São Paulo: Frota de automóveis paulistana aumentou 43,2% em 13 anos

domingo, 13 de junho de 2010


A frota de automóveis paulistana aumentou 43,2% em 13 anos, período em que a malha viária se expandiu apenas 23% e o sistema de transporte público pouco evoluiu. O resultado é a lentidão: no corredor de tráfego usado pela CET como parâmetro para a sua medição ? Rua da Consolação, Avenidas Rebouças e Eusébio Matoso ? a velocidade média dos veículos caiu 33% no horário de pico da tarde, o que significa que rodam a 11,7 quilômetros por hora. Com isso, o rodízio de carros já não produz os mesmos efeitos de 11 anos atrás. Mas o fato é que, se não fosse o rodízio, a cidade estaria paralisada dia e noite.

Planejado inicialmente pelo governo do Estado de São Paulo com vistas ao controle da emissão de poluentes, o rodízio foi adotado pela Prefeitura em 1999 com o objetivo de retirar das ruas pelo menos 20% dos veículos, dando mais fluidez ao tráfego. Durante o primeiro ano em que a medida vigorou, a velocidade média aumentou 24%, mas especialistas em mobilidade urbana alertaram que esse resultado seria revertido se não houvesse investimentos urgentes e contínuos em transporte público. A parcela da população que circulava lenta, mas confortavelmente, em seus carros só aceitaria usar transporte público se o serviço fosse eficiente, confortável e seguro. Sem isso, acabaria adquirindo um segundo veículo para driblar o rodízio.

O crescimento do índice de motorização de São Paulo mostra que o transporte público não conseguiu atrair os paulistanos. Em 1997, havia na cidade 46,2 veículos para cada grupo de 100 habitantes. Hoje, são 61 veículos para esse mesmo grupo.

No governo Marta Suplicy, um projeto de reformulação do sistema de ônibus municipais foi desenvolvido com grande competência. Pelos planos, os ônibus novos e modernos circulariam em corredores exclusivos ao longo das principais avenidas, livres dos congestionamentos, monitorados por GPS para assegurar trajetos racionais e a pontualidade dos veículos. Nas linhas internas dos bairros, a população seria atendida por micro-ônibus ou vans, com maior agilidade e conforto. Esses veículos deixariam de competir com os ônibus nos principais corredores, permitindo maior fluidez. Todo o sistema de ônibus seria integrado pelo Bilhete Único com o metrô e trens, o que permitiria mais viagens por tempo determinado ao custo de uma única tarifa.

No papel, o plano era perfeito. Na prática, Marta Suplicy se limitou a instituir o Bilhete Único e a construir uma parte dos corredores exclusivos planejados ? a parte mais visível e eleitoreira para quem buscava a reeleição à Prefeitura. O governo seguinte, de José Serra e Gilberto Kassab, não deu continuidade ao sistema, permitindo que grande parte dos corredores se degradasse e que a concorrência entre vans e ônibus voltasse aos pontos de maior movimento, comprometendo a eficiência planejada para o sistema.

Hoje, apesar da lentidão do trânsito, ou por isso mesmo, chegar ao destino de carro ainda é mais cômodo do que de ônibus. Em muitos trajetos, o tempo perdido no transporte público é o dobro do que é gasto de automóvel. Os avanços do metrô, apontado como a grande solução para a melhoria da mobilidade urbana na capital, ainda são demorados e tímidos. Além disso, as facilidades do Bilhete Único fizeram milhares de passageiros trocarem os ônibus pelo metrô e o resultado foi a superlotação do sistema.

Para não viajar espremidos nos vagões ou nos ônibus, milhares de ex-usuários do serviço público aproveitaram as facilidades de financiamento, a redução do IPI, a queda dos juros e compraram automóveis e motos, o que aumentou os congestionamentos nas ruas.

É impossível fugir à necessidade de urgentes e maciços investimentos, tanto na malha viária como nos serviços de transporte público. Mas também é evidente que a Prefeitura sozinha não tem recursos suficientes para dar conta desse recado. Dada a importância da cidade de São Paulo para a economia nacional ? e o prejuízo que sua crescente paralisia pode acarretar ?, o esforço financeiro conjunto da União, Estado e Prefeitura torna-se imperativo.

Fonte: Estadão

Vejam esta matéria exibida pelo programa Profissão Reporter da Rede Globo sobre o Caos que é o Trânsito de S. Paulo.

