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O que falta para a mobilidade sobre ônibus ser atrativa?

segunda-feira, 5 de agosto de 2024

Sempre que são discutidas as soluções para os problemas do transporte por ônibus no Brasil vemos que o foco se limita aos seus elementos básicos, o feijão com arroz. Aponta-se a falta de velocidade, capacidade, frequência, segurança, confiabilidade, sem contar com o conforto mesmo da viagem. É claro que esses são requisitos básicos para a aceitação desse mais importante meio, mas por que será que até hoje não se conseguiu o apoio para mudar isso?

Ninguém duvida que os ônibus são úteis, mas parece que não são desejados, e em uma sociedade de consumo e com viés importante de desejo por status e distinção, a paixão é o poder que abre todas as portas! Mesmo consertando todos esses defeitos objetivos, já descritos, seremos automaticamente e imediatamente amados?

Ao pesquisarmos as duas palavras do título observamos alguns pontos característicos e curiosos sobre os seus significados. Enquanto a utilidade é medida por objetivos claros a serem alcançados com o uso do objeto, o desejo parece ser satisfeito por ele mesmo, e muitas vezes de forma misteriosa e pouco clara. A diferença de força e complexidade do desejo é evidente até mesmo na quantidade de definições e explicações que requer. 

Nosso primo-irmão tecnológico, o automóvel, cedo compreendeu essas diferenças e partiu para enfrentar enormes dificuldades e conquistar o desejo. Conseguiu até “corrigir” a seu favor realidades que davam vantagens a outros meios.

Se as cidades densas eram suas inimigas, partiu para viabilizar os subúrbios distantes, ao mesmo tempo atendendo ao desejo de moradias maiores e terrenos mais baratos. Conseguiu que as estradas necessárias para isso fossem construídas e pagas pela conta de todos, mesmo os que não as usassem. Os desejos “naturais”, como comprar objetos, namorar, foram adaptados para que fossem mais convenientes com o automóvel e as cidades também se adaptaram para serem acessíveis a eles e seus “donos”. O carro é uma propriedade que tem utilidade mesmo quando não é usado, enquanto o ônibus é um serviço prestado que, em vez de distinguir seus passageiros, os nivela, o oposto dos mandamentos da modernidade em que vive o carro.

Síntese: o serviço de ônibus é visto como um mal necessário, não é desejado porque é um mau parceiro, se comporta mal e não produz uma experiência feliz, não dá presentes na hora certa e não se antecipa aos sentimentos de seu público. Faz isso por depender de uma “família disfuncional” em que cada um detém parte do que ele precisa para se tornar o parceiro ideal, mas preferem não cuidar do sistema todo e não acreditam, de fato, que a história triste de hoje possa ser mudada. Esse é o pior preconceito e discriminação que impede o desejo.

Mas o que pode ser feito para reverter essa situação?
Diante do que já foi dito, a solução está em, como em qualquer relação deteriorada, surpreender o parceiro com indicadores de que o ônibus pertence aos serviços desfrutáveis por pessoas bem-apreciadas. Para isso, a primeira conquista precisa ser a independência financeira para poder gastar nessas transformações e ambientações.

Mas a qualidade do transporte por ônibus não é percebida apenas na viagem, como o caso do automóvel.

Há uma dependência íntima entre o que pode ser feito pelo operador e o que a cidade precisa prover. No caso do metrô, a experiência ocorre no interior de um ambiente completo controlado. A qualidade das estações, dos trens, as mensagens e a presença de agentes operacionais transmitem uma sensação de modernidade, segurança e atendimento que influenciam a imagem de quem o utiliza.

O ônibus precisará operar em uma cidade assim para ter os mesmos benefícios. O trânsito, a faixa de domínio, as calçadas, os pontos de parada, os terminais, a arborização, o policiamento e finalmente a comunicação em tempo real farão com que uma experiência comum e pouco qualificada se transforme em viagens atraentes e, pouco a pouco, mude a afetividade da escolha desse meio. Enquanto o automóvel não precisa de uma cidade ótima para todos, o ônibus, ao mesmo tempo, exige e deixa de herança esses benefícios.

Enfim, e isso é um benefício adicional da mobilidade por ônibus, a cidade precisa melhorar para todos, pedestres, ciclistas, idosos e pessoas com necessidades especiais, para que todos, sejam usuários ou não, possam apreciar esse velho novo companheiro de forma mais romântica.

