BH: Prefeitura e estudantes vão discutir meio-passe no transporte público

segunda-feira, 30 de março de 2009




A discussão sobre a concessão do meio-passe no transporte coletivo a alunos das redes pública e particular será levada ao prefeito de Belo Horizonte, Márcio Lacerda (PSB). Um encontro entre o chefe do Executivo municipal e representantes dos alunos está marcado para a segunda quinzena de abril.Segundo a assessoria de comunicação da BHTrans, após o encontro, um estudo de viabilidade pode ser feito para analisar o impacto do benefício no sistema de transporte. Estudantes reclamam que Belo Horizonte seria única capital do país onde a meia-passagem não é concedida.
Por esse motivo, cerca de 300 estudantes do ensino médio saíram às ruas do Centro da cidade na manhã desta quinta-feira, para pedir o meio-passe. Além disso, eles cobram a aprovação da lei na Câmara Municipal de BH que assegura o desconto nas passagens.Em entrevista à reportagem da TV Alterosa, alguns estudantes admitiram que o custo com deslocamento pesa no orçamento familiar. "Se for necessário manifestação semanal, mensal ou diária, vai acontecer. Esse ano tem que sair o meio-passe porque a situação dos estudantes vem piorando”, afirmou o presidente da Associação dos Estudantes Secundaristas, Guilherme Silva.
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Ônibus adaptados para cadeirantes compõem a frota do transporte coletivo de Paulínia


Foram apresentados oito ônibus cada veículo comporta 34 pessoas sentadas e 49 em pé, os adaptados têm duas vagas para cadeirantes e um acento para obesos. Com essa aquisição, a empresa Viação Passaredo, disponibilizará 41 veículos nos oitos itinerários. Os itinerários antigos estão sendo remodelados e em breve estará sendo divulgando pontos e novas linhas. A aquisição dos ônibus adaptados faz parte de projeto de lei do Executivo que subsidiou parcialmente o valor da passagem do transporte coletivo urbano. Segundo o prefeito José Pavan, adaptação dos ônibus é um compromisso da empresa Viação Passaredo, concessionária do serviço de transporte coletivo no município urbano. “É mais do que uma conquista, pois se trata do resgate de um compromisso da sociedade para com os portadores de necessidades especiais, que agora têm a possibilidade de recuperar um pouco mais da sua a liberdade, podendo ser transportados agora com segurança e, mais do que isso, com dignidade”, assinalou o prefeito.
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Natal: Via Livre melhora Avenida Jaguarari


A primeira semana de vigência do projeto Via Livre ao longo da Avenida Jaguarari foi tranquila. Apesar das medições técnicas que avaliarão o volume do tráfego na via não terem sido realizadas, o secretário municipal de Transporte e Trânsito Urbano, Kelps Lima, já se diz satisfeito com o resultado. A equipe do Diário de Natal percorreu toda a avenida na tarde de ontem. No trecho compreendido entre as avenidas Presidente Bandeira (Avenida 2) e Nascimento de Castro, onde a sinalização vertical já foi completamente instalada, havia apenas um carro estacionado. O secretário informou que toda a via será completamentre sinalizada até a segunda-feira.

‘‘Primeiro os trechos mais críticos. Esse foi o nosso objetivo. Por isso o projeto começou logo pelo miolo’’, frisou Kelps Lima. Na semana que vem a STTU vai comprovar, ou não, os resultados do projeto, já implantado nas avenidas Romualdo Galvão e Jaguarari. ‘‘As medições técnicas serão feitas semana que vem. Então, poderemos medir a alteração no volume de tráfego’’, explicou. O departamento de engenharia da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) vai participar fazendo medições no trânsito. Será contado o volume de tráfego no local, só que com critérios diferenciados dos utilizados pela STTU. Os efeitos nas avenidas Salgado Filho e Prudente de Morais também serão analisados.

Nesse período de implantação do Via Livre na Jaguarari, agentes de trânsito ficam em pontos estratégicos para orientar os motoristas. ‘‘Não estamos tendo pressa em multar o motorista. Nosso objetivo é permanecer com a medida educativa pelo tempo que for necessário. Só passaremos a autuar quando percebermos que aquele motorista é realmente infrator’’, destacou Kelps. O agente de trânsito Lavoisier Macêdo acha que os motoristas já estão bem informados do projeto. ‘‘As pessoas estão obedecendo e, inclusive, elogiando. Os motoristas ficam surpresos quando chego para orientar. Existe a idéia de que o agente só fala com o motorista quando vai multar. Por isso eles ficam até felizes com nossa abordagem’’, afirma.







