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Campinas terá mais 60 novos ônibus no transporte coletivo

quinta-feira, 10 de julho de 2025

Mais um lote de 60 novos ônibus vai modernizar a frota do transporte público coletivo. Os veículos, do modelo convencional básico, foram adquiridos pela empresa Campibus, que integra o Consórcio Cidade de Campinas (Concicamp). Os 60 veículos representam uma renovação de 54% da frota operacional da empresa atualmente (110 veículos). A frota patrimonial, que considera também os ônibus reserva, conta com 131 veículos.

A renovação atende a pedido do prefeito Dário Saadi e o processo vem sendo acompanhado pela Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas (Emdec) e pela Secretaria de Transportes (Setransp). No início de julho, representantes das áreas de fiscalização do transporte e inspeção veicular da Emdec visitaram a fábrica dos veículos, em Botucatu, para validar as características necessárias ao sistema campineiro.

"Sabemos da necessidade urgente de oferecer um transporte de melhor qualidade aos usuários. Por isso, estamos buscando alternativas para renovar a frota antes mesmo da licitação. Já são 30 novos veículos circulando e, com mais este lote, teremos mais de 100 novos ônibus no total”, afirmou o prefeito Dário Saadi. 

Dez dos 60 ônibus estão em fase final para operar na cidade e outros nove estão em fase de montagem e inspeção. A empresa inicia, agora, os procedimentos de revisão e adequação (pintura da carroceria e regularização da documentação), que precedem o início da operação.

“Reconhecemos o envelhecimento de parte da frota atual e a urgência em renovar todo o sistema, por meio da licitação. Mas também estamos buscando soluções imediatas para minimizar os impactos aos usuários, que dependem dos ônibus para realizar seus deslocamentos”, destacou o presidente da Emdec, Vinicius Riverete.

Características

Do modelo Euro VI, os veículos contam quatro portas, ar-condicionado e tomadas USB para recarga de celular (duas entradas em poltronas duplas e uma em poltronas simples). Possuem 12,7 metros de comprimento e 208 cv (cavalo-vapor) de potência e têm capacidade para 33 passageiros sentados e outros 29 em pé.

Outros 30 novos veículos já circulam em Campinas

Trinta dos 50 novos ônibus anunciados em abril já estão circulando na cidade, nos eixos Ouro Verde, Nova Europa, Parque Jambeiro e Swiss Park. O investimento é das empresas a VB Transportes e Onicamp Transporte Coletivo. Além destes, outros 20 veículos serão incorporados no segundo lote, completando os 50 ônibus previstos.

Já receberam este lote de novos veículos as linhas 114 (Jardim Melina / Corredor Central), 115 (Adhemar de Barros), 125 (Terminal Ouro Verde / Shopping Iguatemi), 402 (Parque da Figueira), 404 (Jardim Maria Rosa), 429 (Swiss Park II) e 430 (Swiss Park). Outros 20 devem renovar a frota das linhas 117 (DIC VI), 136 (Terminal Vida Nova / Terminal Central) e 191 (Jardim Fernanda), além de alimentadoras.

O prazo inicialmente acordado para a operação de parte dos veículos precisou ser estendido em função dos processos que envolvem a aquisição dos ônibus.

Licitação prevê modernização total da frota

Vale lembrar que a total modernização dos veículos do sistema de transporte público está atrelada à nova licitação, que prevê renovação de 100% da frota, inclusive do BRT, e ar-condicionado em todos os veículos, além de Wi-fi, tomadas USB, câmeras CFTV, GPS e terminal de computador de bordo, ao longo do contrato. A consulta pública da licitação, que coletou sugestões da população, foi encerrada no último dia 2, com 1.130 participações.

A Administração pretende divulgar, dentro de 15 dias, o cronograma para a publicação do edital. O documento será consolidado com as sugestões recebidas da população e consideradas pertinentes. Com o edital oficialmente publicado, serão mais 45 dias úteis para que as empresas, ou consórcios, interessados na licitação elaborem as propostas. Terminado esse prazo, os envelopes serão abertos.

Informações: Prefeitura de Campinas

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Emdec inicia sinalização do Sistema Cicloviário Londres / Garcia / Aurélia

A Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas (Emdec) iniciou, nesta semana, a sinalização do Sistema Cicloviário Londres / Garcia / Aurélia. As rotas (ciclovias, ciclofaixas e calçadas partilhadas), que já estão implantadas nos bairros e realizam a conexão entre elas, recebem uma sinalização específica, em pontos estratégicos.

São dois tipos de placas de sinalização. As placas previstas no Código de Trânsito Brasileiro (CTB), que indicam a direção das rotas cicloviárias, extensão e tempo de percurso. E uma placa, com o nome do sistema cicloviário e um QR Code, que direciona para o site da Emdec, na seção do mapa cicloviário.

O mapa oferece várias informações sobre todas as ciclovias em operação, no município. Por meio dele é possível saber quais as características de cada rota, extensão, bairros atendidos e fazer um passeio virtual, usando a ferramenta “street view”.

O Sistema Cicloviário Londres / Garcia / Aurélia tem cerca de 10 km. O percurso terá sete pontos de sinalização, cada um com uma placa de orientação das direções e rotas; e uma placa “promocional”.

Conheça o Sistema Cicloviário Londres / Garcia / Aurélia
O Sistema Cicloviário Londres / Garcia / Aurélia é formado pela interligação das rotas cicloviárias Aurélia (2,3 km), Garcia / Aurélia (1,7 km), Garcia / Londres (1,84 km) e Opasa (3,7 km). Basicamente, partindo da avenida John Boyd Dunlop, ao lado da Estação BRT Aurélia, onde há paraciclos, ele segue pela ciclofaixa ao longo da avenida Império do Sol Nascente, chegando até a avenida Brigadeiro Rafael Tobias de Aguiar, onde há ciclovia no canteiro central.

Neste ponto há derivações: ou seguindo pela ciclovia da avenida; ou acessando a rota Garcia / Aurélia, pela rua João Silveira Bello. Desse ponto, segue pela via, passa por baixo da Rodovia Anhanguera (SP-330), cruza o Ribeirão Piçarrão e segue pela rua Agenor Topinel e avenida Padre Manoel de Nóbrega até o cruzamento com a avenida Transamazônica.

