Novo ônibus elétrico começa a circular em Natal *** Metrô de SP prevê crescimento para 280 km de rede e 12 linhas até 2040 *** Transporte público de Belém ganha 300 ônibus novos com Ar Condicionado *** No Grande Recife, Terminal integrado de Igarassu é finalmente entregue *** Aquático-SP ganha embarcação nova e maior para viagens mais confortáveis *** Jundiaí terá novas linhas de trem para SP e Campinas *** SuperVia atinge maior marca de passageiros diários pós-pandemia *** Expansão da Linha-4 Amarela vai ligar centro à cidade de Taboão da Serra *** Metrô de Salvador terá vagões exclusivos para mulheres *** Conheça nossa página no Instagram

Em Curitiba, Tarifa de ônibus aos aos domingos custam R$ 1

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

A tarifa de R$ 1,00 do transporte coletivo aos domingos – que os curitibanos conhecem como “domingueira” - está completando sete anos. Implantada em 20 de janeiro de 2005, a domingueira se mantém a R$ 1,00 e é um incentivo ao uso do transporte coletivo aos domingos.

No ano passado, cerca de 430 mil curitibanos usaram o ônibus aos domingos, número 49% maior do que o movimento (288 mil passageiros) registrado nos domingos em 2004, antes da criação da domingueira. A tarifa diferenciada, que foi copiada depois por outros municípios brasileiros, é um instrumento de inclusão social e convivência familiar.

O custo reduzido é um incentivo ao trabalhador que normalmente não recebe vale transporte aos domingos e que, pagando menos, tem oportunidade de sair com a família, visitar parques da cidade, fazer passeios e visitas a parentes e amigos.

Com isso, o ônibus deixa de ser um meio de transporte apenas para o trabalho, passando a ser utilizado também pelo trabalhador para passeios e visitas. Com a domingueira, uma família de quatro pessoas vai e volta gastando R$8,00, uma economia de R$ 12,00 em relação à tarifa de sábado e dias úteis, de R$ 2,50.

Fonte: URBS


READ MORE - Em Curitiba, Tarifa de ônibus aos aos domingos custam R$ 1

Em Pernambuco, Linhas intermunicipais estão mais caras

Foto: Blog Meu Transporte
Após o anúncio de que as passagens do transporte público do Grande Recife sofrerão um aumento de 6,5%, os pernambucanos devem preparar os bolsos caso queiram viajar para outros municípios do estado. É porque as tarifas praticadas no Sistema Intermunicipal de Transporte de Passageiros de Pernambuco serão reajustadas, a partir do próximo sábado (21), em 14,9%. O percentual já foi aprovado pela Agência Reguladora de Pernambuco (Arpe).

O último reajuste desses valores foi em junho de 2009. Com a medida, as tarifas máximas permitidas variam de R$ 1,10 (equivalente ao trecho entre os municípios de Carpina e Lagoa do Carro, na Mata Norte) a R$ 233,61 (equivalente à linha Recife/Petrolina, no serviço leito-cama). No transporte intermunicipal, esses valores são considerados uma tarifa máxima, que poderá ou não ser praticada. Segundo a Empresa Pernambucana de Transporte Intermunicipal (EPTI), em todo o País, especialmente nas linhas de maior quilometragem, é comum a prática de tarifas promocionais.

No último dia 12 de janeiro, o Sindicato das Empresas de Transportes Rodoviários de Passageiros do Estado de Pernambuco (Serpe), encaminhou à EPTI uma solicitação para a concessão de reajuste, após 31 meses de congelamento. De acordo com o levantamento do sindicato, baseado na planilha de custos do setor, o pedido de reajuste apresentado foi de 18,22%. No entanto, ficou decidido o aumento correspondente ao Índice de Preço ao Consumidor Amplo (IPCA) acumulado entre junho de 2009 e dezembro de 2011.

Nova Linha
A Empresa Pernambucana de Transporte Intermunicipal também divulgou nesta sexta-feira (20) a criação de uma nova linha, ligando o município de Escada, na Mata Sul, até o Porto de Suape. O percurso só podia ser feito através da linha Escada/Cabo, que passa a atender somente a demanda entra as cidades, sem passar pelo polo industrial. A nova linha segue em fase de testes, com uma tarifa de R$ 3.

Informações do G1 PE



READ MORE - Em Pernambuco, Linhas intermunicipais estão mais caras

No Recife, Tarifas de ônibus aumentam em 6,5% a partir de domingo

Como divulgado antes pelo Blog Meu Transporte, as tarifas de ônibus foram mesmo reajustadas em 6,5%, de acordo com o IPCA, essa metodologia já é aplicada pelo governo a pelo menos 04 anos, e com este novo aumento, Recife deixa o posto de tarifa mais barata entre as capitais, a definição aconteceu durante reunião realizada na sede do Grande Recife Consórcio de Transportes, nesta sexta-feira (20). Os 19 membros do Conselho Superior de Transporte Metropolitano (CSTM) decidiram, a portas fechadas, o novo valor. Os empresários do setor pediam um aumento de 17,2%.

