Governo de SP assina concessão do Trem Intercidades que vai ligar Campinas à capital *** Ônibus da MobiBrasil 100% movido a gás natural entra em operação no Grande Recife *** Cuiabá reduz em 87% reclamações com monitoramento de frota inteligente *** Trensurb retoma operação do metrô de forma emergencial *** Terminal do Tatuquara completa três anos integrando a região Sul de Curitiba *** Campinas atinge mais de 107 km de rotas para bicicletas *** Metrô de BH receberá 24 novos trens em 2026
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Super Articulado é testado nos corredores de ônibus do ABD

terça-feira, 2 de abril de 2013

A Metra, empresa que opera o Corredor Metropolitano de Ônibus ABD, está testando um novo ônibus para a operação em seus corredores. O Millenium BRT Super Articulado MBB circula nos 42 quilômetros de vias operadas pela Metra entre os municípios de São Bernardo do Campo, Diadema, Santo André, além das zonas leste (São Mateus) e sul da cidade de São Paulo (Berrini e Jabaquara). Por enquanto, o teste está sendo efetuado no trajeto entre Ferrazópolis e Jabaquara.

O Millenium BRT Super Articulado 0-500 UDA 3836 tem 23 metros de comprimento, cinco a mais que os tradicionais veículos articulados do mercado. Para o usuário, as vantagens do novo ônibus estão na alta capacidade de transporte de passageiros: 159 pessoas (57 sentados e 102 em pé), maior conforto para circulação, graças a boa largura do veículo e do salão interno, além de anteparos, balaústres e corrimãos em tubos de aço encapsulados em PVC desenvolvido pela encarroçadora Caio. Janelas mais amplas, dutos embutidos e outros diferenciais melhoraram o espaço interno do veículo. Com ar condicionado, bom revestimento acústico e suspensão pneumática, o ônibus resulta em uma operação mais segura e confortável durante as viagens feitas ao longo do corredor ABD operado pela Metra.

Na parte mecânica, o Millenium BRT é feito sobre chassi Volvo e tem propulsor diesel OM 457 LA que já atende ao Proconve 7 (Programa Nacional de Controle da Poluição do Ar por Veículos Automotores), baseado nos padrões de emissão Euro V. Equipado com câmbio automático, o carro tem sistema de freio antiblocante (ABS), itinerário eletrônico e iluminação LED mais eficiente. 

Os testes com o novo veículo fazem parte de um programa de renovação de frota da Metra, que inclui ainda a aquisição de 20 novos trólebus fabricados pela Eletra, os quais começam a circular no corredor ABD ainda no primeiro semestre de 2013. A Metra tem uma frota de 280 veículos entre elétricos, híbridos e equipados com motor diesel.

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Metrô de SP obtém licença ambiental para monotrilho até aeroporto

domingo, 25 de março de 2012

O Metrô de São Paulo recebeu da Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente no Diário Oficial do Município a Licença Ambiental de Instalação (LAI) para iniciar as obras do primeiro trecho de 7,7 km do monotrilho da Linha 17-Ouro, entre o aeroporto de Congonhas e a estação Morumbi da Linha 9-Esmeralda da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), permitindo, assim, a interligação com a rede metroferroviária.

Com a LAI, o Metrô negocia junto à Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) e ao Consórcio Monotrilho Integração os preparativos para dar início às obras na última semana deste mês ou nos primeiros dias de abril. Nessa etapa, a Linha 17-Ouro vai ligar o aeroporto de Congonhas à estação Morumbi da Linha 9 da CPTM (Osasco-Grajaú), atendendo à concentração da rede hoteleira na região das avenidas Berrini e Nações Unidas. O trecho inicial da Linha 17-Ouro está previsto para operar em 2014. Sua demanda estimada é de 5 mil passageiros por dia.

O segundo trecho, com 6,5 km, deve interligar o aeroporto de Congonhas à Linha 1-Azul do Metrô, na estação Jabaquara. No percurso, a Linha 17 estará conectada à Linha 5-Lilás, na futura estação Água Espraiada/Campo Belo. Já o terceiro trecho, com extensão de 3,5 km, fará conexão com a Linha 4-Amarela na estação São Paulo-Morumbi, passando pelo bairro de Paraisópolis.

A Linha 17-Ouro, cujo contrato para implantação foi assinado em julho do ano passado, terá 17,7 km de extensão e 18 estações. A demanda total prevista para o trecho Jabaquara¿São Paulo/Morumbi é de 252 mil usuários por dia.

O monotrilho da Linha 17-Ouro terá carros sobre pneus. Movido à energia elétrica, o trem circulará a uma altura entre 12 e 15 m do solo, dependendo do trecho, correndo sobre vigas de concreto. A frota será composta por 24 trens com capacidade para 400 passageiros e ar-condicionado.

Informações: Terra


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Primeira fase da FUVEST: Saiba as linhas de ônibus que atendem os locais de prova neste domingo

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Em função da realização da primeira fase do vestibular da FUVEST, que ocorrerá neste domingo, 27 de novembro, a SPTrans informa as linhas que circulam pelos 45 locais onde serão realizadas as provas na cidade de São Paulo.

Para informações sobre os trajetos de linhas de ônibus consulte itinerários ou ligue 156.

Linhas que circulam nas imediações dos locais das provas:

01 - ESCOLA DE ARTES, CIÊNCIAS E HUMANIDADES - USP LESTE
Rua Arlindo Bettio, 1000 - Ermelino Matarazzo

1178/10 São Miguel – Pça. do Correio
2551/10 Term. A. E. Carvalho – Term. Pq. D. Pedro II
2582/10 Vila Nova Curuçá – Term. Pq. D. Pedro II
374M/10 CPTM Ermelino Matarazzo – Metrô Itaquera (Circular)
2590/10 União de Vila Nova – Pq. D. Pedro II
2735/10 Jd. Keralux – Metrô Penha

02 - UNICSUL - CAMPUS ANÁLIA FRANCO
Av. Regente Feijó, 1295 - Tatuapé

2100/10 Term. Vila Carrão – Praça da Sé
2191/10 Shop. C. L. Aricanduva – Term. Pq. D. Pedro II
3139/10 Jd. Vila Formosa – Praça João Mendes
3701/10 Jd. da Conquista – Metrô Belém
3750/10 Conj. José Bonifácio – Metrô Belém
3729/10 Shop. Aricanduva – Metrô Carrão
372U/10 Vila Santa Isabel – Metrô Tatuapé
3746/10 Jd. Imperador – Metrô Belém
574W/10 Jd. Walkiria – Metrô Belém

03 - FACULDADE E COLÉGIO DRUMMOND
Rua Prof. Pedreira de Freitas, 401/415 - Tatuapé

351F/10 Jaçanã – Term. Vila Carrão
3763/10 Term. Vila Carrão – Metrô Tatuapé
473T/10 Metrô Vila Mariana – Pq. São Jorge

04 - UNICID – UNIVERSIDADE CIDADE DE SÃO PAULO – BL. ALFA
Rua Cesário Galeno, 475 – Metrô Carrão

271P/10 Cangaíba – Estação da Luz
278A/10 Penha – Ceasa
2435/10 Jd. Coimbra – Pq. D. Pedro II
2666/10 Jd. Camargo Velho – Term. Pq. D. Pedro II
2583/10 Vila Curuça – Term. Pq. D. Pedro II
208V/10 Term. A. E. Carvalho – Pça. Da Sé
2363/10 Jd. Danfer – Terminal Pq. D. Pedro II
2501/10 Ermelino Matarazzo – Terminal Pq. D. Pedro II
2523/10 Vila Progresso – Terminal Princesa Isabel
2551/10 Term. A. E. Carvalho – Term. Pq. D. Pedro II
2552/10 Vila Mara – Term. Pq. D. Pedro II
2582/10 Vila Nova Curuçá – Term. Pq. D. Pedro II
2626/10 Jd. Nazaré – Term. Pq. D. Pedro II
2678/10 Oliveirinha – Term. Pq. D. Pedro II
2762/10 Ermelino Matarazzo – Metrô Tatuapé
2765/10 Vila Cisper – Metrô Tatuapé
2767/10 Cid. Pedro José Nunes – Metrô Tatuapé
2769/10 Jd. Romano – Metrô Tatuapé
3301/10 Term. São Miguel – Term. Pq. D. Pedro II
702P/10 Term. Penha – Pinheiros
2590/10 União de Vila Nova – Pq. D. Pedro II
2290/10 Term. São Mateus – Term. Pq. D. Pedro II
2296/10 Jd. Marília – Term. Pq. D. Pedro II
309T/10 Cidade Tiradentes – Term. Princesa Isabel
342M/10 Term. São Mateus – Term. Penha
414P/10 Vila Industrial – Penha
473T/10 Metrô Vila Mariana – Pq. São Jorge
513L/10 Term. Sacomã – Penha

05 - UNIVERSIDADE SÃO JUDAS – MOOCA
Rua Taquari, 546 – Mooca

172U/10 Cemitério Pq. dos Pinheiros – Moóca
3141/10 Term. São Mateus – Term. Pq. D. Pedro II
373M/10 Jd. Guairacá – Shop. Metrô Tatuapé
473T/10 Metrô Vila Mariana – Pq. São Jorge
513L/10 Term. Sacomã - Penha
3112/10 Vila Industrial - Metrô Belém
2100/10 Term. Vila Carrão – Praça da Sé
2101/10 Praça Silvio Romero – Praça da Sé
3139/10 Jd. Vila Formosa – Praça João Mendes
3160/10 Term. Vila Prudente – Term. Pq. D. Pedro II

