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Em Salvador, Rodoviários tentam acordo para evitar greve de ônibus

quarta-feira, 22 de maio de 2013

Os rodoviários encerraram no início da noite desta terça-feira (21) mais uma reunião de negociação com os empresários na tentativa de chegar a um acordo que evite uma paralisação da categoria, na Associação das Empresas de Transporte Coletivo Rodoviário da Bahia (Abemtro). Como na reunião da manhã, no entanto, o impasse continuou. 

"Infelizmente os empresários nos empurram para uma mobilização, uma greve, uma grande greve", diz o diretor de imprensa do Sindicato dos Rodoviários, Daniel Mota. "São 9 rodadas de negociações, quase 2 meses de conversas, e não vemos avanço", diz o rodoviário. "A categoria está apreensiva".


Segundo Mota, os rodoviários querem manter as negociações abertas e já existe uma nova rodada com os empresários marcada para o dia 28, mas a falta de avanço preocupa. "A saída é negociar, mas eles não estão querendo diálogo", diz.

Os rodoviários pedem um aumento salarial de 15%, além de ticket alimentação de R$ 15 trinta dias por mês e nas férias, assistência médica e odontológica para titulares e dependentes, gratificação de Carnaval, fim da cobrança de avarias, das terceirizações e da dupla função, além de redução da jornada para 6h sem redução de salário. Por outro lado, os empresários oferecem reajuste de 3,21%.

Outras reivindicações incluem o cumprimento da jornada diária de trabalho de 8h com 1h de descanso, como determina a lei. "Em alguns bairros não tem como deixar o ônibus parado por essa hora. Mas vamos obrigar os empresários a cumprir a lei, nem que para isso precise causar uma revolução nessa cidade". diz Mota. Os rodoviários também são contra a contratação de funcionários para cobrir folgas em esquema freelance e o banco de horas para que recebam folgas, e não o dinheiro extra, no fim do mês.

"Acho que essa é a primeira vez que ficamos dois meses negociando sem avanços. Estão esperando virar o balde para querer negociar. Os rodoviários pedem ao secretário de transportes que sente na mesa", acrescenta Mota.

Asssembleias
Os rodoviários têm duas assembleias marcadas para esta quarta-feira. Uma às 9h e outra às 15h. Segundo Mota, a categoria não deve entrar em greve amanhã, "até por conta da questão da legalidade", mas pretende "chamar os trabalhadores para fazer uma movimentação na cidade".

O gerente de relações sindicais do Sindicato das Empresas de Transportes de Passageiros de Salvador (Setps), Jorge Castro, acredita que as negociações chegarão a um ponto comum sem a necessidade de greve. "Mostramos alguns pontos que consideramos que são negociáveis, e agora vamos tentar trabalhar juntos para chegar a um denominador comum", conta Castro. "Os pontos de entrave deles é a jornada do trabalho e o salário", acrescenta, dizendo que os empresários estão buscando um consenso. 

Na última quinta-feira (16), os rodoviários fizeram reuniões nas portas de garagem e atrasaram as saídas dos ônibus em até 3 horas pela manhã. Quem saiu cedo de casa na manhã desta quinta-feira (16) para trabalhar foi pego de surpresa. Os pontos de ônibus estavam lotados e os poucos coletivos que passavam, nem paravam por conta da lotação. O motivo é que os rodoviários de dez, das 18 empresas, resolveram parar as atividades até as 8h.

Segundo informações da Superintendência de Trânsito e Transportes (Transalvador) as empresas que ficaram paradas foram a BTU, ODM e Ondina, Rio Vermelho, União, Transol, Capital, Ilha Tropical, Central e Verdemar.

Além das estações de transbordo e dos finais de linha, a maior parte de passageiros à espera dos ônibus ficou concentrada nas regiões de São Cristóvão, Iguatemi, avenida Paralela e Pirajá/São Caetano.

Informações: Correio 24 Horas
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Motoristas e cobradores de ônibus podem parar em Porto Alegre

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

A falta de um acordo entre empresas rodoviárias e trabalhadores do sistema de transporte coletivo de Porto Alegre pode desencadear uma greve da categoria na noite desta quarta-feira (16).

Uma reunião de negociação marcada para terça-feira (15) foi cancelada devido à falta de uma contraproposta das empresas ao pedido de reajuste de 30% da categoria. A primeira oferta das concessionárias do serviço, de 3%, foi rejeitada pelos motoristas e cobradores.

Os rodoviários fazem assembleia geral às 19h30 e estão em estado de greve desde o dia 4 de janeiro, quando iniciaram as negociações. O secretário-geral do Sindicato dos Rodoviários de Porto Alegre, Jarbas Franco, disse não acreditar em paralisação neste momento, mas declarou que a assembleia é soberana.

"O reajuste proposto é ridículo, não cobre nem a inflação. Mas numa greve é preciso levar em conta a população, que acaba sempre sendo prejudicada e fica contra nós", afirmou Jarbas.

"Provocar"
O sindicalista reconheceu que o pedido de reajuste de 30% de aumento salarial dos rodoviários "é para provocar", mas descartou que a categoria aceite menos que os índices de inflação registrados em 2012, próximos de 5,5%.