O valor do anel A passou para R$ 2,15; o anel B para R$ 3,30; o anel D para R$ 2,60 e o anel G para R$ 1,40. Os valores, que ainda serão homologados pela Agência Reguladora de Pernambuco (ARPE), começam a valer a partir da 0h do próximo domingo (22).
Apesar de muitas reclamações, já era esperado este aumento, visto que as metas apontadas para o ultimo reajuste foram todas concretizadas.
Também a pressão das empresas de ônibus em tentar um reajuste maior, devido aos custeios e despesas no sistema elaborados pelas próprias empresas, o Governo do Estado de certa forma não cedeu e o aumento ficou dentro da inflação.


Com isso as tarifas serão:
Linhas Convencionais
Anel A: R$ 2,15
Anel B: R$ 3,25
Anel D: R$ 2,60
Anel G: R$ 1,40

Linhas Opcionais
042 – Aeroporto  R$ 2,65
072 – Candeias  R$ 4,00
160 – Gaibu/Barra de Jangada R$ 4,00
195 – Recife/Porto de Galinhas R$ 10,40
 
Tarifas especiais 
191 – Recife/Porto de Galinhas (Nossa Senhora do Ó)  R$ 7,10
194 – Cabo/Porto de Galinhas R$ 4,00
196 – Recife/Porto de Galinhas (IMIP) R$ 5,70 

Mais Informações nas próximas postagens
Fonte: Blog Meu Transporte



Siga o Blog Meu Transporte pelo Facebook
READ MORE - No Recife, Tarifas de ônibus aumentam em 6,5% a partir de domingo

Em São Paulo, Número de usuários nos ônibus aumentam, porém a frota continua a mesma

O número de pessoas transportadas nos ônibus da cidade de São Paulo não para de subir: entre 2007 e 2011, cresceu 7,6%, o que representa 570 mil passageiros a mais por dia. Apesar do aumento, o tamanho da frota segue praticamente o mesmo, em torno de 15 mil coletivos. Com isso, há mais superlotação e desconforto para os usuários, e por um preço sempre mais alto. A tarifa, no período, variou 30%, o que significa uma arrecadação maior por parte das empresas de ônibus.


Quem usa uma das linhas mais cheias da rede – a que vai do Terminal Campo Limpo, na zona sul, à Praça Ramos de Azevedo, no centro – conta que a lotação tem crescido e relata os transtornos decorrentes disso. O porteiro Ailton Fausto, de 29 anos, por exemplo, reclama da demora para os ônibus chegarem.
 “Como tem mais gente usando, por causa dessa espera, já é quase impossível viajar sentado, especialmente nos finais de semana.” O professor Thiago Mendes, de 36 anos, afirma que, às vezes, chega a esperar cinco ônibus para poder embarcar. “Tinham que ampliar o número dos corredores e colocar mais ônibus para rodar na cidade.”

Os especialistas em transportes concordam apenas em parte com essa reivindicação. Para eles, a construção de corredores exclusivos facilitaria o deslocamento dos coletivos, tornando as viagens mais rápidas e eficientes. Por sua vez, o aumento da frota pouco faria para solucionar o problema.

“Seria colocar mais veículos para rodar em um sistema viário que já está saturado. Pode até ser que o conforto melhorasse, mas o tempo de viagem iria aumentar”, diz Jaime Waisman, professor de engenharia de transportes da Universidade de São Paulo (USP).
Segundo ele, as pessoas tendem a valorizar a rapidez dos deslocamentos em detrimento do conforto – isso ajuda a explicar a preferência pelo metrô inclusive nos horários de pico, quando estações e trens ficam lotados. Por isso, a velocidade média dos ônibus é mais importante do que a quantidade de veículos em circulação: andando mais depressa, cada veículo poderia levar um número maior de pessoas.

Waisman pondera que o crescimento do número de passageiros nos ônibus durante os últimos cinco anos pode ser explicado pelo aumento da população e pelo aquecimento da economia. “Tem mais gente usando os ônibus para ir trabalhar ou estudar, fazer compras, usar o posto de saúde.”

A assistente de mídia Patrícia Madruga, de 32 anos, diz que é mais vantajoso ir de ônibus que de carro. “Existe lotação, mas ainda sai mais barato.”
Para Sergio Ejzenberg, mestre em engenharia de transporte, é necessário que a Prefeitura fiscalize com mais rigor a circulação dos ônibus, para constatar se as empresas estão respeitando horários. Contudo, ele avalia que, a longo prazo, a solução é o metrô. “Para o tamanho e a demanda da cidade, os ônibus não dão conta. Eles devem ser auxiliares ao metrô.”

A São Paulo Transporte (SPTrans), informou que, entre 2009 e 2011, a oferta de lugares na hora de pico cresceu mais (4,6%) do que o número de passageiros no período (2,4%) – a quantidade de pessoas transportadas saltou de 2,87 bilhões para 2,94 bilhões, e a de lugares, de 532 mil para 557 mil.
Isso aconteceu, segundo a estatal, porque a frota foi renovada com veículos maiores. O engenheiro Waisman, porém, critica alguns desses modelos de ônibus, como os articulados. “Sacolejam muito, porque são feitos para circular em corredores. Mas aqui são usados para rodar em todo lugar.”

Fonte: Estadão / Por Caio do Vale


READ MORE - Em São Paulo, Número de usuários nos ônibus aumentam, porém a frota continua a mesma

Transporte coletivo de Brasília virou sinônimo de ônibus quebrados e velhos

Uma manifestação na manhã desta quinta-feira (19/1) fechou a principal via de São Sebastião, região administrativa localizada a 26 km de Brasília. A população reclama sobre o serviço de transporte público.

