Capital sem engarrafamento

segunda-feira, 8 de setembro de 2008


O crescimento significativo do número de carros em circulação nas metrópoles é um problema hoje praticamente mundial, alerta o coordenador do Curso de Urbanismo e Arquitetura da Universidade de Fortaleza (Unifor) Euler Sobreira. No Brasil, um dos motivos para isso é a expectativa positiva da economia. “Porém o aumento da circulação de veículos cria a necessidade de mais espaços para estacionamentos e traz mais congestionamentos”, diz.Euler Sobreira ressalta que uma das estratégias para o enfrentamento da questão seria a definição do tamanho das cidades e o planejamento dos espaços urbanos, visando promover descongestionamento de veículos e redução da poluição, tanto ambiental como sonora. “É preciso investir mais em transportes coletivos, ferrovias e metrôs, que transportam um maior fluxo de passageiros e oferecem menores tarifas”.A importância da campanha do Ministério é reconhecida pela Autarquia Municipal de Trânsito, Serviços Públicos e de Cidadania de Fortaleza, garante o diretor de trânsito da AMC, Carlos Henrique Pires. A Autarquia não tem programação local para a data, contudo Pires advoga uma maior integração de todos os modais de transportes na Capital, incluindo aí bicicletas e transporte ferroviário, a fim de reduzir a quantidade de veículos. “Entretanto, além de não ter entrado em funcionamento, o metrô não atenderá bairros como Aldeota e a área circunvizinha”.

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