No ano passado, os rodoviários pediram 22% de reajuste e fecharam acordo por 7,5% - além de outros benefícios, como vale-alimentação de R$ 15 e fim do banco de horas, com pagamento integral das horas-extras.

O Seopa (Sindicato das Empresas de Ônibus de Porto Alegre) informou que espera apenas a definição da assembleia dos rodoviários desta quarta-feira para marcar uma nova reunião de negociação com a categoria.

Tarifa atual é R$ 2,85
Por meio da assessoria de imprensa, o sindicato informou que uma nova proposta será apresentada, mas não foram revelados índices.

O aumento salarial da categoria é o item que mais pesa no reajuste das tarifas de ônibus de Porto Alegre, que custam atualmente R$ 2,85. O reajuste normalmente é aprovado pela EPTC (Empresa Pública de Transporte e Circulação) em fevereiro.

Cerca de 8.500 rodoviários, entre motoristas e cobradores, trabalham no sistema de transporte da capital divididos em 13 empresas que estão organizadas em três consórcios. O piso salarial dos motoristas é de R$ 1.737, e o de cobradores, de R$ 1.043.

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Rio de Janeiro: Greve de ônibus vai prejudicar cerca de 3,5 Milhões de Passageiros

sábado, 22 de maio de 2010


O Sindicato dos Rodoviários ratificou, ontem à tarde, a decisão da categoria de entrar em greve por tempo indeterminado, a partir da zero hora de segunda-feira, no Rio de Janeiro. A primeira reação dos empresários foi chamar a polícia.

O presidente do Rio Ônibus, Lélis Teixeira, requisitou apoio da Secretaria de Segurança Pública contra os piqueteiros, para garantir o trabalho dos motoristas que não aderirem à paralisação e a saída dos veículos das garagens.

Os empresários também decidiram ir à Justiça contra o sindicato para que a greve seja decretada ilegal. O Rio Ônibus reclama do descumprimento do acordo coletivo firmado em março, pelo qual os rodoviários da capital receberam aumento salarial de 5% e seus colegas das outras cidades da Região Metropolitana ganharam 7%. Com isso, os salários foram equiparados, criando-se um piso regional.

Agora, a categoria reivindica reajuste de 15%, além de vale-refeição de R$ 150, auxílio para compra de uniforme e o fim da dupla função de motoristas que atuam como cobradores. Ao todo, há 40 mil profissionais na capital.

Metrô, trens e barcas são opção

A cidade tem uma frota de 6.800 ônibus, que transportam 3,4 milhões de passageiros por dia. Para amenizar os transtornos para a população, a Secretaria estadual de Transportes solicitou à SuperVia, à Barcas S/A e ao Metrô Rio o reforço de suas frotas, para dar opção a quem não puder ir para o trabalho de ônibus.

— A greve será por tempo indeterminado. Nem se pode dizer que os empresários fizeram uma contraproposta, de tão ridícula que era. Eles ofereceram um aumento no valor do tíquete-alimentação, de R$ 63 para R$ 70 — disse o diretor financeiro do sindicato, Samuel Freire de Souza.

Pressão de opositores
Em nota, o presidente do Rio Ônibus, Lélis Teixeira, reclamou que o acordo coletivo com os empregados foi homologado na Delegacia Regional do Trabalho. Quanto à requisição da polícia, Teixeira pediu para que “aja com o máximo rigor contra aqueles que estiverem de alguma forma prejudicando o bom andamento dos serviços prestados”.

A greve foi provocada por duas paralisações promovidas em abril por opositores do sindicato. O grupo criou outro sindicato, o Sintraturb, considerado ilegal pelo Ministério do Trabalho.


Fonte: Extra online
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Rio: Suposta greve de rodoviários prejudica passageiros de ônibus na Zona Oeste

segunda-feira, 12 de abril de 2010


Passageiros estão enfrentando dificuldades para encontrar ônibus, principalmente na Zona Oeste, no início da manhã desta segunda-feira. Embora não haja informações oficiais sobre uma possível paralisação dos rodoviários, os pontos de ônibus estão lotados em bairros como Barra da Tijuca, Recreio dos Bandeirantes e Jacarepaguá. O movimento nos ramais do Metrô e da Supervia também já começam a apresentar aumento da fluxo de passageiros.

Funcionários da empresas de ônibus Pegaso, Jabor e Zona Oeste cruzaram os braços na madrugada deste segunda-feira. Alguns deles estão concentrados em frente às garagens das companhias, todas na zona oeste, na tentativa de impedir a circulação de coletivos. A paralisação começou por volta das 2h, prejudicando passageiros em bairros das zonas Sul e, principalmente, Oeste do município.
Nelis Marcos Teixeira, presidente da Rio Ônibus, sindicato patronal do setor, reagiu com estranheza à manifestação.
- Fui pego de surpresa, já que o dissídio (5%) foi assinado pelo sindicato dos metroviários. Tive a informação de que essa greve é uma ação política de um grupo de oposição do sindicato - afirmou.
Funcionários da Empresa Real também teriam aderido à paralisação. Segundo o presidente da Rio ônibus, cerca de 35% de cada uma dessas empresas afetadas não estão trabalhando.

