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Superlotação já faz Metrô São Paulo desistir de criar estacionamentos nas estações

segunda-feira, 16 de julho de 2012

O Metrô desistiu, pelo menos por ora, de ampliar o número de estacionamentos integrados com as estações da rede, o programa E-Fácil. Oficialmente, a empresa diz que o projeto ainda está em estudos preliminares - a promessa de 2009 era de que as novas unidades seriam entregues em 2010. Técnicos da companhia dizem que, dada a superlotação da rede, oferecer esse serviço deixou de ser uma prioridade.

A vantagem do E-Fácil para o usuário é o preço. Por valores que não passam de R$ 12,10 por 12 horas, o motorista deixa o carro em um dos estacionamentos do programa e ganha direito à passagem de ida e de volta no metrô - por meio de um bilhete único especial, que permite até a integração tarifária com os ônibus da rede municipal. Há também a economia de tempo que o metrô proporciona frente ao trânsito.

“Eu trabalho no centro (de São Paulo), estudo em São Bernardo do Campo e moro em Diadema. Só o estacionamento perto do meu trabalho, na Rua Xavier de Toledo, é R$ 400 por mês. Aqui, além de mais barato, a viagem fica mais ou menos meia hora mais rápida”, conta o projetista civil Filipe Costa Feitosa, de 22 anos, usuário do E-Fácil da Estação Santos-Imigrantes, da Linha 2-Verde, na zona sul.

Por outro lado, há a superlotação do metrô, que repele uma parcela dos moradores da cidade que já possuem automóvel. O entendimento da companhia, segundo técnicos, é de que só depois de a rede ser aumentada e ficar menos cheia é que esse estímulo extra para atrair passageiros poderá ser retomado.

Os seis estacionamentos existentes do programa foram inaugurados entre 2009 e 2010. Dos quatro locais novos prometidos pelo Metrô depois disso, apenas um foi feito - e não é um estacionamento “novo”, mas sim a ampliação de um dos estacionamentos que já existia, na Estação Santos-Imigrantes, da Linha 2-Verde, na zona sul. Faltam as Estações João Bosco, da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), e Belém e Tamanduateí do Metrô.

Na resposta oficial sobre o atraso da ampliação do programa, a Companhia do Metropolitano de São Paulo informa, em nota, que “existem estudos preliminares para analisar se há demanda para a implementação de estacionamentos próximos às demais estações citadas”. A dúvida sobre a procura pode ser justificada pela análise dos números de ocupação dessas garagens.

As Estações Corinthians-Itaquera, Santos-Imigrantes, do Metrô, e Guaianases, da CPTM, fora do centro expandido da capital paulista (ou, no caso da Imigrantes, encravada em uma das rotas de acesso à cidade) tem a lotação média diária acima do número de vagas existentes nelas. Em Itaquera, são 350 carros por dia disputando 257 vagas e em Santos-Imigrantes, são 315 carros e 241 vagas.

Vazias. Já nas estações da região central, a procura é muito menor: na Estação Bresser-Mooca, a média é de 17 usuários nas 195 vagas existentes naquele espaço, enquanto na Estação Brás há apenas 65 carros por dia ocupando as 195 vagas existentes.

O Metrô não quis dar detalhes sobre o motivo de uma promessa feita em 2010 ainda estar na fase de estudos “preliminares”. Mas informou que a função da companhia é oferecer um “transporte de massa”. Segundo a assessoria de imprensa do Metrô, a criação de estacionamentos está condicionada à existência de terrenos para abrigar as paradas e ao interesse de empresas privadas em explorar o serviço.

Fonte: Estadão



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Sistema BRT (Bus Rapid Transit) é solução imediata para regiões metropolitanas

domingo, 1 de julho de 2012

Em que tipo de cidade queremos viver? Segundo o especialista em planejamento e mobilidade urbana e diretor da C40 (órgão internacional que reúne os prefeitos das principais cidades do mundo), Adalberto Maluf Filho, não se pode pensar em mobilidade sem falar sobre uso de solo, integrando planejamento, meio ambiente e transporte eficiente de massa. Para o especialista o sistema de ônibus em via exclusiva, como o implantado no corredor ABD, tem inúmeras vantagens sobre a solução do monotrilho com o mesmo atendimento da demanda e um custo operacional muito inferior.
O especialista participou ontem (26) do seminário “Transporte Coletivo: Sustentabilidade, Mobilidade e Saúde”, organizado pela Metra, empresa que opera o Corredor Metropolitano de Ônibus ABD, e a Eletra, empresa brasileira que desenvolve tecnologia de tração elétrica para ônibus urbano, em São Bernardo do Campo.

Monotrilho versus BRT
Maluf Filho falou sobre as diferenças entre os modais Metrô, Monotrilho e BRT (Bus Rapid Transit ou ônibus de velocidade rápida). Explicou que o Metrô é um transporte de massa para altos volumes de passageiros (superior a 50 mil por hora), e que a demanda de passageiros destinada às novas linhas de monotrilho poderiam ser atendidas por sistemas de BRT, como em várias cidades do mundo: Bogotá, Cidade do México, Curitiba, em 12 províncias chinesas entre outros exemplos.

As grandes cidades, segundo Maluf Filho, tendem a optar por corredores de ônibus, devido à sua funcionalidade (que permite a integração com o espaço público), ao baixo custo na construção de vias exclusivas e ao baixo impacto ambiental, no caso dos ônibus de tração elétrica ou híbrida. “Mais de quatro mil ações sendo feitas nas cidades da C40 Cidades que estão evoluindo e apostando no corredor de ônibus", disse o especialista.

Maluf citou como exemplo a cidade de Bogotá (Colômbia) onde em duas faixas exclusivas os ônibus de trânsito rápido levam 35 mil pessoas/hora enquanto em outras cinco faixas, os carros levam apenas sete mil pessoas/hora. Na China as autoridades deixaram projetos de monotrilho em favor dos corredores de BRT usando a experiência de técnicos brasileiros. Na província de Ghuangzou o sistema atende até 45 mil passageiros/hora nos horários de pico, demanda equivalente a suportada pelo metrô.
O especialista em planejamento e mobilidade urbana considera importante a integração do transporte de massa com ciclovias, corredores exclusivos e metrô e reforçou que as melhores cidades do mundo privilegiam o sistema de transporte coletivo em detrimento do individual. Tomou como exemplo negativo as cidades Turim, na Itália, invadida por carros, e Seattle, nos EUA, que tem espaço destinado apenas aos automóveis, com baixa integração das pessoas no espaço público. Disse que ao contrário dessas duas, Nova York se reinventou com espaços de convivência, ruas completas com calçadas, proteção ao pedestre, sinalização, ciclovias e integração do espaço público. Disse que em São Paulo 82% das pessoas vão ao metrô de ônibus e que em Londres 76% das pessoas utilizam o ônibus nos deslocamentos. Na opinião de Maluf, o cenário ideal para uma cidade como São Paulo é que um sistema eficiente de BRT´s abasteça estações de metrô com linhas troncais, de forma integrada.