06 - UNIP - CAMPUS TATUAPÉ
Rua Antonio Macedo, 505 – Parque São Jorge

271P/10 Cangaíba – Estação da Luz
278A/10 Penha – Ceasa
271A/10 Term. Penha – Metrô Santana
172X/10 Pq. Novo Mundo – Metrô Tatuapé
2435/10 Jd. Coimbra – Pq. D. Pedro II
2583/10 Vila Curuça – Term. Pq. D. Pedro II
208V/10 Term. A. E. Carvalho – Pça. Da Sé
2363/10 Jd. Danfer – Terminal Pq. D. Pedro II
2501/10 Ermelino Matarazzo – Terminal Pq. D. Pedro II
2523/10 Vila Progresso – Terminal Princesa Isabel
2551/10 Term. A. E. Carvalho – Term. Pq. D. Pedro II
2552/10 Vila Mara – Term. Pq. D. Pedro II
2582/10 Vila Nova Curuçá – Term. Pq. D. Pedro II
2626/10 Jd. Nazaré – Term. Pq. D. Pedro II
2678/10 Oliveirinha – Term. Pq. D. Pedro II
2762/10 Ermelino Matarazzo – Metrô Tatuapé
2765/10 Vila Cisper – Metrô Tatuapé
2767/10 Cid. Pedro José Nunes – Metrô Tatuapé
2769/10 Jd. Romano – Metrô Tatuapé
3301/10 Term. São Miguel – Term. Pq. D. Pedro II
702P/10 Term. Penha – Pinheiros
1178/10 São Miguel – Pça do Correio
211V/10 Vila Paranaguá – Estação da Luz
1177/10 Term. A. E. Carvalho – Estação da Luz
2590/10 União de Vila Nova – Pq. D. Pedro II
2290/10 Term. São Mateus – Term. Pq. D. Pedro II
2296/10 Jd. Marília – Term. Pq. D. Pedro II
309T/10 Cidade Tiradentes – Term. Princesa Isabel
342M/10 Term. São Mateus – Term. Penha
414P/10 Vila Industrial – Penha
473T/10 Metrô Vila Mariana – Pq. São Jorge
513L/10 Term. Sacomã – Penha

07 - UNIVERSIDADE ANHEMBI-MORUMBI - CAMPUS CENTRO
Rua Dr. Almeida Lima, 1134 - Metrô Bresser

3459/10 Itaim Paulista – Term. Pq. D. Pedro II
3462/10 Vila Santana – Term. Pq. D. Pedro II
3574/10 Jd. Etelvina – Term. Pq. D. Pedro II
3686/10 Jd. São Paulo – Term. Pq. D. Pedro II
2100/10 Term. Vila Carrão – Pça. Da Sé
309N/10 Jd. IV Centenário – Term. Pq. D. Pedro II
3129/10 Cj. Manoel da Nóbrega – Term. Pq. D. Pedro II
3160/10 Term. Vila Prudente – Term. Pq. D. Pedro II
3222/10 Jd. Marília – Term. Pq. D. Pedro II
3405/10 Jd. Soares – Pq. D. Pedro II
3406/10 Cohab Juscelino – Term. Pq. D. Pedro II
3407/10 Inácio Monteiro – Term. Pq. D. Pedro II
3539/10 Cidade Tiradentes – Term. Pq. D. Pedro II
3539/31 Cidade Tiradentes – Term. Pq. D. Pedro II
3141/10 Term. São Mateus – Term. Pq. D. Pedro II
5141/10 Term. Sapopemba/Teotônio – Term. Correio
573H/10 Hospital Sapopemba – Metrô Bresser

08 - UNICSUL - CAMPUS LIBERDADE
Rua Galvão Bueno, 868 - Liberdade

4114/10 Vila Gumercindo – Term. Pq. D. Pedro II
508L/10 Term. Princesa Isabel – Aclimação (Circular)
408A/10 Machado de Assis – Cardoso de Almeida
4112/10 Sta. Margarida Maria – Pça. da República
4113/10 Gentil de Moura – Pça. da República

09 - CENTRO UNIV ANHANGUERA DE SÃO PAULO – UNID. BRIGADEIRO – PRÉDIO 1
Av. Brig. Luis Antonio, 871– Bela Vista

10 - CENTRO UNIV ANHANGUERA DE SÃO PAULO – UNID. BRIGADEIRO – PRÉDIO 3
Av. Brig. Luis Antonio, 917 – Bela Vista

475M/10 Jd. da Saúde - Term. Amaral Gurgel
475R/10 Jd. São Saverio - Term. Pq. D.Pedro II
5106/10 Jd Selma – Lgo. São Francisco (Circular)
5106/31 Jd Selma – Term. Princ. Isabel
5164/10 V. Sta. Catarina - Lgo. São Francisco (Circular)
5175/10 Balneário São Francisco - Pça. da Sé
5178/10 Jd. Miriam - Lgo. São Francisco
5194/10 Jd. São Jorge Até Apurá - Lgo. São Francisco
5111/10 Term. Sto. Amaro - Term. Pq.D. Pedro II
5119/10 Term. Capelinha - Lgo. São Francisco
5154/10 Term. Sto. Amaro - Est. da Luz
5185/10 Term. Guarapiranga - Parque D. Pedro II
6412/10 Paraisópolis - Term. Princ. Isabel
6418/10 Real Parque – Pça João Mendes

11 - COLÉGIO DANTE ALIGHIERI - EDIFÍCIO GALILEU
Alameda Jaú, 1061 - Metrô Trianon

917H/10 Term. Pirituba – Metrô Vila Mariana
917M/10 Morro Grande – Metrô Ana Rosa
975A/10 Vila Brasilândia – Metrô Ana Rosa
175P/10 Edu Chaves – Ana Rosa
508L/10 Term. Princ. Isabel – Aclimação (Circular)
702P/42 Term. Pq. D. Pedro II – Butantã
805L/10 Term. Princ. Isabel – Aclimação (Circular)
478P/10 e 31 Sacomã - Pompéia
874T/10 Ipiranga – Lapa
577T/10 Jd. Miriam – Vila Gomes
875A/10 Aeroporto – Perdizes (Via Aratãs)
875M/10 Aeroporto – Perdizes (Via Miruna)
669A/10 Term. Santo Amaro – Term. Princ. Isabel
795P/10 Pq. do Engenho – Paraíso
715M/10 Jd. Maria Luiza – Lgo. da Pólvora
775N/10 Rio Pequeno – Metrô Vila Mariana
857R/10 Term. Campo Limpo – Aclimação
874C/10 Pq. Continental – Metrô Vila Mariana
875H/10 Term. Lapa – Metrô Vila Mariana

12 - COLÉGIO SÃO LUIS
Rua Haddock Lobo, 400 - Metrô Consolação

917H/10 Term. Pirituba – Metrô Vila Mariana
917M/10 Morro Grande – Metrô Ana Rosa
975A/10 Vila Brasilândia – Metrô Ana Rosa
107P/10 Mandaqui – Pinheiros
107T/10 Metrô Tucuruvi – Cidade Universitária
175P/10 Edu Chaves – Ana Rosa
508L/10 Term. Princ. Isabel – Aclimação (Circular)
702P/10 Term. Penha – Pinheiros
702P/42 Term. Pq. D. Pedro II – Butantã
805L/10 Term. Princ. Isabel – Aclimação (Circular)
478P/10 e 31 Sacomã - Pompéia
874T/10 Ipiranga – Lapa
577T/10 Jd. Miriam – Vila Gomes
875A/10 Aeroporto – Perdizes (Via Aratãs)
875M/10 Aeroporto – Perdizes (Via Miruna)
669A/10 Term. Santo Amaro – Term. Princ. Isabel
857P/10 Term. Campo Limpo – Paraíso
715M/10 Jd. Maria Luiza – Lgo. da Pólvora
775N/10 Rio Pequeno – Metrô Vila Mariana
857R/10 Term. Campo Limpo – Aclimação
874C/10 Pq. Continental – Metrô Vila Mariana
875H/10 Term. Lapa – Metrô Vila Mariana
7701/10 Jd. Guarau – Term. Amaral Gurgel

13 - UNIP – CAMPUS VERGUEIRO
Rua Apeninos, 267 – Aclimação

14 - UNIP – CAMPUS PARAÍSO
Rua Vergueiro, 1211 – Aclimação

374T/10 Cid. Tiradentes – Metrô Vergueiro
5705/10 Term. Sacomã – Metrô Vergueiro
5791/10 Eldorado – Metrô Paraíso
5290/10 Div. Diadema – Pça João Mendes

15 - UNIP – CAMPUS BACELAR – PRÉDIO 1
Rua Dr. Bacelar, 1212 – Vila Clementino

16 - UNIP – CAMPUS LUIS GÓES – PRÉDIO 1
Rua Luis Góes, 2211 – Mirandópolis

4032/10 Vila das Mercês - Objetivo UNIP
674A/10 Jd. Horizonte Azul - Metrô Pca. da Árvore
695H/10 Jd. Herplin - Metrô Pca. da Árvore
5106/31 Jd. Selma – Term. Princesa Isabel

17 - UNINOVE – VERGUEIRO
Rua Vergueiro, 235/249 – Metrô São Joaquim

5705/10 Term. Sacomã – Metrô Vergueiro
5290/10 Div. Diadema – Pça. João Mendes
5791/10 Eldorado – Metrô Paraíso
374T/10 Cidade Tiradentes – Metrô Vergueiro

18 - CENTRO UNIV. BELAS ARTES DE SÃO PAULO
Rua Dr. Álvaro Alvim, 76/90 – Vila Mariana

5106/31 Jd. Selma - Term. Princ. Isabel
577T/10 Jd. Miriam - Vila Gomes

19 - ESTACIO – CAMPUS JABAQUARA
Av. Jabaquara, 1870 – Metrô Saúde

4717/10   Jd. Maria Estela - Metrô Santa Cruz
4721/10   Shop. Plaza Sul – Term. Jabaquara
4742/10   Jd. Climax – Metrô São Judas
477P/10  Ipiranga - Rio Pequeno
475R/10  Jd. São Savério – Term. Pq. D.Pedro II
5123/10   Jd. Miriam - Hospital São Paulo
502J/10   Estação Autódromo - Metrô Santa Cruz (Circular)
5106/10   Jd. Selma – Lgo. São Francisco (Circular)
5164/10   Vila Sta. Catarina - Lgo. São Francisco
5164/21   Cidade Leonor - Pq. do Ibirapuera
5290/10   Div. Diadema - Pca. João Mendes
574A/10  Americanópolis - Lgo. Cambuci
577T/10   Jd. Miriam - Vila Gomes
5791/10   Eldorado - Metrô Paraíso
6338/10   Jd. Miriam - Term. Princ. Isabel
875A/10  Aeroporto - Perdizes (Via Aratãs)
875M/10 Aeroporto - Perdizes (Via Miruna)

20 - PUC - MINISTRO GODOY
Rua Ministro Godoy, 969 - Perdizes

21 - PUC - BARTIRA
Rua Bartira, 408 - Perdizes

917M/10 Morro Grande – Metrô Ana Rosa
975A/10 Vila Brasilândia – Metrô Ana Rosa
175P/10 Edu Chaves – Ana Rosa
177C/10 Jd. Brasil – Vila Madalena
177P/10 Metrô Santana – Butantã/USP
117Y/10 COHAB Antartica – Pinheiros
177Y/10 Casa Verde – Pinheiros
874T/10 Ipiranga – Lapa
875A/10 Aeroporto – Perdizes
875M/10 Aeroporto – Perdizes
778J/10 Jd. Arpoador – Metrô Barra Funda
875H/10 Terminal  Lapa - Metrô Vila Mariana