Na avenida Transamazônica há derivação em direção à ciclovia Opasa, que começa entre as vias Cormorão e Canário, no bairro Vila Padre Manoel de Nóbrega, próximo ao Campus II da PUC Campinas; ou para a rota Garcia / Londres. A Opasa segue pela faixa de dutos da Transpetro, atravessando a avenida John Boyd Dunlop e chegando até a região do Ouro Verde, na rua Madre Eduarda Shafers, próximo à avenida Carlos Lacerda (perto do Terminal Vila União e do Terminal BRT Santa Lúcia).

A Garcia / Londres dá acesso à avenida John Boyd Dunlop, no entroncamento com as ruas Godofredo Batista Carvalho e Ataúlfo Alves, segue pela praça Lo Schiavo, até o cruzamento com a avenida Ibirapuera. Daí até o cruzamento com a rua Millôr Fernandes, onde conecta-se com a Opasa.

Conheça outros sistemas cicloviários do município

- Sistema Cicloviário Campo Grande
1) Interligação das rotas cicloviárias Campina Grande / São Luiz, Parque Floresta, praça João Amazonas / Terminal Itajaí e praça da Concórdia, chegando ao Terminal BRT Campo Grande.

2) Interligação das rotas cicloviárias Florence II, Florence II / Pirelli, Pirelli / Sirius, Pirelli / Satélite Íris, Bela Aliança 1 e Bela Aliança 2.

- Sistema Cicloviário Ouro Verde – Vila União
Traçado da rota cicloviária na Vila União.

- Sistema Cicloviário Barão Geraldo
Interligação das rotas cicloviárias existentes no Distrito.

- Sistema Cicloviário Sousas / Joaquim Egídio
Interligação das rotas cicloviárias da Vila Santana (Distrito de Sousas) até a Toca da Mangava (Distrito de Joaquim Egídio).

- Sistema Cicloviário Parque Prado / Nova Europa
Interligação das rotas das vias Washington Luiz, Baden Powell e Parque Prado. Possibilita o acesso à ciclovia da Coudelaria, que chega até Valinhos; a à ciclovia da avenida Prefeito Magalhães Teixeira, chegando até o São Bernado / Parque Industrial.

- Sistema Cicloviário São Fernando / Flamboyant
Interligação das rotas cicloviárias Nova Campinas / Flamboyant, Nova Campinas / São Fernando e José Bonifácio.

- Sistema Cicloviário EsPCEx / Taquaral
Interligação das rotas cicloviárias da Escola Preparatória de Cadetes do Exército (EsPCEx), Amarais, Theodureto de Almeida Camargo e Taquaral / Arautos.

Informações: EMDEC

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Os Veículos Leves sobre Trilhos (VLT) estão chegando com força

quarta-feira, 2 de julho de 2025

Uma expansão da malha de trilhos urbanos, metropolitanos e entre cidades no Brasil – que está em gestação e começará a se concretizar em pouco tempo – promete trazer pelo menos uma dúzia de novos sistemas de Veículos Leves sobre Trilhos (VLT). Até onde se podia ver na primeira quinzena de junho de 2025, a implantação desses sistemas, uma vez integralmente efetivada, significará mais 367,58 quilômetros desse tipo de transporte rápido, eficiente, sustentável e estruturante em diferentes cidades do país.

Atualmente, há dez sistemas de VLT, totalizando 281,46 km, que atendem passageiros em mais de 20 grandes e médias cidades. Parte dessa rede corresponde a antigos sistemas de trens criados no fim do século XIX e início do século XX, que chegaram ao século XXI transformados em trens suburbanos, e mais recentemente foram reconfigurados, passando a operar com composições de VLT.

Os sistemas de VLT em operação atendem ao Rio de Janeiro, as cidades paulistas de Santos e São Vicente, na Baixada Santista; os municípios cearenses de Fortaleza, Caucaia, Sobral, Juazeiro do Norte e Crato. Também são atendidas por VLT as cidades de Maceió, Satuba e Rio Largo, em Alagoas; Santa Rita, Bayeux e João Pessoa, na Paraíba; Recife, Jaboatão dos Guararapes e Cabo de Santo Agostinho, em Pernambuco; Natal, Parnamirim, Ceará-Mirim, Extremoz e São Jose Mipibu, no Rio Grande do Norte, e Teresina, capital do Piauí.

Os Futuros Sistemas
No Distrito Federal, se busca a implantação de uma linha de VLT em Brasília, com 22 km. Em Salvador, capital da Bahia, prosseguem as obras de construção do VLT que correrá no espaço deixado pelo subúrbio ferroviário, dividido em três trechos e totalizando 36,38 km. 

No Paraná, o governo avalia um VLT entre Curitiba e São José dos Pinhais (26 km). O governo de Santa Catarina anunciou em fevereiro de 2025 a contratação de estudos sobre um sistema de VLT que ligaria a capital, Florianópolis, a cidades de seu entorno, como Santo Amaro da Imperatriz, Palhoça, Jurerê, Canasvieiras e São José.

No Sudeste
Em 2024, foi inaugurada a Linha 4-Laranja do VLT Carioca (5,1 km e 11 paradas), ligada ao terminal Gentileza. Em operação desde junho de 2016, o VLT Carioca conta com quatro linhas em funcionamento e cerca de 28 km de extensão. Trata-se de um sistema que conecta pontos estratégicos da cidade, promovendo integração com metrô, trens, barcas, ônibus urbanos e intermunicipais, BRT e o aeroporto Santos Dumont. O VLT Carioca opera com uma frota de 32 composições, cada uma com capacidade para até 420 passageiros.

O prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, disse ter interesse em transformar dois sistemas de BRT (Bus Rapid Transit), operados com ônibus, em VLT. São eles o TransOeste, com 62,5 km, e o TransCarioca, com 43 km. Pensa-se ainda na implantação do VLT da Zona Sul, que teria extensão de 12 km.

Ainda no estado do Rio de Janeiro, está em exame o chamado VLT de Niterói, ligando o bairro do Barreto ao Centro da cidade, com potencial de extensão até Charitas. A extensão total do sistema deverá ser de 11,4 km, sendo que a primeira etapa terá cerca de 5 km e nove estações.