Segundo informações da Polícia Civil, da 30ª Delegacia de Polícia, três ônibus que transportavam os passageiros para o trabalho quebraram, um em seguida do outro, o que deixou muita gente revoltada. Eles protestaram contra a espera nos pontos e as más condições que os veículos se encontram.

A manifestação começou por volta de 8h e a Polícia Militar foi ao local para garantir a segurança dos manifestantes, que interditaram a pista e impediram a passagem dos ônibus que seguiam pela Avenida São Sebastião.

Informações: Correio Braziliense



READ MORE - Transporte coletivo de Brasília virou sinônimo de ônibus quebrados e velhos

Programa Mobilidade Urbana só usou 2% do previsto para 2011

Às vésperas de sediar os dois maiores eventos esportivos do mundo, o Brasil parece ainda não ter acordado para tentar resolver os problemas de deslocamento da população e transporte coletivo das grandes cidades. O programa Mobilidade Urbana, do Ministério das Cidades, cujo tema é considerado primordial pelo governo federal, ficou praticamente estagnado em 2011, já que dos R$ 650,1 milhões previstos no orçamento, apenas R$ 12,9 milhões foram desembolsados.

Procurado pela reportagem do GLOBO para esclarecer por que somente 2% da verba prevista foram alocados ano passado, sendo que 98% deste total foram destinados a pagar compromissos de governos anteriores - ou seja, apenas 0,02% foram realmente executados -, o secretário nacional de Transportes, Luiz Carlos Bueno, não foi encontrado. Ele viajou nesta quarta-feira para a Europa, na tentativa de firmar um acordo de cooperação técnica entre o Ministério das Cidades e a empresa espanhola Euskotren, uma das maiores do setor ferroviário europeu, sobre o VLT (veículo leve sobre trilhos) e só deve retornar ao Brasil no próximo dia 24.
Construção da Transoeste - Rio de Janeiro

Enquanto isso, fica sem resposta o por quê do contingenciamento de recursos ter impactado a alocação das verbas para as ações previstas. Segundo a ONG Contas Abertas, o Ministério das Cidades informou que do total de recursos, cerca de 90%, ou R$ 585,7 milhões, são provenientes de emendas parlamentares e que apenas 10%, ou R$ 64,5 milhões, são do orçamento discricionário da pasta.

Para 2012, o orçamento prevê R$ 32 bilhões para o programa, sendo R$ 8 bilhões destinados à Copa de 2014 e R$ 24 bilhões para o PAC 2, nos Eixos de Pavimentação e Qualificação de Vias Urbanas e de Mobilidade Grandes Cidades. O ministério esclarece que dos recursos citados, 81,25% ou R$ 26 bilhões são provenientes do FGTS e 18,75% ou R$ 6 bilhões são provenientes do OGU (Orçamento Geral da União) que, para 2012, deve contar com R$ 1,4 bilhão em recursos, aguardando apenas a sanção da presidente Dilma. No ano passado, as verbas previstas no OGU foram de R$ 645,1 milhões.

No Rio, quatro vias expressas devem ser entregues até 2016

Enquanto no organograma do Ministério do Esporte o ano de 2012 seria destinado ao começo dos planos operacionais, na cidade do Rio de Janeiro, que será sede das Olimpíadas de 2016, quatro projetos de mobilidade urbana deverão estar prontos até o início dos jogos, garantiu um assessor da Secretaria Municipal de Transportes. Conhecidos como BRTs (Bus Rapid Transit), os corredores de transportes de massa devem garantir maior integração e agilidade ao trânsito da cidade, totalizando 155 km de vias expressas.

Batizado de Transoeste, o corredor que vai ligar a Barra da Tijuca a Santa Cruz, conta com recursos próprios da prefeitura e deverá ser o primeiro a ficar pronto, ainda em 2012. A próxima obra da fila é a Transcarioca, que vai ligar a Barra da Tijuca ao Aeroporto Internacional Tom Jobim, que tem recursos federais e previsão de entrega em 2013. Já a Transolímpica, via que vai cruzar a Barra até Marechal Hermes, tem recursos oriundos de parcerias público-privadas e previsão de estar pronta em 2015, logo após a Copa do Mundo e um ano antes das Olimpíadas. O projeto da TransBrasil, via ao longo de toda a Avenida Brasil, ainda não foi finalizado, apesar de a presidente Dilma ter garantido verbas para a obra no final do ano passado.

Fonte: Agência O Globo 



READ MORE - Programa Mobilidade Urbana só usou 2% do previsto para 2011

Transporte Publico é reprovado por 41% da população das grandes cidades

Pesquisa sobre a mobilidade urbana indicou que 41% da população brasileira acha que o serviço de transporte público é ruim no país e 30% que o serviço é bom. Os dados são referentes a municípios com mais de 100 mil habitantes. Nos municípios menores, com menos de 20 mil habitantes, a percepção sobre o transporte público é melhor, 39% da população avalia que o serviço de transporte coletivo é bom, e 27% considera ruim.

A pesquisa é do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) que divulgou nesta quinta-feira (19) a segunda edição da pesquisa de Mobilidade Urbana, que avaliou como os brasileiros se deslocam no país. Foram entrevistadas 3.781 pessoas em 212 municípios de todas as regiões do país entre os dias 8 e 29 de agosto de 2011. O estudo apontou também que quanto maior a renda salarial do usuário, menor é a utilização do transporte público.