22 - FACULDADES OSWALDO CRUZ - PRÉDIO 2
Rua Brig. Galvão, 564 - Barra Funda

23 - UNINOVE - CAMPUS MEMORIAL
Av. Dr. Adolfo Pinto, 109 - Água Branca

8000/10 Terminal Lapa – Praça Ramos de Azevedo
8400/10 Terminal Pirituba – Praça Ramos de Azevedo
8542/10 Brasilândia – Praça do Correio
8548/10 Jd. dos Cunhas – Praça do Correio"
8549/10 Taipas – Praça do Correio
8594/10 Cidade D’Abril – Praça Ramos de Azevedo
8622/10 Morro Doce – Praça Ramos de Azevedo
8677/10 Jd. Líbano – Praça Ramos de Azevedo
8677/31 Jd. Líbano – Praça Ramos de Azevedo
8686/10 Mangalot – Largo do Paissandu
8696/10 Jaraguá – Praça Ramos de Azevedo
8696/41 Jaraguá – Praça Ramos de Azevedo
938C/10 COHAB Taipas – Term. Princesa Isabel
978J/10 VOITH – Terminal Princesa Isabel
8319/10 Pq. Continental – Pça. Ramos de Azevedo
8615/10 Pq. da Lapa – Terminal Pq. D. Pedro II

24 - FACULDADES INTEGRADAS RIO BRANCO
Av. José Maria de Faria, 111 - Lapa

8062/10 Pq. São Domingos – Lapa
8200/10 Terminal Pirituba - Terminal Lapa
8213/10 Vila Iara – Praça do Correio
8300/10 Terminal Pirituba – Terminal Lapa
8400/10 Terminal Pirituba – Pça Ramos de Azevedo
8500/10 Terminal Pirituba – Metrô Barra Funda
8600/10 Terminal Pirituba – Largo do Paissandú
847J/10 City Jaraguá – Jaguaré
847P/10 Terminal Pirituba – Itaim Bibi
8594/10 Cidade D’Abril – Praça Ramos de Azevedo
9022/10 Vila Iório – Terminal Lapa
938C/10 COHAB Taipas – Term. Princesa Isabel
938L/10 T.T.V.N. Cachoeirinha – Lapa
948A/10 Vila Zatt – Metrô Barra Funda
978J/10 VOITH – Terminal Princesa Isabel
819R/10 Perus – Terminal Lapa
9782/10 Jd. Carombé – Metrô Barra Funda
178T/10 Metrô Santana – CEASA

25 - FACULDADE E COLÉGIO MÓDULO
Rua Tito, 1175 – Lapa

8171/10 Perus - Pinheiros
847P/10 Terminal Pirituba - Itaim Bibi
7281/10 Lapa – Pça. Ramos de Azevedo
748F/10 Terminal Lapa – Itaim Bibi
748R/10 Jd. João XXIII - Metrô Barra Funda
8319/10 Pq. Continental – Pça. Ramos de Azevedo
875C/10 Term. Lapa - Metrô Santa Cruz
817C/10 Lapa – Hosp. das Clínicas
809L/10 Campo Limpo - Lapa

26 - UNIP - CAMPUS MARQUÊS
Av. Marquês de São Vicente, 3001 - Água Branca

8213/10 Vila Iara – Praça do Correio
8214/10 Jd. Paulistano - Praça do Correio
8500/10 Terminal Pirituba – Metrô Barra Funda
8528/10 Jd. Guarani – Praça do Correio
8600/10 Terminal Pirituba – Lgo do Paissandu
9501/10 T.T.V.N. Cachoeirinha – Paissandu
978A/10 T.T.V.N. Cachoeirinha – Metrô Barra Funda
117Y/10 COHAB Antartica – Pinheiros


27 - CENTRO UNIVERSITÁRIO SANT'ANNA (UNI SANT'ANNA) - BLOCO I
Rua Voluntários da Pátria, 421 - Santana

106A/10 Metrô Santana - Itaim Bibi
107P/10 Mandaqui – Pinheiros
118C/10 Jd. Pery Alto - Metrô Santa Cecília
119P/10 Vila Paiva – Term. Princesa Isabel
177C/10 Jd. Brasil - Vila Madalena
178A/10 Imirim – Lapa
271C/10 Pq. Vila Maria - Pça. da República
1772/51 Jd. Filhos da Terra - Lgo. da Concórdia
701U/10 Jaçanã - Butantã – USP
1156/10 Vila Sabrina - Pça. do Correio
1743/10 Jd. Pery Alto - Metrô Tietê
175T/10 Metrô Santana – Metrô Jabaquara
1760/10 COHAB Antártica – Shop. Center Norte
1702/10 Jova Rural – Tietê
172U/10 Cem. Pq. dos Pinheiros – Mooca
1730/10 Center Norte – Santana
179X/10 Jd. Fontalis – Metrô Barra Funda
1177/10 Term. A.E. Carvalho – Estação da Luz
1178/10 São Miguel - Pça. do Correio
211V/10 Vila Paranaguá – Estação da Luz
701T/10 Jd. Paulo VI - Center Norte

28 - UNIP - CAMPUS SANTANA
Rua Amazonas da Silva, 737 - Vila Guilherme

119C/10 Vila Sabrina – Terminal Princesa Isabel
119P/10 Vila Paiva – Terminal Princesa Isabel
172T/10 Vila Nova Galvão – Metrô Bras
2123/10 Vila Medeiros – Metrô Liberdade
2127/10 Jd. Brasil – Metrô Liberdade
271F/10 Metrô Belém – Shop. Center Norte
172N/10 Shop. Center Norte – Metrô Belém
971V/10 Jd. Vista Alegre – Center Norte
971D/10 Jd. Damasceno – Center Norte
1760/41 UNIP- Vila Guilherme – COHAB Antártica
1730/10 Center Norte – Santana

29 - UNINOVE - CAMPUS VILA MARIA
Rua Guaranésia, 425 - Vila Maria

2161/10 Pq. Edu Chaves – Pça. do Correio
2171/10 Vila Sabrina – Pq. D. Pedro ll
2175/10 Jd. Guancã – Pça. da Sé
1156/10 Vila Sabrina – Pça. do Correio
172N/10 Shop. Center Norte – Metrô Belém
2182/10 Jd. Brasil – Pça. do Correio
271F/10 Metrô Belém – Shop. Center Norte
272N/10 Pq. Novo Mundo – Pq. D. Pedro ll
351F/10 Jaçanã – Terminal Vila Carrão
701A/10 Pq. Edu Chaves – Metrô Vila Madalena
1206/10 Pq. Vila Maria – Correio
172K/10 Jd. Tremembé – Metrô Tatuapé
172P/10 Vila Zilda – Metrô Belém

30 - ESTACIO – CAMPUS BROOKLIN
Rua Cel. Conrado S. Campos, 54 – Brooklin

476A/10 Ipiranga - Terminal Santo Amaro
5701/10 Metro Conceição - Estação Berrini
516N/10 Jd. Miriam - Itaim Bibi
6913/10 Terminal Varginha - Terminal Bandeira
5111/10 Term. Sto. Amaro - Term. Pq.D. Pedro II
637P/10 Term. Santo Amaro – Pinheiros
6450/10 Term. Capelinha - Term. Bandeira
6500/10 Term. Sto.Amaro - Term. Bandeira
6505/10 Term. Guarapiranga - Term. Bandeira
669A/10 Term. Sto. Amaro - Term. Princ. Isabel
675I/10 Terminal João Dias - Metro São Judas
875C/10 Term. Lapa – Metrô Santa Cruz
856R/10 Lapa – Socorro

31 - ESTÁCIO - CAMPUS SANTO AMARO
Rua Promotor Gabriel Nettuzzi Perez, 108 - Santo Amaro

476A/10 Ipiranga – Terminal Santo Amaro
5010/10 Jabaquara - Santo Amaro
5011/10 Eldorado - Santo Amaro
5013/10 Jd. Luso – Santo Amaro
5014/10 Vila Guacuri – Santo Amaro
5024/10 Missionária - Santo Amaro
5024/31 Missionária – Santo Amaro
527R/10 Vila Império – Term. Santo Amaro
546A/10 Jd. Apura – Santo Amaro
546A/31 Jd. Apura – Santo Amaro
546J/10 Jd. Selma – Term. Santo Amaro
546T/10 Vila Guacuri – Term. Santo Amaro
6069/10 Jd. São Bernardo – Santo Amaro
6071/10 Jd. Orion – Term. Santo Amaro
6128/10 Vila Natal – Shop. Morumbi
6012/10 Pq. Independência - Santo Amaro
6015/10 Vila Calú- Santo Amaro
6017/10 Jd. Nakamura - Santo Amaro
6022/10 Pq. Cerejeira - Santo Amaro
6023/10 Jd. Horizonte Azul - Santo Amaro
6025/10 Jd. Guarujá - Santo Amaro
6035/10 Vila Gilda - Santo Amaro
6059/10 Jd. Universal – Santo Amaro
6811/10 Parque do Lago - Borba Gato
6812/10 Jd. Capela - Santo Amaro
576C/10 Metrô Jabaquara – Terminal Santo Amaro
576J/10 Metrô Jabaquara - Santo Amaro
675P/10 Shopping Sp Market - Metrô Conceição
675X/10  Terminal Grajaú – Metrô Vila Mariana
695H/10 Jd. Herplin – Metrô Pça. da Arvore
695Y/10 Term. Parelheiros – Metrô Vila Mariana
5129/41 Jd. Miriam – Santo Amaro
5362/10 Pq. Res. Cocaia – Pça. da Sé
5370/10 Terminal Varginha – Lgo. São Francisco
6913/10 Terminal Varginha - Terminal Bandeira
5111/10 Term. Santo Amaro - Term. Pq. D. Pedro II
5154/10 Term. Santo Amaro - Est. da Luz
5300/10 Term. Santo Amaro - Term. Pq. D. Pedro II
5342/10 Vila Santa Lúcia - Largo São Francisco
5391/10 Term. Jd. Ângela - Lgo. São Francisco
609C/10 Jd. Caiçara - Pça. Júlio Prestes
637P/10 Term. Santo Amaro – Pinheiros
6001/10 Term. Capelinha – Term. Santo Amaro
6414/10 Socorro - Term. Bandeira
6500/10 Term. Santo Amaro - Term. Bandeira
6505/10 Term. Guarapiranga - Term. Bandeira
669A/10 Term. Santo Amaro - Term. Princ. Isabel
674A/10 Jd. Horizonte Azul - Metrô Pca. da Árvore
675K/10 Term. Jd. Angela - Metro Sta Cruz
675L/10 Term. Santo Amaro - Metro Santa Cruz
677K/10 Jd. Nakamura - Metrô Santa Cruz
695J/10 Jd. Jacira - Metrô Santa Cruz
856R/10 Lapa – Socorro

