Entre as sugestões, estão canoplas (barras de borracha instaladas nas paredes), rampas de acesso aos ônibus, piso tátil, lombofaixas nas pistas internas e externas, placas em braile com nome da empresa e itinerário e semáforo botoeira.
Outra reivindicação feita é a possibilidade de contato com a Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp) para uma parceria em que seria proposto o passe-livre para os deficientes visuais em viagens interurbanas. O sistema de passe-livre já existe em Araraquara e é visto pelos deficientes como "uma excelente ação".
As sugestões foram apresentadas em relatório após visitas de membros da ParaDV aos locais frequentados e reuniões com autoridades responsáveis: Leandro Henrique Furlan do setor de Planejamento da Companhia Tróleibus Araraquara (CTA); José Antônio de Poli responsável pela administração do Terminal Rodoviário; Major Brito, diretor técnico da CTA; Janice Nogueira de Francischi., arquiteta da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano; e o vereador Carlos Nascimento (PT), que será responsável por levar o projeto ao Executivo.
De acordo com Brito, a CTA fará o possível para atender a todas as necessidades. "Nossos funcionários já estão recebendo cursos para atender de maneira adequada todos os deficientes".
Uma nova reunião está marcada para a segunda quinzena de fevereiro, quando é esperada a presença de mais setores envolvidos na questão da acessibilidade e educação no trânsito.








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