O governo capixaba estuda um sistema de VLT interligando a capital, Vitória, a Vila Velha, com extensão total de 34,8 km; uma das linhas com extensão proposta de 25,5 km, outra com 7,8 km e a terceira com 1,5 km.

Projetos Paulistas
Em território paulista, estuda-se o VLT de Campinas, com 44 km, 18 estações, ligando o centro ao aeroporto de Viracopos e cidades vizinhas; este sistema terá conexão com o Trem Intercidades Eixo Norte, a nova ligação ferroviária com a capital, já licitada. Também está em exame o VLT entre as cidades de Sorocaba e Iperó, com 25 km de extensão, integrado ao Trem Intercidades Eixo Oeste, este, com leilão previsto para acontecer no último trimestre de 2025.

A futura Linha 14 do sistema de trilhos da região metropolitana de São Paulo deverá ter 41 km, 23 estações e 41 carros de VLT com capacidade para 600 passageiros cada um e intervalo médio de cinco minutos.

Há propostas para implantação de dois sistemas de VLT no centro de São Paulo, com 12 km de extensão no total, integrados a projetos de revitalização urbana. Outra ideia é o VLT Barra Funda-Mandaqui, com 8 km – projeto elaborado por diferentes entidades e sugerido às autoridades.

Na Baixada Santista, o sistema de VLT segue em expansão: o primeiro trecho (Barreiros-Porto de Santos), com 11,5 km, foi entregue em 2017. O segundo (Conselheiro Nébias-Valongo, 8 km) está em obras. O terceiro (Barreiros-Samarita, 7,5 km) está previsto para ser iniciado em breve.

Estudo Nacional
A articulação institucional em torno da mobilidade urbana ganhou novo impulso com o Estudo Nacional de Mobilidade Urbana (ENMU), conduzido desde 2024 pelo ministério das cidades e pelo BNDES. A iniciativa visa mapear as demandas e oportunidades de transporte de média e alta capacidade nas 21 maiores regiões metropolitanas do país.

Levantamento preliminar divulgado em março de 2025 apontou cerca de 400 projetos em potencial, abrangendo trens, metrôs, sistemas de VLT e BRTs. Estima-se que, para viabilizar esse conjunto, seriam necessários investimentos superiores a R$ 600 bilhões. Os dados ajudarão a estruturar a Estratégia Nacional de Mobilidade Urbana e devem alimentar a carteira de projetos do Novo PAC.

A ideia é identificar projetos prioritários, de modo que o ministério das cidades possa contribuir com os investimentos necessários, o que inclui tanto o financiamento de obras quanto o apoio à elaboração e estruturação de projetos de mobilidade urbana.

Informações: Canal Technibus

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Três dos 50 novos ônibus da frota de Campinas reforçam a linha 114

quarta-feira, 14 de maio de 2025

Três dos 50 novos ônibus que vão reforçar a frota do transporte público coletivo de Campinas começaram a atender os usuários nesta segunda-feira, 12 de maio. Eles já circulam na linha 114 (Jardim Melina / Corredor Central), que atende ao eixo do Ouro Verde e chega até a região central. Outro lote de novos veículos é esperado para os próximos dias.

A Prefeitura de Campinas, por meio da Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas (Emdec) e da Secretaria de Transportes (Setransp), vêm acompanhando, junto aos operadores, a incorporação dos novos ônibus à frota do transporte público coletivo, desde o início de abril, quando a medida foi anunciada.

Os três novos ônibus substituem parte dos veículos da linha 114 com idade mais avançada, que passam a compor a frota reserva. Fica mantida, portanto, a oferta de seis veículos nos horários de pico.

Do modelo Euro 6, os veículos contam com ar-condicionado e wi-fi. Possuem 12,7 metros de comprimento e 260 cv (cavalo-vapor) de potência e têm capacidade para 38 passageiros sentados e outros 32 em pé.

1º lote: 30 novos ônibus

O primeiro lote a ser incorporado contempla 30 veículos – 20 da VB Transportes e outros 10 da Onicamp Transporte Coletivo. A incorporação inclui procedimentos de revisão e adequação (pintura da carroceria e regularização da documentação), que precedem o início da operação.

Além destes, outros 20 veículos serão incorporados pela VB no segundo lote, completando os 50 ônibus previstos.

Outras linhas serão contempladas gradativamente

Os demais 27 veículos do primeiro lote que estão em processo de compra e incorporação vão reforçar linhas das seguintes regiões, nas próximas semanas:

Ouro Verde:

115 (Adhemar de Barros)
117 (DIC VI)
125 (Terminal Ouro Verde / Shopping Iguatemi)
Previsão de criação de uma linha semiexpressa, partindo da região dos DICs

Nova Europa / Parque Jambeiro / Swiss Park:

402 (Parque da Figueira)
404 (Jardim Maria Rosa)
429 (Swiss Park II)
430 (Swiss Park)

Licitação prevê modernização total da frota

Vale lembrar que a total modernização dos veículos do sistema de transporte público está atrelada à nova licitação, que prevê renovação de 100% da frota, inclusive do BRT, e ar-condicionado em todos os veículos, além de wi-fi, tomadas USB, câmeras CFTV, GPS e terminal de computador de bordo, ao longo do contrato. A minuta do edital da licitação foi publicada no dia 2 de abril e segue aberta para consulta pública até o dia 2 de julho.

A consulta à minuta e o envio de sugestões podem ser feitas pelos sites da Prefeitura de Campinas e da Emdec, no hotsite www.emdec.com.br/novotransporte.

Entre os pontos contemplados na nova licitação estão a sustentabilidade, com a previsão de 60 ônibus elétricos, que não emitem poluentes e circulam com baixo ruído; mais transparência na gestão da remuneração, com o Sistema de Arrecadação e Remuneração sendo gerido pelo Poder Público e pelas operadoras; e a incorporação do PAI-Serviço, que terá novos índices de desempenho, sistemas de gestão e incorporação de novas tecnologias nos veículos.

A publicação da minuta do edital da nova concessão e abertura de consulta pública aconteceu dentro dos primeiros 100 dias da atual gestão municipal.

Informações: Prefeitura de Campinas

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BRT de Campinas beneficia mais de 400 mil pessoas

O primeiro BRT da história de Campinas foi concluído nesta terça-feira (13). É mais agilidade, conforto e eficiência para quem utiliza o transporte público. O total investido na obra é de R$ 975 milhões, dos quais R$ 570,2 milhões foram aportados pelo Ministério das Cidades.