O estudo mostrou que a Região Sul é a que mais utiliza carro como o principal meio de transporte. Segundo dados do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), a utilização de carros representa 64,85% da frota. De cada 3,62 habitantes, um possui carro. Na Região Norte, o principal meio de transporte é a motocicleta, que representa 64,32% da frota. A cada 100,44 habitantes, um possui moto.

Fonte: DCI



READ MORE - Transporte Publico é reprovado por 41% da população das grandes cidades

Lei da Mobilidade Urbana e a Bicicleta, o Direito de ir e vir

A Lei da Mobilidade (nº 12.587/2012), publicada em 04/01/2012 e que começa a vigorar em 100 dias após sua publicação, traz como uma das diretrizes o privilégio do transporte não motorizado sobre o motorizado, e do transporte coletivo sobre o individual.

A tradução mais simples dessa diretriz é que para quem optar pelo transporte individual terá deve ser estimulado ao uso da bicicleta, e quem optar pelo transporte motorizado deverá ser estimulado ao uso do transporte coletivo.
Por consequência o estímulo a esses dois modais implica no desestímulo ao veículo motorizado individual – o automóvel.

Um dos fatores amplamente comentados como negativo teria sido a demora na tramitação da Lei, que se deu ao longo dos últimos 17 anos, porém ao nosso ver essa demora foi extremamente oportuna para adesão a essa diretriz.

Nos últimos 20 anos é que foi permitida a importação de veículos o que possibilitou o acesso de um bem que até então era privilégio de poucos.

Para concorrer à altura a indústria nacional precisou oferecer qualidade e tecnologia à altura, e somado a isso diversas políticas econômicas, representadas por benefícios tributários na fabricação e facilidades de financiamento (inclusive arrendamento mercantil – leasing – para pessoa física) estimulou a compra do primeiro automóvel novo.

Nesse período nos parece que seria inoportuna e desleal a concorrência. O foco era a compra do carro, e isso teve um preço: as cidades estão abarrotadas de carros.
Quem deixaria de comprar um carro, mesmo sem ter dinheiro no bolso, para usar um ônibus ou uma bicicleta, considerando o conforto e a privacidade diante do custo?

A realidade agora é outra. As cidades começam a impor restrições ao uso das vias, com rodízio, restrições a áreas de estacionamento e quando existente sendo rotativo e pago (expressamente instituído em 1998 pelo Código de Trânsito), engarrafamentos, entre outros fatores.

Tudo isso nos faz concluir que a demora na tramitação da Lei a fez vir no momento mais oportuno para adesão ao transporte não motorizado. O trânsito, o meio ambiente (poluição e ruídos) e a saúde agradecem. É a hora e a vez da bicicleta.

* Marcelo Araújo é advogado especialista em trânsito e secretário municipal de Trânsito de Curitiba.



READ MORE - Lei da Mobilidade Urbana e a Bicicleta, o Direito de ir e vir

Pesquisa do Ipea mostra percepção sobre mobilidade urbana

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) apresenta hoje (19), às 14h30, a segunda edição da pesquisa Mobilidade Urbana do Sistema de Percepção Social (Sips). O trabalho será divulgado pelo técnico de Planejamento e Pesquisa Ernesto Galindo, pelo coordenador de Estudos Ambientais, Bernardo Furtado, e pelo assessor da Presidência do Ipea, André Calixtre, na sede do instituto em Brasília.

O Sips ouviu 3.781 pessoas em 212 municípios brasileiros - um acréscimo de mil entrevistas em relação à edição anterior, 45% a mais que os 146 municípios incluídos no estudo de 2010. A pesquisa mostra as diferentes concepções que a população brasileira tem sobre a mobilidade urbana em seus diversos aspectos - tamanho populacional, frota por região e faixa salarial.

Da Agência Brasil


READ MORE - Pesquisa do Ipea mostra percepção sobre mobilidade urbana

Metrópoles do mundo adotaram medidas impopulares para reduzir trânsito; conheça

A capacidade de absorver novos carros está perto do limite em muitas metrópoles ao redor do mundo. Para tentar frear o crescimento da frota e o impacto desse aumento, essas cidades têm implantado diferentes métodos que vão da restrição de circulação de veículos a grandes obras viárias.

Adotado por Jacarta, capital da Indonésia, nos anos 70, o fechamento do centro aos carros na hora do rush retirou grande parte dos veículos das ruas e garantiu que o ar dessa região ficasse menos poluído. Londres foi ainda mais radical, o pedágio implantado no centro dessa cidade fica gradativamente mais caro ao longo do dia.

Paris e Nova York adotaram outra medida. Os carros são impedidos de chegar aos bairros com mais trânsito, pois não há estacionamentos disponíveis. Há 30 anos, Paris utilizava a política oposta, concentrando no centro grande estacionamentos subterrâneos. As autoridades perceberam o erro e, pouco a pouco, eliminaram as garagens.

Boston (EUA) adotou uma medida radical. Para acabar com o trânsito nas avenidas, colocou em construção dois túneis (para metrô e trem) e uma avenida subterrânea (com amplas faixas), destruindo dezenas de pontes, viadutos e elevados. Os custos elevados foram bancados pelo governo federal, mas o resultado foi visível: mais de 100 mil m² de terrenos valorizados voltaram para as mãos dos cidadãos, sem falar na queda em 43% dos engarrafamentos.