32 - UNIVERSIDADE ANHEMBI-MORUMBI - CAMPUS VILA OLÍMPIA
Rua Casa do Ator, 275 - Vila Olímpia

476A/10 Ipiranga - Terminal Santo Amaro
5701/10 Metro Conceição - Estação Berrini
516N/10 Jd. Miriam - Itaim Bibi
6913/10 Terminal Varginha - Terminal Bandeira
5111/10 Term. Sto. Amaro - Term. Pq.D. Pedro II
637P/10 Term. Santo Amaro – Pinheiros
6414/10 Socorro – Term. Bandeira
6450/10 Term. Capelinha - Term. Bandeira
6500/10 Term. Sto.Amaro - Term. Bandeira
6505/10 Term. Guarapiranga - Term. Bandeira
669A/10 Term. Sto. Amaro - Term. Princ. Isabel
675I/10 Terminal João Dias - Metro São Judas
856R/10 Lapa – Socorro
6412/10 Paraisópolis – Term. Princ. Isabel
6418/10 Real Parque – Pça João Mendes

33 - UNIP - CAMPUS PAZ - PRÉDIO III
Rua da Paz, 797 - Chácara Santo Antônio

34 - UNIP - CAMPUS PAZ - PRÉDIO I
Rua Henri Dunant, 203 - Santo Amaro

35 - UNIP - CHÁCARA SANTO ANTÔNIO
Rua Cancioneiro Popular, 210 - Chácara Santo Antônio

5318/10 Chácara Santana - Praça da Sé
6414/10 Socorro - Term. Bandeira
6450/10 Term. Capelinha - Term. Bandeira
675A/10 Pq. Sto. Antonio - Metro São Judas
675I/10 Terminal João Dias - Metro São Judas
736G/10 Jd. Ingá - Shopping Morumbi
756A/10 Jd. Paulo VI - Santo Amaro
7012/10 Parque do Lago – Term. Guarapiranga

36 - UNINOVE – CAMPUS SANTO AMARO
Rua Amador Bueno, 389/491 – Santo Amaro

546A/41 Jd. Apura – Socorro
6030/10 Unisa-Campus 1 até vila São José - Terminal Santo Amaro
6062/51 Jd. Castro Alves - Terminal Santo Amaro
6071/10 Jd. Orion – Terminal Santo Amaro
6074/10 Jd. Gaivotas – Estação Jurubatuba
5129/10 Jd. Miriam – Terminal Guarapiranga
546L/10 Jd. Luso - Terminal Santo Amaro
6026/10 Jd. Icarai – Term. Santo Amaro
6091/10 Vargem Grande - Terminal Santo Amaro
675P/10 Shopping Sp Market - Metrô Conceição
695Y/10 Term. Parelheiros – Metrô Vila Mariana
745M/10 Campo Limpo - Shopping SP Market

37 - UNIP - CAMPUS CIDADE UNIVERSITÁRIA/MARGINAL PINHEIROS
Av. Torres de Oliveira, 330 - Jaguaré

847J/10 City Jaraguá - Jaguaré
7282/10 Pq. Continental – Pça. Ramos de Azevedo
748A/10 Jd. D’Abril – Lapa
748R/10 Jd. João XXIII – Metrô Barra Funda
748R/41 Jd. Boa Vista – Lapa
748R/51 COHAB Raposo Tavares – Lapa
775N/10 Rio Pequeno – Metrô Vila Mariana
8319/10 Pq. Continental – Pça. Ramos de Azevedo
874C/10 Pq. Continental – Metrô Vila Mariana
8038/10 Pq. Continental - Lapa

38 - UNIVERSIDADE SÃO JUDAS – BUTANTÃ
Av. Dr. Vital Brasil, 1000 – Metrô Butantã

39 - USP – ESCOLA POLITÉCNICA – CIVIL
Av. Prof. Almeida Prado, trav. 2, 83 – Cidade Universitária

40 - USP – ESCOLA POLITÉCNICA – BIENIO
Av. Prof. Almeida Prado, trav. 2, 128 – Cidade Universitária

41 - USP – INSTITUTO DE PSICOLOGIA
Av. Prof. Mello Moraes, 1721 – Cidade Universitária

42 - USP – FACULDADE DE ECONOMIA ADM. E CONTABILIDADE
Av. Prof. Luciano Gualberto, 908 – Cidade Universitária

43 - USP – FACULDADE DE EDUCAÇÃO
Av. da Universidade, 308 – Cidade Universitária

107T/10 Metrô Tucuruvi - Cidade Universitária
177H/10 Metrô Santana - Butantã /USP
177P/10 Metrô Santana - Butantã/USP
701U/10 Jaçanã - Butantã - USP
702P/42 Term. Pq. D.Pedro II - Butantã
702U/10 Butantã - USP - Term. Pq. D. Pedro II
809L/10 Campo Limpo - Lapa

44 - UNIP – CAMPUS PINHEIROS
Rua Padre Carvalho, 566 – Pinheiros

8171/10 Perus - Pinheiros
177H/10 Metrô Santana - Butantã /USP
177P/10 Metrô Santana - Butantã/USP
701U/10 Jaçanã - Butantã - USP
117Y/10 COHAB Antártica - Pinheiros
177Y/10 Casa Verde – Pinheiros
477P/10 Ipiranga – Rio Pequeno
719P/10 Pinheiros – Metrô Armênia
719R/10 Rio Pequeno – Metrô Barra Funda
771P/41 CDHU Raposo Tavares – Hospital das Clínicas
775A/10 Jd. Adalgiza - Metrô Vila Mariana
775V/10 Rio Pequeno – Metrô Santa Cruz
778J/10 Jd. Arpoador - Metrô Barra Funda
7002/10 Jd. Rosa Maria – Hosp. das Clínicas
7002/31 Jd. Rosa Maria – Hosp. das Clínicas
7013/10 Pq. Arariba - Pinheiros
7043/10 Jd. Inga – Pinheiros
7357/10 Pq. Ipê – Pinheiros
7701/10 Jd. Guarau – Term. Amaral Gurgel

45 - UMC – UNIV. DE MOGI DAS CRUZES – CAMPUS VILLA LOBOS
Av. Imperatriz Leopoldina, 550 – Vila Leopoldina

8060/10 Vila Piauí – Term. Lapa
846M/10 Vila Piaui – Shop. Ibirapuera
847J/10 City Jaragua – Jaguaré
958P/10 Jd. Nardini – Itaim Bibi
178T/10 Metrô Santana - CEASA
278A/10 Penha – CEASA
477A/10 Sacomã - CEASA
6262/10 CEASA – Term. Bandeira
7282/10 Pq. Continental – Praça Ramos de Azevedo
748R/41 Jd. Boa Vista – Lapa
748R/51 COHAB Raposo Tavares – Lapa
8038/10 Pq. Continental - Lapa


Fonte: SPTrans

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Em São Paulo, Linha 17-Ouro do Metrô será construída em via elevada (sistema monotrilho)

domingo, 12 de junho de 2011

A nova Linha 17-Ouro do Metrô será construída em via elevada (sistema monotrilho) e passará pelas avenidas Água Espraiada, Washington Luiz, Marginal Pinheiros, Perimetral Sul (em implantação pela Prefeitura) e Jorge João Saad, atendendo também a comunidade de Paraisópolis. No total, a linha terá 17,9 km de extensão e 18 estações.

O primeiro trecho, previsto para 2014, ligará o aeroporto de Congonhas à Estação Morumbi, da Linha 9-Esmeralda da CPTM, atendendo a zona hoteleira situada na região da Berrini. Quando estiver concluída, a linha oferecerá dois serviços: um itinerário ligará as estações Congonhas e Brooklin, na Linha 17-Ouro, e o outro as estações Jabaquara (Linha 1-Azul) a São Paulo-Morumbi (Linha 4-Amarela).

A conectividade também é uma característica importante da Linha 17-Ouro, que possibilitará integração com as com as linhas 1-Azul (Estação Jabaquara), 5-Lilás (Estação Água Espraiada), 4-Amarela (Estação São Paulo-Morumbi) do Metrô e com a Linha 9-Esmeralda da CPTM (Estação Morumbi).

A opção do Metrô pelo monotrilho, no lugar do sistema de metrô convencional, na implantação da Linha 17-Ouro, considerou um conjunto de fatores. Entre os principais estão: implantação mais barata e muito mais rápida que a de um sistema de metrô convencional – já que o monotrilho utiliza via elevada, eliminando sensivelmente o número de desapropriações que ocorreriam no caso de metrô pesado e também com pouca interferência em termos de impactos visual, sonoro e urbanístico.

O projeto prevê um “corredor verde” sob a linha, com trabalho paisagístico. Haverá ainda enterramento das fiações aéreas e nova iluminação por onde passar o elevado do monotrilho. As intervenções criarão uma paisagem moderna para a cidade. Todas as estações terão bicicletário.


Fonte: Metrô SP

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EMTU/SP terá linha Aeroporto Internacional - Autódromo no GP Interlagos

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

A EMTU/SP prolongará o itinerário da linha metropolitana E-437TRO-000-R Guarulhos (Aeroporto Internacional de São Paulo) – São Paulo (Itaim Bibi) nos dias 6 (sábado) e 7 de novembro (domingo) para agilizar a locomoção dos turistas que vão desembarcar no Aeroporto Internacional de São Paulo e seguir para o Autódromo de Interlagos para assistir ao GP Brasil de Fórmula 1.
Os oito veículos que compõem a frota da concessionária Internorte estenderão o percurso até as imediações do Autódromo (Avenida Jacinto Júlio x Avenida Feliciano Correia) e, na volta ao Aeroporto, o ponto inicial previsto é o cruzamento da avenida Rio Bonito com a Avenida Antonio B da Silva Sandoval. Não haverá paradas intermediárias. O itinerário estabelecido poderá sofrer adequações de acordo com as necessidades operacionais da CET/SP e SPTrans. A tarifa será a mesma cobrada no itinerário normal: R$ 31,00.
Tabela Horária
Partidas do Aeroporto Internacional de São Paulo, previstas para os dias 06 (sábado) e 07 (domingo):
06h00 – 07h00 – 08h00 – 09h00 – 10h00 – 11h00 – 12h00 – 12h30.
Partidas do Autódromo de Interlagos, previstas para os dias 06 (sábado) e 07 (domingo):
Para retornar ao Aeroporto, os ônibus da linha metropolitana 437TRO vão operar ao longo do dia, dentro da faixa horária definida pela organização do evento, sendo que o último veículo partirá às 17h no sábado e às 17h30 no domingo.