O secretário Nacional de Mobilidade Urbana, Denis Andia, acompanhou o prefeito Dário Saadi na cerimônia de entrega do Sistema BRT de Campinas e do Terminal Ouro Verde, o último a ser colocado em funcionamento. O avanço da mobilidade brasileira em prol da população foi comemorado.

“Uma obra como essa leva tempo para ser realizada, não é fácil. Toda vez que se tem uma como essa, a gente está falando sobre muito mais do que concreto, muito mais do que os eixos do BRT, muito mais do que números. O foco são as pessoas”, disse o secretário Denis Andia.

O sistema é composto por três corredores principais: Ouro Verde, Campo Grande e Interligação Perimetral. Juntos, totalizam mais de 36 quilômetros de extensão e devem beneficiar cerca de 425 mil pessoas, o equivalente a 40% da população de Campinas. A expectativa é de que cerca de 250 mil passageiros utilizem o transporte diariamente. 

O João Vyctor já sentiu o tempo de seu deslocamento diminuir. “O BRT é bem mais rápido do que os ônibus tradicionais, então acaba sendo bem mais útil, também. O novo terminal é bonito e parece que vai funcionar”, afirmou o rapaz, que estava a caminho de assinar a papelada do novo emprego.

No corredor Campo Grande, os passageiros conseguem economizar até 25 minutos por viagem. Já nos corredores Ouro Verde e Interligação Perimetral, a redução média do tempo de deslocamento é de 10 minutos, trazendo mais praticidade e qualidade de vida para milhares de usuários.

Além do novo BRT de Campinas, outros investimentos do Ministério das Cidades prometem dar frutos em breve, como o BRT do Corredor Central de Campinas, que já está contratado e em fase de aprovação de projetos. Avançam também a elaboração dos projetos do Terminal Campo Belo e a remodelação do Terminal Amarais. No campo da mobilidade sustentável, estão previstas as aquisições de 256 ônibus elétricos e 256 ônibus a diesel de motor Euro 6.

Assessoria Especial de Comunicação Social do Ministério das Cidades

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Trinta novos ônibus reforçarão linhas do Ouro Verde, Jambeiro e Nova Europa

terça-feira, 6 de maio de 2025

A Prefeitura de Campinas informou que 30 dos 50 novos ônibus que vão reforçar a frota do transporte público coletivo de Campinas estarão disponíveis ao longo das próximas semanas. O prazo inicialmente acordado para a operação de parte dos veículos precisou ser estendido em função dos procedimentos que envolvem a compra e a locação dos ônibus. Após a incorporação, os operadores devem iniciar os procedimentos de revisão e adequação (pintura da carroceria e regularização da documentação), que precedem o início da operação.

A Prefeitura de Campinas, por meio da Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas (Emdec) e a Secretaria de Transportes (Setransp), vem acompanhando junto aos operadores a incorporação novos ônibus à frota do transporte público coletivo, desde o início de abril, quando a medida foi anunciada.

“A escolha das regiões que vão receber o reforço na operação foi realizada a partir do monitoramento diário realizado pela Emdec. A ideia é estudar também a ampliação da frota que circula no BRT”, destacou o presidente da Emdec, Vinicius Riverete.

Linhas contempladas

O planejamento inicial é que o primeiro lote de 30 veículos reforce a operação do transporte nas seguintes regiões:

Ouro Verde:

114 (Jardim Melina / Corredor Central).
115 (Adhemar de Barros).
117 (DIC VI).
125 (Terminal Ouro Verde / Shopping Iguatemi).

Previsão de criação de uma linha semi expressa, partindo da região dos DIC’s

Nova Europa / Parque Jambeiro / Swiss Park:

402 (Parque da Figueira).
404 (Jardim Maria Rosa).
429 (Swiss Park II).
430 (Swiss Park).

Neste primeiro lote, a VB vai incorporar 20 veículos e outros 10 serão incorporados pela empresa Onicamp.  Além destes, outros 20 veículos serão incorporados pela empresa VB no segundo lote, completando os 50 ônibus previstos. Os novos carros vão contar com ar-condicionado e carregadores USB.

A modernização dos veículos do sistema de transporte público está atrelada à nova licitação, que prevê renovação de 100% da frota, inclusive do BRT, e ar-condicionado em todos os veículos, além de Wi-fi, tomadas USB, câmeras CFTV, GPS e terminal de computador de bordo, ao longo do contrato. A minuta do edital da licitação foi publicada no dia 2 de abril e segue aberta para consulta pública até o dia 2 de julho.

A consulta à minuta e o envio de sugestões podem ser feitas pelos sites da Prefeitura de Campinas e da Emdec, no hotsite http://www.emdec.com.br/novotransporte.

Entre os pontos contemplados na nova licitação estão a sustentabilidade, com a previsão de 60 ônibus elétricos, que não emitem poluentes e circulam com baixo ruído; mais transparência na gestão da remuneração, com o Sistema de Arrecadação e Remuneração sendo gerido pelo Poder Público e pelas operadoras; e a incorporação do PAI-Serviço, que terá novos índices de desempenho, sistemas de gestão e incorporação de novas tecnologias nos veículos.

Informações: HoraCampinas

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Recém-inaugurado, Terminal BRT Ouro Verde é alvo de elogios e críticas da população

segunda-feira, 28 de abril de 2025

Inaugurado a pouco tempo, o Terminal BRT Ouro Verde arrancou elogios dos usuários, entrevistados na manhã de ontem pela reportagem do Correio Popular devido ao seu tamanho, modernidade e beleza, mas também despertou olhares críticos de pessoas que encontraram algumas falhas, em especial em relação à acessibilidade para pessoas com deficiência (PcD) que transitam na calçada da Avenida Ruy Rodriguez, no sentido Centro, que continuam sendo obrigadas a seguir até o Terminal Ouro Verde para acessar o Terminal BRT. Aliado a isso, alguns usuários também se queixaram do estado de conservação e condições de operação de alguns ônibus das duas linhas que atualmente integram o Terminal BRT Ouro Verde, a 10 e a 11.