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DF: Greve de ônibus ou ônibus de Graça? Rodoviários decidem suspender greve geral impondo catraca livre


Em assembleia realizada no início da tarde deste domingo (13/6), os rodoviários decidiram não cobrar passagens dos ônibus durante os próximos dias. Uma greve geral estava programada para esta segunda-feira (14/6), mas a categoria decidiu circular com catracas liberadas em vez de paralisar as atividades. Cerca de 4,5 mil pessoas estavam presentes, de acordo com o Sindicato dos Rodoviários.

Inicialmente, a categoria votou pelo adiamento da paralisação em uma semana, mas a maioria dos presentes deu resposta negativa. Então, um dos representantes do sindicato sugeriu a catraca livre. A ideia foi aceita, mas muitos rodoviários deixaram a assembleia insatisfeitos, alegando que sentiram imposição do sindicato para a definição.

A decisão foi tomada por receio da multa diária R$ 100 mil, imposta pela Justiça, que seria paga caso a categoria não cumprisse a determinação de que 60% dos coletivos circulem durante a paralisação. Outro ponto relevante para a escolha do sindicato foi o fato de o governador Rogério Rosso ter se mostrado disposto a ajudar nas negociações.

Os rodoviários podem, ainda esta semana, adotar outras ações como forma de protesto: suspender os 30% extra da frota (meia viagem), que circulam nos horários de pico, ou continuar com as catracas livres e seguir realizando protestos ao longo da semana.

É possível que os empresários impeçam os ônibus de saírem da garagem nesta segunda. Os donos das empresas de ônibus, no entanto, ainda não confirmaram a informação e não se manifestaram oficialmente sobre o assunto. A única declaração dada até por volta de 14h é que esta decisão do sindicato é ilegal.

Sem negociação

Durante reunião realizada esta manhã entre sindicatos da categoria e o governo, não houve propostas para o fim das paralisações. Ambos alegam que, sem o aumento das tarifas cobradas hoje, não há possibilidade de reajustes.

Promessa de caos

Sem ônibus, a expectativa é de filas no metrô, congestionamento intenso devido ao maior número de veículos nas ruas e prejuízo para a população. A Justiça determinou que 60% das linhas de ônibus circulem durante a paralisação e o sindicato que representa os trabalhadores recorreu à Justiça trabalhista para baixar esse percentual para 20%, mas teve o recurso negado e garante que vai cumprir a determinação. Caso a decisão, pedida pelos patrões, não seja cumprida, a entidade pode desembolsar multa diária de R$ 100 mil.

Reivindicações

Os rodoviários pedem um reajuste salarial de 20%, além de aumento igual no tíquete cesta básica. Eles querem ainda plano de saúde, licença maternidade de seis meses, fim da obrigatoriedade da jornada extra e renovação da frota de ônibus com motor traseiro.

Fonte: Correio Braziliense
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DF: Representantes dos sindicatos e do governo se reúnem para nova tentativa de acordo


Mesmo com a tentativa do Governo do Distrito Federal (GDF) de evitar a paralisação dos rodoviários, a categoria dá novos sinais de que cruzará os braços a partir desta segunda-feira (14/6). Cerca de mil rodoviários estão reunidos neste domingo (13/6) no estacionamento do Conic, onde fica a sede do sindicato da categoria, para pleitar mais uma negociação.

O diretor do Sindicato dos Rodoviários, Lucio Lima, informou que por volta das 8h o presidente do Sindicato das Empresas de Transporte Coletivo do DF, Wagner Canhedo Filho, teria convocado representantes das duas categorias e do governo para tentar chegar a um acordo. Os rodoviários aguardam a decisão que sairá desta reunião, mas, por enquanto, não dão sinais de que vão ceder.

Promessa de caos

Sem ônibus, a expectativa é de filas no metrô, congestionamento intenso devido ao maior número de veículos nas ruas e prejuízo para a população. A Justiça determinou que 60% das linhas de ônibus circulem durante a paralisação e o sindicato que representa os trabalhadores recorreu à Justiça trabalhista para baixar esse percentual para 20%, mas teve o recurso negado e garante que vai cumprir a determinação.

Caso a decisão, pedida pelos patrões, não seja cumprida, a entidade pode desembolsar multa diária de R$ 100 mil.

Reivindicações

Os rodoviários pedem um reajuste salarial de 20%, além de aumento igual no tíquete cesta básica. Eles querem ainda plano de saúde, licença maternidade de seis meses, fim da obrigatoriedade da jornada extra e renovação da frota de ônibus com motor traseiro.