Pedágio urbano

Os engarrafamentos nas cidades norueguesas eram constantes antes da década de 90. Após a implantação de pedágios urbanos em Oslo, Bergen, Stavanger e Trondheim, os congestionamentos caíram 12% nos horários de pico.

Outro bom exemplo é o de Cingapura. Lançado em 1975, a cobrança de pedágios retirou até 47% dos veículos que circulavam no centro da cidade. Resultado: a procura pelo transporte público disparou em 63%.

Londres começou a ver sua frota disparar na década de 90. Antevendo o desastre, sobretaxou veículos poluidores, instalou câmeras que controlam o fluxo dos veículos pela placa, incentivou o uso da bicicleta e investiu na melhoria dos transportes.


O resultado foi a retirada de mais de 55 mil veículos das ruas da cidade, o aumento da velocidade média dos veículos, a diminuição dos índices de gás carbônico e a queda na quantidade de acidentes e de mortes no trânsito. Enquanto estava sendo implantada, a medida levou protestos às ruas da capital britânica. Entretanto, após avaliar as melhorias, a população reelegeu o então prefeito Ken Livingstone, em 2004.

A frota de veículos de todas essas cidades continua a crescer, mas de forma ordenada, segundo explica Sérgio Ejzenberg, engenheiro e mestre em transportes pela USP (Universidade de São Paulo).

- Não tem problema o Rio de Janeiro crescer e aumentar a frota. Temos que aproveitar o desenvolvimento e buscar formas sustentadas.

Rodízio
A Cidade do México, encravada entre montanhas, era considerada a metrópole mais poluída do mundo por conta das emissões de gases. Para diminuir esse transtorno, implantou um severo rodízio de carros – que inspirou a cidade de São Paulo – e não só conseguiu sair da lista negra dos ambientalistas como também reduziu o trânsito e viu sua população utilizar a ampla rede de metrô da cidade.
Cidade do México
Apesar de dar resultado efetivo, implantar rodízio no Rio de Janeiro está fora de cogitação, de acordo com a CET-Rio. O único projeto em questão vai ocorrer apenas durante a Copa do Mundo e a Olimpíada de 2016, com um rigoroso rodízio durante os jogos, de acordo com a Secretaria Municipal de Transportes.

Fonte:
R7.com

READ MORE - Metrópoles do mundo adotaram medidas impopulares para reduzir trânsito; conheça

Cidade de Mauá-SP têm o maior bicicletário da América Latina

A mais nova aquisição do bicicletário erguido ao lado da estação de trem de Mauá, município da região metropolitana de São Paulo, é um brechó. A pequena loja, montada nos fundos daquele que é considerado o maior estacionamento de bicicletas da América, com capacidade para pelo menos 2 mil magrelas, disponibiliza aos associados pedais, quadros, guidões e todo tipo de peças usadas. O cantinho, que ostenta um delicado gradil forjado com catracas, correias e pedivelas, tem um significado especial para a mantenedora do local, a Associação dos Condutores de Bicicletas de Mauá (Ascobike).

Responsável por uma população mensal flutuante de 1200 a 1700 ciclistas, a maioria deles trabalhadores e estudantes que usam a bicicleta como alternativa de transporte para se deslocar de casa até o trem, a entidade precisa garantir que todos tenham seu veículo em condições de uso, sempre. "Servimos gente muito humilde, normalmente da periferia aqui de Mauá, que compromete a parte do salário que iria para a condução de ônibus em outras coisas, como pão e leite para os filhos. Por isso não podemos deixar ninguém sem bicicleta para voltar pra casa", explica o ferroviário e assistente social Adílson Alcântara da Silva, de 51 anos, idealizador do projeto. Além do brechó, o bicicletário dispõe de uma oficina mecânica com preços abaixo dos praticados pelo mercado, um compressor de ar para calibrar os pneus, banheiros masculino e feminino com espelho, um kit para engraxar sapatos, um bebedouro, café quente a toda hora e um televisor. "Temos também 12 bicicletas para empréstimo." Os associados da Ascobike pagam 15 reais por mês para ter acesso ao bicicletário. Quem não é mensalista desembolsa 1 real avulso para deixar a bike ali por um dia.

Uma década
A associação completou dez anos de existência em maio deste ano e só surgiu por causa da dedicação de Adílson. Paranaense de Apucarana, o ferroviário veio criança para São Paulo, com a mãe e dois irmãos menores. Conta que teve uma vida difícil. Por falta de condições, foi entregue ao Juizado de Menores e viveu internado em instituições como a Fundação Estadual do Bem-Estar do Menor (Febem) até os 18 anos. Já adulto, fez bicos em padarias, pequenas fábricas e construções. E foi trabalhando como assistente de pedreiro que soube por um maquinista de um concurso da então Rede Ferroviária Federal. O ano era 1978. Com a 6ª série do Ensino Fundamental, inscreveu-se, fez o teste em duas fases e conquistou a vaga de bilheteiro: estava empregado com carteira assinada. Mas continuou trabalhando por conta. "Com os primeiros salários que recebi, montei duas bicicletarias. Naquela época, consertávamos bicicletas, de verdade. Hoje os meninos só trocam peças", brinca Adílson.

