Cobrança de tarifa do Expresso DF começa no dia 28

segunda-feira, 23 de março de 2015

O início da cobrança de tarifa no BRT Sul, a partir do dia 28, vai provocar alterações nas linhas alimentadoras – que fazem a ligação de bairros de Santa Maria e Gama com os terminais das duas regiões. A tarifa desses ônibus vai subir de R$ 2 para R$ 3 e será integrada ao BRT – quando o passageiro chegar aos terminais, não terá de pagar uma segunda tarifa.

A tarifa no BRT, chamado de Expresso DF, vai custar R$ 3. Desde o início da operação do BRT, em junho do ano passado, não havia cobrança de passagem. O anúncio oficial foi feito na manhã desta sexta-feira (20) pela Secretaria de Mobilidade Urbana e pelo DFTrans.

De acordo com o DFTrans, as chamadas linhas “paradoras”, que fazem embarque e desembarque de passageiros nos Eixinhos e nos pontos do Park Way,terão o trajeto estendido até a rodoviária central do Gama e ao terminal Sul de Santa Maria, na quadra 401– hoje elas têm como parada final nos terminais do BRT nas duas regiões.

Para embarcar nos veículos do BRT, os usuários deverão obrigatoriamente usar o cartão de bilhetagem automática. Durante a primeira semana, a venda do bilhete será reforçada nos terminais e estações.  Depois da primeira semana, a venda volta a ser feita exclusivamente nos postos fixos do DFTrans.

O Sistema de Transporte de Passageiros Eixo Sul (BRT Sul) liga o Gama, Park Way e Santa Maria à Rodoviária do Plano Piloto. O sistema atende 270 mil pessoas – cerca de 10% da população do DF.
A cobrança para R$ 3, segundo ao secretário de Mobilidade Urbana, Carlos Tomé, se dá como em todas as rotas que ligam as regiões administrativas ao Plano Piloto. "Agora fica caracterizado, sem sombra de dúvida, que é uma linha de ligação entre uma cidade e o Plano Piloto. É uma cobrança usual de todas as linhas dessa natureza. Não é nenhuma mudança de curso, nenhuma solução improvisada ou tirada da cartola. Apenas tiramos a operação daquela linha para dentro da legalidade e da sistemática adotada em todo o DF."

Cartão obrigatório
O diretor técnico do DFTrans, Adonias Ribeiro Gonçalves, disse que todos os ônibus das linhas paradoras são dotados de catracas e validadores que permitem o uso qualquer tipo de cartão – vale-transporte, Cidadão, PNE, estudantil e sênior.

"Estamos colocando a necessidade do bilhete, mas vamos facilitar a vida daquele passageiro que chega num primeiro momento e não tem como embarcar. Quem chegar ao terminal de Santa Maria e Gama vai ter um cobrador para atender ele num primeiro momento, mas, em um segundo momento, precisamos que todos tenham o bilhete", disse.

"Todos os tipos de cartões hoje utilizados pela população poderão ser utilizados normalmente e recarregados em qualquer uma das lojas do BRT na Rodoviária, Galeria, na estação do BRT do Gama, em Santa Maria, na Rodoviária do Gama e teremos em Santa Maria um ônibus capaz de vender o cartão e carregar crédito", disse. "Para quem tem o cartão pode carregar com R$ 3, que é o valor da passagem, mas sempre recomendamos que carregue com mais crédito."

Extensão das linhas
Os veículos das linhas expressas só param nos principais terminais: BRT do Gama, Santa Maria e Park Way e rodam pelo Eixão. As linhas paradoras buscam e recolhem passageiros no Eixinho Sul, nos terminais do Park Way, Caub, Periquito e Santos Dumont, e também passarão a coletar usuários dentro das regiões.

"A partir do dia 28, as linhas paradoras do BRT não terão mais como final o terminal de Santa Maria e Gama, e vão entrar pelas cidades coletando as pessoas dentro das regiões, diminuindo a necessidade das linhas alimentadoras", disse o secretário. "Não é uma nova sistemática que vá atender a 100% dos usuários, mas acreditamos que 40% dos usuários não mais precisarão fazer a troca de ônibus no terminal."

De acordo com Tomé, a extensão das linhas tem como objetivo reduzir a necessidade de transbordo nos terminais. "Dessa forma, buscando mais próximo de onde moram os passageiros e levando direto até onde moram, todo o tempo gasto com a mudança de ônibus será gasto com o tempo de viagem, e assim teremos uma redução significativa do tempo de viagem", disse.
"Não tinha muito sentido a gente ficar enchendo o ônibus de passageiro e chegava ao terminal e pegava outro cheio", disse o diretor-geral do DFTrans, Clóvis Barbará.

