Recife: Ampliação do SET tem índices cada vez maiores

quarta-feira, 17 de junho de 2009


Preocupado em melhor atender as pessoas com deficiência que utilizam o Transporte Público de Passageiros da Região Metropolitana do Recife (STPP/RMR), o Grande Recife vem dando continuidade à implantação de coletivos adaptados nas linhas de ônibus que atuam na RMR. Desde o começo do ano, foram implantados mais 87 carros adaptados com elevadores em 44 linhas de ônibus. Atualmente, há um total de 148 coletivos, divididos em 99 linhas operando em toda a RMR.Esses coletivos são distribuídos de acordo com a demanda de usuários, detectada pela pesquisa realizada no segundo semestre de 2008, a partir do cadastro de usuários com dificuldades de locomoção (pessoas com deficiência). A principal finalidade da pesquisa era mapear as áreas da RMR que necessitam de transporte público acessível aos cadeirantes. Nessa avaliação, foi averiguado que dos 14 municípios da Região Metropolitana, Recife liderou o ranking de pedidos para a implantação do Sistema Especial de Transporte (SET) com 72% das solicitações.
Segundo a gerente da Gerência de Educação e Relacionamento (GERE) e presidente da Comissão de Acessibilidade do Grande Recife, Fernanda Gouvêa, a intenção do Grande Recife é melhorar cada vez mais a questão da acessibilidade, seja nos terminais integrados, instalando placas com informações em braille, seja aumentando o número de coletivos adaptados com elevadores. “Queremos entender as necessidades das pessoas com deficiência e aplicar no cotidiano formas de facilitar a sua locomoção no transporte; além de incluir essas pessoas em todo o Sistema de Transporte Público”, afirma.
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Ultrapassagem em canaletas é a nova evolução do transporte em Curitiba


A possibilidade de ultrapassagem entre ônibus na canaleta da avenida Marechal Floriano é uma das principais causas da redução do tempo de viagem do transporte coletivo entre o Pinheirinho e o Centro. O tempo médio caiu de 35 para 25 minutos desde 9 de junho, quando entrou em funcionamento a nova linha de ônibus da Linha Verde, a Pinheirinho-Carlos Gomes, passando pela canaleta da Marechal, que foi reformada para permitir a ultrapassagem. "Curitiba ganhou destaque internacional quando implantou eixos de transporte com canaletas exclusivas para ônibus, nos anos 1970. Nos anos 1990, a inovação foi o Ligeirinho, que tirou passageiros dos ônibus expressos cortando a cidade em viagens mais rápidas e paradas a cada três quilômetros. Quase 20 anos depois, o sistema passa por uma nova evolução. É a ultrapassagem nas canaletas, que entrou em funcionamento com a nova linha de ônibus Pinheirinho-Carlos Gomes", explica o arquiteto Lubomir Ficinski, do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba (Ippuc). Estações desalinhadas Para ganhar tempo, em vez de parar atrás de outros ônibus nas estações-tubo, formando comboios em horários de pico, na Marechal Floriano os ônibus podem ultrapassar veículos parados nas estações. Para que isso fosse possível, as estações-tubo foram desalinhadas. Em vez de ficar frente a frente, como nas demais canaletas, os tubos foram deslocados, criando um vão de 120 metros entre as estações. Nesse espaço foi implantada uma terceira faixa de tráfego, que permite ultrapassagens quando um ônibus está parado na estação. Neste momento, estão sendo desalinhadas todas as estações-tubo da avenida Marechal Floriano da Linha Verde ao Terminal Boqueirão. A obra permitirá a implantação do Ligeirão Boqueirão-Centro, que poderá ultrapassar os expressos convencionais e parar apenas nos terminais, para ganhar tempo. Semáforos inteligentes Para assegurar as ultrapassagens e permitir ganho de tempo ainda maior aos ônibus na canaleta, está sendo usada uma nova tecnologia que abre automaticamente os semáforos e dá preferência total para os ônibus nos cruzamentos da Marechal e da Linha Verde.
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Curitiba: Avenida Wenceslau Braz, no Parolin, terá duas novas estações-tubo