Exemplo de eficiência no corredor ABD
A solução apontada por Adalberto Maluf Filho pode tomar como exemplo o corredor metropolitano ABD, construído na década de 80, e há 15 anos operado pela Metra, com índice de satisfação de 80% segundo pesquisa feita com seus usuários.

Construído sobre vias segregadas, o corredor ABD tem extensão de 33 quilômetros e liga as zonas leste e sul de São Paulo, passando pelas de Diadema, São Bernardo do Campo, Santo André e Mauá. Circulam mensalmente pelo sistema, cerca de 7,5 de passageiros, em 13 linhas operadas, contando com 110 pontos de parada e 10 terminais.

Mobilidade, sustentabilidade e saúde
Participaram do seminário, além de Adalberto Maluf Filho, Vitor Seravalli, especialista em Desenvolvimento Sustentável e presidente do Comitê Brasileiro do Pacto Global da ONU; Paulo Saldiva, médico coordenador do Laboratório de Poluição Atmosférica da Universidade de São Paulo (USP) e os convidados Adriano Murgel Branco (ex-secretário de Transportes do Estado de São Paulo) e Oscar Silveira Campos, secretário de Transportes e Vias Públicas de São Bernardo do Campo.

O Seminário é organizado no mês da celebração do Dia Mundial do Meio Ambiente, bem como da realização da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável Rio+20, no Rio de Janeiro.

Informações: Casa da Notícia

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Em Diadema, Nova central de controle vai monitorar as linhas de ônibus da cidade

sexta-feira, 29 de junho de 2012



Com a presença do prefeito, a Secretaria de Transportes de Diadema inaugura sexta-feira (29/06), às 11h, a Central de Controle e Operação (CCO), através da qual será possível monitorar eletronicamente as linhas de ônibus municipais, e a Central Semafórica de Trânsito Urbano, destinada ao monitoramento do sistema de semáforos dos principais eixos viários da cidade (inicialmente localizado na Avenida Fábio Eduardo Ramos Esquível).

Instaladas na sede da Secretaria de Transportes, à Avenida Dr. Ulysses Guimarães, 3.399 – mesmo espaço onde já funciona a Central de Videomonitoramento da Guarda Civil Municipal – as centrais funcionarão de forma integrada, o que permitirá uma visão imediata da maioria das ocorrências do município e, portanto, intervenções mais rápidas por parte dos responsáveis de cada área.

CCO – A instalação do sistema de GPS em toda a frota das duas empresas operadoras do sistema municipal de transportes (Benfica e MobiBrasil) faz parte do processo de modernização do transporte público da cidade – que começou em novembro de 2011, com a entrega da nova frota de ônibus zero quilômetro e 100% adaptada, somada à inauguração da loja da Bilhetagem Eletrônica, em abril deste ano.

Essa tecnologia tornou possível o monitoramento eletrônico das linhas de ônibus municipais. O material embarcado nos ônibus é composto por um localizador GPS e um terminal de dados que permite a comunicação direta do motorista com a garagem, possibilitando intervenções na operação com maior agilidade.

A central de monitoramento dos ônibus é composta por dois computadores, cada um com duas telas e mais um computador ligado a um telão. Com esse sistema é possível gerenciar e monitorar toda a frota municipal em tempo real e pela internet.

Através da CCO é possível ter uma visão completa do sistema. São fornecidos dados como velocidade do veículo, tempo estimado de chegada aos pontos de ônibus e terminais, atrasos ou adiantamentos, exata localização geográfica, itinerário das linhas, eventuais desvios, defeitos e avarias no veículo e um histórico detalhado sobre as atividades do veículo.

Esse gerenciamento permite um maior controle da operação e um melhor planejamento, pois é possível coletar um grande número de informações e, principalmente, uma maior regularidade e pontualidade, que é o que mais interessa aos usuários.

A Secretaria de Transportes contratou dois técnicos de transporte para o gerenciamento em tempo integral da CCO. Além disso, está dando treinamento a todo o corpo de funcionários da Secretaria, principalmente aos seus 12 agentes de fiscalização.

Melhor fiscalização – Uma das vantagens indiretas do monitoramento eletrônico é que ele permite uma sensível melhora no trabalho dos agentes de fiscalização, os quais não precisarão mais coletar uma série de dados, já que passarão a ser fornecidos automaticamente pelo sistema. Consequentemente, esses profissionais podem se dedicar a uma fiscalização mais efetiva referente à qualidade dos serviços prestados.

Trânsito – A Central Semafórica de Trânsito Urbano tem por função principal o monitoramento e a programação do sistema de semaforização dos principais eixos viários da cidade. Associado aos controladores remotos e ao sistema de contagem de veículos instalado no pavimento das grandes avenidas, a Central Semafórica será capaz de aperfeiçoar os tempos de fase dos faróis, permitindo maior fluidez no tráfego e gerando o que ficou popularmente conhecido como “onda verde”. A central é composta por um computador ligado a um telão, com um software dedicado ao monitoramento e à programação semafórica.

O primeiro trecho que recebeu o equipamento de controle compreende a Avenida Presidente Kennedy (altura do cruzamento com a Avenida Assembleia) até a Avenida Fábio Eduardo Ramos Esquivel (altura do Corpo de Bombeiros). Nesse trecho também foi feita a substituição dos semáforos pelos atuais, denominados semáforos de seleção automática de planos.