Fonte: O Globo
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Paralisação de ônibus no Rio já deixa passageiros a pé

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Atendendo a solicitação de paralisação por 24 horas promovida pelo Sindicato dos Motoristas e Cobradores de Ônibus da Cidade do Rio de Janeiro (Sintraturb-Rio), grande parte de motoristas e cobradores da cidade cruzaram os braços á zero hora desta terça-feira. Porém, a Justiça não atesta a legalidade da paralisação. Durante a madrugada uma oficial de justiça esteve na Central do Brasil, onde sindicalistas tentavam convencer os rodoviários que ainda rodavam a parar, e entregou um parecer de uma juíza do trabalho que julgava a paralisação ilegal.
As principais reividicações do Sintraturb são o aumento salarial e o fim da categoria Júnior. De acordo com o ativista Sebastião Neto, que com outros membros do Sindicato estendiam faixas na Central do Brasil com os dizeres:" estamos em greve", atualmente um cobrador recebe R$689 por mês, enquanto o salário do motorista é de R$1.337. O pedido é que os salários aumentem para R$995 e R$1.731, respectivamente.
Segundo Neto, a criação da categoria Júnior - motoristas de microônibus que também exercem a função de cobrador - fez com que cerca de 3.600 funcionários fossem demitidos. Esse tipo de profissional recebe o salário de R$ 880, conforme informou o Sindicato.
- Queremos acabar com o motorista júnior, pois é acumulo de função e o profissional recebe menos. Com a criação dessa categoria aproximadamente 3.600 pessoas foram demitidas e queremos que esses empregos sejam recuperados - disse Neto.
Sem saber da paralisação, o entregador Aldo Batista da Silva, de 32 anos, chegou na Central ás 23h30m. Vindo da Urca, onde trabalha, ele pretendia ir para casa, em Cavalcanti, na Zona Norte. Por volta de 1h30m, após duas horas de espera, o coletivo que ele pega, sem ter que esperar mais do que dez minutos normalmente, ainda não tinha passado.
- Não sabia dessa greve. Vou ter que esperar o ônibus passar porque não tenho outro meio para ir embora. Eu costuma chegar em casa, no máximo, meia-noite e meia. Essa hora eu já estaria dormindo - contou o entregar, sem ter noção do horário que conseguiria descansar.
Além da falta de ônibus os usuários tiveram que enfrentar a lotação. Assim que um coletivo parava no ponto várias pessoas tentavam embarcar e começava o empurra-empurra. Os ônibus saíam do ponto já cheios. Para evitar esse tipo transtorno, o garçom Valdir Vasconcelos, que trabalha na Barra e esperou 40 minutos para conseguir um ônibus que o deixasse na Central do Brasil, preferiu dividir a corrida de um táxi com dois amigos até Bonsucesso, onde moram:
- Tem menos ônibus hoje. Fiquei 40 minutos esperando na Barra para conseguir um ônibus para cá (Central). Não vou ficar esperando mais - afirmou o garçon.
O Sindicato que convocou a paralisação é uma dissidência do Sindicato dos Rodoviários, que ainda não é reconhecido pelo Ministério do Trabalho, por isso o protesto foi considerado ilegal. De acordo com os próprios sindicalistas do Sintraturb, apesar de alegarem que estão prestes a conseguir, a organização ainda não possui a carta sindical expedida pelo Ministro do Trabalho, que legitima o sindicato.

Fonte: O Globo

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Assembleia pode definir o fim da greve de ônibus em Porto Alegre

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Parados há 15 dias, os rodoviários da Capital se reúnem novamente hoje, às 20h, em assembleia da categoria no ginásio Tesourinha, com a possibilidade de que a greve finalmente se encerre amanhã. Mas, enquanto isso não é definido, os porto-alegrenses precisarão continuar buscando alternativas para se locomover na cidade. 

Ao entrar na terceira semana de paralisação, as chances de novas negociações com o sindicato patronal são poucas. Na quinta-feira, a quarta mediação entre o Sindicato dos Rodoviários e o Sindicato das Empresas de Ônibus de Porto Alegre (Seopa), realizada no Tribunal Regional do Trabalho (TRT-RS), terminou sem acordo, após propostas e contrapropostas de ambas as partes. Assim, a procuradora regional do Trabalho Beatriz Junqueira Fialho anunciou o ajuizamento de um dissídio coletivo, que deve ser julgado no dia 17 deste mês. 

Na última mediação, os rodoviários reivindicaram redução da jornada de trabalho para 36 horas, eliminação do banco de horas, aumento salarial de 5% acima do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (5,5%), de forma parcelada (INPC mais 2,5% agora, e outros 2,5% em maio), além da manutenção do plano de saúde com desconto de R$ 10,00 em folha e vale-alimentação de R$ 19,00. As lideranças do sindicato patronal afirmaram que as empresas não têm como negociar a redução da jornada e o banco de horas, nem melhorar a proposta de 7,5% de aumento, apresentada na última mediação. Em contrapartida, além desse mesmo reajuste e da fixação do vale-alimentação em R$ 19,00, ofereceram o plano de saúde de forma gratuita, sem coparticipação dos empregados. A nova proposta foi rejeitada pelos representantes da categoria, mas será analisada na assembleia de hoje. 