A paixão pela magrela acompanhou o ferroviário durante toda a carreira, como bilheteiro, encarregado, chefe de estação e supervisor. Adepto dos pedais como meio de transporte, ele sempre se incomodou com as bicicletas penduradas nos arredores das estações. "O pior é que eu podia colocar minha bike dentro da estação, mas os passageiros não. E, quando as bicicletas não eram roubadas ou depenadas, eu, como chefe de estação, era obrigado a apreendê-las quando estivessem obstruindo a passagem, uma tortura", lembra. Quando Adílson chegou a Mauá, em 1998, as coisas começaram a mudar. E, de tanto que insistiu, conseguiu, enfim, em 2001, montar a Ascobike em um terreno cedido pela Companhia de Trens Metropolitanos de São Paulo (CPTM).

Transporte rápido
O movimento no bicicletário não para. A Ascobike funciona 24 horas. Os primeiros associados chegam ainda de madrugada e o pico da manhã começa às 5 horas e segue intenso até pelo menos as 7. Uma fila de gente em pé ao lado da bicicleta se forma no calçadão em frente à entrada da entidade para retirada do bilhete de acesso ao local. Os funcionários da associação, todos do Programa Primeiro Emprego, que insere jovens no mercado de trabalho, checam o cadastro de cada um no computador antes de imprimir o tíquete. Os ciclistas penduram suas bicicletas nos ganchos do estacionamento e, depois de tomar um café, quase sempre apressados, caminham para a estação de trem. À tarde, o corre-corre é no sentido contrário. Levas de passageiros do trem chegam para retirar suas bikes a cada comboio que para na estação e o entra e sai é incessante.

Em Mauá, a grande vantagem da bicicleta, além da redução dos gastos com condução e dos benefícios para a saúde, é a economia de tempo para voltar para casa. Quem depende do ônibus, principalmente durante o rush, depois das 5 da tarde, horário em que as filas estão enormes, chega a esperar mais de meia hora entre a liberação de embarque e a partida do "busão". Como ali o percurso dos ciclistas dificilmente ultrapassa 6 quilômetros, pedalar é mais rápido que pegar qualquer outro transporte público. Que o diga o encanador Gildácio Santos Dias, de 37 anos. Ele trabalha na construção de um prédio na cidade de São Paulo e usa o trem durante a semana. "Levo pouco mais de 15 minutos de bicicleta da estação até em casa, é bem rápido. De ônibus, ia demorar mais", garante.

Varal de duas rodas
O sistema de ganchos para pendurar as bicicletas, hoje replicado em todos os bicicletários da CPTM, nasceu em Mauá. "Saiu da minha cabeça", orgulha-se Adílson. A solução é simples e engenhosa. Um varal de ferro de cerca de 3 metros permite a acomodação de 20 bicicletas suspensas pela roda, dez de cada lado. O segredo está na disposição dos ganchos, que apresentam alturas intercaladas, o que lhes permite ficar a apenas 30 centímetros distantes uns dos outros. Esse desenho faz com que os guidões das bicicletas ladeadas se encaixem sem atritos. Mas há também vagas horizontais, para quem tem dificuldade para erguer a própria bicicleta. Erasmo Lima, de 55 anos, usuário desde os primórdios do bicicletário, é um deles. "Tenho problema na coluna e paro minha bicicleta neste suporte aqui do chão", conta ele, apontando para sua vaga numerada. Outra solução, mais recente, é o uso de conduítes, os famosos espaguetes, na ponta dos ganchos, para proteger o aro das bikes.

A ideia dos ganchos acompanhou Adílson desde a época das bicicletarias, mas erguer a Ascobike no fim dos anos 1990 exigiu muito do então supervisor de estação e sindicalista atuante. Ele precisou fazer um empréstimo no banco e passou a pedir todo tipo de ajuda para a comunidade local. Para abrir o dia inteiro, arrumou três sócios, que se revezavam na portaria, um de manhã, outro de tarde e o terceiro à noite. Cada um ficava com 1 real dos 5 que a associação cobrava dos mensalistas. "Nos primeiros dias, tínhamos apenas uma bicicleta. O Toninho [um dos sócios] chegou a guardar a bike na banca de jornal dele." Com o tempo, a demanda aumentou e, em poucas semanas, já eram cerca de 250 bicicletas. De lá para cá, Adílson se formou assistente social, a CPTM injetou recursos no projeto para padronizar e ampliar o lugar e o número de usuários subiu. Hoje, existem mais de 10 mil nomes no cadastro da Ascobike, embora o número de associados regulares, que têm gancho numerado no bicicletário, seja menor. Adílson contabiliza muitas inadimplências e exige da oficina descontos de pai para filho no remendo de câmaras, na troca de sapatas de freio e na compra de peças novas ou usadas, mas garante que vale a pena, por um motivo muito simples: "Não estamos preocupados com as bicicletas e sim com a pessoa sentada no selim".

Reportagem: Giuliano Agmont
Fonte: Vida Simples


READ MORE - Cidade de Mauá-SP têm o maior bicicletário da América Latina

Prefeito de Teresina extingue segunda passagem de ônibus

Após 12 horas de negociações com os estudantes, o prefeito de Teresina (PI), Elmano Férrer (PTB), anunciou na noite desta quarta-feira que irá extinguir o preço da segunda passagem de ônibus - que é de R$ 1,05 - na capital piauiense. A medida quer pôr fim às manifestações contra o aumento na tarifa de ônibus que têm bloqueado ruas e avenidas, deixando passageiros sem coletivos e trânsito parado.
A reunião iniciou às 8h40 e foi intermediada pelo presidente do Tribunal de Justiça do Piauí, desembargador Edvaldo Moura, e pelos Ministérios Públicos Estadual e Federal. A negociação foi tensa e marcada por fortes discussões sobre a deficiência no sistema de transporte público de Teresina.