Da Prefeitura de Diadema


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Em São Paulo, Corredor Perimetral Leste Jacu-Pêssego terá características de um BRT

terça-feira, 5 de junho de 2012

Até 2014, o Grande ABC terá ligação com a cidade de Guarulhos, na Grande São Paulo, por meio de corredor de ônibus. A faixa exclusiva terá início no Terminal São Mateus, ponto final do Corredor ABD de trólebus. A via passará a cerca de um quilômetro do futuro estádio Itaquerão, na Zona Leste da Capital, e facilitará a chegada ao Aeroporto de Cumbica.

O projeto, batizado de Corredor Perimetral Leste Jacu-Pêssego, será dividido em duas etapas. A primeira vai de São Mateus até a Rodovia Ayrton Senna. O trajeto terá 19,6 quilômetros e tem previsão de entrega para o primeiro semestre de 2014. A segunda fase vai da rodovia até o Terminal Cecap, em Guarulhos, que será inaugurado neste mês. O segmento terá 5,2 quilômetros e ainda não tem data definida para ser entregue.

O presidente da EMTU (Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos), Joaquim Lopes, explica que o trecho até o Terminal Cecap irá demorar mais por conta das desapropriações que terão de ser feitas.
No trecho que passará pelas avenidas Ragueb Chohfi e Jacu-Pêssego, o corredor terá características de BRT (Bus Rapid Transit, ou ônibus de trânsito rápido, na tradução). Com isso, serão colocados pontos de ultrapassagens nos locais de parada, com o objetivo de agilizar a viagem.

Lopes acrescenta que, ao longo dos quase 20 quilômetros, serão colocadas cerca de 15 pequenas estações de embarque, com distância entre 600 e 900 metros cada. Será feito estudo para que a cobrança dos bilhetes seja feita no solo. “Tudo que pudermos fazer antes de o ônibus chegar diminui o tempo de embarque”, informa.

A estimativa é de que o corredor atenda cerca de 200 mil passageiros por dia útil. “Teremos frequência de aproximadamente 100 veículos por hora durante o período de pico e algo em torno de 1.200 viagens diárias.”

Apesar da integração física no Terminal São Mateus, ainda não está definido se a viagem do Grande ABC a Guarulhos será feita com o pagamento de apenas um tíquete. Isso vai depender de convênios entre a EMTU, o Metrô e a SPTrans, empresa que gerencia as linhas municipais da Capital. O local passará por reforma para receber o monotrilho que dará continuidade à Linha 2-Verde, que hoje liga a Vila Prudente à Vila Madalena.

Atualmente está sendo elaborado o projeto básico e o cronograma prevê a publicação do edital de licitação em outubro. Ainda não há previsão de gastos, pois ainda não foi fechado o número total de imóveis a serem desapropriados.

Trajeto deve demorar entre 40 minutos e uma hora

O trajeto entre o Terminal São Mateus e Guarulhos deverá demorar entre 40 minutos e uma hora com o Corredor Perimetral Leste Jacu-Pêssego. O cálculo foi feito com base no tempo médio gasto para viagens da mesma distância no Corredor ABD, que liga São Mateus aos bairros Jabaquara e Brooklin, na Capital, passando por Santo André, São Bernardo e Diadema.

Em abril, o Diário publicou reportagem relatando as dificuldades de quem sai do Grande ABC rumo ao Aeroporto de Cumbica utilizando o transporte público. A equipe de reportagem levou quase três horas para chegar ao terminal aéreo por meio do serviço Airport Bus Service cujo embarque é feito na estação Tatuapé do Metrô. De carro, a viagem entre Santo André e Guarulhos dura em média uma hora e dez minutos.

Fonte: Diário do Grande ABC


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BRT é unanimidade entre especialistas em transportes

terça-feira, 15 de maio de 2012

O prefeito de Campinas, Pedro Serafim, anunciou uma visita técnica à Colômbia para conhecer a operação do corredor BRT (Bus Rapit Transit) de maior sucesso no mundo, o Transmilênio, de Bogotá. Além do Transmilênio, Serafim também visitará outro corredor BRT em Santiago de Cáli, também na Colômbia. De acordo com Adalberto Maluf, diretor de cidades da C40 em São Paulo, o BRT é uma tendência mundial: “140 cidades no mundo estão fazendo BRT, e só não se faz mais por uma conjunção de fatores políticos e outros”, argumentou o especialista em fórum internacional de infraestrutura de cidades que aconteceu em abril em São Paulo.

Maluf não é o único a defender o modal. O BRT é um dos oito princípios de mobilidade definidos pelo Institute for Transportation Development Policy (ITDP) para criar cidades mais sustentáveis, gerar menos emissões e aumentar a qualidade de vida dos cidadãos. A instituição aponta o corredor BRT de Curitiba – já indicado pela ONU como referência mundial em mobilidade – como exemplo a ser seguido.

O ex-secretário de transportes, consultor e engenheiro, Adriano Murgel Branco, também associa a solução para o caos do transporte urbano à implementação de corredores exclusivos. Branco afirma que a região de São Paulo perdeu cerca de um trilhão de dólares com gastos em saúde e investimentos equivocados em transportes, somente entre 1998 e 2007. Para ele, “o Corredor ABD é o mais eficiente da cidade”. O sistema ultrapassou o metrô de São Paulo na pesquisa de satisfação com usuários da ANTP feita no início de 2012.

Em São Paulo, o corredor de ônibus que mais se assemelha ao BRT é o Corredor ABD, que liga o Jabaquara à Santo André, São Bernardo, Diadema e Mauá, transportando 7 milhões de pessoas por mês (mais de 230 mil por dia). Com faixas para ultrapassagem e plataformas na altura do piso do ônibus, a velocidade média de operação é a mais elevada, de 21km/h. Além disso, o Corredor ABD possui poucos cruzamentos, que contribuem para o aumento da velocidade dos veículos, e opera com veículos de maior capacidade, trólebus e ônibus híbridos de tecnologia brasileira, fora os ônibus convencionais.[6]

Daniela Facchini, da Embarq Brasil, é mais uma a se posicionar a favor do transporte coletivo via BRT. “O BRT é uma solução a curto prazo que passa pelas cinco dimensões da sustentabilidade e que pode solucionar os problemas nas cidades latino-americanas”, defende. Na última medição de capacidade de transporte do Transmilênio, na Colômbia, Maluf constatou 51 mil pessoas por hora por sentido. Um recorde que supera 95% dos metrôs do planeta, perdendo apenas para Hong Kong, Seoul e Tókio.