CPTM oferece opção sobre trilhos
Assistir ao GP de Fórmula 1 em Interlagos é ótimo programa. Assistir sem a preocupação de como ir e voltar para casa ou hotel é melhor ainda. Uma boa dica é a CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos), que oferece trens de qualidade, estação próxima ao Autódromo e operação especial planejada para esse grande evento.
A Estação Autódromo (Linha 9-Esmeralda), que fica a 600 metros do portão de acesso ao setor G do Autódromo de Interlagos, atenderá, além dos moradores da capital, aos milhares de turistas que irão assistir à corrida.
Além de trens extras com ar-condicionado, haverá orientadores bilíngues identificados para prestarem informações aos turistas estrangeiros. A Estação Autódromo contará também com placas e avisos sonoros de orientação em inglês, distribuição de panfletos com o mapa do trajeto entre a estação e o portão de acesso ao setor G do autódromo.

De qualquer ponto de São Paulo
Com apenas R$ 2,65, o usuário pode se deslocar de diversos pontos da região metropolitana de São Paulo para o autódromo, utilizando as integrações gratuitas entre CPTM e Metrô e o sistema ORCA, da EMTU (especialmente disponibilizado para atendimento ao Grande Prêmio de Fórmula 1).
Além das sugestões abaixo, os usuários podem acessar o site www.cptm.sp.gov.br para traçarem sua rota até a Estação Autódromo. Na web é possível simular diversos trajetos, de diferentes pontos da região metropolitana de São Paulo.

Veja os roteiros disponíveis para acessar o autódromo partindo de diferentes regiões:

Avenida Paulista: os torcedores que moram ou estiverem hospedados nessa região, incluindo Sumaré e Perdizes, podem utilizar a Linha 2-Verde, do Metrô, desembarcando na Estação Vila Madalena. Dali, por meio de integração gratuita, embarcar na Ponte ORCA até a estação Cidade Universitária, na Linha 9-Esmeralda. De lá, seguir sentido Grajaú até a estação Autódromo.

Zona Norte: acessar o metrô por uma das estações da Linha 1-Azul, entre Tucuruvi e Tiradentes, e seguir no sentido Jabaquara até a estação Ana Rosa. Naquela estação, por meio de integração gratuita, embarcar na Ponte ORCA até a estação Vila Olímpia, na Linha 9-Esmeralda. Seguir, então, no sentido Grajaú até a estação Autódromo.

Zona Sul: nessa região, o torcedor que puder acessar diretamente a Linha 9-Esmeralda, da CPTM, embarcará no sentido Grajaú e descerá na estação Autódromo. Ou, se necessário, deve usar uma das duas linhas do Metrô: a Linha1-Azul, se estiver entre os bairros de Jabaquara e Liberdade; ou a Linha 5-Lilás, se estiver entre as regiões de Capão Redondo e Giovanni Gronchi. No primeiro caso, deverá seguir até a estação Ana Rosa, na Linha 1-Azul e dali, por meio de integração gratuita, embarcar na Ponte ORCA até a Estação Vila Olímpia, na Linha 9-Esmeralda. Seguir então no sentido Grajaú até a estação Autódromo. No caso da Linha 5-Lilás, fazer a integração para a Linha 9-Esmeralda na Estação Santo Amaro e, de lá, seguir sentido Grajaú.

Zona Leste: moradores de municípios vizinhos à capital, com divisa na região Leste, como Mogi das Cruzes, Suzano, Poá e toda a área do Alto Tietê, podem utilizar as linhas 11-Coral (Estudantes-Luz) e 12-Safira (Calmon Viana-Brás) da CPTM. Utilizando a Linha 11-Coral, desembarcar na Luz e fazer a integração gratuita para a Linha 1-Azul, do Metrô. Seguir então no sentido Jabaquara até a estação Ana Rosa. Em Ana Rosa, embarcar na Ponte ORCA, em integração gratuita, até a estação Vila Olímpia, na Linha 9-Esmeralda. De lá, seguir sentido Grajaú até a estação Autódromo. Quem utilizar a Linha 12-Safira, deve desembarcar na estação terminal Brás. Naquela estação, fazer a integração gratuita com a linha 3-Vermelha do Metrô até a Sé. A partir daí, embarcar em trem da Linha 1-Azul do Metrô no sentido Jabaquara, desembarcar em Ana Rosa, embarcar na Ponte Orca até a Estação Vila Olímpia, na Linha 9, e seguir o trajeto para o autódromo.

Zona Oeste: as regiões de Francisco Morato e de Itapevi são servidas por linhas da CPTM. Assim, quem sair de municípios vizinhos (Jundiaí, Várzea Paulista, Francisco Morato, Caieiras e Franco da Rocha) e bairros da Zona Oeste da Capital (Perus, Pirituba, Lapa), poderá acessar a rede por meio das estações da Linha 7-Rubi. Descer na estação Palmeiras-Barra Funda, fazer a integração gratuita para a Linha 8-Diamante sentido Itapevi, seguir até Presidente Altino e integrar-se, novamente, gratuitamente para a Linha 9-Esmeralda sentido Grajaú, descendo na estação Autódromo. Já quem vem de Itapevi e bairros atendidos pela Linha 8-Diamante deve seguir até as estações Osasco ou Presidente Altino e fazer a integração gratuita para a Linha 9-Esmeralda, sentido Grajaú, a fim de descer em Autódromo.

Grande ABC: quem estiver na região do ABC pode usar a Linha 10-Turquesa (Rio Grande da Serra-Luz) até a Luz e fazer a integração gratuita para a Linha 1-Azul, do Metrô, no sentido Jabaquara. Descer na estação Ana Rosa e embarcar gratuitamente na Ponte ORCA para o trajeto até a estação Vila Olímpia, na Linha 9-Esmeralda. Seguir então sentido Grajaú e descer na estação Autódromo.

Quem for de São Caetano do Sul, também pode utilizar a nova estação Tamanduateí, que integra gratuitamente com a Linhas10-Turquesa da CPTM e Linha 2-Verde do Metrô. A Estação Tamanduateí do Metrô ainda está em fase de testes, por isso, opera em horário reduzido, das 8h30 às 17h. No entanto, o usuário pode utilizar a estação da CPTM das 4h às 24h.

Outra opção é utilizar o sistema EMTU por meio do ônibus linha 376 - Diadema (Terminal Metropolitano de Diadema) / São Paulo (Morumbi), cujo terminal inicial é na Av. Presidente Kennedy/Av. Fabio Eduardo Ramos Esquivel e o terminal final: estação Berrini Linha 9-Esmeralda. Pegar nesta estação o trem sentido Grajaú até a estação Autódromo.

Fonte: EMTU-SP
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Trem é a melhor opção para chegar ao autódromo de Interlagos

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Assistir ao GP de Fórmula 1 em Interlagos é ótimo programa. Assistir sem a preocupação de como ir e voltar para casa ou hotel é melhor ainda. Uma boa dica é a CPTM [Companhia Paulista de Trens Metropolitanos], que oferece trens de qualidade, estação próxima ao Autódromo e operação especial planejada para esse grande evento.

A Estação Autódromo [Linha 9-Esmeralda], que fica a 600 metros do portão de acesso ao setor G do Autódromo de Interlagos, atenderá, além dos moradores da capital, aos milhares de turistas que irão assistir à corrida.

Além de trens extras com ar-condicionado, haverá orientadores bilíngues identificados para prestarem informações aos turistas estrangeiros. A Estação Autódromo contará também com placas e avisos sonoros de orientação em inglês, distribuição de panfletos com o mapa do trajeto entre a estação e o portão de acesso ao setor G do autódromo.

Para mais informações, ligue para o Serviço de Atendimento ao Usuário, no telefone 0800 055 0121, ou acesse o hotsite do evento: www.cptm.sp.gov.br/gp2010

Ir de trem para assistir ao GP de Fórmula 1 é a melhor opção para quem não quer se preocupar com trânsito, com estacionamento nem gastar com táxi, ou quer se divertir de forma segura, rápida e econômica.

De qualquer ponto de São Paulo

Com apenas R$ 2,65, o usuário pode se deslocar de diversos pontos da região metropolitana de São Paulo para o autódromo, utilizando as integrações gratuitas entre CPTM e Metrô e o sistema ORCA, da EMTU [especialmente disponibilizado para atendimento ao Grande Prêmio de Fórmula 1].

Além das sugestões abaixo, os usuários podem acessar o site http://www.cptm.sp.gov.br/para traçarem sua rota até a Estação Autódromo. Na web é possível simular diversos trajetos, de diferentes pontos da região metropolitana de São Paulo.

Veja os roteiros disponíveis para acessar o autódromo partindo de diferentes regiões:

Avenida Paulista: os torcedores que moram ou estiverem hospedados nessa região, incluindo Sumaré e Perdizes, podem utilizar a Linha 2-Verde, do Metrô, desembarcando na Estação Vila Madalena. Dali, por meio de integração gratuita, embarcar na Ponte ORCA até a estação Cidade Universitária, na Linha 9-Esmeralda. De lá, seguir sentido Grajaú até a estação Autódromo.

Zona Norte: acessar o metrô por uma das estações da Linha 1-Azul, entre Tucuruvi e Tiradentes, e seguir no sentido Jabaquara até a estação Ana Rosa. Naquela estação, por meio de integração gratuita, embarcar na Ponte ORCA até a estação Vila Olímpia, na Linha 9-Esmeralda. Seguir, então, no sentido Grajaú até a estação Autódromo.