Por volta das 21h, a prefeitura e os líderes do movimento #contraoaumento divulgaram um documento com os itens acordados. O prefeito resolveu aumentar o tempo de integração das linhas de ônibus, que passou de 1h para 2h (em trechos acima de 8km de percurso), e concordou em avançar o sistema de integração das linhas.

Um dos pontos rejeitados pela prefeitura foi a revogação do decreto que aumentou de R$ 1,90 para 2,10 a passagem de ônibus. A lei vale desde o dia 1º de janeiro.

"Tendo em vista todas as negociações anteriores e baseado no resultado da auditoria da planilha de custos respaldada por 16 instituições públicas, fica inviabilizada a redução de tarifa. Todavia a Prefeitura Municipal de Teresina reafirma o compromisso de não haver reajustes no ano de 2012", diz o documento divulgado para a imprensa.

O estudante José Eduardo Araújo Borges, o Alemão, da União da Juventude Socialista, disse que o resultado da reunião é uma vitória para o movimento. "Agora é manter esse diálogo com a prefeitura para melhorar a qualidade do sistema de transporte público", disse.

Os estudantes ficaram de apresentar o resultado da reunião em assembleia e decidirem se o movimento continua ou se será encerrado.

Fonte: Jornal do Brasil


READ MORE - Prefeito de Teresina extingue segunda passagem de ônibus

SPTrans estuda usar pagamento por celular em ônibus

A São Paulo Transportes (SPTrans), estatal que gerencia os ônibus na cidade de São Paulo, pretende desenvolver um sistema de pagamentos eletrônios multiplataforma, que pode aceitar transações via celular.

O serviço, uma aprimoração do atual ‘Bilhete Único’, em funcionamento há oito anos na cidade, atenderia de imediato aos 33 milhões de usuários de cartões pré-pagos no sistema de transporte paulistano.

Para desenvolver o novo meio de pagamento, a SPTrans iniciou no último dia 5 uma consulta pública, que dará origem ao edital da licitação que contratará as empresas que programarão o sistema.

“Queremos uma tecnologia moderna, pois a atual é dos anos 90. Agora queremos uma plataforma aberta, afinal, temos uma série de demandas, inclusive de uso do celular para pagamentos, e vai ter quem ainda prefira utilizar o cartão convencional”, alerta o superintendente de atendimento e comercialização da SPTrans, José Aécio de Sousa.

Segundo ele, o desenvovilmento da nova ferramenta de cobrança dos ônibus paulistanos será feito em conjunto entre o órgão da prefeitura e as empresas contratadas.

O projeto inicial prevê que quem vencer a licitação terá que administrar o sistema atual por dois anos, prazo estipulado para a implantação da nova tecnologia. Após essa etapa, a empresa ficará responsável pela manutenção e administração do sistema.

Para o próximo dia 30 está prevista a divulgação da minuta para a consulta pública e o edital de licitação deve ser publicado em meados de fevereiro. No entanto, a SPTrans já aceita contribuições de empresas de pagamentos eletrônicos e tecnologia.

“Queremos a participação das empresas de NFC (Near Field Communications), porque a plataforma terá essa funcionalidade, mas não será toda baseada nisto”, declarou o dirigente a este noticiário durante evento da GSMA, em São Paulo.

Contrato

De acordo com José Aécio de Souza, um dos motivos para a nova licitação é o termino do contrato entre a SPTrans e a UOL Diveo, empresa do grupo UOL responsável pelo serviço de data center para Bilhete Único.

Fonte: Exame.com


READ MORE - SPTrans estuda usar pagamento por celular em ônibus

Rodoviários bloqueiam corredores de ônibus em Porto Alegre

Os trabalhadores rodoviários realizaram uma manifestação por duas horas nesta manhã (19) em Porto Alegre. Eles não aceitam a proposta de reajuste salarial feita pela ATP, de 4%. A mobilização foi intensa nas avenidas Assis Brasil, Farrapos, João Pessoa e Protásio Alves. Os rodoviários decidiram bloquearam os corredores de ônibus na Capital.

O presidente do Sindicatos dos Rodoviários em Transporte Coletivo de Passageiros Urbanos de Porto Alegre (Sindirodoviários), Júlio Gamaliel, informou que os ônibus paralisaram 70% dos corredores de ônibus.

A Associação dos Transportadores de Passageiros de Porto Alegre (ATP) oferece um reajuste de 4% — menor que a inflação em 2011, de 6%. Os rodoviários pedem uma reposição de 22%, além das perdas salariais.

O sindicato emitiu prazo para a Associação dos Transportadores de Passageiros de Porto Alegre (ATP) se manifestar. Caso não haja resposta até as 16h, os rodoviários farão novas ações.

A mobilização dos rodoviários ocorre no momento em que um novo valor das passagens está sendo negociado entre a Prefeitura e as empresas. Uma proposta de reajuste deverá ser encaminhada até o final do mês, com previsão inicial de que o preço da passagem suba cerca de 10%, ficando em torno de R$ 3.

A Empresa Pública de Transporte Coletivo (EPTC) estima que cerca de um milhão de pessoas utilize o transporte coletivo em Porto Alegre.