Fonte: segs.com.br

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SPTrans cria linha circular 24h para atender a Virada Cultural

quinta-feira, 3 de maio de 2012

A São Paulo Transporte (SPTrans) informa a criação de uma linha especial de ônibus para facilitar o deslocamento daqueles que querem aproveitar as atividades oferecidas pela Virada Cultural 2012. A linha 2001/10 Terminal Amaral Gurgel/Terminal PQ. Dom Pedro II funcionará ininterruptamente entre às 18h do sábado, 5 de Maio, e 20h de domingo, 6 de maio, operando com ponto inicial no Term. Amaral Gurgel e atendendo os Terminais Bandeira, PQ. Dom Pedro II e Princesa Isabel. O intervalo médio programado é de 10 minutos.

Também para atender ao público da Virada Cultural, o Atende realizará uma operação especial, com partidas do Terminal Parque D. Pedro II e da Estação Barra Funda do Metrô. Os passageiros com deficiência serão transportados destes pontos até a região central, onde estará a maior parte das atrações do evento. Este atendimento será realizado entre 18h de sábado e 18h de domingo.
Para melhor atender ao público, 72 linhas operarão durante a madrugada, fazendo o transporte entre o Centro e diversos pontos de interesse da Capital, como estações do Metrô.
Vale lembrar que o horário de funcionamento do Bilhete Amigão, que permite ao usuário realizar até quatro viagens em um período de oito horas, será antecipado e valerá para todo o sábado e domingo.

Linha Especial:
2001/10 TERM. AMARAL GURGEL – TERM. PQ. D. PEDRO II
Sentido Único – Term. Amaral Gurgel, acesso baixos do Viaduto, R. Ana Cintra, R. Sebastião Pereira, R. Frederico Abranches, R. Amaral Gurgel, R. Marques de Itu, R. Dr. Vila Nova, R. Major Sertório, Av. Ipiranga, Av. São Luiz, Viaduto Nove de Julho, R. Santo Antonio, Term. Bandeira, R. Santo Antonio, Viaduto Jacareí, R. Maria Paula, Viaduto Dona Paulina, Pça. Dr. João Mendes, R. Anita Garibaldi, Pça. Clovis Bevilaqua, Av. Rangel Pestana, R. Dr. Bittencourt Rodrigues, Pça. Fernando Costa, R. Gen. Carneiro, acesso, Term. Pq. D. Pedro II, Av. do Exterior, Viaduto Vinte e Cinco de Março, Viaduto Mercúrio, Av. Mercúrio, Av. Sen. Queiroz, R. Dom. Francisco de Souza, Av. Prestes Maia, Túnel Papa João Paulo II (Norte-Sul), Av. Nove de Julho, R. Alfredo Gaglioti, R. Álvaro de Carvalho, R. Martins Fontes, R. Augusta, R. Caio Prado, R. da Consolação, R. Rego Freitas, Lgo. do Arouche, Av. Duque de Caxias, R. Guaianases, Term. Princesa Isabel, Av. Rio Branco, R. Helvetia, R. Barão de Campinas, Alameda Nothmann, Rua das Palmeiras, Alameda Glete, Av. São João, acesso e Term. Amaral Gurgel.

Linhas que atenderão as estações de metrô ininterruptamente
8055 / 51 PERUS – BARRA FUNDA
8500 / 10 TERMINAL PIRITUBA – METRÔ BARRA FUNDA
978A / 10 T.T.V.N. CACHOEIRINHA – METRÔ BARRA FUNDA
938V /10 JD. VISTA ALEGRE – METRÔ BARRA FUNDA
978T / 10 JD. GUARANI – METRÔ BARRA FUNDA
1772 / 10 JD. FILHOS DA TERRA - METRÔ TUCURUVI
1783 / 10 CACHOEIRA -  METRÔ SANTANA
172P / 10 VILA ZILDA – METRÔ BELEM
1786 / 10 VILA ALBERTINA – METRÔ SANTANA
273R / 10 JD. ROBRU - METRÔ ARTUR ALVIM
2766 / 10 JD. CAMARGO VELHO - METRÔ ITAQUERA
2703 / 10 JD. ETELVINA - METRÔ ITAQUERA
2721 / 10 JD. NAZARE - METRÔ ITAQUERA
3765 / 10 JD. SANTO ANDRE - METRÔ CARRAO
3781 / 10 CIDADE TIRADENTES - METRÔ PENHA
3778 / 10 JD. SANTA TEREZINHA - METRÔ CARRÃO
3754 / 10 INACIO MONTEIRO - METRÔ ITAQUERA
3746 / 10 JD. IMPERADOR – METRÔ BELÉM
4717 / 10 JD. MARIA ESTELA – METRÔ SANTA CRUZ
4735 / 10 JD. VERA CRUZ – METRÔ CARRÃO
574R / 10 TERM. SAPOPEMBA/TEOT. VILELA – METRÔ BELÉM
502J / 10 ESTAÇÃO AUTODROMO - METRÔ SANTA CRUZ
695Y / 10 TERMINAL PARELHEIROS – METRÔ VILA MARIANA
5702 / 10 REFÚGIO SANTA TEREZINHA - METRÔ JABAQUARA
675V / 10 TERMINAL CAPELINHA – METRÔ JABAQUARA
857C / 10 TERMINAL CAMPO LIMPO – METRÔ CONCEIÇÃO
719R / 10 RIO PEQUENO – METRÔ BARRA FUNDA

Linhas que funcionarão das 23h00 do dia 5 às 06h00 do dia 6 de maio:

8400/10 TERM. PIRITUBA – PRAÇA RAMOS DE AZEVEDO
8549/10 TAIPAS – PRAÇA DO CORREIO
9500/10 TERM. CACHOEIRINHA – PAISSANDU
9653/10 PEDRA BRANCA – LARGO DO PAISSANDU
1721/51 VILA EDE – TERMINAL BANDEIRA
1728/51 JD. BRASIL – PRAÇA DO CORREIO
1743/51 JD. PERY ALTO – TERM. AMARAL GURGEL
1758/51 JD. ANTÁRTICA – TERM. AMARAL GURGEL
1767/51 EDU CHAVES – TERMINAL BANDEIRA
1778/51 JAÇANÃ – PÇA. DO CORREIO
1783/52 CACHOEIRA – PRAÇA DO CORREIO
2123/10 VILA MEDEIROS – METRÔ LIBERDADE
2182/10 JD. BRASIL – PRAÇA DO CORREIO
9300/10 TERM. CASA VERDE – TERM. PQ. D. PEDRO II
971X/51 TERM. CACHOEIRINHA – TERM. AMARAL GURGEL
1177/51 TERM. A.E. CARVALHO – TERM. AMARAL GURGEL
208V/51 TERM. A.E. CARVALHO – TERM. AMARAL GURGEL
2363/10 JD. DANFER – TERM. PQ. D. PEDRO II
2435/51 TERM. A.E. CARVALHO – TERM. AMARAL GURGEL
312T/51 GUAIANAZES – PQ. D. PEDRO II
3310/10 TERM. AMARAL GURGEL – CIDADE TIRADENTES
393C/10 TERM. AMARAL GURGEL – COHAB II
696P/10 TERM. AMARAL GURGEL – PINHEIROS
702N/10 TERM. PQ. D. PEDRO II – PINHEIROS
2100/10 TERM. VILA CARRÃO – PRAÇA DA SÉ
2291/10 TERM. SÃO MATEUS – PRAÇA DA REPÚBLICA
393H/10 TERM. AMARAL GURGEL – JD. SANTO ANDRÉ
3160/10 TERM. VILA PRUDENTE – TERM. PQ. D. PEDRO II
4222/10 PQ. SANTA MADALENA – PRAÇA JOÃO MENDES
5101/10 TERM. SACOMÃ – TERM. PQ. D. PEDRO II
5102/10 TERM. SACOMÃ – TERM. AMARAL GURGEL
5290/51 DIV. DIADEMA – TERM. AMARAL GURGEL
6312/10 JD. LUSO – TERM. AMARAL GURGEL
6960/10 TERM. VARGINHA – TERM. SANTO AMARO
5300/10 TERM. SANTO AMARO – TERM. PQ. D. PEDRO II
6450/10 TERM. CAPELINHA – TERM. BANDEIRA
6455/10 TERM. CAPELINHA – LARGO SÃO FRANCISCO
6500/10 TERM. SANTO AMARO – TERM. BANDEIRA
737A/10 TERM. JD. ANGELA – TERM. SANTO AMARO
8605/10 TERMINAL CAMPO LIMPO – TERM. BANDEIRA
7282/10 PQ. CONTINENTAL – P. RAMOS DE AZEVEDO
7903/10 JD. JOÃO XXIII/EDUC. – P. RAMOS DE AZEVEDO
8615/10 PQ. DA LAPA – TERM. PQ. D. PEDRO II
8700/10 TERM. CAMPO LIMPO – P.RAMOS DE AZEVEDO

Assessoria de Imprensa – SPTrans

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São Paulo: Trabalhador leva mais de 2 horas no trânsito

segunda-feira, 30 de abril de 2012

Cerca de 22% dos moradores do Grande ABC que trabalham em outros municípios gastam, em média, duas horas ou mais para ir e voltar do trabalho todos os dias. Essa rotina é enfrentada atualmente por 214.802 pessoas que moram na região e têm atividades em outras cidades.
O levantamento é parte do Censo 2010 que foi divulgada na semana passada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Na proporção com o número de habitantes, Rio Grande da Serra, Mauá e Ribeirão Pires são as cidades onde os moradores levam mais tempo no deslocamento. Na primeira, o índice de trabalhadores que têm essa rotina é de 32% do total, ou 5.300 pessoas. Em Mauá, o número é de 31%, ou 50.000 habitantes. Já em Ribeirão, 10.333 trabalhadores (24,5%) perdem duas horas ou mais diariamente. Dentre as sete cidades da região, as três são as mais distantes do centro da Capital.
Nos municípios mais próximos da região central paulistana, a quantidade de pessoas que perdem uma hora ou mais em cada deslocamento é menor. Em São Caetano, 9.399 trabalhadores (15,7%) se encaixam no grupo. Em Diadema, a rotina é enfrentada por 27.452 habitantes (18,3%), enquanto em São Bernardo, a faixa abrange 57.237 moradores (20%). Dos 55.140 profissionais de Santo André, que equivale a 20,9% do total, gastam duas horas ou mais para ir e voltar do serviço.

Análise - Os dados não surpreendem especialistas, que comumente defendem medidas para diminuir o transtorno de motoristas e passageiros no trânsito caótico das metrópoles. A curto prazo, o engenheiro de tráfego e transporte Horácio Figueira indica alternativas que já são conhecidas na região e na Capital: a criação de corredores exclusivos para circulação de ônibus. "Não adianta restringir o tráfego de caminhões (medida que é estudada para implantação nos 39 municípios da Grande São Paulo). É ilusão. Isso dá vazão aos automóveis, que em um mês irão entupir aquele espaço. A faixa exclusiva é a melhor opção, mas tem de ter fiscalização humana e eletrônica para impedir invasões. Hoje os ônibus não são atrativos. Eles têm de andar mais rápido do que os carros."
Figueira avalia que a opção do investimento no transporte público, como criação de trens e linhas de metrô, é considerada insuficiente diante da urgência que a situação exige, já que as obras levariam anos ou décadas.

Especialista sugere semáforos inteligentes para ônibus
A única saída apontada pelo engenheiro especialista em tráfego e transporte Horácio Figueira para melhorar as condições viárias no Grande ABC é a criação de faixas exclusivas para ônibus, o que possibilita mais fluidez.
Em Curitiba, desde 2008, sistema informatizado garante sinal verde permanente em semáforos de 45 cruzamentos da capital paranaense. A ideia foi criada com objetivo de reduzir pela metade o tempo de percurso dos passageiros e estimular a troca do carro pelo ônibus. "Sem obras, Londres (capital da Inglaterra) implantou o mesmo modelo em 1977 e conseguiu redução de 30% no tempo de percurso. Só falta vontade política para resolver. Os técnicos sabem como implantar. Temos que atrapalhar o usuário de carro, não há outro jeito", avalia.
O sensor do ônibus é acionado a pelo menos cem metros do cruzamento, distância considerada segura para a transição entre os sinais vermelho, amarelo e verde. O sistema funciona por meio de sensores instalados no chão.