De acordo com ele, muitas estações que estavam sendo utilizadas como abrigo para moradores de rua e ponto de passagem passarão por reparos. "Estamos trabalhando na limpeza e vigilância desses locais que estavam bastante abandonados, alguns que nunca chegaram a retirar nem o restante do entulho as obras. Estamos melhorando, buscando humanizar o serviço", disse. "Vamos ter uma equipe em campo acompanhando toda a implantação desse sistema, explicando como funciona."

Informações: G1 DF

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Ônibus elétrico em teste circula pelas ruas de Goiânia

Circula pelas ruas de Goiânia um ônibus elétrico que é 100% movido a energia. Em fase de testes, o veículo faz o itinerário da linha 025, que vai do Terminal Bandeiras ao Terminal Isidória.Como funciona por meio de uma bateria, a emissão de poluentes é zero.

O veículo é da empresa chinesa BYD, especializada em veículos elétricos, e já passou por Curitiba (PR), São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ), Brasília (DF) e Belo Horizonte (MG). A companhia fez uma parceria com a Rede Metropolitana de Transportes Coletivos da Grande Goiânia (RMTC) para a realização dos testes, iniciados no início de fevereiro e que devem durar por mais um mês. O objetivo é analisar a viabilidade da operação dos ônibus ecologicamente sustentáveis no país.

Diariamente, o veículo faz 14 viagens na capital. A bateria é carregada durante a noite, por quatro horas, que são suficientes para a operação durante o dia. O motorista César Reis, que trabalha na linha, aprovou o novo modelo, que tem a visão mais ampla e conta com uma câmera que registra a movimentação dos passageiros no desembarque. “Além disso ele traz mais um pouco de conforto, tem direção hidráulica e é automático”, afirmou o condutor.

Outra vantagem do ônibus sustentável é a baixa emissão de ruídos. Quem já teve a possibilidade de andar no veículo, aprovou. “Ele é bem silencioso, tem um barulhinho bem baixinho, que dá vontade de dormir mesmo”, disse a cabeleireira Reila Priscila. Já dona de casa Irenildes Alves Costa conseguiu até tirar um cochilo. “Acordei muito cedo e como ele faz bem pouco barulho leva a gente a cochilar mesmo”, disse.

Apesar das vantagens citadas, alguns passageiros dizem que o veículo precisa de algumas adequações. “Ele é muito pequeno [na comparação com os ônibus comuns] e tem uma porta só. Então na hora de sair vira uma confusão. Fora que só tem duas cadeiras para idosos”, disse a estudante Alice Alves.

“Quando eu entrei nele achei que tinha ar-condicionado, mas não tem. Nesse calor que faz aqui, se tivesse seria bem melhor”, afirmou a promotora de eventos Jeissiely Marinho.

Mesmo assim, o estudante Gabriel Macedo, que circula no veículo desde o início dos testes, diz que ele é benéfico ao meio ambiente e torce para que os testes resultem na aprovação da operação definitiva do modelo. “Vejo vantagens na questão do combustível, já que haverá um consumo menor, por ele ser elétrico. Além disso, tem a questão da preservação ao meio ambiente, uma vez que vai reduzir a emissão de poluentes”, destacou.

Informações: G1 GO, com informações da TV 
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Em Campinas, Rede Temática facilita acesso a hospitais

Para facilitar o acesso da população que utiliza o transporte público coletivo municipal aos hospitais do município, Campinas possui uma rede temática da Saúde. São 17 linhas do Sistema InterCamp que circulam com placas frontais e laterais identificadas com uma cruz vermelha sobre um fundo branco, simbolizando que os itinerários atendem à rede hospitalar.

Os ônibus trazem, ainda, a lista dos hospitais, em vermelho, nas laterais. A intenção é facilitar a identificação dos itinerários e garantir mais rapidez e agilidade nos deslocamentos.

Dentro da rede temática também há o chamado Linhão da Saúde: a linha 5.02 – Circular / Cento. Essa linha atende cinco unidades hospitalares: Casa de Saúde, Irmãos Penteado, Mário Gatti, Renascença e Vera Cruz. Os ônibus também são diferenciados na padronização, já que além das sete maravilhas de Campinas, possuem adesivos temáticos ao redor de todo o veículo.