Fonte: Correio Braziliense
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Trânsito cada vez mais complicado em Natal


A cidade é outra, a realidade é a mesma. Em 2011 a municipalização do trânsito de Natal completará uma década e o transporte e o tráfego na capital potiguar continuam enfrentando o mesmo grande desafio de quase 10 anos atrás: evitar o estrangulamento das principais vias, devido ao aumento contínuo da frota, que se ampliou 13 vezes desde 1988. A solução é unânime entre os especialistas e passa necessariamente pela melhoria do sistema de transporte público, sem a qual se tornará quase impossível controlar um crescimento médio de 20 mil novos veículos por ano.

Taxista há 11 anos, Rodrigues Camilo da Silva não poupa críticas às mudanças pelas quais o trânsito natalense passou desde a municipalização. “Piorou 100%. Hoje em dia, em todo canto que você andar, as maiores vias como a Hermes da Fonseca, Salgado Filho, Bernardo Vieira, Prudente de Morais, vai ver congestionamento. E agora é o dia todo, antigamente era só no horário de pico”, recorda o profissional. No quesito “pior mudança”, ele dá medalha de ouro às modificações na Bernardo Vieira. “Piorou demais. Quiseram fazer no estilo de Recife e não teve condições”.

Já das melhorias, o taxista cita duas: “A ponte nova (Newton Navarro) melhorou muito o acesso à zona Norte e o Via Livre está melhorando bastante as ruas”. Em seu entender, era necessário transporte público de qualidade para a população deixar os carros em casa, ou o município adotar medidas como transformar a Salgado Filho e a Prudente de Morais em vias de mão única, “porque a situação é gravíssima”.

Os usuários dos transportes coletivos também não veem avanços. Manoel Alves trabalha em uma oficina de móveis e leva até mais de uma hora para fazer o percurso de menos de 10 km entre Petrópolis e o bairro de Pirangi. “Piorou muito, dá mais congestionamentos na cidade e os ônibus até têm dia que é bom, mas geralmente é fraco. Demoram. Então não melhorou é nada”, aponta.

Para quem se desloca para a zona Sul, a situação é cada vez pior e o secretário-adjunto de Trânsito do Município, Haroldo Maia, explica o motivo. “As mudanças no tráfego levam em conta o desenho urbano da cidade. Antes, por exemplo, só havia uma ligação entre zona Norte e Sul e isso era um problema. Agora com a nova ponte foi minimizado. Os pontos críticos aparecem em função da economia”, destaca.

Antigamente, lembra o secretário, o desejo de viagem das pessoas era para o centro da cidade, onde se concentravam serviços e comércios. “Hoje, com o Plano Diretor permitindo a abertura de negócios em todo o município o eixo vem mudando. Pela vocação turística, que é a mola de desenvolvimento de Natal, a região Sul, próximo à Ponta Negra, tem se tornado o desejo maior de viagem dos natalenses, reúne universidades, shoppings, hotéis, serviços e é onde as pessoas trabalham.

”Com isso, vias como a Roberto Freire, Salgado Filho e o trecho urbano da BR-101 se tornaram cada vez mais congestionadas. “Antigamente você pegava a Roberto Freire tranquilo para ir à praia, mas agora tudo está concentrado lá, serviços, supermercados, bancos, e a situação ficou bem diferente”, reconhece.

Transporte público é a solução

Os milhões previstos para serem investidos em obras de mobilidade urbana em Natal podem se limitar a meros paliativos, se não for dada prioridade ao transporte de massa. A opinião é do secretário adjunto de Trânsito do Município, Haroldo Maia. “O principal desafio para todos os municípios, sobretudo as capitais, é administrar a circulação da frota crescente, em um espaço físico que não aumenta, é constante. A saída então é investir em transporte público”, reforça.

Ele lembra que Natal é um dos municípios com menor área territorial dentre as capitais brasileiras, apenas 170 km2, e por isso é ainda mais importante para a cidade preservar o espaço destinado ao transporte público. “Seja com ônibus, metrô de superfície, VLT (Veículo Leve sobre Trilhos), é função do poder público preservar esse espaço, porque se depender do transporte individual, o automóvel, não tem solução. Tudo que a gente fizer é paliativo e em pouco tempo estará superado pelo aumento da frota.

”Haroldo Maia entende que as propostas de restrição ao uso do automóvel individual são bem-vindas, mesmo aquelas que preveem proibição de acessos às áreas centrais, porém ressalta que o melhor caminho é mesmo a melhoria do transporte público. “A partir do momento que a gente considera que uma via é um bem público, e é bastante caro, quanto mais pessoas estiverem usando é melhor. E o transporte público é o que transporta mais gente. A partir do momento que poucos usam a via, não existe equilíbrio”, observa.