Na sexta-feira, a vice-presidente do TRT-RS, desembargadora Ana Luiza Heineck Kruse, indeferiu o pedido de reconsideração da liminar que determinou aos rodoviários a manutenção de 70% dos ônibus nos horários de pico e de 30% no resto do dia. O requerimento foi apresentado pelo sindicato da categoria na mediação realizada na quinta-feira. Os grevistas propuseram 30% a 40% da frota durante todo o dia ou 70% apenas nos horários de pico, para o movimento ser considerado legal. Assim, caso a ordem judicial continue sendo descumprida, a greve permanece ilegal, o que autoriza as empresas a descontarem os dias parados dos trabalhadores. A multa diária de R$ 100 mil pelo descumprimento também segue valendo.

Uma liminar solicitada pelo Seopa e aceita na sexta-feira pela 10ª Vara do Trabalho da Justiça do Trabalho de Porto Alegre, que proibia que piquetes e outros movimentos impedissem a saída dos ônibus que estão nas garagens, foi cassada ontem pelo TRT-RS. O mandado de segurança foi feito pela categoria. Assim, a intervenção da Brigada Militar para acabar com as concentrações em frente às garagens está proibida. 

A assessoria da Secretaria Estadual de Segurança Pública explicou que, para ser acionada, precisaria de uma determinação judicial. Os rodoviários também entraram com um pedido no tribunal para que ocorra uma nova reunião entre as partes envolvidas na tarde de hoje. 

Para reduzir despesas, prefeitura deve licitar somente veículos sem ar-condicionado

Previsto para ser lançado no dia 5 de março, o tão esperado edital de licitação dos ônibus da Capital pode trazer surpresas não muito agradáveis ao usuário do sistema coletivo. Com o intuito de diminuir a tarifa, a prefeitura deve licitar somente veículos sem ar-condicionado. A frota climatizada aumentaria em R$ 0,10 a passagem, devido ao custo maior e ao consumo extra de combustível. 

Mesmo com o corte na refrigeração, o prefeito José Fortunati afirmou, na semana passada, que a passagem irá aumentar devido à elevação de outros insumos que compõem a tarifa. Na quinta-feira, o Tribunal de Contas do Estado aprovou o relatório da auditoria realizada no sistema de transporte da cidade. As determinações constarão no decreto que deve ser lançado pela prefeitura nesta semana, contendo a revisão do cálculo da tarifa. 

Aulas estão suspensas a partir de hoje nas 41 escolas de Educação Infantil da Capital

Em decorrência da greve, a secretária municipal de Educação, Cleci Maria Jurach, determinou a suspensão das aulas nas 41 escolas de Educação Infantil da Capital a partir de hoje. A interrupção do atendimento foi motivada pelo impacto da falta de ônibus na rotina escolar: professores, monitores, estagiários e equipe de apoio não estão conseguindo chegar aos locais de trabalho. Os pais de 5,4 mil crianças matriculadas na primeira etapa da Educação Básica estão sendo orientados a não levar os filhos à escola. 

“Nossos profissionais estão se desgastando para organizar a logística dos funcionários. A energia e os recursos próprios estão acabando, e não podemos permitir que as crianças não sejam atendidas adequadamente”, justificou a secretária. 

Para manter os serviços, retomados na terça-feira passada, quando acabou o recesso escolar, os servidores das instituições de ensino ratearam as despesas dos colegas que não podiam arcar com o ônus das passagens de lotações sem o subsídio do vale-transporte. 

Fonte: Jornal do Comércio


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Greve de ônibus em Porto Alegre: Lotações poderão trafegar em corredores para amenizar transtornos

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Para minimizar os efeitos da greve dos rodoviários em Porto Alegre, a Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC) autorizou na tarde desta segunda-feira (27) as lotações a trafegarem nos corredores de ônibus da capital gaúcha. Os veículos também podem transportar passageiros em pé.

Por causa da paralisação, apenas 30% da frota de ônibus está em circulação – cerca de 436 veículos. O número foi considerado insuficiente pela EPTC. Táxis e caronas foram algumas das soluções encontradas pelos porto-alegrenses ao longo do dia. Muitas pesssos que dependem do transporte público, no entanto, ficaram mais de uma hora à espera de ônibus nas paradas.

Ao final da manhã, uma reunião havia permitido o transporte de passageiros pelos coletivos das linhas metropolitanas. No entanto, a Fundação Estadual de Transporte Metropolitano (Metroplan) suspendeu a medida. A assessoria de imprensa não soube informar o motivo e disse que os coletivos não chegaram a embarcar passageiros nas ruas e avenidas da cidade.

A greve dos rodoviários foi aprovada em assembleia na última quinta-feira (23). O Sindicato dos Rodoviários alega que as negociações com as empresas de transporte não evoluíram desde o início do ano. A categoria pede reajuste salarial de 14%, aumento de R$ 4 no vale-alimentação e manutenção do plano de saúde, entre outras reivindicações.