Zona Sul: nessa região, o torcedor que puder acessar diretamente a Linha 9-Esmeralda, da CPTM, embarcará no sentido Grajaú e descerá na estação Autódromo. Ou, se necessário, deve usar uma das duas linhas do Metrô: a Linha1-Azul, se estiver entre os bairros de Jabaquara e Liberdade; ou a Linha 5-Lilás, se estiver entre as regiões de Capão Redondo e Giovanni Gronchi. No primeiro caso, deverá seguir até a estação Ana Rosa, na Linha 1-Azul e dali, por meio de integração gratuita, embarcar na Ponte ORCA até a Estação Vila Olímpia, na Linha 9-Esmeralda. Seguir então no sentido Grajaú até a estação Autódromo. No caso da Linha 5-Lilás, fazer a integração para a Linha 9-Esmeralda na Estação Santo Amaro e, de lá, seguir sentido Grajaú.

Zona Leste: moradores de municípios vizinhos à capital, com divisa na região Leste, como Mogi das Cruzes, Suzano, Poá e toda a área do Alto Tietê, podem utilizar as linhas 11-Coral [Estudantes-Luz] e 12-Safira [Calmon Viana-Brás] da CPTM. Utilizando a Linha 11-Coral, desembarcar na Luz e fazer a integração gratuita para a Linha 1-Azul, do Metrô. Seguir então no sentido Jabaquara até a estação Ana Rosa. Em Ana Rosa, embarcar na Ponte ORCA, em integração gratuita, até a estação Vila Olímpia, na Linha 9-Esmeralda. De lá, seguir sentido Grajaú até a estação Autódromo. Quem utilizar a Linha 12-Safira, deve desembarcar na estação terminal Brás. Naquela estação, fazer a integração gratuita com a linha 3-Vermelha do Metrô até a Sé. A partir daí, embarcar em trem da Linha 1-Azul do Metrô no sentido Jabaquara, desembarcar em Ana Rosa, embarcar na Ponte Orca até a Estação Vila Olímpia, na Linha 9, e seguir o trajeto para o autódromo.

Zona Oeste: as regiões de Francisco Morato e de Itapevi são servidas por linhas da CPTM. Assim, quem sair de municípios vizinhos [Jundiaí, Várzea Paulista, Francisco Morato, Caieiras e Franco da Rocha] e bairros da Zona Oeste da Capital [Perus, Pirituba, Lapa], poderá acessar a rede por meio das estações da Linha 7-Rubi. Descer na estação Palmeiras-Barra Funda, fazer a integração gratuita para a Linha 8-Diamante sentido Itapevi, seguir até Presidente Altino e integrar-se, novamente, gratuitamente para a Linha 9-Esmeralda sentido Grajaú, descendo na estação Autódromo. Já quem vem de Itapevi e bairros atendidos pela Linha 8-Diamante deve seguir até as estações Osasco ou Presidente Altino e fazer a integração gratuita para a Linha 9-Esmeralda, sentido Grajaú, a fim de descer em Autódromo.

Grande ABC: quem estiver na região do ABC pode usar a Linha 10-Turquesa [Rio Grande da Serra-Luz] até a Luz e fazer a integração gratuita para a Linha 1-Azul, do Metrô, no sentido Jabaquara. Descer na estação Ana Rosa e embarcar gratuitamente na Ponte ORCA para o trajeto até a estação Vila Olímpia, na Linha 9-Esmeralda. Seguir então sentido Grajaú e descer na estação Autódromo.

Quem for de São Caetano do Sul, também pode utilizar a nova estação Tamanduateí, que integra gratuitamente com a Linhas10-Turquesa da CPTM e Linha 2-Verde do Metrô. A Estação Tamanduateí do Metrô ainda está em fase de testes, por isso, opera em horário reduzido, das 8h30 às 17h. No entanto, o usuário pode utilizar a estação da CPTM das 4h às 24h.

Outra opção é utilizar o sistema EMTU por meio do ônibus linha 376 - Diadema [Terminal Metropolitano de Diadema] / São Paulo [Morumbi], cujo terminal inicial é na Av. Presidente Kennedy/Av. Fabio Eduardo Ramos Esquivel e o terminal final: estação Berrini Linha 9-Esmeralda. Pegar nesta estação o trem sentido Grajaú até a estação Autódromo.

EMTU/SP terá linha Aeroporto Internacional - Autódromo

A EMTU/SP prolongará o itinerário da linha metropolitana E-437TRO-000-R Guarulhos [Aeroporto Internacional de São Paulo] - São Paulo [Itaim Bibi] nos dias 06 [sábado] e 07 de novembro de 2010 [domingo] para oferecer mais uma opção aos usuários e agilizar a locomoção dos turistas que vão desembarcar no Aeroporto Internacional de São Paulo com a intenção de assistir ao GP Brasil de Fórmula 1.

Os oito veículos que compõem a frota da concessionária Internorte estenderão o percurso até as imediações do Autódromo [Avenida Jacinto Júlio x Avenida Feliciano Correia] e, na volta ao Aeroporto, o ponto inicial previsto é o cruzamento da avenida Rio Bonito com a Avenida Antonio B da Silva Sandoval. Não haverá paradas intermediárias. O itinerário estabelecido poderá sofrer adequações de acordo com as necessidades operacionais da CET/SP e SPTrans. A tarifa será a mesma cobrada no itinerário normal: R$ 31,00.

Fonte: CPTM
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São Paulo: Ônibus a hidrogênio vão rodar no corredor do ABD, anuncia EMTU

segunda-feira, 21 de junho de 2010


De acordo com a Empresa Metropolitano de Transportes Urbanos, que gerencia os transportes intermunicipais por ônibus nas regiões metropolitanas de São Paulo, Baixada Santista e Campinas, o veículo vai operar no corredor metropolitano ABD, ligando São Mateus, na zona leste, a Jabaquara, na zona sul da Capital, pelos municípios de Santo André, São Bernardo do Campo e Diadema, com extensão para a região da Berrini, na zona Sul de São Paulo, e para Mauá, no ABC Paulista.
O desenvolvimento do projeto deste ônibus custou U$ 16 milhões de dólares e teve a parceria de empresas privadas, governos federal e estadual e instituições internacionais. Os testes realizados com sacos de areia e galões de água no próprio corredor e, também, dentro da garagem da operadora Metra, em São Bernardo do Campo, no ABC Paulista, surpreenderam positivamente a EMTU e a empresa.
O desempenho, segundo a EMTU, não ficou em nada atrás dos ônibus diesel e trólebus. Mas a grande novidade em relação aos testes foi a economia de combustível. A expectativa dos fabricantes era de que o ônibus percorresse 100 quilômetros usando 15 quilos de hidrogênio. O consumo médio foi de apenas 12 quilos para os mesmos 100 quilômetros percorridos, no corredor, que é de via segregada, com pavimento especial, considerado modelo mundial de transportes.

Fonte: Adamo Bazani
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TROLEBUS 61 ANOS: Sistema de ônibus elétrico foi inaugurado no Brasil em 1949

sábado, 19 de junho de 2010

Ele completa no Brasil 61 anos de trabalho. Neste período, evoluiu muito, cresceu, mudou de visual várias vezes. Ficou mais bonito, mais forte e bem “práfrentex”. Mesmo assim, não recebe o valor que merece e foi rejeitado em muitos lugares. E mesmo por onde ainda anda, agora faz uma “caminhada” muito menor. Sinal de desgaste, do cansaço, de idade? Não, apenas uma evidência de que ele não é considerado mais prioritário.Este “senhor sexagenário” , porém bem moderno, é o trolebus no Brasil.

As primeiras operações comerciais deste tipo de ônibus, ainda o único cem por cento não poluente já com operação mais que aprovada, foram em São Paulo, quando no dia 22 de abril, de 1949, a CMTC inaugurava a linha Aclimação / Praça João Mendes, de 7,2 quilômetros de extensão, em substituição à linha 19 dos bondes da antiga Light, empresa que teve os bens assumidos pela CMTC entre 1946 e 1947.

Apesar de os primeiros trolebus terem sido importados em 1947 e começarem a operar dois anos depois, a idéia de implantar um sistema de ônibus elétrico (já consagrado na Europa e Estados Unidos) na cidade de São Paulo é bem anterior a esta época. Em 1939, a Comissão Municipal de Transportes Coletivos entregou a Prefeitura parecer favorável à adoção de ônibus elétricos na cidade. Neste mesmo ano, foi iniciado o estudo para a implantação da primeira linha, justamente servindo o bairro da Aclimação.

Mas as coisas andavam lentas demais no poder público municipal. Os transportes na cidade, nesta época, estavam completamente desorganizados. As empresas de ônibus disputavam regiões de alta demanda e melhor infra-estrutura, enquanto as demais eram abandonadas pelos prestadores de serviços.
A Ligth, que operava os bondes na Capital, depois dos sustos das Guerras Mundiais estava desinteressada no serviço. Tanto é que ela teve de ser obrigada por força de lei a operar o sistema pelo menos até o final do segundo grande conflito, que provocou uma crise sem precedentes no fornecimento de Petróleo. O transporte de tração elétrica, até então com os bondes, tinha de ser mantido para que a mobilidade na cidade não entrasse em colapso total.

A visão de vários administradores públicos em todo o mundo se voltava para os ônibus elétricos. Mas quem assumiria este sistema? Quem investiria na implantação de redes aéreas e novos veículos, importados e mais caros. Os empresários, que tinham passado por muitas dificuldades para manter suas operações devido ao encarecimento do combustível e das peças no período da Segunda Guerra Mundial, não se arriscariam num investimento tão alto.
Assim, pode-se afirmar que o trólebus no Brasil teve sua implantação e manutenção ligadas ao investimento público.

E foi justamente a recém criada empresa pública de São Paulo, a CMTC – Companhia Municipal de Transportes Coletivos – que assumiu o investimento para colocar o Brasil na rota dos ônibus elétricos.Para operar a primeira linha, foram importados 30 veículos com as seguintes configurações:- 06 unidades de chassi Pulman Standard, carroceria da mesma marca e sistema elétrico Westinghouse norte-americanos,.
- 20 unidades de chassi War La France, carroceria Wayne e sistema elétrico Westinghouse, também dos Estados Unidos e- 04 unidades de chassi English Associated Equipament Company, carroceria da mesma marca e sistema elétrico BUT – British United Traction, da Inglaterra.

O INÍCIO DOS PRINCIPAIS SERVIÇOS NO PAÍS
O sistema de ônibus elétrico, apesar de alguns problemas de implantação, agradava os administradores públicos. Os veículos eram mais modernos, confortáveis, econômicos e, apesar de na época não ser tão forte a consciência ambiental, o fato de não poluírem e de emitirem bem menos ruído também pesava favoravelmente em relação aos trólebus.Dez anos depois, em 1959, a rede de São Paulo que era de pouco mais de sete quilômetros de extensão já chegava a 31,9 quilômetros, servidos por 4 linhas.