Para melhorar o transporte público, a licitação das linhas de ônibus, que hoje são operadas por concessão, é considerada fundamental. “Está dentro do Plano de Mobilidade da Semob (Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana), que está em fase conclusiva e que levou em conta estudo da rede de transporte e o desejo de viagem das pessoas, ou seja, para onde o pessoal quer se deslocar, sugerindo novos traçados.” Haroldo Maia considera a licitação um passo decisivo para definir melhor as regras e o órgão gestor ter mais condições de gerenciar o sistema.

Ele lembra que, atualmente, é praticamente impossível criar novas linhas, apesar da demanda das comunidades, e a alternativa acaba sendo estender o percurso das atuais. “Com a licitação, poderemos ter novos trajetos dentro de um novo modelo e em cima de uma nova rede que está sendo planejada para facilitar os deslocamentos.” Haroldo alerta que ao final deste ano se extingue a concessão das atuais linhas. “Não depende da Semob, mas o ideal é que em 2011 já seja implantado o novo modelo, com a licitação”, afirma.

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Brasília discute integração da bicicleta na malha urbana


O uso da bicicleta como veículo essencial em um sistema de transporte integrado foi discutido hoje numa oficina promovida pelo Ministério das Cidades para tratar a questão da mobilidade urbana.A falta de investimento em ciclovias foi um dos problemas apontados pelos participantes. Para o coordenador do programa Bicicleta Brasil, Cláudio Silva, é preciso melhorar muito o sistema cicloviário da maioria das cidades do país e citou como exemplo Brasília.
Silva também defendeu a necessidade de campanhas educativas e de conscientização sobre a importância do uso da bicicleta como um meio de transporte. “O uso da bicicleta como um meio de transporte significa qualidade de vida, faz bem para o bolso, para saúde e ao meio ambiente”, disse.

Fonte: Agência IN
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Ministro das Cidades nega atrasos em mobilidade urbana para Copa de 2014


O ministro das Cidades, Márcio Fortes, minimizou as preocupações com relação aos atrasos das obras de mobilidade urbana para a Copa 2014. De acordo com o ministro, a escolha dos projetos priorizou os cronogramas. “(O cronograma) Foi um detalhe fundamental na seleção dos projetos. Para que a obra represente solução numa cidade e não vire um problema pelo fato de estar inacabada”, afirmou.
Ao contrário da construção dos estádios nas 12 cidades-sede, as obras de mobilidade não têm prazos estabelecidos pela Fifa. “Temos um compromisso com a sociedade. Temos nosso próprio cronograma que deverá ser cumprido”, disse. Ele garantiu que as obras estarão prontas até 2014, mas considerou a possibilidade de, em 2013, algumas cidades ainda não estarem preparadas para sediarem a Copa das Confederações.
Sobre o risco das obras para a Copa serem afetadas pelas mudanças políticas que ocorrerão no ano que vem, decorrentes das eleições, o ministro foi enfático: “o acordo para a execução foi feito entre os governos Federal, Estaduais e Municipais. É um compromisso institucional, ou seja, as obras vão continuar, mesmo com a mudança de governo e atender a população mesmo após a Copa. Elas têm que deixar um legado.”
Os projetos apresentados pelas capitais somaram R$11,47 bilhões. O ministro ponderou que R$7,68 bilhões, cerca de 2/3 desse valor, foram disponibilizados pelo Governo Federal através de financiamento por meio do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS). Os projetos de mobilidade urbana incluem a construção de corredores exclusivos para ônibus, Veículos Leves sobre Trilhos (VLT), Bus Rapid Transit (BRT), e monotrilhos

Fonte: Portal Copa 2014
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Fortaleza volta a ter 100% da frota de ônibus nas ruas neste domingo


Durante assembleia com motoristas e cobradores de ônibus, realizada na tarde deste sábado (12), ficou decidido que neste domingo. O Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários do Estado do Ceará (Sintro-CE) garantiu que 100% da frota dos ônibus de Fortaleza estarão nas ruas neste domingo, garantindo ao fortalezense um passeio dominical tranquilo.

No entanto, a greve continua por tempo indeterminado, o que quer dizer que na segunda-feira o serviço volta a ter apenas 70% da frota. Até aqui, a categoria segue irredutível, exigindo reajuste de 45%.
Neste sábado, o Sintro parou 8 garagens de ônibus, totalizando 310 veículos parados, já que os veículos eram impedidos de circular.

Fonte: Portal verdesmares
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