O Sindicato das Empresas de Ônibus de Porto Alegre (Seopa) disse que decidiu manter a proposta de reajuste salarial apresentada aos rodoviários. O sindicato oferece a reposição integral da inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor e a renovação de benefícios como passe livre gratuito, quinquênio, vale-alimentação no valor de R$ 16 por dia trabalhado e subsídio do plano de saúde.

Informações: G1 RS


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Rio: Rodoviários confirmam greve de ônibus em Niterói, São Gonçalo e outras cidades a partir de meia-noite

quarta-feira, 28 de março de 2012

O diretor do Sindicato dos Rodoviários de Niterói - sede de Alcântara, Wilson Costa, confirmou que os rodoviários da região entrarão em greve a partir da meia-noite desta quarta-feira. Segundo ele, a paralisação vai afetar os municípios entre Niterói e Arraial do Cabo, passando por São Gonçalo, Itaboraí, Maricá, Rio Bonito e Cabo Frio, entre outros.

A categoria pede aumento de 25% nos salários, na cesta básica, na compra de uniforme e no vale-refeição. As empresas ofereceram 10% de aumento salarial e 25% nos outros itens. Segundo Costa, a greve é por tempo indeterminado.

Em outros municípios - como o Rio de Janeiro e Nova Iguaçu - os rodoviários também estão em fase de negociação de reajustes salariais. No estado, apenas em Duque de Caxias patrões e funcionários já chegaram a um acordo.

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Rodoviários aceitam reajuste de 10% e encerram greve no Rio

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Depois de cinco dias de greve, os rodoviários das empresas de ônibus de Niterói, São Gonçalo e Maricá, na região metropolitana do Rio, aceitaram proposta do sindicato patronal - das empresas de ônibus - e decidiram encerrar paralisação. As informações são do Sindicato das Empresas de Transportes Rodoviários do Estado do Rio de Janeiro (Setrerj).

Ainda de acordo com o Setrerj, o sindicato dos rodoviários, em assembleia realizada na noite segunda-feira, aceitou a proposta de reajuste salarial em 10% e da cesta básica em 25%, com manutenção da gratuidade irrestrita para a categoria e do auxílio para compra de uniforme. Os rodoviários devem retomar suas atividades e o serviço deverá estar normalizado nas próximas horas.

Informações: Terra

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Rodoviários decretam greve geral após reunião sem acordo em Porto Alegre

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

O Sindicato dos Rodoviários de Porto Alegre decretou greve geral dos ônibus da Capital no final da tarde desta terça-feira. Reunida com empresários, Ministério Público, Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC) e Justiça no Tribunal Regional do Trabalho (TRT), a categoria havia dito que ia cumprir a determinação judicial de colocar 70% da frota nas ruas durante o horário de pico (das 5h30min às 8h30min e das 17h30min às 20h30min). Pressionada pelos sindicalistas, porém, voltou atrás:

– Sinto muito, quem decide são os trabalhadores e nós acatamos. Não é uma afronta à coitada da juíza. O trabalhador decidiu e temos de atacar – afirmou o presidente do sindicato, Júlio Gamaliel.

Na tarde de hoje, a magistrada Ana Luiza Heineck Kruse decretou que 70% da frota deveria estar nas ruas durante os horários de pico, sob pena de multa diária de R$ 50 mil. A medida, em caráter liminar, atendia a uma solicitação da prefeitura da Capital. Júlio Gamaliel disse não ver problemas quanto à penalidade:

– Depois nós veremos como pagar.

Na audiência realizada no TRT, os membros do sindicato ouviram da desembargadora  que a decisão é "para ser cumprida, não cabe lado". 

– Eu estou determinando que assim será, não cabe lado, é para ser cumprida. Ordem do juiz se cumpre – frisou ela.

A greve

Os usuários de transporte coletivo em Porto Alegre enfrentaram, nesta terça-feira, o segundo dia de greve dos rodoviários. O único alento, em relação à segunda-feira, é que a frota reduzida, com 436 coletivos, saiu mais cedo para a rua. Às 7h30min, 30% da dos ônibus estava na rua. 

Em entrevista ao programa Gaúcha Atualidade, da Rádio Gaúcha, o prefeito José Fortunati voltou a leventar suspeitas a respeito da mobilização pacífica realizada pelos rodoviários, que "no primeiro dia sequer mobilizaram piquetem em frente às empresas". Devido à falta de negociação entre trabalhadores e empresas de ônibus, a paralisação da categoria deve continuar por tempo indeterminado. 

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Greve de ônibus: Maior crise no transporte público de Porto Alegre

domingo, 2 de fevereiro de 2014

A tentativa da empresa VAP de furar a greve geral dos rodoviários em Porto Alegre, que afeta mais de 1 milhão de pessoas desde a última segunda-feira, foi abortada na manhã deste sábado após nove veículos serem apedrejados em locais como as avenidas Protásio Alves – próximo ao restaurante Barranco – e Manoel Elias.
Foto: Tadeu Vilani / Agencia RBS
Os 17 coletivos postos em circulação acabaram retornando à garagem, no bairro Alto Petrópolis, e os cerca de 30 funcionários presentes foram dispensados. Eles ouviram que não havia condições de segurança para trabalhar e reclamaram da ausência de líderes sindicais na sede da VAP.