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Fortaleza: Frota da Capital cresce 10% ao ano


Até o fim de abril Fortaleza chegará a 600.000 mil carros, motos, ônibus, caminhões e outras variedades de automotores que, diariamente, congestionam algumas das principais vias da cidade. Com 592.855 veículos até fevereiro deste ano, a Capital ganha uma média de quatro mil novos veículos por mês, incrementando a frota em 10% ao ano, segundo o Departamento Estadual de Trânsito (Detran-CE). Números que se refletem diariamente no cotidiano de motoristas e pedestres, por meio de engarrafamentos, do estresse e de outros tipos de transtornos decorrentes do uma frota que cresce desproporcional a abertura de novas vias.


Carlos Henrique Pires, diretor de trânsito da Autarquia Municipal de Trânsito, Serviços Públicos e de Cidadania (AMC), diz não haver nada que os órgãos públicos possam realizar em relação à venda de veículos. “Agora para retirar os veículos de circulação não existe segredo. É investir em metrô e ônibus para fazer com que as pessoas deixem de andar de carro e moto. É assim quem qualquer lugar do mundo”, explica Pires.

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BH: Novo modelo de coletivo irá circular com bagageiro


Um novo modelo de ônibus coletivo irá circular em Belo Horizonte a partir de hoje. Um veículo da linha 4034 (Dom Bosco/Savassi), da Viação Euclásio, passa a rodar, em fase de teste, com um bagageiro acoplado no teto para que os passageiros que utilizam o transporte público da capital possam acomodar suas bolsas ou outros materiais. O projeto do bagageiro foi desenvolvido pelo estudante do quarto período de engenharia mecânica da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) Igor Augusto Alves Batista, 19. Segundo o jovem, a ideia de desenvolver o equipamento e apresentá-lo à Empresa de Transportes e Trânsito de Belo Horizonte (BHTrans) nasceu após muito desconforto dentro de coletivos. "O bagageiro é aberto, tem dois metros de extensão e está a uma altura de 1,75 m do piso do ônibus. Por ser vazado, as pessoas que o utilizarem poderão estar atentas aos seus objetos", afirmou Batista. Com isso, o estudante acredita que não há risco de esquecimento ou roubo das bagagens já que, normalmente, os usuários do transporte que usarem o bagageiro estarão de pé, de frente para o compartimento.O ônibus, que irá participar dos testes a partir de hoje, recebeu o equipamento no sábado de manhã. À tarde, o veículo foi vistoriado pela BHTrans. Conforme a empresa, ainda não há certeza sobre o uso do equipamento já que os testes na rua é que vão indicar a viabilidade do recurso. Segundo o autor do projeto, a expectativa é que a ideia dê certo. Benefício. "Já criei a patente e vamos testá-lo. Os cálculos de custo do bagageiro, a resposta do equipamento nas ruas e o interesse das montadores é que vão definir o uso, mas acredito que o benefício será muito grande para a população", avalia. Batista afirmou que irá acompanhar os testes com o equipamento pelas ruas da capital e a avaliar a reação dos usuários do transporte coletivo. O custo para colocar o bagageiro em um ônibus é, segundo Batista, de R$ 500.

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Campo Grande: Tem que ter cobrador de ônibus nos horários de pico


O estresse causado para os usuários e os motoristas do transporte coletivo a falta de cobrador de ônibus principalmente nos horários de pico coloca o setor em alerta. “O motorista foi pegar o vale transporte de uma passageira, perdeu o controle do ônibus e bateu no poste". O relato é do aposentado José Maria Meirelles, 58 anos, uma das vítimas do choque de um ônibus contra um poste entre as ruas Manoel da Costa Lima e Senador Felinto Miller, na Vila Progresso, em Campo Grande. Neste caso, o acidente aconteceu fora do horário de pico, no sábado às 18 horas, mas segundo os trabalhadores do setor, a tensão e o cansaço desencadeiam falta de atenção e o resultado pode ser acidentes ainda mais graves.
Nesta manhã, o prefeito de Campo Grande, Nelson Trad Filho (PMDB) disse que a Agetran (Agência Municipal de Transporte e Trânsito) já anunciou que mesmo com o cartão temporal as empresas não devem demitir os cobradores e sim, remanejá-los. Indagado sobre a falta do profissional nos horários mais estressantes como do rush, Trad Filho disse que as linhas mais movimentadas têm que ter a presença do cobrador para auxiliar os motoristas e que cabe a Agetran monitorar isso.
A Assetur (Associação das Empresas do Transporte Coletivo e Urbano de Campo Grande) informou que cumpre o que a Prefeitura preconiza. Sobre a substituição dos cobradores à medida que o cartão temporal é popularizado foi briga ganha na justiça trabalhista pelos empresários.

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