Os aposentados Luiz Aparecido Gomes da Silva, de 68 anos, e Rogério da Silva Amâncio, de 46 anos, elogiaram toda a estrutura do novo terminal. Amâncio é deficiente visual e usa o BRT para chegar ao Instituto de Cegos Campineiros Trabalhadores (ICCT). Ele mora na região do Campos Elíseos. “Estou estreando o Terminal e senti diferença, e boa por sinal, com o piso podotátil, pois ele me facilita a me direcionar aqui dentro”, explicou Amâncio ao lado da mulher, a streamer Patrícia da Silva Amâncio. “Descemos do BRT e agora vamos pegar um ônibus no Terminal Ouro Verde para chegar à Avenida Washington Luiz. Sentimos a diferença logo que saímos do elevador. Muito bom mesmo”, comentou ela.

Já o aposentado Silva perdeu parcialmente a visão do olho direito e passou a usar bengala para se locomover. Ele também estava estreando o novo espaço e gostou da estrutura pela sua grandiosidade. “Tem escadas rolantes, elevador. Bem sinalizado. Ficou muito bom, sem contar que agora temos dois ônibus como opção para ir rapidamente até o centro”, destacou.

Por outro lado, a dona de casa Joíra Meireles, de 53 anos, sentiu a necessidade de uma rampa de acesso de apoio para interligar a rampa de acesso oficial que fica no sentido bairro. Segundo ela, idosos e pessoas com alta médica que dependem de ônibus terão que caminhar um pouco mais, mesmo com mobilidade reduzida, para chegar à entrada da rampa. Para ela, deveria ter uma pequena rampa que começasse do lado da rua de saída do hospital e um elevador para pessoas com deficiência que transitam na calçada do lado oposto da rampa de acesso. “Se fizeram um terminal moderno pensando na acessibilidade e conforto dos usuários, deveriam ter pensado também nestes acessos.”

ESTRUTURA

O espaço, exclusivo para os passageiros do BRT (Bus Rapid Transit), ocupa 26 mil metros quadrados e foi construído na Avenida Ruy Rodriguez próximo ao Hospital Ouro Verde. A estrutura conta com três acessos, um deles localizado no sentido bairro, partindo da avenida, através de uma rampa de acessibilidade considerada extensa para os usuários, mas que segue a legislação de construção para rampas, segundo os especialistas da Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas (Emdec). Um segundo acesso, somente escadaria, fica ao lado de um dos pontos de saída e entrada de de ônibus do Terminal Ouro Verde, no sentido Centro, e um terceiro, que é uma rampa, parte do interior do Terminal Ouro Verde.

O prédio do Terminal BRT foi construído no canteiro central da Avenida Ruy Rodriguez e o primeiro espaço, um saguão bem amplo, conta com catracas para quem entra pelo lado do hospital e uma cabine de bilhetagem. Para chegar ao setor de embarque, há uma escada comum, duas escadas rolantes (sobe e desce) e o elevador. Tanto nas rampas como no interior do terminal existe piso podotátil, para pessoas com deficiência visual. Os banheiros para usuários existem apenas no Terminal Ouro Verde. Os funcionários do BRT utilizam como sanitário um espaço ao lado do Terminal BRT.

O espaço é atendido pelas linhas BRT10 (Ouro Verde) e BRT11 (Vida Nova), mas a expectativa é que a licitação do transporte público em andamento possa incluir novas linhas para o sistema. Como o Terminal é recém-inaugurado, educadores e agentes da mobilidade urbana da Emdec ficarão no local até quarta-feira orientando e distribuindo folhetos informativos. “O primeiro dia foi bem bagunçado, pois até os agentes não sabiam informar ao certo, mas, no geral, a estação ficou muito bonita”, disse a balconista Patrícia Maria Ribeiro, que usa o BRT10 até o Corredor Central em frente à Prefeitura. “O que estranhei até agora foi a falta de fila para embarcar, no primeiro dia foi muito bagunçado. Antes, no ponto do Terminal Ouro Verde, existiam filas, mas aqui dentro do Terminal BRT as pessoas foram entrando sem respeitar”, criticou Patrícia.

BRT10 E BRT11

Com o Terminal BRT Ouro Verde, o sistema BRT se tornou 100% operacional. O sistema conta com sete linhas, quatro no Campo Grande e três no Ouro Verde. No Campo Grande, existem as linhas BRT20 (Campo Grande - paradora), com 16 veículos no horário de pico da manhã e 14 no pico da tarde; BRT21 (Campo Grande – semiexpressa), com seis veículos no pico da manhã e 8 no pico da tarde; BRT25 (Satélite Íris – paradora), com nove veículos nos picos; e o BRT26 (Satélite Íris – semiexpressa), com três veículos nos picos.

No Terminal BRT Ouro Verde atende inicialmente o BRT10 (Ouro Verde - paradora), com nove veículos nos picos, e o BRT11 (Vida Nova - paradora), com dez veículos nos picos. Ainda há o BRT12 (Santa Lúcia - paradora), com quatro veículos nos picos.

A Emdec estima que o BRT10 é responsável pelo transporte de 13.303 passageiros em média por dia útil, enquanto circulam 13.289 no BRT11. Esses números são baseados em dias úteis e horários de pico do ano passado, considerando que nos terminais não foi possível identificar os usuários que são de linhas alimentadoras.

A reportagem fez o percurso do BRT10 entre o Terminal BRT Ouro Verde ao Terminal Central, passando pelo Terminal Mercado que faz conexão com o BRT Campo Grande, de volta ao Terminal Central, totalizando 48 minutos de viagem. Neste caminho, foi possível encontrar usuários de todos as linhas e bairro, e até quem usou dois sistemas de integração BRT, como a assistente administrativa Isabella Rodrigues, de 25 anos. Ela começou a viagem no BRT Ouro Verde e terminaria no ponto final do BRT Campo Grande. Segundo Isabella, ela levaria 1h30 para chegar ao destino e elogiou a integração, avaliando como bem rápida e cômoda.

OUTRO LADO

Sobre as críticas, a Emdec informou que a operação dos corredores BRT foi iniciada em novembro de 2022, antes mesmo de finalizar a licitação do transporte, e que os veículos foram adaptados para atender às estações e terminais do BRT. A operação dos ônibus, segundo a empresa, é fiscalizada. As situações de quebra ou problemas de manutenção resultam em autuações para as empresas.