Conforme a Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC), pelo menos 45 coletivos foram atacados nos últimos seis dias de paralisação: nove hoje, 22 na quinta-feira e 14 na terça-feira.

– A greve é considerada ilegal e é de nossa responsabilidade largar os veículos. Foi o que tentamos fazer. Devido a quebras e vandalismo, fomos obrigados a recolher. A empresa tentou fazer sua parte, mas nessas condições não há mais como – disse Ênio Luis, 59 anos, representante da companhia.

Um motorista de 48 anos, cujo nome foi preservado por Zero Hora, conduzia um dos ônibus que teve o para-brisa alvejado por uma pedra na Protásio Alves no final da madrugada. Ele relata que já esperava a depredação:

– Do nada escutei um estouro, não visualizei ninguém, estava escuro. Havia quatro passageiros. O cobrador tinha orientado eles a não sentarem próximo às janelas, pois a gente previa isso. Bah, não sabemos o que fazer, não sei se fiz certo ou errado, foi a orientação que recebi.

Reivindicações

Os rodoviários querem 14% de aumento, reajuste do vale-alimentação de R$ 16 para R$ 20 e manutenção do plano de saúde, sem desconto no salário. Porém, as empresas oferecem 5,56% (reposição integral da inflação no ano, segundo o INPC) e querem coparticipação financeira dos empregados no plano de saúde.

Paralisação segue total

Sem avanço nas negociações com os empresários, os rodoviários decidiram, em assembleia no Ginásio Tesourinha na noite de sexta-feira, manter a paralisação por tempo indeterminado. Eles criaram uma comissão grevista, com lideranças em todas as garagens, para manterem a mobilização.

Se for necessário, piquetes serão formados em frente às empresas, segundo os sindicalistas. Os representantes das permissionárias afirmam que não têm como oferecer outra proposta sem o reajuste da tarifa de R$ 2,80.

A Justiça do Trabalho descartou o uso da Brigada Militar para liberar a saída dos veículos. O governo do Estado havia deixado claro que, se o Poder Judiciário determinasse, colocaria a polícia para dialogar com os grevistas, sem o uso da força.

Informações: Zero Hora


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Tarifa de ônibus a R$ 1 aumenta o número de passageiros em Angra dos Reis

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

O funcionamento do transporte público em Angra dos Reis tem estado em discussão nos últimos dias no município. Populares elogiam o preço da passagem fixada em um real para os moradores da cidade. Porém, com a diminuição no valor, um número maior de pessoas estaria utilizando os serviços. Para profissionais do setor rodoviário e usuários, muitas medidas precisam ser implementadas para que o cidadão angrense desfrute de um sistema de transporte público de mais qualidade.
Foto: Leonardo Vieira
Segundo o presidente do Sindicato dos Rodoviários de Angra dos Reis, Marcelo Barbosa a busca por melhorias das condições de trabalho dos condutores de transporte público em Angra dos Reis foi motivo para a realização de uma paralisação no dia 30 de janeiro deste ano.
Dentre as reivindicações estava a criação de um espaço no Centro para que os rodoviários pudessem estacionar os veículos sem sofreram a pena de serem multados.

Na ocasião ficou definido pela prefeitura a permissão para que os coletivos fosse estacionados em frente ao Cais de Santa Luzia, para que os funcionários pudessem utilizar o banheiro público. Também ficou acordado que os ônibus podem ficar parados sobre a ciclovia do São Bento e em frente à Santa Casa de Angra. A medida tinha como prazo o final do mês de fevereiro.

De acordo com Barbosa, no decorrer da semana foi aprovado pelo município o investimento na localidade para a realização de obras de urbanização e a permanência do aval para o estacionamento dos coletivos por um período de 36 meses.

- Esta solução agradou muito ao sindicato. Pelo projeto será construído um grande estacionamento que irá beneficiar a população de maneira geral e os rodoviários - destacou.
O gerente da geral da Empresa Senhor do Bonfim, responsável pelo transporte público em Angra, Flaviano Ferreira afirmou que a solução aprovada era uma demanda antiga e foi positiva.

Desafios do transporte coletivo
Para um ex-funcionário da empresa Bonfim, que prefere não se identificar, as condições de trabalho dos motoristas de ônibus são difíceis. Segundo ele, a pressão para o cumprimento dos horários e a reação de insatisfação das pessoas para com o serviço prestado são os dois maiores problemas a serem enfrentados por quem atua nesta profissão.

De acordo com o motorista, com a diminuição do valor da passagem, um número maior de pessoas tem utilizado o sistema de transporte público. O que seria uma solução viável para acabar com os congestionamentos e diminuir a emissão de gás poluentes, tem se tornado na verdade complicado para passageiros e motoristas.

