O custo do vandalismo

quarta-feira, 29 de outubro de 2008


Estou impressionado com os números apresentados hoje em Zero Hora. Com o roubo de equipamentos de trânsito na Capital, a Empresa de Transporte Público e Circulação, a EPTC, vai gastar R$ 1 milhão. Gasto com vandalismo.

No ano passado, foram furtados seis semáforos de pedestres e, neste ano, mais de 200. Mas o que as pessoas querem com semáforos de pedestre? Enfeitar a casa?

A polícia vem recebendo ocorrências de destruição de escadas rolantes, botoeiras, painéis de comando, fiação elétrica, quebra de cabina, vidros e laterais de escadas nos terminais do metrô, sem falar nas paradas de ônibus. Tudo isso torna-se em um prejuízo extraordinário.


Fora a depredação nos parques da cidade. Estes dias, estava vendo o relatório da depredação do parque Marinha do Brasil. Impressionante. E os ataques ocorrem sempre à noite, é nesse período que os vândalos atacam.
No quesito chamado concerto das nações, neste particular, o Brasil é um país primitivo. Ora, onde já se viu furtar os equipamentos públicos?
Já roubaram monumentos, estátuas e placas do Parque Farroupilha. A prefeitura teve que recolher o que restava, senão sumiria tudo.
Por isso, batalho há muito tempo pelo cercamento dos parques. Acho que aos poucos a sociedade vai tomando consciência de que esse medida é fundamental para que se possa investir e torná-los estonteantes e agradáveis à população.

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