A avenida Presidente Wenceslau Braz, no Parolin, vai ganhar mais duas pistas para abrigar duas novas estações-tubo. As equipes contratadas pela Prefeitura estão trabalhando ao lado do Córrego Henry Ford, onde ficarão as estações Avenida da República. A obra integra as reformas viárias da Linha Verde, que preveem melhorias no transporte coletivo.
O trabalho das equipes é de contenção de margem e colocação de placas de concreto, onde vão parar os ônibus da região. Por enquanto, as equipes trabalham na implantação das armações, onde será colocado o concreto no chão.
Outra melhoria que será feita na Wenceslau Braz é a construção de uma galeria celular no córrego Henry Ford. Por ela, será possível interligar as ruas Jackson Figueiredo e Farias de Brito. Esta mudança viária permitirá um acesso mais rápido do trânsito à Wenceslau Braz, em direção à Linha Verde.
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BH: Bilhetagem eletrônica em 100% da frota


Belo Horizonte conta com o Sistema de Bilhetagem Eletrônica implantado em 100% da frota de ônibus regular e suplementar, dispondo de tecnologia avançada que fornece dados diários sobre as viagens realizadas, o número de passageiros transportados, gratuidades, rastreamento e carga de créditos.Os tipos de cartões utilizados em Belo Horizonte são:Cartão BHBUS Vale-Transporte; Cartão BHBUS Usuário ao Portador; Cartão BHBUS Usuário Identificado; Cartão BHBUS Benefício.Os idosos terão seus cartões emitidos em breve. Portanto, para garantia do benefício, basta continuar a apresentar a Carteira de Identidade ao motorista.Mesmo com o uso da tecnologia, o sistema mantém os Agentes de Bordo (Cobrador) para recebimento do pagamento em espécie e conferência das gratuidades - foram ministrados treinamentos pelo SENAT- Serviço Nacional de Transporte para adequar o pessoal ao novo perfil da função.A comercialização de créditos eletrônicos e distribuição de cartões inteligentes são feitas pelo TRANSFÁCIL e mais informações podem ser obtidas no Serviço de Atendimento 32487300.
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EXCESSO DE GRATUIDADE ELEVA VALOR DA TARIFA


Levantamento da Associação Nacional das Empresas de Transporte Urbano – NTU – aponta que cerca de 35% dos passageiros dos sistemas regulares de transporte público no país têm direito à gratuidade ou desconto tarifário.
O problema decorrente dessa situação é o usuário pagante ser responsável também pelo custeio do benefício, uma vez que, em princípio, todos os custos do transporte são rateados entre os passageiros pagantes por intermédio da tarifa.
O retrato do ônus da gratuidade sobre as tarifas é simples e revela uma lógica perversa: quanto maior o número de passageiros com gratuidade, menor o número de pagantes do sistema, o que acarreta maior impacto sobre as passagens.
Em alguns Estados do país, prefeituras e governos estão agindo de forma a acabar com privilégios existentes no transporte público, e assim diminuir o valor da tarifa. O governo do Estado do Rio de Janeiro e a Prefeitura de Maringá, no Paraná, por exemplo, hoje custeiam a gratuidade de estudantes no transporte público. Esse mesmo benefício social já é subsidiado em São Paulo desde setembro de 2003.
No Rio de Janeiro, o governo passou a custear as gratuidades de estudantes da rede estadual de ensino por meio de um vale-educação, para ser usado exclusivamente no deslocamento entre a casa e a escola.
Já os portadores de necessidades especiais ou de doenças crônicas estão recebendo um vale-social. O Estado desembolsa um valor por vale para as empresas de transporte coletivo. Em Maringá, a prefeitura estará custeando as despesas decorrentes ao passe estudantil visando a redução de tarifas.
Ao contrário dos exemplos que são dados por estas cidades, onde ações efetivas estão sendo colocadas em prática para desonerar os custos do transporte público, Aracaju age na contramão.
Isso porque vereadores, que deveriam abraçar a causa da inclusão social no transporte público de passageiros, preferem defender medidas que em nada contribuem para esse objetivo.
Um vereador da capital apresentou projeto de lei, já aprovado na Comissão de Constituição e Justiça da Casa, reduzindo de 65 para 60 anos, o direito dos idosos à gratuidade no sistema.
Um outro parlamentar quer ressuscitar uma antiga lei que prevê gratuidade para desempregados de Aracaju. Também um vereador apresentou um projeto de Lei propondo que o municipal viabilize transporte gratuito para mulheres durante o pré-natal.
Nenhuma das propostas estabelece quais seriam as fontes de custeio para tais benefícios. Ou seja, quando um parlamentar estabelece uma gratuidade para determinada categoria, ele acaba prejudicando toda uma coletividade que acaba custeando o benefício embutido no valor da passagem.
O próprio Superior Tribunal de Justiça – STJ – já derrubou uma iniciativa semelhante à do vereador Elber Filho. Uma decisão proferida pela Corte Especial, no processo SLS 79, suspendeu a lei municipal de Barueri, SP.
Essa lei concedia a gratuidade no transporte público ao idoso maior de 60 anos em situação de carência. O entendimento do STJ é de que a concessão desse benefício deverá ser precedida da fonte de custeio para que não haja mudança na situação econômico-financeira de contrato de concessão firmado.
Para o superintendente do Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros de Sergipe - Transpase -, Álvaro Melo, esse tipo de postura vai de encontro a própria Constituição e revela que essas pessoas estão na contra-mão da história e sem acompanhar os movimentos que estão acontecendo no Brasil para desonerar a tarifa de forma a promover a inclusão social.
“Determinados políticos têm finalidade clara de se tornarem os benfeitores da sociedade e com isso colher votos, sem se preocuparem com quem vai pagar a conta, não podemos nos esquivar do custo operacional, pois não temos controle do mesmo, por exemplo, o valor do combustível, os salários, os impostos, pneus, peças e acessórios, que não são determinados pelas operadoras de transportes”, critica.