- Se o ônibus está cheio e o condutor para no ponto, os passageiros que estão dentro do veículo reclamam. Alguns chegam a querer agredir motoristas e cobradores. Por outro lado, se condutor do veículo lotado opta por não parar no ponto, corrermos o risco de sermos notificado pela empresa. Enfim, ou somo punidos pelo passageiro ou pela empresa - disse.
O presidente do Sindicato confirmou os problemas apresentados pelo ex-funcionário.
Segundo ele, todas essas questões fazem parte da luta da entidade para que a categoria tenha melhores condições de trabalho.
- Sabemos da dificuldade de realizar viagens para bairros distantes dentro de um pequeno espaço de tempo. Conseguimos junto à empresa, que os horários de linhas que trafegam grandes percursos como Angra-Parque Mambucaba e Mangaratiba fossem alterados para uma margem maior de duração - disse.

Para Barbosa,o crescimento populacional no município e a estrutura estreita das ruas centrais são fatores que precisam ser considerados na análise do sistema de transporte público na cidade. De acordo com o presidente, as negociações entre o sindicato e a empresa Senhor do Bomfim tem sido produtivas e aos poucos as melhorias estariam produzindo resultados positivos.

- Com o aumento da população temos mais pessoas utilizando o serviço. A criação do transporte cidadão também contribuiu para o aumento do fluxo de pessoas nos coletivos.
Estão sendo colocados mais veículos. Porém, sabemos que as condições de trabalho ainda estão longe do ideal. Conforme a empresa for conseguindo se adequar, melhor será o serviço prestado para a população - destacou.

Populares cobram melhorias
-Já fiquei uma hora no ponto de ônibus tentando embarcar. No horário de saída dos trabalhadores do estaleiro quem quer entrar no coletivo após o ponto de embarque na Brasfels tem que ter paciência - contou a professora Carmem Silva.
Para a assistente administrativo Fabíola de Castro Barreto a mudança no preço da passagem para um real, beneficiou a população. Porém, segundo ela, o ideal é que a frota fosse adequada à nova quantidade de usuários.

- Isto significou uma economia muito grande para quem anda de ônibus. Também acredito que se mais pessoas estão nos coletivos menos carros teremos nas ruas. Mas o que não pode são ônibus tão cheios em alguns momentos do dia - disse.
A estudante Ana Cristhiane Barbosa reclamou da presença de baratas em alguns coletivos.
- Em alguns ônibus os passageiros são obrigados a fazer a viagem com baratas nas paredes e no chão dos carros. Reconheço que ainda há pessoas que deixam lixo no ônibus e isso contribui para que apareçam estes insetos. Por outro lado a empresa deveria limpar e dedetizar os veículos - contou.

Empresa comenta reclamações
O gerente geral da viação Senhor do Bonfim, Flaviano Ferreira salientou que os coletivos trafegam respeitando o número limite de passageiros.
Segundo ele, os veículos destinados ao transporte e trabalhadores do estaleiro correspondem a carros extras e por isso não houve a diminuição no número de ônibus que atende a comunidade. Sobre a superlotação nos horários de maior fluxo de pessoas, o gerente afirmou que a necessidade de aumento da frota é avaliada de acordo com a demanda juntamente com a subsecretaria de Trânsito.
- Foram colocados 20 novos carros em operação. Atualmente temos cerca de 140 ônibus. Os veículos possuem ar condicionado, GPS e câmeras de segurança. Nos horários de pico há um maior fluxo de passageiros, mas os carros fazem os itinerários com a lotação permitida. A empresa sempre procura atender a necessidade dos usuários. No Carnaval, por exemplo, teremos uma programação especial com 40 carros extras à noite - afirmou.
Sobre a reclamação de passageiros relativas à presença de insetos, a empresa informou que há um convenio com uma empresa de dedetização para evitar este tipo de ocorrência.

- Temos um contrato de dedetização com uma empresa multinacional, certificada pelo Inea (Instituto estadual do Meio Ambiente). Os ônibus que apresentam algum problema são recolhidos e o serviço é refeito. Realizamos, também, junto à população campanhas para o uso das lixeiras dos veículos, evitando o acumulo de lixo durante as viagens - disse Flaviano que finalizou "Qualquer duvida, reclamação ou sugestão podem ser feitas pelo 0800 886 1000".

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Prefeitura de Maricá-RJ luta por continuidade do transporte gratuito para a população

segunda-feira, 27 de julho de 2015

O prefeito de Maricá, no litoral do Rio, Washington Quaquá, determinou neste fim de semana que a frota da Empresa Pública de Transportes (EPT), responsável pelo transporte gratuito no município, continue em circulação. A decisão foi tomada após a Justiça proibir a circulação dos ônibus conhecidos como "vermelhinhos", e fixar multa diária de R$ 20 mil em caso de descumprimento.
Foto: Fernando Silva / Divulgação

Segundo a Prefeitura, a decisão de manter a frota em circulação "tornou-se necessária face aos graves prejuízos que uma eventual paralisação completa acarretaria à população e à ordem pública, uma vez que a EPT é a única forma que a população maricaense tem de se deslocar dentro do município durante a noite". Apenas os ônibus da EPT transportam passageiros que deixam o trabalho após as 23h.

O governo alega ainda que a interrupção também causará transtornos aos moradores de localidades contempladas por linhas concedidas cuja operação não é realizada pelas empresas à revelia do poder público. Desde dezembro do ano passado, mais de um milhão de pessoas utilizaram o serviço.