Média da região é inferior à da Grande SP
A quantidade de pessoas que perdem duas horas ou mais diariamente para ir e voltar do trabalho é maior na Região Metropolitana de São Paulo em comparação ao Grande ABC. Nos 39 municípios da Grande São Paulo, 1,9 milhão pessoas entram para o grupo, o que corresponde a 28,5% do total de trabalhadores com atividade profissional em outra cidade.
Na Capital, a parcela é ainda maior, com 31% do total, enquanto no Estado, a taxa cai para 28,5%. A média nacional de pessoas que ficam pelo menos duas horas por dia no trajeto ao trabalho é de 11,4%.
Para o presidente do Instituto Brasileiro de Ciências do Trânsito, José Almeida Sobrinho, o tempo disperdiçado no trajeto reflete mudanças nas relações de trabalho nas últimas décadas. "Antigamente, as grandes indústrias tinham vilas nas proximidades onde os funcionários moravam. Isso foi mudando."
Na avaliação de Sobrinho, atualmente o tempo de permanência dos profissionais na mesma empresa é menor, o que faz com que aumentem as chances de a pessoa morar longe do trabalho. "O trabalhador optou por ficar em um local para morar e trabalhar onde for conveniente", analisa.
O especialista prevê tendência de aumento no tempo de deslocamento nos próximos anos, caso não sejam feitos investimentos significativos em mobilidade urbana. "O transporte público não é suficiente, tanto em horário quanto em volume. Isso obriga os cidadãos a se deslocarem de forma isolada, o que piora ainda mais a fluidez no sistema viário."
O especialista acrescenta que o tempo perdido no trânsito prejudica a produtividade no trabalho. "Duas horas diárias para ir e voltar equivalem a 25% da jornada de oito horas. Isso é muita coisa. A pessoa não rende o esperado."

Fonte: Diário do Grande ABC

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Em São Paulo, Prefeitura prorroga autorização para táxis nos corredores de ônibus até setembro

quarta-feira, 4 de abril de 2012

A Prefeitura de São Paulo renovou, até 30 de setembro, a autorização para circulação de táxis nos corredores de ônibus da capital. A determinação só vale se os veículos estiverem transportando passageiros.

De acordo com a SMT (Secretaria Municipal de Transportes), a ação foi tomada porque o serviço de táxi contribui para a redução de congestionamentos.
Para ter acesso ao benefício, os veículos não podem ter película de escurecimento nos vidros para não dificultar a visualização do interior do carro durante fiscalização.

A autorização só não vale para o corredor Metropolitano Diadema - São Paulo (Morumbi), que é de responsabilidade da EMTU.
Circulação no fim de semana

A secretaria também informou que vai renovar até 30 de setembro a autorização para a circulação de veículos de passeio nos corredores nos fins de semana, feriados e diariamente durante as madrugadas.

Diariamente, a liberação ocorre das 23h às 4h. Já nos fins de semana, das 15h do sábado às 4h da segunda-feira e, nos feriados, da 0h às 4h do dia seguinte.
Os motoristas de veículos de passeio que transitam pela faixa exclusiva de ônibus, fora dos horários e dias permitidos, estão sujeitos à multa por infração grave, de R$ 127,69 e com cinco pontos na carteira de habilitação.

Fonte: R7.com

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Justiça mantém integração gratuita com ônibus da EMTU em Diadema

segunda-feira, 5 de março de 2012

Os usuários vão continuar pagando apenas uma passagem quando utilizarem um ônibus do transporte coletivo e um da EMTU (Empresa Metropolitana de Transporte Urbano), em Diadema (Grande São Paulo). A integração gratuita existe desde 2001, mas desde janeiro deste ano a EMTU pede que seja cobrado R$ 1 dos passageiros que vieram das linhas municipais.

Diante da possibilidade de cobrança, no último dia 23 de fevereiro a Justiça concedeu uma liminar (decisão provisória) impedindo que o contrato seja recindido e que o usuário pague um valor adicional para fazer a integração. A decisão vale até o dia 10 de abril. Até lá, a Prefeitura de Diadema diz que espera firmar um acordo com a EMTU.
Caso a empresa descumpra a liminar, a multa diária é de R$ 248 mil.

A gratuidade da integração funciona atualmente nos terminais Diadema e Piraporinha. Em 10 de janeiro, porém, a EMTU decidiu finalizar o contrato e no prazo de 90 dias começaria a cobrança.
De acordo com a prefeitura, a empresa afirma que o fim da gratuidade se deve ao preço da manutenção das linhas do sistema.

O Ministério Público entrou com uma ação civil pública e conseguiu na Justiça manter provisoriamente a integração gratuita.
Segundo a Prefeitura de Diadema, cobrar um valor a mais para a integração entre ônibus municipais e linhas da EMTU pode penalizar cerca de 40 mil usuários por dia.

Em nota, a EMTU informou que aguarda ser citada oficialmente no processo para poder se manifestar sobre a decisão da Justiça de manter a gratuidade entre as linhas municipais e intermunicipais nos terminais Diadema e Piraporinha.

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São Paulo: Justiça mantém integração da EMTU em Diadema

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Se depender da Justiça, a integração gratuita entre os ônibus municipais e os trólebus e ônibus da Metra, que prestam serviços intermunicipais, vai continuar nos Terminais Piraporinha e Diadema.
O juiz André Mattos Soares, da Comarca de Diadema aceitou nesta quinta-feira, dia 23 de fevereiro de 2012, liminar ingressada pelo Ministério Público de Diadema para que a integração gratuita que ocorre desde 1991 continue.
O auto do pedido é o promotor de Cidadania de Diadema, Daniel Serra Azul Guimarães.
Ele também pediu que fosse estipulada multa diária de R$ 248 mil contra a gerenciadora de transportes intermunicipais, EMTU – Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos.
A EMTU pode entrar com recurso.
A polêmica sobre a cobrança da integração gratuita vem desde outubro do ano passado. O Governo do Estado diz que a cobrança na transferência é necessária para cobrir custos de modernização do corredor ABD e da rede elétrica dos trolebus.
Desde o início, o prefeito de Diadema, Mário Reali se mostrou contra o fim da integração.
Adamo Bazani, jornalista da CBN especializado em transportes

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EMTU quer cobrar tarifa nas linhas fazem integração nos terminais de ônibus Diadema e Piraporinha

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Cerca de 40 mil moradores de Diadema, o equivalente a 10% dos 400 mil habitantes da cidade, fazem integração nos terminais de ônibus Diadema e Piraporinha, com destino a São Paulo e a outros municípios do ABC, sem pagar uma segunda tarifa. A transferência gratuita ocorre desde 1991, mas pode acabar no  próximo dia 28.