De acordo com a Emdec, a total modernização dos veículos do sistema de transporte público está atrelada à nova licitação, que prevê renovação de 100% da frota, inclusive do BRT, com ar-condicionado, Wi-Fi, tomadas USB, câmeras CFTV, GPS e terminal de computador de bordo, ao longo do contrato. A minuta do edital da licitação foi publicada no último dia 2 e segue aberta para consulta pública até o dia 2 de julho.

Sobre a infraestrutura, a Prefeitura informou que as obras do BRT foram feitas seguindo todos os critérios técnicos estabelecidos no que diz respeito, inclusive, à acessibilidade. Também acrescentou que será verificado o projeto do Terminal BRT Ouro Verde e se é necessária alguma intervenção para melhorar a acessibilidade.

Informações: Correio

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Prefeitura de Campinas inicia sinalização para indicar os sistemas cicloviários do município

segunda-feira, 14 de abril de 2025

A Prefeitura de Campinas, por meio da Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas (Emdec), inicia a sinalização indicando os sistemas cicloviários do município. A sinalização, que será concluída até o final de maio, funcionará como um “guia” de ciclovias, ajudando os ciclistas a se orientarem em seus deslocamentos, indicando destino e tempo de percurso. Sistemas cicloviários são rotas (ciclovias, ciclofaixas, ciclorrotas e calçadas compartilhadas / partilhadas) interligadas, que permitem a conexão entre vários pontos de interesse e bairros, utilizando a bicicleta como modal de transporte.

“A nossa meta é sempre prestar um serviço de qualidade para os campineiros; e, ao iniciar a sinalização das rotas de ciclovias e remodelar o mapa cicloviário no site da Emdec, estamos oferecendo aos ciclistas uma ferramenta completa e interativa, com informações detalhadas sobre extensão, bairros atendidos e até uma navegação por Street View, tornando Campinas cada vez mais conectada e segura para todos", destaca o prefeito Dário Saadi.

Os sistemas cicloviários proporcionam o acesso a equipamentos públicos importantes, como unidades de ensino (escolas e creches), de saúde (postos, centros e hospitais), praças esportivas, subprefeituras, comércios, entre outros. Além de realizar a ligação com o transporte público coletivo (terminais urbanos e estações de transferência do BRT).

O objetivo é de integrar a bicicleta como modal de transporte para pequenos deslocamentos, aliado, caso necessário, ao deslocamento maior, feito pelo transporte público. A bicicleta é indicada para deslocamentos curtos, com raio em torno de 5 km. O conceito de “last mile” (última milha). Com velocidade média de 15 km/h, o tempo médio do percurso fica em 20 minutos.

Nos trechos de sistemas cicloviários há paraciclos ou bicicletários.

“Esse é mais um serviço, que estamos realizando, para facilitar e ajudar os ciclistas a definirem qual a melhor rota para os deslocamentos. E, realmente, adotarem a bicicleta como um meio de transporte”, enfatiza o presidente da Emdec, Vinicius Riverete.

Sinalização
Foram desenvolvidos dois tipos de placas de sinalização. As placas previstas no Código de Trânsito Brasileiro (CTB), que indicam a direção das rotas cicloviárias, extensão e tempo de percurso. E uma placa, com o nome do sistema cicloviário e um QR Code, que direciona para o site da Emdec, diretamente para o mapa cicloviário.

O mapa vai oferecer várias informações sobre todas as ciclovias em operação, em Campinas. Por meio dele é possível saber quais as características de cada rota, extensão, bairros atendidos por ela e inclusive fazer um passeio virtual, usando a ferramenta “street view”.

A primeira sinalização de sistema cicloviário irá ocorrer na região do distrito do Campo Grande.

Conheça os Sistemas Cicloviários
Atualmente foram estabelecidos nove sistemas cicloviários, que possibilitam a interligação de rotas cicloviárias que foram implantadas no município. Eles praticamente atendem quase todas as regiões do município.

- Ciclovia Campo Grande
Interligação das rotas cicloviárias Campina Grande / São Luiz (2,95 km) + Parque Floresta + Praça João Amazonas / Terminal Itajaí + Praça Concórdia + chegando ao Terminal BRT Campo Grande (5,12 km).
Trajeto: Sai do entroncamento entre os bairros Campinas Grande e São Luiz. Segue pela Estrada Municipal CAM 268 (Estradão). Chega até a rua Juvenal Fernandes, com uma derivação para o Parque Floresta / Jardim Bassoli. Seguindo à direita, chega até a Praça João Amazonas, com uma derivação chegando até o Terminal Itajaí. Seguindo em frente, chega até a Praça da Concórdia, com prolongamento até o Terminal BRT Campo Grande. Percurso tem paraciclos em locais estratégicos.
Extensão: 9,50 km.
Tipo: Ciclovia, ciclofaixa e calçada partilhada.

Interligação das rotas cicloviárias Florence II (1,7 km) + Florence II / Pirelli (1 km) + Pirelli / Sirius (2,6 km) + Pirelli / Satélite Íris (0,70 km) + Bela Aliança 1 (5 km) + Bela Aliança 2 (3,36 km).
Trajeto: Começa no entroncamento das vias Valdemar Bento de Oliveira (marginal da avenida John Boyd Dunlop) com a avenida Nelson Ferreira de Souza. Bem ao lado da Estação BRT Rossin. Tem derivação pela avenida Nelson Ferreira de Souza, chegando até o entroncamento com a rua Severina Ribeiro da Cruz (Florence II). Segue margeando a avenida JBD, passando pela Estação BRT Florence, ao lado da Pirelli. Tem uma derivação pela rua Lúcio Esteves, em direção ao Residencial Sirius. Segue, pela avenida John Boyd Dunlop, até o Terminal BRT Satélite Íris. A partir daí, dá acesso à rota cicloviária da Bela Aliança, chegado perto do entroncamento com o viaduto da rodovia dos Bandeirantes (SP-348). Percurso tem paraciclos em pontos estratégicos.
Extensão: 13,10 km.
Tipo: Ciclovia, ciclofaixa e calçada partilhada.