QUEM PODE
Em Sergipe, têm direito à gratuidade no transporte os policiais militares, civis, bombeiros, policiais rodoviários estaduais e federais, além dos portadores de necessidades especiais e idosos acima de 65 anos (duas gratuidades).
Os demais, 50% de desconto para quem tem renda igual ou inferior a dois salários mínimos. Esses benefícios são garantidos pela Lei 3.085/91 (policiais militares) e pela Constituição Federal (artigo 230) e lei estadual 5.403, no caso dos idosos.
Na opinião de Álvaro Melo, outra consequência negativa da gratuidade é diminuir a capacidade de investimentos das empresas. “Pois se trata de um benefício que contribui com a quebra do equilíbrio econômico-financeiro do sistema”, explica. Isso acarreta, por exemplo, em maiores dificuldades das empresas para conseguir modernizar a frota, com a aquisição de novos veículos.

EVASÃO
Como se não bastasse o alto índice de passageiros circulando nos ônibus sem pagar, o setor ainda é vitimado pela chamada evasão de gratuidade. Ou seja, pessoas que se utilizam de meios irregulares - como falsificação de carteiras (crime previsto no Código Penal ) e amizades com aqueles que, por lei, têm direito ao benefício -, para usufruir da gratuidade do transporte.
Em 2005, uma campanha realizada pelo Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros do Município de Aracaju - SETRANSP -, feita dentro do ônibus através de orientadores contratados, revelou o tamanho do abuso que acontece no setor. Uma amostra de cinco pesquisadores na época revelou que dos 28 passageiros que não pagaram a tarifa, 20 não tinha direito à gratuidade. Isto é, mais de 70%.
Entre as irregularidades estavam pessoas com carteiras falsas, funcionários de empresa de vigilância, sindicalistas, policiais sem identificação ou com acompanhante, usuários que se diziam idosos, mas não apresentaram a carteira de identidade e até ‘defensor ambiental’.
Para piorar a situação, falta fiscalização para combater essa irregularidade, como afirma o superintendente do Transpase. “As empresas têm combatido o uso de carteiras falsas, mas não temos aliados nessa luta. O órgão gestor não é eficiente quando se trata de irregularidades no sistema, podemos citar os transportadores clandestinos que causam a maior evasão de receita aos cofres públicos, e se isso não é suficiente para uma intervenção, imaginem o controle de carteiras falsas e outras irregularidades de menor vulto”, enfatiza Melo.
Na opinião dele, essa também é uma tarefa do poder público. “O gestor tem por finalidade básica planejar, coordenar e executar as políticas de transporte e tem a obrigação contratual combater as irregularidades na área a que gerencia, incorrendo no risco iminente da quebra do equilíbrio econômico-financeiro para com as operadoras do sistema, provocando muitas vezes a falência das mesmas por um simples ato de fiscalizar e combater as irregularidades do sistema”, aponta o especialista.
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Viva Pinda e população aprovam os primeiros 15 dias do Transporte Complementar

No ultimo dia 25 de Maio teve início o novo Modelo de Transporte Urbano de Pindamonhangaba. A partir desta data, 20 vans foram regulamentadas para realizarem o serviço de transporte complementar. Além disso, iniciou-se também o processo de fiscalização dos veículos que até então atuavam na clandestinidade.