Fonte: Sul 21


READ MORE - Rodoviários bloqueiam corredores de ônibus em Porto Alegre

Metrô DF tem movimento tranquilo em todas as estações após fim da greve

Moradores do Distrito Federal estão encontrando situação tranqüila em todas as estações do metro na manhã desta quarta-feira (18/1). Os 24 trens estão em circulação após 37 dias de greve e o intervalo entre os trens no trilho principal, que liga Águas Claras ao Plano Piloto, é de três a quatro minutos e nos ramais de Ceilândia e Samambaia, o intervalo chega a sete minutos entre um trem e outro.

Na tarde dessa terça-feira, o Tribunal Regional do Trabalho (TRT) determinou que os metroviários suspendessem a greve nesta manhã. De acordo com o diretor conselheiro do sindicato dos metroviários (Sindmetrô-DF), Leandro Santos, os diretores e os empregados terão 15 dias para encontrar uma solução definitiva para o caso e, conforme o entendimento do TRT, isso passa pelo atendimento dos itens firmados no acordo coletivo, no início do ano passado. O Governo do Distrito Federal soltou uma nota dizendo que irá cumprir todas as determinações do TRT.



READ MORE - Metrô DF tem movimento tranquilo em todas as estações após fim da greve

Em São Paulo, 77% estão insatisfeitos com as tarifas do transporte público

A insatisfação dos paulistanos com o transporte e o trânsito na cidade continua alta, embora tenha melhorada a percepção com a maioria dos itens relacionados ao tema. Quanto se trata das tarifas do transporte, por exemplo, no ano passado, 77% dos cidadãos da cidade estavam descontentes. No entanto, o índice caiu três pontos percentuais em relação a 2010, quando 80% estavam insatisfeitos.

Segundo estudo realizado pelo Ibope Inteligência, a pedido da Rede Nossa São Paulo, e divulgado nesta quarta-feira (18), além das tarifas, no ano passado, boa parte dos paulistanos também não ficou satisfeita com a pontualidade dos ônibus e o tempo de espera nos pontos, que obtiveram as notas mais baixas (de 1 a 5, em uma escala que vai até 10) de 71% e 64% dos entrevistados, respectivamente.
O tempo de deslocamento na cidade desagradou 68% dos paulistanos. Em 2010, esse índice era de 8 p.p. maior, de 76%.

De bicicleta ou a pé

Quando se trata das calçadas, 75% dos paulistanos afirmaram não estar satisfeitos com a situação. O índice é 3 p.p. menor que o registrado em 2010. No entanto, o número de pessoas satisfeitas caiu de 4% para 2%.
O respeito ao pedestre também parece não agradar aos paulistanos, já que 77% ficaram insatisfeitos em relação a esse item. Em 2010, 81% não estavam contentes com o respeito ao pedestre.
Para os moradores da capital paulista, a cidade deveria ter mais ciclovias. De acordo com a pesquisa, em 2011, 74% não estavam satisfeitos com a quantidade de ciclovias disponíveis. Em 2010, esse índice era 5 p.p. maior, de 79%.

O que menos desagrada

O tamanho da rede de metrô é o item que menos desagrada o paulistano, quando se trata de transporte e trânsito. No ano passado, 43% estavam insatisfeitos em relação ao item. Já 16% estavam totalmente satisfeitos e 40% estavam mais ou menos satisfeitos.

Além disso, 67% dos cidadão estavam insatisfeitos com as soluções para diminuir o trânsito na cidade. No ano de 2010, esse índice era de 68%. Já a satisfação caiu de 5% para 4%, na mesma base comparativa.
Pesquisa

Para a pesquisa, foram entrevistados 1.512 moradores da cidade de São Paulo, com idade acima de 16 anos, entre os dias 25 de novembro e 12 de dezembro do ano passado.

Fonte: InfoMoney


''Curtir e Seguir’' o Blog Meu Transporte pelo Facebook
READ MORE - Em São Paulo, 77% estão insatisfeitos com as tarifas do transporte público

Seja Mais Um a Curtir o Blog Meu Transporte

BRT Aricanduva

Ligeirão NORTE-SUL / Curitiba

Seguidores

Postagens mais visitadas

 
 
 

Ônibus articulados elétricos em Goiânia


Em SP, Apenas 3 em cada 10 domicílios ficam perto de estações de metrô e trem

BUS ELÉTRICO EM BELÉM


Brasil precisa sair da inércia em relação aos ônibus elétricos

Brasil tem mais de cinco mil vagões de trem sem uso parados em galpões

LIGAÇÃO VIÁRIA PIRITUBA-LAPA


Seja nosso parceiro... Nosso e mail: meutransporte@hotmail.com

‘Abrigo Amigo’ registra 3,5 chamadas por dia em Campinas

Ônibus elétricos e requalificação dos BRTs tornam transporte eficiente e sustentável em Curitiba

Informativos SPTrans

Nova mobilidade urbana revela o futuro dos deslocamentos

Notícias Ferroviárias

Em SP, Passageiros elogiam Tarifa Zero aos domingos

Recife: Motoristas mulheres são mais confiáveis no transporte coletivo junto aos usuários

Com metrô, Salvador deixou de emitir mais de 45 mil toneladas de CO2 em oito anos

Barcelona dá transporte gratuito para quem deixar de usar carro

Os ônibus elétricos do Recife começaram a circular em junho de 1960