- Ciclovia Ouro Verde
Trajeto: Início na rua Paulo Vianna de Souza, na Vila União. Segue com trajeto em duas faixas, até o entroncamento com a rua Dona Esmeralda Oliveira Mathias, onde há uma bifurcação. Na rotatória, tem continuidade com uma faixa de mão única, contornando o Parque Linear (Parque Ecológico Luciano do Valle). Depois, retorna ao ponto de encontro, na rotatória com a rua Paulo Vianna de Souza.
Extensão: 3,4 km.
Tipo: Ciclovia, ciclofaixa e calçada compartilhada.

- Ciclovia Nova Aparecida
Interligação de três rotas cicloviárias nas vias Dom Agnelo Rossi (1,3 km) + Papa João Paulo II (0,345 km) + Trecho 2 da Dom Agnelo Rossi (0,345 km).
Trajeto: Três ciclovias no canteiro central das avenidas Dom Agnelo Rossi e Papa João Paulo II. Todas dão acesso ao Terminal Padre Anchieta. Trecho 1 da Dom Agnelo Rossi, a partir da rua Amantino de Freitas. Avenida Papa João Paulo II, entre e rua São Hipólito e a rua São Tomás de Aquino. Trecho 2 da Dom Agnelo Rossi, entre a avenida Papa João Paulo II e a Rua São Matias. No Terminal Padre Anchieta há bicicletário.
Extensão: 1,8 km.
Tipo: Ciclovia.

- Ciclovia Santa Isabel
Interligação das rotas cicloviárias no distrito de Barão Geraldo.
Trajeto: Pela avenida Santa Isabel, partindo do Terminal Barão Geraldo. Chega até a Moradia Estudantil. Passa por diversos pontos de interesse; e dá acesso a Unicamp.
Extensão: 2,20 km.
Tipo: Ciclovia, ciclofaixa, calçada compartilhada e ciclorrota.

- Ciclovia Toca da Mangava
Interligação das rotas Vila Santana até a Toca da Mangava, nos distritos de Sousas e Joaquim Egídio.
Trajeto: Começa na Vila Santana (Sousas), na avenida Júlia Conceição Alves. Segue pelas vias Anésio Lafayette Raizer, Dr. Antônio Carlos Couto Barros, Artur Teixeira de Camargo, Antônio Prado e Jacinto Martinelli. A partir desse trecho, a rota cicloviária é por estrada de terra. O percurso termina na estrada Sousas / Joaquim Egídio, no Centro de Cultura Cervejeira Toca da Mangava.
Extensão: 4,0 km.
Tipo: Ciclovia, ciclofaixa, calçada partilhada e ciclorrota.

- Ciclovia Opasa
Interligação das rotas cicloviárias Aurélia (ciclovia + ciclofaixa = 2,3 km) + Garcia / Aurélia (1,7 km) + Garcia / Londres (1,84 km) + Opasa (3,7 km).
Trajeto: Há várias possibilidades de trajeto. Mas, basicamente, partindo da avenida John Boyd Dunlop, ao lado da Estação BRT Aurélia, onde há paraciclos, ela segue pela ciclofaixa ao longo da avenida Império do Sol Nascente, chegando até a avenida Brigadeiro Rafael Tobias de Aguiar, onde há ciclovia no canteiro central. Neste ponto há derivações, ou seguindo pela ciclovia da avenida; ou acessando a rota Garcia – Aurélia, pela rua João Silveira Bello. Daí, segue pela via, passa por baixo da Rodovia Anhanguera (SP-330), cruza o Ribeirão Piçarrão e segue pela Agenor Topinel e avenida Padre Manoel de Nóbrega até o cruzamento com a avenida Transamazônica. Neste ponto, ela pode derivar em direção à ciclovia Opasa, que começa entre as vias Cormorão e Canário, no bairro Vila Padre Manoel de Nóbrega, próximo ao Campus II da PUC Campinas; ou para a rota Garcia – Londres. A Opasa segue pela faixa de dutos da Transpetro, atravessando a avenida John Boyd Dunlop e chegando até a região do Ouro Verde na rua Madre Eduarda Shafers, próximo à avenida Carlos Lacerda (perto do Terminal Vila União e do Terminal BRT Santa Lúcia). A Garcia – Londres dá acesso à avenida John Boyd Dunlop, no entroncamento com as ruas Godofredo Batista Carvalho e Ataúlfo Alves, segue pela Praça Lo Schiavo, até o cruzamento com a avenida Ibirapuera. E segue pela via até o cruzamento com a rua Millôr Fernandes, onde conecta-se com a Opasa.
Extensão: 8,6 km.
Tipo: Ciclovia, ciclofaixa e calçada partilhada.

- Ciclovia Nova Europa
Interligação das rotas cicloviárias nas vias Washington Luiz (1,4 km) + Baden Powell (2,4 km) + Parque Prado (2,6 km). Possibilita o acesso à Ciclovia da Coudelaria, que chega até Valinhos; a à ciclovia da avenida Prefeito Magalhães Teixeira, chegando até o São Bernado / Parque Industrial.
Trajeto: Há várias possibilidades de trajeto. Um deles é começar na avenida Washington Luiz no canteiro central da via, na Estação de Transferência Parque Prado, onde há paraciclos. Há uma derivação para a Parque Prado, pelo canteiro central das avenidas Brunoro de Gasperi e São José dos Campos, chegando até a avenida Baden Powell. Há uma derivação dela entre as vias Bruno de Gasperi e São José de Campos, seguindo pela São José dos Campos até a rua Plínio Pereira Neves, com possibilidade de engate com a ciclovia da avenida Prefeito Magalhães Teixeira. Pelo outro lado, chegando na metade de ciclovia da Baden Powell. A ciclovia Baden Powell começa na rotatória das avenidas Baden Powell com Estados Unidos. Se estende por toda a via, até chegar à avenida Washington Luiz / Lux Aeterna. Voltando para o trecho inicial da Washington Luiz, ela chega até a Baden Powell. No caminho há acesso para a ciclovia da Coudelaria, na rodovia Visconde do Rio Branco, que chega até Valinhos.
Extensão: 6,30 km, sem contar as extensões da Prefeito Magalhães Teixeira e da Coudelaria.
Tipo: Ciclovia e ciclorrota.