Informações: NTU

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Veja as 30 estações mais movimentadas do Metrô de São Paulo

domingo, 4 de agosto de 2024

A rede metroviária de São Paulo tem crescido nos últimos anos, mas algo não muda: a estação Sé segue como a mais movimentada. A estação localizada no ponto zero da capital recebe dois ramais, a Linha 1-Azul e a Linha 3-Vermelha, mas é a segunda que detém a maior demanda de passageiros.

Dados de junho mostram que as plataformas de Sé da Linha 3 receberam em média por dia útil 202 mil usuários. Tratam-se de pessoas que passaram pelos bloqueios da parada, mas também que fizeram transferências  da Linha 1-Azul. Como esperado, as plataformas de Sé da Linha 1 estão em 2º lugar, com 171 mil usuários diários.

O site montou um ranking que mostra as 30 estações de metrô mais movimentadas de São Paulo.

Informações: MetroCPTM

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Jundiaí terá novo terminal de ônibus na região Oeste

quarta-feira, 31 de julho de 2024

O transporte coletivo de Jundiaí terá em breve um novo terminal de ônibus Urbano, dessa vez no vetor Oeste. Tudo indica que esse terminal será construído no bairro Novo Horizonte. Além do novo terminal, investimento de quase 70 milhões de reais possibilitará outras melhorias no transporte público. O novo terminal será resultado de parceria público-privada.

O projeto de mobilidade de Jundiaí, incluído no Novo PAC Seleções, faz parte de um conjunto de 899 empreendimentos selecionados em todo o Brasil para receber investimentos em áreas como abastecimento de água, esgotamento sanitário e mobilidade urbana.

“O projeto de mobilidade de Jundiaí é amplo e envolve uma grande reestruturação do sistema de transporte público municipal. A PPP inovará, com novo terminal de transporte no Vetor Oeste e novos modais, integrados, para economizar tempo e melhorar a circulação na cidade”, afirma o prefeito Luiz Fernando Machado.

O investimento total para a PPP é de R$ 240 milhões. Os recursos serão provenientes do Orçamento Geral da União, garantindo a sua viabilização e o início das obras em breve. “A realização deste investimento representa um avanço técnico significativo para nossa infraestrutura de transporte”, comenta o gestor de Mobilidade e Transporte, Aloysio Queiroz.

Informações: Novo Dia

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Metrô de SP suspende licitação de projeto básico da Linha 20-Rosa

segunda-feira, 29 de julho de 2024

O Metrô de São Paulo suspendeu a licitação para a elaboração do projeto básico de arquitetura e engenharia da Linha 20-Rosa, que pretende conectar a região da Lapa com a cidade de Santo André, no ABC paulista.

A decisão foi divulgada na última sexta-feira (26/7) após atender a dois pedidos feitos por concorrentes ao contrato que contestaram a escolha do Consórcio MNEPI Linha 20, formado pelas empresas Maubertec, Nova Engevix, Pólux e Intertechne, como vencedor da concorrência conforme as especificações do edital.

Curiosamente não apenas o segundo colocado, o Consórcio Sener Setepla – Egis – Setec, deu entrada em recurso administrativo como o próprio vencedor reclama do resultado apontado pelo Metrô.

O MNEPI Linha 20 afirma que a comissão de licitação errou a nota técnica atribuída a ele e deve revisá-la para cima. Além disso pede a desclassificação dos concorrentes Sener Setepla – Egist – Setec e CASL20 – Civil – Arquitetura – Sistemas porque teriam usado como comprovante de experiência profissionais com diplomas obtidos no exterior.

Além disso, o vencedor do certame pede que o Metrô revise para baixo as notas atribuídas aos dois consórcios.

Já o consórcio Sener Setepla – Egis – Setec diz que o MNEPI Linha 20 teria obtido a melhor nota comercial por meio de um artifício, o de ter considerado uma mesma equipe de técnicos para produzir os projetos das duas partes da Linha 20-Rosa.

O Metrô dividiu a licitação em dois blocos, o primeiro entre as estações Santa Marina e Abraão de Morais e o segundo a partir dela até Santo André.

Os dois blocos têm um cronograma de execução paralelo, o que exigiria duas equipes diferentes, mas o consórcio derrotado alega que o MNEPI Linha 20 apenas considerou um pequeno grupo de 10 profissionais, insuficiente para dar conta da demanda dos trechos.

