dará subsídios para realizar o planejamento da cidade.

A Urbanização de Curitiba S/A foi criada em 1963 para desenvolver obras de infra-estrutura, programas de equipamentos urbanos, estudos e projetos para o crescimento urbano da cidade. Além disso, a empresa faz o gerenciamento e o planejamento operacional do transporte coletivo, do sistema de táxi e a operacionalização dos sistemas de tráfego e trânsito. A empresa prestará suporte técnico para projetos de transporte e trânsito a serem implantados na capital catarinense a partir da próxima terça-feira, 03.

Segundo o presidente da URBS, Marcos Valente Isfer, a importância da aferição da demanda de veículos em Florianópolis será ajudar o planejamento e mobilidade do trânsito da cidade e consequentemente o melhor planejamento das ações.
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Tarifa de ônibus de Uberaba pode ser reajustada


A tarifa do transporte coletivo pode ter alteração, para mais ou para menos, segundo informa o prefeito de Uberaba, Anderson Adauto.Na quinta-feira, dia 29 de outubro, o prefeito esteve reunido com a diretoria das empresas que estão atuando em Uberaba, a Líder e a Piracicabana. Do encontro ficou definido que o gerenciamento do sistema de transporte coletivo será compartilhado, ficando a cargo de um superintendente da prefeitura e de um diretor de cada empresa.
O prefeito afirmou na reunião que o sistema deve funcionar bem e se autossustentar, destacando que primeiro serão sanadas todas as questões e, depois, será discutida a tarifa.A reportagem do JORNAL DE UBERABA perguntou ao prefeito se vai haver aumento na tarifa.
"É claro que eles [a direção das empresas] querem conversar sobre a tarifa, já que está no edital a instituição da tarifa. Só que quero debater todo o processo de melhoria do sistema, definir as ações e o cronograma para a implantação destas ações. Somente depois disto a gente aceitaria falar sobre tarifa. Mas não sei se a tarifa vai aumentar ou diminuir. O próprio processo licitatório definiu isso. Fiz questão de nem saber isso, exatamente porque os passos são estes. Primeiro concluir o processo licitatório, as empresas começarem a trabalhar, definir o programa de melhoria, quais as ações serão implantadas, e é depois que vamos chegar a este ponto [de avaliar a tarifa].
O sistema se paga e, se a pessoa quiser mais ônibus nos horários de pico, com ninguém em pé, isso é possível, é só colocar mais ônibus no horário de pico, mas a tarifa tem de ser compatível para isso", observa Anderson, tentando amenizar se o usuário poderá aguardar por um possível aumento de tarifa.
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