Outras cidades brasileiras também aderiam ao “novo” sistema de transportes. Novo para nós, mas para a Europa e Estados Unidos já com décadas de existência.

No ano de 1953, Belo Horizonte adquire 04 veículos elétricos e começa a operar seu primeiro serviço de trolebus. No mesmo ano, 1953, meses depois, a cidade fluminense de Niterói se tornaria a terceira do País a ter os ônibus cem por cento não poluentes.

Uma curiosidade é que os 45 ônibus elétricos franceses tinham sido importados para Petrópolis, também no Rio, mas por questões financeiras e administrativas, a cidade sequer implantou o sistema.
Campos, no Rio de Janeiro, inaugura, em 1957, o sistema com 09 trólebus que já tinham sido usados de Niterói.Em 1958, Araraquara, no Interior Paulista, criava a CTA – Companhia de Troleibus de Ararquara, empresa de economia mista para implantar o sistema na cidade.

Recife investe pesado na implantação dos trólebus. Em 1960, logo de cara, compra 65 veículos Marmom Herrington, com tração Westinghouse, norte-americana.
Cinqüenta trolebus Fiat/Alfa Romeo/Marelli começaram a atender a população de Salvador, no ano de 1959.

No ano de 1962, Rio de Janeiro adere aos trólebus. Mas a entrada da cidade neste tipo de serviço foi marcada por dificuldades e fatos inusitados. A começar por um acidente quando os veículos italianos Fiat/Alfa Romeo/General Eletric eram desembarcados no Porto. Em lotes diferentes, a cidade havia adquirido 200 veículos, mas um deles caiu no mar, não podendo ser resgato. Portanto, o Rio ficaria com 199 carros, apesar de ter comprado 200. Se não bastasse isso, por falta de pagamento de taxas, 164 veículos ficaram retidos no Porto ao relento por mais de um ano. Muitos se deterioraram e tiveram de ser restaurados.

A cidade de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, começou a operar ônibus elétricos em 1963, com nove veículos.

Em agosto de 1963, Santos apresenta aos usuários 5 trólebus italianos, então operados pela SMTC – Secretaria Municipal de Transportes Coletivos. Pouco tempo depois, pelo sucesso inicial do serviço, a cidade do Litoral Sul Paulista já tinha 50 carros e 76 quilômetros de rede aérea.

A cidade de Fortaleza teve seu primeiro serviço de trolebus implantado em 1967, com 9 carros já de fabricação nacional Massari/Villares.Bem mais tarde, em 1980, era criada a Transerp – Empresa De Transporte Urbano de Ribeirão Preto S.A., de economia mista. O início das operações de ônibus elétricos ocorreu em 1982.


Rio Claro, no interior Paulista também, inaugura serviços de trolebus, em 1986, com 10 veículos comprados da CMTC. Dois anos depois, em 1988, entra em operação o sistema considerado mais moderno e eficiente do País, os trólebus entre São Mateus (zona Leste de São Paulo) e Jabaquara (zona Sul), via Santo André, São Bernardo do Campo e Diadema, incialmente sob responsabilidade do governo do Estado de São Paulo. O diferencial do serviço é que ele opera desde o início em corredor segregado, com pavimento especial de concreto, e recebe constantes investimentos em renovação de veículos e manutenção da rede fornecedora de energia.


A PRIMEIRA DECADÊNCIA DOS TRÓLEBUS
Como foi possível notar, o trólebus no Brasil teve sua consolidação atrelada ao investimento público. E aí a situação era um pouco delicada, principalmente pela chamada visão imediatista de algumas administrações. O trólebus era um veículo mais caro (ainda é, mas na época a diferença para um ônibus convencional era maior ainda). Além disso, a manutenção dos veículos, muitos com peças importadas, e das redes exigiam recursos maiores.

Na segunda metade dos anos de 1960, muitas cidades desativaram ou reduziram significativamente suas redes. O poder público, em muitas ocasiões, achava caro manter e comprar trólebus, mesmo com todas as vantagens que ele oferecia, como emissão zero de poluentes, pouco ruído e mais conforto.

A demanda de passageiros em algumas regiões crescia muito rapidamente e, como solução imediata, as administrações preferiam oferecer dois ou três ônibus pelo menos preço a oferecer um trólebus. Isso sem contar a influência da indústria automobilística que estava em expansão e queria mercado, com uma oferta maior de ônibus convencionais, e dos empresários, que queriam expandir seus negócios com investimentos menores.

Para se ter uma idéia, acompanhe as cidades que desativaram seus sistemas nesta época: Campos e Niterói, no Rio de Janeiro, em 1967, Salvador em 1968, Belo Horizonte e Porto Alegre, em 1969, Rio de Janeiro, em 1971, Fortaleza, em 1972, A situação atingiu em cheio a indústria nacional de trólebus. Com a e mercado, as indústrias decidiram não investir mais na produção.

As operadoras públicas que se prestavam ainda a operar trólebus tiveram de achar soluções. As importações não eram viáveis devido às restrições tributárias impostas pela política de incentivo à indústria automobilística nacional, e as produtoras brasileiras apresentavam veículos caros e com poucas opções. Claro que pela falta de demanda, as fabricantes nacionais não investiam em mais desenvolvimento que poderia deixar os trolebus na época mais baratos e a falta de escala de produção, por si soja contribuiria para o aumento do valor do produto.

Algumas empresas operadoras optaram por reformar suas frotas, o que era possível, devido ao maior tempo de vida útil que um trolebus possui e, em especial a CMTC, de São Paulo, passou a fabricar seus próprios trólebus.

Certamente, a CMTC foi uma das maiores produtoras de ônibus elétricos do País e isso não significou apenas números de fabricação, mas o desenvolvimento de pesquisas, modelos e inovações que tornariam o trólebus viável. Assim, como não é nenhum exagero afirmar que a consolidação do trolebus no Brasil se deveu ao investimento público, não exacerbada a informação de que se não fosse pela CMTC, a situação deste meio de transporte no Brasil estaria mais complicada.

O período da CMTC como fabricante de trolebus compreendeu os anos de 1963 a 1969. A produção atingia 144 unidades, número invejável para qualquer indústria especializada, inclusive internacional. Com kits de carroceria da Metropolitana, do Rio de Janeiro, a CMTC criou seu padrão próprio de modelo. Convertia veículos diesel para elétricos, encarroçava trólebus mais antigos, e fazia veículos novos. As produções nas oficinas da CMTC, com mão de obra própria, não só representou a manutenção do sistema em São Paulo e no País, como uma boa oportunidade de negócios para fabricantes nacionais de chassis e sistemas de tração. Assim, não só para os passageiros, mas a atuação da CMTC, foi boa também para as indústrias. A empresa fez parcerias e usou equipamentos, tanto de chassi como de tração, da Westram, Villares, Siemens, GM, FNM e Scania.

Mesmo após seu período de produção, a CMTC continuava com as conversões de ônibus. Em 1971, por exemplo, transformou em trolebus, um veículo de chassi Magirus Deutz, carroceria Striulli, usando sistema de tração da Villares.Veículos usados de outros sistemas desativados também eram adquiridos pela CMTC, o que mostra que, além contribuir para um melhor transporte para o passageiro, para a manutenção do sistema no País, para o mercado das industrias nacionais, a Companhia Municipal de São Paulo auxiliou muitas administrações que deixaram de operar trólebus a não saírem no prejuízo total. Em 1972, foram adquiridos nove modelos Massari Villares do sistema de Fortaleza, que havia sido paralisado.
DO PUBLICO AO PRIVADO

Se a consolidação do trólebus no Brasil se deu graças ao investimento público, com a criação de grandes companhia municipais operadoras e, em especial a CMTC de São Paulo, que foi muito mais que prestadora de serviços, mas produtora nos anos de 1960 e responsável por estudos que mudariam definitivamente os trólebus no Brasil, nos anos de 1990, com a redução da participação do Estado intervindo no mercado, o que restara dos serviços de trolebus foi passado à iniciativa privada.

A esta altura, apenas poucas cidades operavam trólebus, em especial, Santos, no Litoral Paulista, São Paulo, Capital, e o serviço metropolitano, entre a Capital e a região do ABC.

Mesmo assim, com exceção do ABC Paulista, as cidades que ainda resistiam com os trólebus tinham reduzido e muito suas frotas e redes aéreas. Os serviços de ônibus elétricos eram entregues à iniciativa privada em todas estas cidades.

Entre 1993 e 1994, com a privatização da CMTC, os trolebus da copanhia foram dividos em lotes/garagens, assumidos por prestadores particulares. Aliás, a última e mais difícil fase de privatização da CMTC foi justamente a venda dos trólebus. O serviço já não recebia investimentos públicos há um bom tempo e parte da frota estava sucateada. Para conseguir um valor melhor nas negociações, antes de vender os trólebus, a CMTC foi obrigada a reformar uma grande quantidade de veículos.

Em abril de 1994, os serviços de trolebus que antes era da CMTC foi assumido por três empresas: a Transbraçal, especializada em terceirzação de serviços, que passou a operar a garagem do Brás, a Eletrobus que comprou as operações da garagem do Tatuapé, e a TCI – Transportes Coletivos Imperial, assumindo a garagem de Santo Amaro. Era o fim da era das operações de ônibus e trólebus pelo poder municipal, em São Paulo.

Mais tarde, surgiram outras empresas para assumir os serviços que eram deixados de lado por estas empresas que compraram o sistema e a frota da CMTC. Na zona Sul de São Paulo, chegou a operar a empresa Soares Andrade. O patrimônio e as linhas desta empresa e da Imperial, que encerrou as atividades em 1997, foi adquirido pela Viação Santo Amaro.

A empresa foi buscar no mercado nacional soluções para a renovação da frota, como os Trolebus Caroceria Neobus Mega Evolution, Mercedes Benz, com equipamento elétrico da Gevisa.Em 2002, a Eletrobus encerra suas operações, sendo seu patrimônio transferido após venda para a Eletrosul. A empresa fica pouco tempo no mercado, o que mostra que o sistema de trólebus não recebia mais os mesmos incentivos das administrações públicos, pelo menos em relação à infraestutura de rede e viária, e se tornava interessante para um número cada vez menor de operadores. Em 2003, no lugar da Eletrosul entra a Viação São Paulo São Pedro. Os veículos foram transferidos para a garagem de Itaquera.