Após 15 dias de funcionamento tanto a empresa Viva Pinda (detentora da concessão do transporte público), quanto os motoristas complementares e população afirmam estarem satisfeitos com os primeiros resultados obtidos com as mudanças.
Na avaliação do Diretor da Viva Pinda, Jefferson Lucas, todas as ações anteriormente planejadas estão sendo realizadas com sucesso. Ele destaca que o entrosamento dos motoristas do transporte complementar com os motoristas da empresa Viva Pinda tem sido muito bom, proporcionando assim resultados visíveis aos passageiros.
Para o representante do Transporte Complementar José Aurélio Alves Lopes, os primeiros 15 dias de mudanças estão melhores do que o esperado.
“Estamos satisfeitos com a parceria entre Viva Pinda e Transporte Complementar. A direção da empresa tem se reunido frequentemente conosco e dessa forma os ajustes estão sendo feitos. Com a regulamentação nosso sistema de trabalho melhorou bastante, pois a partir de agora os usuários estão nos vendo com outros olhos, estamos ganhando credibilidade”.
segurança para a população. A passageira Izabel Florentino, moradora do Alto do Cardoso, diz que a identificação das vans e motoristas proporciona confiança.
“Agora ficou bem mais fácil, podemos usar as vans complementares sem o risco de ficarmos no meio do caminho”. Já a munícipe Maria José dos Santos Reis, que é comerciante afirma que a principal mudança positiva observada por ela, após a regulamentação do transporte complementar diz respeito ao fim da desorganização na Rua Rubião Jr.
“Transitar por ali era complicado, os antigos motoristas de vans e peruas usavam o local como estacionamento próprio. Muitas vezes aconteciam desentendimentos e outras situações desagradáveis. Agora tudo isso acabou”.
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Fortaleza: Carteiras de estudante da rede pública serão revalidadas


A Prefeitura de Fortaleza, através da Etufor e da Secretaria Municipal de Educação, vai revalidar as identidades estudantis utilizadas pelos alunos da rede pública em 2008 e 2007. Todos os estudantes das escolas municipais e estaduais, e ainda da UFC, da Uece e do Cefet, que já possuem carteira, não precisarão pedir um documento novo para este ano.O objetivo da revalidação é evitar novos gastos para pais e alunos, bem como agilizar a conclusão do processo de carteiras estudantis de 2009. Para isso, apenas os alunos novatos (sem carteira), deverão pedir o documento.Para solicitar a carteira, não há necessidade de que o aluno venha até a Etufor. Todo o procedimento é feito através das instituições de ensino. Devem ir a Etufor (av. Dos Expedicionários, 5677, Vila União) somente os alunos interessados em desbloquear a carteira de 2009 já recebida ou quem deseja solicitar uma segunda via do documento.Além disso, a Prefeitura de Fortaleza criou a Integração Temporal para estudantes também. Com a carteirinha carregada com créditos, o aluno pode pegar uma combinação de dois ônibus e pagar só o primeiro. Já a passagem de ônibus permaneceu congelada por quatro anos e cinco meses em R$ 1,60 e R$ 0,80. E mesmo com o aumento a partir do dia 25 de maio, os estudantes continuarão pagando a passagem mais barata do Brasil dentre as cidades de mesmo porte e com sistema integrado. E a Tarifa Social a R$ 1,20 e R$ 0,60 permanecerá todos os domingos.
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Motoristas de ônibus protestam pela falta de segurança

O Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Ônibus de Porto Velho (Sitetuperon) e o Sindicato dos Taxistas (Sintax) paralisaram o trânsito da avenida Sete de Setembro, por volta das 16h de sexta-feira (12) para reivindicar por segurança, tanto para o transporte público, quanto para os táxis da Capital. Faixas, carros de som e a carcaça do ônibus queimado na noite da última quinta-feira, puxado por guincho, chamaram a atenção da população e mobilizaram a Polícia Militar.Segundo Márcio Paceli, presidente do Sitetuperon, este foi o terceiro veículo incendiado em via pública só este ano, e a categoria suspeita que os atentados tenham sido provocados pelos mototaxistas. “Segundo testemunhas deste último atentado, três homens pararam o ônibus, atiraram contra uma das portas e fecharam as saídas, prendendo o motorista, o cobrador e alguns passageiros que estavam dentro ônibus, para então incendiarem todo o veículo. As testemunhas viram quando três mototaxistas fardados apanharam os três homens e fugiram sem deixar mais pistas”, conta.
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