A EMTU (Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos) já instalou catracas nos dois terminais de Diadema e também no de São Mateus, na Zona Leste de São Paulo. Um adicional de tarifa de R$ 1 iria ser cobrado desde domingo passado, mas o governo do estado decidiu adiá-lo até o final do mês. Moradores de Diadema fizeram duas manifestações contra a cobrança nos últimos dias.

“Precisamos equilibrar as finanças do corredor ABD com essa cobrança, da mesma forma como já fazem as outras cidades do ABC”, afirmou nesta terça-feira o secretário dos Transportes Metropolitanos, Jurandir Fernandes, referindo-se aos municípios de São Bernardo, Santo André e Mauá. A EMTU quer o adicional de tarifa para contrabalançar investimentos de R$ 90 milhões no corredor.

Diadema/ O prefeito de Diadema, Mario Reali (PT), reuniu-se nesta terça à tarde com Fernandes para debater o aumento de tarifa. “Nós não vamos cobrar”, disse ele, ao alegar que o corredor é do governo do estado  e não há custos para o município.

Reali fará outra reunião com Fernandes. Se de fato não cobrar, o usuário dará R$ 1 ao embarcar nos ônibus da EMTU, mas não nos municipais de Diadema. Em São Paulo, vai pagar na ida e na volta para a EMTU e para a SPTrans.

Governo propôs subsídio, mas prefeito negouPara evitar a cobrança de adicional de tarifa nos terminais Diadema e Piraporinha, o governo do estado propôs ao prefeito Mário Reali que subsidiasse com R$ 1 cada passageiro transportado pelo corredor ABD, que tem 33 km e liga São Mateus ao Jabaquara, passando por cidades do ABC. “Não é possível”, disse  o prefeito. “Isso custaria R$ 12 milhões por ano e comprometeria toda a capacidade de investimento de Diadema.”

Usuários protestaram nesta terça contra os adicionais de tarifa que deverão ser cobrados para quem fizer integração nos terminais Diadema, Piraporinha e São Mateus. “É um absurdo”, disse Odete Borja, de 49 anos, ao lado da filha, a farmacêutica Juliana Nogueira, de 26. “Já aumentaram o Metrô e a EMTU aumentou também”, afirmou Juliana. “Como agora vão cobrar pela integração? Continuamos em pé, espremidos, e os salários continuam iguais.”

Fonte: Rede Bom Dia



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Em São Paulo, Ônibus metropolitanos terão reajuste de tarifa a partir de 12 de fevereiro

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

As tarifas dos ônibus intermunicipais das três Regiões Metropolitanas do Estado - São Paulo,  Baixada Santista e Campinas - serão reajustadas a partir de 12/02 (domingo).

O reajuste das tarifas das linhas de ônibus intermunicipais levou em conta a evolução média dos custos do setor de transporte coletivo no período de 12 meses, como mão de obra, combustíveis e veículos.  
A média do reajuste foi de 5,33% abaixo da inflação dos últimos 12 meses. A  inflação medida pelo IPCA (Índice Nacional de Preço ao Consumidor Amplo) foi de 6,5% e pelo IPC (Índice de Preços do Consumidor) da FIPE (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) foi de 5,34%.
Seguem os índices de reajustes por área de operação:   
RMSP
A média de reajuste das tarifas das linhas intermunicipais do Serviço Regular Comum na Região Metropolitana de São Paulo (RMSP) varia  conforme a área de operação:

Na Área 1 de operação sob concessão o reajuste médio será de 5,32%. A tarifa menor será de R$ 2,20 e a maior de R$ 5,30.
Municípios: Juquitiba, São Lourenço da Serra, Embu-Guaçu, Itapecerica da Serra, Embu, Taboão da Serra, Vargem Grande Paulista e Cotia. 

Na Área 2 de operação sob concessão  o reajuste médio será de 5,26%. A tarifa menor será de R$ 2,20 e maior de R$ 5,30.
Municípios: Cajamar, Caieiras, Itapevi, Jandira, Carapicuíba, Osasco, Barueri, Santana de Parnaíba, Pirapora do Bom Jesus, Francisco Morato e Franco da Rocha.

Na Área 3 de operação sob concessão o reajuste médio será de 5,57%. A tarifa menor será de R$ 2,20 e a maior  de R$ 5,30.
Municípios: Guarulhos, Arujá, Mairiporã e Santa Isabel.

Na Área 4 de operação sob concessão o reajuste médio será de 5,26%. A tarifa menor será de R$ 2,20  e a maior de R$ 5,20.
Municípios de Itaquaquecetuba, Poá, Mogi das Cruzes, Guararema, Biritiba Mirim, Salesópolis e Suzano.

Na Área 5 que opera em regime de permissão o reajuste será 5,33%. A tarifa menor será de R$ 2,10 e a maior  R$ 5,10.
Municípios: Diadema, São Caetano do Sul, São Bernardo do Campo, Santo André, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra,

A tarifa das  13 linhas do Corredor Metropolitano ABD (São Mateus – Jabaquara), operadas pela Concessionária Metra, serão reajustadas de R$ 2,90 para 3,10.

RMBS e RMC

Nas Regiões Metropolitanas da Baixada Santista (RMBS) e de Campinas (RMC) a variação das tarifas cobradas no Sistema Regular Comum será de 5,33%. 
Na RMBS a tarifa menor será de R$ 2,30 e a maior de R$ 9,10. Na RMC a tarifa menor será de R$ 2,80 e a maior de R$ 6,30.

Reajuste Tarifário - 2012


Informações: EMTU SP


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São Paulo, Consórcio negocia volta dos trens à Estação Luz

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

O destino final da Linha 10-Turquesa da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos), que liga Rio Grande da Serra à Capital, será tema de reunião entre a empresa e o Consórcio Intermunicipal do Grande ABC na terça-feira. O presidente da entidade e prefeito de Diadema, Mário Reali (PT), irá reivindicar a reinclusão da Estação Luz no itinerário. No mês passado, a CPTM confirmou que os trens que atendem a linha iriam ter a Estação Brás como ponto final de forma definitiva.