A Transbraçal, que havia adquirido os serviços da garagem do Brás e a maior parte da forta “velha” da CMTC, com trólebus dos anos de 1960, deixa de operar em 2001. Os veículos mais novos da empresa foram adquiridos pela Expandir – Empreendimentos e Participações, empresa ligada ao Grupo Ruas, um dos mais influentes no setor de transportes da cidade e hoje detentor da encarroçadora Caio, a maior fabricante de carrocerias urbanas do País. Mais tarde, a empresa conseguiu do poder público a possibilidade de operar somente com veículos diesel. Eram mais linhas de trolebus extintas.Processo de extinção de linhas que se intensificou a partir de 2001, quando assumira a Prefeitura, Marta Suplicy.

O corredor de trólebus da Avenida Santo Amaro, um dos maiores de São Paulo, foi desativado. O sistema entrava numa queda vertiginosa, apesar de conhecidos os ganhos ambientais e econômicos da operação com veículos com maior durabilidade, rendimento energético e emissão nula de gases poluentes. Consórcios de trolebus começavam a operar com ônibus diesel.

Para justificar as constantes desativações, o poder público utilizou argumentos como o maior valor dos trólebus em comparação aos ônibus convencionais, a maior flexibilidade dos ônibus diesel e os problemas de quedas de pantógrafo, que ocasionavam congestionamentos Dificuldades estas que poderiam ser contornadas com investimento em modernização de rede e criação de vias prioritárias, como a do ABC Paulista. Em 2003, as redes das regiões da Praça da Bandeira e da Rua Augusta também eram aposentadas. No dia 6 de maio de 2004, foi a vez da rede do corredor Nove de Julho ser retirada.

Com o fim das atividades da Eletrobus em 2002, assume em caráter provisório o Consórcio Aricanduva, na zona Leste de São Paulo. Logo em seguida, a garagem passaria para a responsabilidade da Himalaia Transportes . A empresa, além de assumir a garagem do Tatuapé, operou os serviços de outros consórcios que também saíram do sistema de trolebus municipal de São Paulo, como o SPBus.

A Himalaia, empresa originária da Himalaia Transportes e Turismo, de 1968, assinou em 2004, quando o mandato de Marta Suplicy chegava a sua reta final, um contrato emergencial de prestação de serviços.Atualmente pertence ao Consórcio 4 Leste, da zona Leste de São Paulo, e é a única empresa a operar a reduzida frota de ônibus elétricos na cidade.

O processo de privatização dos serviços de trólebus também marcou a história deste tipo de veículos em outras cidades.Em Santos, o sistema agonizava desde os anos de 1990. Em 1995, por exemplo, de 57 quilômetros de rede aérea, apenas 13,7 eram operados em uma única linha. A cidade litorânea que contou com mais de 50 trólebus, só tinha nesta época em operação sete veículos.

Em 1998, as operações da CSTC – Companhia Santista de Transportes Coletivos foram privatizadas. A empresa passaria a ser apenas gerenciadora. O processo de venda do braço operacional da CSTC contemplou também o remanescente serviço de trólebus. Que foi assumido pela Viação Piracicabana.
O único processo de privatização que não foi concomitante com a redução da oferta de trólebus ocorreu com o Corredor Metropolitano do ABD (São Mateus/Jabaquara, na Capital, via Santo André, São Bernardo do Campo, Diadema, com extensão para a Berrini, na zona Sul de São Paulo e Mauá, também no ABC Paulista).

Ao contrário, o cronograma para o sistema incluía a colocação de mais trólebus e a eletificação do restante do corredor operado somente por veículos a Diesel, entre a cidade de Diadema, no ABC, e o bairro do Jabaquara, na zona Sul de São Paulo.Apesar de já ter a participação de empresários, com a propriedade de veículos, como as Viações ABC, Santa Rita e Diadema, as operações do corredor começaram com a atuação da Companhia do Metropolitano e logo em seguida da EMTU – Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos, ambas autarquias do Governo do Estado de São Paulo.

Em 1997, as operações e responsabilidade sobre a manutenção da rede aérea, do corredor, e dos terminais, passam para a iniciativa privada, no primeiro regime de concessão e não de mera permissão, para o setor de transporte público no Brasil. Em 24 de maio de 1997, entra em operação a empresa Metra, consórcio liderado pelo Grupo da Auto Viação ABC com participação de outros empresários da região, como Baltazar José de Souza.

A Metra possui atualmente mais de 70 trólebus e tem o projeto de corredor verde para o futuro, com 100 por cento da frota ambientalmente correta. A Eletra, produtora de veículos para transporte coletivo com tecnologia limpa nacional, também pertence ao grupo da Viação ABC, o mesmo dono da Eletra. Sendo assim, o corredor é palco de diversas inovações, como os veículos de corrente alternada por exemplo, desenvolvidos pela Eletra, que chegou a transformar um trolebus mais antigo de corrente contínua para a de alternada.

No corredor também operou o primeiro ônibus elétrico híbrido a funcionar comercialmente no mundo, em 1999, e vai entrar em funcionamento, sem uma data prevista, o ônibus a hidrogênio desenvolvido com chassi e carroceria nacionais.Mas o sistema do ABC, operado pela Metra, vai na contramão das realidade atual do trólebus no Brasil. No país, há apenas três sistemas em funcionamento.

As cidades que abandonaram os veículos elétricos não acenam a possibilidade de retornar com as operações tão já, apesar de o trânsito se intensificar na maior parte dos municípios grandes e médios, assim como a poluição.
São Paulo, apesar de ainda manter o sistema, também não apresenta um projeto consistente de investimento em ônibus elétricos que não emitem gases tóxicos que contribuem para a piora na qualidade do ar e no aquecimento da cidade. Um sistema de trolebus não exige tantos investimentos, chega a ser 100 vezes mais barato que o metrô e também mais em conta que VLTs __ Veículos Leves Sobre Trilho e que o Monotrilho.

Mas ele requer um mínimo de investimento, em vias segregadas ou mesmo convencionais, mas com melhor pavimento, e uma rede aérea modernizada que não apresente tantas falhas, evitando transtornos para usuários do transporte público e motoristas de carros particulares.

Apesar das já comprovadas vantagens do trólebus, tanto econômicas como ambientais, os números da cidade de São Paulo provam que ele está longe de ser encarado ainda como prioridade.

De acordo com levantamento de Jorge Françoso, estudioso da história e das inovações dos ônibus elétricos e presidente da ONG Respira São Paulo, a cidade de São Paulo chegou a ter até o ano 2000, 474 veículos. Ocupava nesta época, a posição de número 22 entre todos os sistemas de trólebus do mundo.

Com as desativações feitas a partir deste período, como dos corredores de Santo Amaro, Pinheiros, Butantã e na zona Norte, quando na administração de Marta Suplicy, o poder público alegou que o sistema era caro e apresentava problemas de operação, a cidade foi perdendo destaque neste setor de tecnologia limpa. As linhas se restringem à zona Leste de São Paulo, operada pela Himalaia Transportes, com pouco mais de 200 veículos.

Não bastasse isso, há denúncias constantes de sucateamento da frota em bom estado, como a “baixa” de alguns trólebus sem a substituição de veículo similares. De acordo com a ONG, muitos destes veículos estão em plenas condições de uso, dada à durabilidade maior dos trolebus em relação aos veículos diesel.De acordo com o levantamento de Françoso, com esta diminuição da rede existente, São Paulo passou do 22º lugar para a 58ª posição entre os sistemas mundiais de trólebus

Fonte: ônibusbrasil
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São Paulo: Prioridade é o Transporte Público, Corredor de ônibus ABD vai ganhar mais 12 KM

terça-feira, 1 de junho de 2010


Uma das soluções apontadas para o trânsito e para os transportes públicos é a criação e ampliação de corredores exclusivos, que priorizem os meios coletivos de locomoção. Além de representar uma urgência para a situação de mobilidade urbana, a solução é apontada como resposta rápida para as necessidades de atender a uma demanda maior e mais exigente gerada pela Copa do Mundo no Brasil, em 2014. E uma das regiões de São Paulo onde os jogos devem ser realizados, o Morumbi, vai ganhar uma ligação exclusiva com o ABC Paulista.

O corredor ABD, que hoje tem 33 quilômetros de extensão, unindo a zona Leste de São Paulo (São Mateus) a zona Sul (Jabaquara) pelos municípios de Santo André, São Bernardo do Campo, Diadema e Mauá, vai ganhar mais 12 quilômetros de vias segregadas só para ônibus.E a promessa tem data para ser cumprida: dia 21 de julho, segundo a EMTU – Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos, órgão do Governo do Estado de São Paulo.

O projeto já era antigo e as obras estavam paradas. O corredor, que está em fase de conclusão vai ligar o trecho do corredor ABD, a partir do Terminal Metropolitano de Diadema, até a estação de trens da CPTM, Morumbi, linha 9.

A Metra já opera, pelo serviço Metraclass, com ônibus e micro-ônibus linha entre Diadema e a região do Shopping Morumbi e Berrini, mas com o corredor as viagens serão mais rápidas e seguras, com o ônibus estando isolado dos demais veículos do trânsito convencional.

O novo traçado do corredor inclui vias de grande movimento, como a Avenida Presidente Kennedy, em Diadema, e na Capital, Cupecê, João de Luca, Vicente Rao e Roque Petroni Júnior.Uma outra boa notícia para os paulistanos, é que o corredor, além de receber o serviço que vem do ABC Paulista, será utilizado por pelo menos 11 linhas municipais da Capital, que ganharão agilidade e terão o tempo de viagem reduzido.

Os 12 quilômetros de extensão do corredor ABD custaram os cofres públicos 22, 9 milhões de reais, valor inferior a um quilômetro de obras do metrô. Já está prevista a integração com a estação Brooklin/Campo Belo do metrô, quando a linha 5 lilás estiver concluída.

Os 18 pontos serão modernos, guias elevadas na altura do piso do ônibus, rampas de acesso para cadeiras de rodas, comunicação visual de linhas, itinerários e horários, sinais de alerta quanto a chegada e partida dos ônibus do local, bancos anatômicos e lixeiras.

Futuramente, ainda sem data prevista, os 12 quilômetros contarão com cinco estações de transferência: Jardim Miriam, Washington Luiz, Vereador José Diniz, Santo Amaro e Morumbi.A empresa Metra já estuda mais ônibus adaptados para este novo serviço.

Fonte: Ônibus Brasil
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