Confira as linhas temáticas da Saúde:

Linha 1.18 - Terminal Ouro Verde
Atendimento: hospitais Álvaro Ribeiro, Vera Cruz, Beneficência Portuguesa, Renascença, Irmãos Penteado e Casa de Saúde.

Linha 1.21 - Terminal Ouro Verde
Atendimento: hospitais Ouro Verde, Mário Gatti, Álvaro Ribeiro e Maternidade.

Linha 1.31 - Terminal Vida Nova
Atendimento: hospitais Ouro Verde, Mário Gatti, Álvaro Ribeiro e Maternidade.

Linha 1.54 - Terminal Vila União
Atendimento: hospitais Mário Gatti, Álvaro Ribeiro e Maternidade.

Linha 2.12 - Terminal Itajaí
Atendimento: PS Campo Grande, Hospital Celso Pierro e Maternidade.

Linha 2.13 - Terminal Itajaí
Atendimento: PS Campo Grande, hospitais Celso Pierro, Mário Gatti e Álvaro Ribeiro.

Linha 2.20 - Terminal Campo Grande
Atendimento: hospitais Celso Pierro, Renascença, Irmãos Penteado e Casa de Saúde.

Linha 2.64 - Vila Padre Anchieta
Atendimento: PS Padre Anchieta e Maternidade.

Linha 2.66 - Terminal Padre Anchieta / Hospital de Clínicas
Atendimento: PS Padre Anchieta e Hospital de Clínicas da Unicamp.

Linha 3.17 - Jardim São José / Jardim São Marcos
Atendimento: PS São José, hospitais Mário Gatti e Álvaro Ribeiro.

Linha 3.21 - Centro Médico / Bosque das Palmeiras
Atendimento: Centro Médico e Centro Boldrini.

Linha 3.30 - Unicamp
Atendimento: Hospital de Clínicas e Maternidade.

Linha 3.32 - Terminal Barão Geraldo
Atendimento: Hospital de Clínicas.

Linha 3.57 - PUCC
Atendimento: hospitais Madre Theodora e Irmãos Penteado.

Linha 4.02 - Parque da Figueira I e II
Atendimento: Hospital Samaritano.

Linha 4.99 - Iporanga
Atendimento: Hospital Santa Edwiges.

Linha 5.02 - Circular Centro
Atendimento: hospitais Renascença, Irmãos Penteado, Casa de Saúde, Mário Gatti e Vera Cruz.

Por Marcio Souza
Informações: EMDEC

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Grande Vitória: Frota do Mão na Roda começa a ser renovada

A frota do serviço especial Mão na Roda começou a ser renovada com a chegada do primeiro veículo zero quilômetro com o novo layout. A pintura segue o padrão dos veículos da frota renovada do Transcol, em que predomina a cor branca nas laterais e azul na parte da frente. Nos carros do Mão na Roda, porém, a cor da dianteira do veículo é rosa. Além do novo carro, que substitui um veículo de 2009, outros 13 foram reformados para garantir o conforto dos cadeirantes que utilizam o sistema.

O novo carro do Mão na Roda tem capacidade para transportar seis cadeirantes e seis acompanhantes, e todos os assentos são voltados para a frente do ônibus. Alguns carros menores da frota, que tem 25 veículos, contam com assentos voltados para a traseira para facilitar a movimentação de embarque e desembarque dos usuários.

No próximo ano, outros cinco veículos deverão ser substituídos, pois estão chegando à idade máxima permitida para esse tipo de transporte, que é de sete anos. Atualmente, a idade média dos veículos é de 4,4 anos, sendo que o contrato do serviço exige que a frota média não ultrapasse cinco anos.
O serviço especial Mão na Roda funciona desde 2000 e hoje tem 2.402 cadeirantes cadastrados. Em 2014 foram agendadas 121.265 viagens, das quais, 95.440 foram efetivamente realizadas. Nos dois primeiros meses de 2015, foram agendadas 14.683 viagens, sendo que foram realizadas 11.710.

Pessoas com deficiência motora, temporária ou permanente, que utilizam cadeira de rodas, podem participar do programa. O interessado deve realizar o pré-cadastro nos sites do GVBus (www.gvbus.org.br), ou na Ceturb (www.ceturb.es.gov.br). Os dados do formulário do candidato serão conferidos e será feita uma perícia médica, previamente agendada.

Informações: CETURB ES

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