“Este consórcio recorrente requer se digne a ilustre comissão de licitação e julgamento da companhia do metropolitano de São Paulo – Metrô, proceda ao reexame da classificação final do certame do edital de licitação nº 10019740, reconsiderando a decisão proferida anteriormente, para o fim de dar provimento ao presente recurso administrativo, desclassificando o Consórcio MNepi Linha 20 em um dos dois lotes, a fim de que não seja considerada nenhuma vantagem não prevista ou exigida neste edital, com fundamento no item 8.3 do Edital, conforme apontamentos realizados no presente recurso”, diz o documento apresentado pelo consórcio.

Com a suspensão do processo, o Metrô de São Paulo analisará os documentos para decidir se acatará ou não os recursos apresentados. A decisão sobre a continuidade ou modificação do processo licitatório será tomada após a avaliação detalhada das alegações e evidências fornecidas pelos consórcios concorrentes.

O projeto básico da Linha 20-Rosa é importante para que o governo de São Paulo possa modelar a futura concorrência para concessão do ramal à iniciativa privada, que deverá construí-la e operá-la.

Metrô prevê entrega até 2035
A Linha 20-Rosa está prevista para ser entregue até 2035, com extensão de 33 km, 24 estações e dois pátios de manutenção, conectando diversos pontos da capital e do ABC Paulista.

Estima-se que a linha atenderá cerca de 1,3 milhão de passageiros diariamente, com uma frota de 50 trens.

Informações: Metropoles

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ViaQuatro e ViaMobilidade lançam app para facilitar acesso de passageiros aos bicicletários

Utilizar o bicicletário das estações das Linhas 4-Amarela e 5-Lilás ficou mais fácil para os passageiros. A ViaQuatro e a ViaMobilidade lançaram, nesta quinta-feira, 11 de julho, o Bicicletário Digital, um app que auxilia na consulta de espaços disponíveis nas 13 estações que dispõem de bicicletário. São mais de 1,1 mil espaços para ciclistas deixarem sua bike com segurança e, agora, ainda mais agilidade.

Usar o app é fácil. Basta baixá-lo na Play Store (para Android) ou Apple Store (para iOS) e realizar um pré-cadastro. A partir do preenchimento do formulário, o passageiro pode ir à Sala de Supervisão Operacional (SSO) da estação escolhida com sua bicicleta e apresentar um documento com foto para a retirada de um lacre. Com esse lacre, ele poderá transitar em todos os bicicletários das linhas 4-Amarela e 5-Lilás. É necessário também utilizar corrente e cadeado próprio, para mais segurança.

“A tecnologia é a nossa principal ferramenta para desburocratizar processos e facilitar a vida de nossos passageiros. Apostamos no app como uma forma de encorajar o uso de espaços seguros para guardar bicicletas, incentivando o uso desse meio de transporte que não só ajuda o meio ambiente, mas também colabora com a saúde das pessoas”, explica Antonio Marcio, diretor responsável pela ViaQuatro e ViaMobilidade.

O app está inicialmente em fase de testes e deve receber novos recursos e facilidades no futuro.


Regras de uso de bicicletas nos trens e bicicletários

O embarque de bicicletas nas estações é permitido de segunda a sexta-feira entre 10h e 16h, e das 21h até o fechamento do sistema, sempre nos últimos vagões dos trens. Sábados, domingos e feriados não há restrições de horário. Dentro do trem, o ciclista deve manter-se afastado das portas, a fim de não impedir seu fechamento ou obstruir a entrada e saída dos passageiros.

Já nos bicicletários, após a reserva de espaço, o ciclista deve estar atento para deixar sua bicicleta presa com corrente e cadeado próprio. O tempo máximo de permanência no espaço é de quatro dias. Após esse período, a bike será retirada e guardada pela ViaQuatro/ViaMobilidade por até 60 dias. Caso isso aconteça, será necessário um agendamento prévio para retirada por meio da Central de Atendimento no número 0800 770 7100.

Estações com bicicletários

Nas Linhas 4-Amarela e 5-Lilás existem 13 estações com bicicletários, totalizando 1.188 vagas disponíveis.

Você encontra bicicletários na Linha 4-Amarela nas estações Vila Sônia (92 vagas), São Paulo-Morumbi (80 vagas), Fradique Coutinho (86 vagas) e Butantã (149 vagas). A estação Pinheiros (117 vagas) está prevista para fim de julho.

Já na Linha 5-Lilás, há bicicletários nas estações Alto da Boa Vista (100 vagas), Borba Gato (84 vagas), Brooklin (30 vagas), Campo Belo (144 vagas), Eucaliptos (92 vagas), Moema (68 vagas), AACD-Servidor (36 vagas), Hospital São Paulo (30 vagas) e Santa Cruz (80 vagas).