Na avaliação de Reali, a mudança no trajeto prejudicou os usuários da região, principalmente os que têm de fazer baldeação para acessar a Linha 1-Azul do Metrô (Jabaquara-Tucuruvi). Com a alteração, o passageiro precisa desembarcar no Brás e fazer conexão na Linha 11-Coral da CPTM (Luz-Guaianazes), que compõe o Expresso Leste. "Não dá para fazer essa baldeação pela Linha 11. É muito cheia", garante Reali.

Para justificar a mudança definitiva, a CPTM afirma que 55,7% dos usuários avaliam que, após o encurtamento da linha, o serviço prestado é ótimo ou bom. "Queremos ter acesso a essa pesquisa e aos demais dados técnicos para que possamos ter mais embasamento nas solicitações", pondera o petista.

A CPTM informa que tomou a decisão por conta da superlotação na Estação Luz, por onde circulam diariamente cerca de 465 mil pessoas. Por esse motivo, Reali teme que o terminal não volte a ter ligação direta com a região. "Eu, sendo franco, sou um pouco cético. Temos um problema operacional, que é o volume muito grande de passageiros. E isso aumentou muito depois da inauguração da Linha 4-Amarela do Metrô."

O petista também questiona os motivos de a linha que atende ao Grande ABC ter sido escolhida para o corte. "A linha que vem de Jundiaí passa pela Estação Barra Funda. Por que não fizeram o trem parar lá? Eles escolheram uma linha em detrimento da outra", diz o mandátario, referindo-se à Linha 7-Rubi.

HISTÓRICO

A Estação Brás passou a ser o último ponto da Linha 10-Turquesa em agosto. Até então, a mudança seria temporária, em função de obras de modernização da via férrea. Após a conclusão dos serviços, porém, o antigo trajeto não foi retomado.
A modificação gerou insatisfação por parte de passageiros dos trens ouvidos pelo Diário. O tempo de viagem até a Linha 1-Azul, segundo usuários, teve acréscimo de até meia hora nos horários de pico. Outra opção é acessar a Linha Norte-Sul por meio da Linha 2-Verde (Vila Prudente-Vila Mariana), na Estação Tamanduateí.



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São Paulo: Ônibus no Corredor ABD tem avaliação melhor que o Metrô

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Os passageiros de transportes públicos da Grande São Paulo já têm a consciência da necessidade da ampliação de corredores exclusivos de ônibus.
É um dos aspectos revelados pela pesquisa da ANTP – Associação Nacional dos Transportes Públicos sobre a Imagem dos Transportes na Região Metropolitana de São Paulo.
Foto: Adamo Bazani

Em geral, a percepção dos passageiros em relação aos serviços de ônibus na Capital Paulista não é positiva. Das 3 mil 160 pessoas entrevistadas, 60% avaliam os serviços como regular, ruim ou péssimo. Já 40% avaliam como bons ou ótimos.

As impressões negativas aumentaram em relação à mesma pesquisa divulgada referente a 2010, quando 41% consideravam o serviços regulares, ruins ou péssimos e 59% achavam como bons ou excelentes. Praticamente o quadro se inverteu.

Quando a avaliação dos passageiros é sobre os serviços de ônibus em corredores, a percepção em relação a qualidade dos serviços tem um cenário bem diferente e a maioria aprova os serviços de ônibus.

De acordo com a pesquisa da ANTP, 54% dos entrevistados consideram os ônibus em corredores excelentes ou bons contra 45% de ruins, regulares ou péssimos.
A explicação desta diferença de resultados se dá pelo melhor desempenho, velocidade maior e mais conforto que um sistema de corredores proporciona.

Em corredores, os ônibus não ficam presos no trânsito e por isso conseguem oferecer mais confiabilidade em relação a cumprimento de horários e trajeto total da viagem. Além disso, apesar de existir, a lotação pode ser mais facilmente revertida em ônibus de corredores pela maior flexibilidade dos horários e disponibilidade dos veículos em operação de fato. O tempo que o ônibus fica fora da garagem é melhor aproveitado, já que sem enfrentar trânsito, os veículos de transportes coletivo conseguem fazer mais viagens.

É um recado claro para os responsáveis pelas políticas de mobilidade que a priorização dos transportes, inclusive com a construção de corredores de ônibus, deixou de ser um discurso de especialista e se tornou anseio da população.

CORREDOR ABD TEM MELHOR AVALIÇÃO QUE O METRÔ

Um exemplo de que os corredores de ônibus têm a preferência da população é o sistema operado pela Metra, o Corredor ABD, que liga São Mateus, na zona Leste da Capital Paulista, a Jabaquara, na zona Sul de São Paulo, pelos municípios de Santo André, Mauá (Terminal Sônia Maria), São Bernardo do Campo e Diadema, com extensão entre Diadema (ABC Paulista) e a região do Brooklin, na zona Sul de São Paulo.

De acordo com a pesquisa realizada em 2011, 79% das pessoas aprovam os serviços da Metra, o que indica melhoria em relação ao ano de 2010, quando 70% das pessoas aprovaram os serviços dos ônibus e trolebus do ABC Paulista.

O índice é superior ao da aprovação do Metrô, que conseguiu 74% de avaliações positivas. Em relação ao ano passado, o Metrô teve uma queda na aprovação de 10%. No ano passado, o metrô teve 84% de aprovação.
O melhor índice de aprovação do metrô foi em 1999, quando 96% das pessoas consideravam o sistema ótimo ou bom.
Mesmo com a expansão do metrô, a lotação das composições, problemas operacionais e rede ainda insuficiente colaboram para a queda no índice de satisfação.

Os ônibus intermunicipais da Região Metropolitana tiveram aprovação de 51% em 2011 contra 59% no ano de 2010.
Os trens da CPTM – Companhia Paulista de Trens Metropolitanos também tiveram queda na avaliação positiva. Em 2011, 48% aprovaram os serviços contra 54% em 2010. Lotação e intervalo entre as composições foram as principais queixas dos passageiros.

Os ônibus municipais, fora da Capital Paulista, que incluem o ABC e outras regiões tiveram a pior avaliação entre todos os modais: apenas 36% de aprovação em 2011. Uma expressiva queda em relação a 2010, quando foram aprovados por 55% dos entrevistados.

Adamo Bazani, jornalista da Rádio CBN, especializado em transportes.


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