"Decidi isso devido ao péssimo serviço prestado pelas concessionarias, inclusive com evidente sobrepreço cobrado por anos e anos nas passagens, conforme demonstram nossas planilhas", afirma o prefeito, salientando que a Prefeitura vai recorrer da decisão judicial.
Além do recurso, o prefeito promete deflagrar uma série de ações de fiscalização às empresas que operam o transporte coletivo na cidade.

Empresas alegam prejuízo
A decisão da Justiça de suspender a circulação dos ônibus da EPT foi tomada após um pedido do Sindicato das Empresas de Transportes Rodoviários do Estado do Rio de Janeiro (Setrerj). A entidade alega que a entrada da EPT no mercado promove concorrência deslegal e implicou em desequilíbrio econômico-financeiro das empresas prestadoras do serviço. O sindicato afirma ainda não haver demonstração, por parte da Prefeitura, de má prestação do serviço pelas empresas concessionárias.

A decisão de proibir a circulação dos ônibus da EPT foi tomada pelo desembargador Pedro Raguenet, da 21ª Vara Cível do Rio de Janeiro. Como os ônibus continuaram circulando, a juíza Luciana Estiges Toledo, da 1ª Vara Cível de Maricá, estipulou multa diária de R$ 10 mil para a Prefeitura e R$ 10 mil para a EPT.

Informações: G1 Região dos Lagos

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Greve dos rodoviários é considerada abusiva e ilegal em Volta Redonda

terça-feira, 15 de junho de 2010


O Ministério Público do Trabalho em Volta Redonda obteve liminar contra o Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários da Região Sul Fluminense em virtude da greve ocorrida em 27 de abril do corrente ano. A decisão judicial considerou ilegal e abusiva a paralisação, pois o representante sindical da categoria não observou os requisitos legais para deflagrar o movimento paredista.

Diante da ilegalidade praticada, o procurador do Trabalho Rodrigo Barbosa de Castilho ajuizou ação civil pública com o objetivo de obrigar o sindicato a comunicar previamente a população e as empresas de transporte coletivo urbano eventual paralisação sob pena de multa diária de R$ 100 mil em caso de descumprimento.

Segundo lembrou, na ocasião, a paralisação durou 24 horas. Alguns trabalhadores que não quiseram aderir ao movimento foram ameaçados e coagidos. Também foram registrados piquetes violentos durante a paralisação. “Os próprios usuários que já se encontravam nos veículos foram obrigados a sair dos ônibus”, relembra Castilho. De acordo com a Lei de Greve, o sindicato da categoria deve informar, com 72 horas de antecedência, a deflagração do movimento paredista, bem como assegurar percentual mínimo para a continuidade da prestação do serviço.

Na petição inicial, o procurador requereu à Justiça que o sindicato seja obrigado a informar com antecedência novo movimento paredista sob pena de multa diária; que garanta a prestação mínima do serviço ao usuário; e que seja proibido de realizar manifestações agressivas e violentas, assim como constranger e ameaçar aqueles que não queiram aderir ao movimento. Além disso, o MPT pediu a condenação do sindicato ao pagamento de dano moral coletivo na ordem de R$ 250 mil.

Fonte: Ministério Público do Trabalho no Rio de Janeiro
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Em protesto por segurança, rodoviários param ônibus em Natal

sexta-feira, 11 de março de 2016

Trabalhadores do setor de transporte público paralisaram as atividades na tarde desta sexta-feira (11) em Natal. De acordo com informações o presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários do Rio Grande do Norte (Sintro), Júnior Rodoviário, a paralisação foi encerrada por volta das 17h45. A paralisação durou cerca de duas horas.

Em nota emitida nesta quinta-feira (10), o sindicato já havia indicado a possibilidade de paralisação nesta sexta. De acordo com a assessoria de comunicação do Sintro, a parada é uma forma de protesto contra a onda de assaltos em Natal. Segundo o Sintro, a paralisação deve durar duas horas. A paralisação começou por volta das 15h40.

Ainda de acordo com informações do Sintro, as paralisações ocorreram em cinco pontos da cidade: no Viaduto do Baldo, em Cidade Alta; na Avenida Bernardo Vieira, em Lagoa Nova; próximo ao Teatro Alberto Maranhão, na Redinha; e nos terminais das empresas Guanabara e Conceição, na Redinha e em Felipe Camarão, respectivamente.

A paralisação dos ônibus acabou causando transtornos a diversos populares. É o caso da designer Danielle Irineu. "TIve que cancelar uma reunião, uma sessão de fotos e voltei de carona do trabalho. Quem tem carro está dando carona aos demais", disse.

De acordo com a auxiliar em saúde bucal Elaine Katiuscia, no entanto, o aviso prévio da paralisação preveniu maiores transtornos. "Eu estava participando de um curso de atualização em um hotel na Via Costeira. No entanto, como havia o indicativo de que poderia ocorrer esta paralisação, a organização teve que adiantar o conteúdo pela parte da manhã e cancelou as aulas da tarde", explicou.

Informações: G1 RN
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