Mais informações estão disponíveis na Central de Atendimento, no número 0800 770 7100, ou no “Fale Conosco” do site das concessionárias.

Informações: ViaQuatro

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Novo PAC Seleções destinará recursos para 71 km de projetos metroferroviários

O Governo Federal anunciou hoje (26/07) os projetos do Novo PAC Seleções, em três eixos. Para o setor de transporte de passageiros sobre trilhos, foram selecionados 70,92 km em projetos de transporte público metroferroviário, sendo: 12,84 km de metrô; 53,50 km em requalificação de trens urbanos; e 4,58 km em Veículo Leve sobre Trilhos (VLT). O detalhamento dos projetos ainda será divulgado.
VLT no Recife deteriorado

Serão investidos R$ 9,9 bilhões em projetos do subeixo Mobilidade Urbana – Grandes e Médias Cidades, que incluem empreendimentos de infraestrutura de transporte de média e alta capacidade (metrô, trem, VLT e BRT) e projetos de infraestrutura prioritária para o transporte coletivo (corredores, faixas exclusivas, centros operacionais, sistema de transporte inteligente, terminais e estações), incluindo também infraestrutura para ciclistas e pedestres integrados ao projeto de transporte público.

De acordo com o Ministério das Cidades, na fase de inscrição, puderam enviar propostas estados, municípios e DF. As intervenções podem alcançar até 258 municípios pertencentes a regiões metropolitanas com mais de 3 milhões habitantes e 56 municípios com mais de 300 mil de habitantes.

“A Associação Nacional dos Transportadores de Passageiros sobre Trilhos – ANPTrilhos recebeu com grande entusiasmo a contemplação de novos projetos metroferroviário no PAC Seleções. O andamento desses projetos é de suma importância para a ampliação da rede de atendimento à população brasileiras”, explica Joubert Flores, Presidente do Conselho da entidade. 

Informações: ANPTrilhos

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SPTrans desvias linhas na Vila Prudente a partir de segunda-feira, 29

domingo, 28 de julho de 2024

A SPTrans informa que, a partir das 7h de segunda-feira (29), seis linhas terão seus itinerários alterados durante interferência viária na Rua Virgílio, entre a Rua Dr. Roberto Feijó e a Avenida Prof. Luiz Ignácio Anhaia Mello, na Vila Prudente, Zona Leste.

Confira as mudanças:

4025/10 Vl. Califórnia – Metrô Tatuapé
Ida: normal até a Rua José dos Reis, Rua Ibitirama, Rua do Orfanato, prosseguindo normal.
Volta: sem alteração.

476G/10 Jd. Elba – Ibirapuera
Ida: normal até a Rua Ibitirama, Rua Cap. Pacheco e Chaves, prosseguindo normal.
Volta: sem alteração.

476G/41 Vl. Industrial – Metrô Ana Rosa
Ida: normal até a Rua Dr. Roberto Feijó, Rua José dos Reis, Rua Ibitirama, Rua Cap. Pacheco e Chaves, prosseguindo normal.
Volta: sem alteração.

573A/10 Metrô Bresser - Vl. Alpina
Sentido Vl. Alpina: sem alteração.
Sentido Metrô Bresser: normal até a Rua Ibitirama, Rua Cap. Pacheco e Chaves, Av. Paes de Barros, prosseguindo normal.

575A/10 Div. São Caetano – Shop Metrô Tatuapé
Ida: normal até a Rua Ibitirama, Rua do Orfanato, prosseguindo normal.
Volta: sem alteração.

N533/11 Term. Vl. Prudente – Jd. Planalto
Sentido Jd. Planalto: sem alteração.
Sentido Term. Vl. Prudente: normal até a Rua Ibitirama, Rua Cavour, Rua Itamumbuca, Av. Prof. Luiz Ignácio Anhaia Mello, acesso, Term. Vl. Prudente.

Atenção

Os passageiros que utilizam os pontos de parada da Rua José dos Reis, nº 75 e nº 102 e da Rua Dr. Roberto Feijó, 171, terão a opção de utilizar o ponto na Rua Ibitirama, nº 567, no sentido centro. Já os passageiros do ponto da Av. Prof. Luiz Ignácio Anhaia Mello, nº 1.061(Term. V. Prudente), serão atendidos na Rua Ibitirama, nº 183.

Informações: SPTrans

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