- Ciclovia Flamboyant
Interligação das rotas cicloviárias Nova Campinas – Flamboyant (6,9 km) + Nova Campinas – São Fernando (1,09 km) + José Bonifácio (0,44 km).
Trajeto: Basicamente, saindo do Portão II do Parque Ecológico Monsenhor Emílio José Salim. Seguindo à esquerda, pela avenida Dr. Avenida Dr. Manoel Afonso Ferreira, como ciclofaixa junto ao canteiro central, ela chega até a rua Serra Dourada, no Jardim São Fernando. Saindo pelo Portão II do Parque Ecológico, e seguindo à direita, como ciclofaixa junto ao canteiro central da avenida Manoel Afonso Ferreira, ela segue até o entroncamento com a avenida Dr. Moraes Salles; e, depois, pelas vias Dr. Jesuíno Marcondes Machado, José Bonifácio e Mogi Guaçu. Na Mogi Guaçu tem uma ligação para o canteiro central da avenida José Bonifácio, seguindo até a Paróquia Imaculado Coração de Maria. No trecho há pontos com paraciclos.
Extensão: 9,60 km.
Tipo: Ciclofaixa e ciclovia.

- Ciclovia Escola de Cadetes
Interligação das rotas cicloviárias Escola de Cadetes (2,7 km) + Amarais (6,9 km) + Theodureto (1,6 km) + Taquaral – Arautos (5 km).
Trajeto: Há várias possibilidades de trajeto. Um deles é seguindo dos bairros para o Taquaral, ela pode começar pelo traçado da Escola de Cadetes, saindo na avenida Getúlio Vargas, ao lado do Clube Círculo Militar. Segue pela avenida Papa Pio XII até a Praça Tiro de Guerra, onde tem uma derivação para as avenidas Luis Smânio e Andrade Neves. Indo pela avenida Luis Smânio, o sistema segue como calçada compartilhada até a avenida Theodureto de Almeida Camargo, onde se integra com as rotas cicloviárias Amarais e Theodureto. Seguindo à esquerda, está a rota cicloviária Amarais, com trajeto pela avenida Cônego Antônio Roccato e pela rua Sylvia da Silva Braga, chegando até a Estação de Transferência Amarais. Seguindo pela direita está a rota cicloviária da avenida Theodureto de Almeida Camargo, que começa na Praça Vinte e Cinco de Abril e segue até a Octávio da Silva Leme (rotatória da Avenida Almeida Garret, junto à Lagoa do Taquaral). Daí, acesso para a rota cicloviária no entorno da Lagoa do Taquaral e Arautos da Paz.
Extensão: 16 km.
Tipo: Ciclovia, ciclofaixa e calçada compartilhada e calçada partilhada.

Rotas cicloviárias em Campinas
Com a entrega da ciclofaixa da José Paulino, em 31 de março último, Campinas ultrapassou os 120 km (120,68 km) de rotas cicloviárias (ciclovias, ciclofaixas, ciclorrotas e calçadas compartilhadas / partilhadas). Na gestão do prefeito Dário Saadi foram construídos 54,2 km de rotas para ciclistas. Em 2024 foram dez entregas.

Atualmente, estão em implantação os seguintes traçados:
- Mercedes Benz / Terminal Ouro Verde. Começa no entroncamento com a rodovia Santos Dumont (SP-075), na região do Distrito Industrial de Campinas (DIC). São 8,52 km de trechos com ciclovia, ciclofaixa e ciclorrota, que atenderão áreas industriais, comerciais e instituições públicas, promovendo a integração com o transporte público coletivo. Os investimentos são da ordem de R$ 2,5 milhões. É fruto de contrapartida com a empresa Savoy Imobiliária e Construtora Ltda.; e possui gestão da Emdec. No trajeto da infraestrutura cicloviária há 3,20 km de ciclovia, 2,40 km de ciclofaixa e 2,92 km de ciclorrota. São 8,52 km de rotas cicloviárias. O trajeto atende vias importantes, como Mercedes Benz, dos Metalúrgicos, Barão Smith de Vasconcelos, Fernando Paolieri, Martinho Lutero, Major Oswaldo Esteves, Arymana, Apiaba, Igaci, Alaor Côrrea Telles, Rafael Iório e Armando Frederico Renganeschi. A rota cicloviária corta bairros da região, como Distrito Industrial, Planalto de Viracopos, Aeronave, Jardim Adhemar de Barros, São Cristóvão, Jardim Cristina, Jardim Ouro Verde e Chácara São José. Na região há diversas industriais, áreas comerciais e equipamentos públicos, como escolas e postos de saúde. No Terminal Ouro Verde será instalado paraciclo.

- Parque Via Norte. Terá 3,13 km. Começa como ciclovia na rua dos Cambarás, a partir da rua Dr. Alberto Franco Lamounier. Passa pela Praça Maria Iraci dos Santos; prossegue pela Cambarás, em calçada compartilhada, até o cruzamento com rua Dr. Ataliba Batista Soares de Sá. A partir deste ponto, segue pelo canteiro central, como ciclovia, até a rua das Acácias. Continua pelo lado direito, em ciclovia, margeando o passeio existente até a rua dos Ipês Amarelos. Prossegue pelo canteiro central pelo lado direito, margeando a estrada Luiz Fernando Rodriguez, até a rua das Imbuias. Terá paraciclos. No trajeto, há equipamentos públicos e locais de interesse importantes, como a Praça Maria Iraci dos Santos, que possui academia ao ar livre, centro de saúde, escolas, templos religiosos, comércios e empresas. Os investimentos são da ordem de R$ 2.420.962,45. O responsável pela obra é a empresa A. C. Pizziolo Engenharia Ltda.

- Parque Ecológico “Hermógenes de Freitas Leitão” – Barão do Café / Mata Santa Genebra. Terá 4,8 km. Ela começa na rua Mata Atlântica, prosseguindo pela avenida Engenheiro Jorge Bierrembach de Castro, rua Helenita Aparecida Bassan de Sá, até a avenida Dr. Eduardo Pereira de Almeida. Continua pela rua Gilberto Pattaro, até a avenida Santa Isabel, interligando com a ciclofaixa existente no local. No outro trecho, inicia na rua José Martins, interligando com a ciclovia existente no local, seguindo pela rua Antônio Pierozzi, até a Praça Durval Pattaro. No traçado há comércios, áreas de lazer, templos religiosos e empresas. Ela terá paraciclos. Os investimentos são da ordem de R$ 1.705.000,00. O responsável pela obra é a empresa Engetela Comércio e Serviços Ltda.

Informações: EMDEC

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