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Por que em vez de carros, governo não incentiva o transporte coletivo?

terça-feira, 9 de junho de 2009


Foi comemorado ontem o Dia Mundial do Meio Ambiente. Criado pela ONU em 1972, a data ganha cada vez mais a adesão da sociedade. Afinal, o planeta já sofre as consequências do efeito estufa, do aquecimento global e das mudanças climáticas. Isso sem falar em outras questões ambientais que, por muitos anos, foram deixadas de lado, como o uso racional da água e os bolsões de lixo.É verdade que vem sendo estabelecida uma consciência internacional sobre o assunto. Mas as pesquisas indicam que muito pouco ainda se faz pela preservação da Terra. Você sabia, por exemplo, que apenas 2% de todo o lixo produzido no Brasil é reciclado? E que o País é o quatro maior emissor de CO2 do mundo?Sem dúvida, mudanças estruturais em favor do meio ambiente dependem de políticas públicas. Face à crise internacional, uma das primeiras medidas tomadas pelo governo brasileiro foi a redução do IPI dos carros particulares. Do ponto de vista econômico, uma decisão acertada. E do ponto de vista ecológico? Foi uma atitude consequente? Por que não diminuir também o IPI sobre os transportes públicos?Bem, façamos o que nos cabe. E, nesse sentido, podemos fazer muito. De um lado, exigir a formulação de políticas públicas coerentes. De outro, economizar água, evitar as sacolas plásticas, separar o lixo, guardar o carro na garagem e consumir menos.Está comprovado: o consumo exagerado é um dos principais inimigos do meio ambiente. Nos limites ecológicos do mundo de hoje, o consumo tem que ser repensado, tem que ser consciente, assim como o papel da propaganda.
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Florianópolis: Transporte pode parar de novo

segunda-feira, 8 de junho de 2009

A paciência da população se aproximou do limite ontem com a paralisação de duas horas dos ônibus da Capital. Reféns de uma disputa entre empresários e motoristas e cobradores, muitas pessoas falaram em agredir trabalhadores do transporte coletivo, fechar a Avenida Paulo Fontes e queimar ônibus. Nenhuma das ameaças, no entanto, foi concretizada.A falta de anúncio sobre a paralisação irritou a população porque impediu as pessoas de se programarem. Motoristas e cobradores começaram a paralisação às 9h15min, quando informaram aos passageiros que os ônibus não sairiam mais do Terminal Integrado Central (Ticen). Milhares de pessoas se amontoaram nas imediações do terminal sem a informação de que o transporte público voltaria a funcionar em duas horas. Algumas dividiram táxi, outras pegaram carona, ligaram para familiares. Logo apareceram algumas vans, mas em número insuficiente para atender a população, e cobrando R$ 5, valor acima das passagens de ônibus. O motorista do veículo MFB 8158, Deter 1060-C, cobrava este preço para levar o passageiro até o Bairro Estreito.
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Rio Branco: Fim da greve no transporte coletivo


Finalmente chegou ao fim na tarde de ontem a greve dos transportes coletivos urbanos em Rio Branco. Em uma reunião extraordinária na sede do Sindcol, patrões e empregados chegaram a um acordo e os motoristas e cobradores de ônibus deflagraram o fim da paralisação.
O movimento grevista havia sido iniciado na última terça-feira e ganhou força nos dias seguintes da semana. Ontem, pela manhã, antes de concluírem as negociações, os trabalhadores fizeram um novo protesto.
Além de pararem parte da frota, eles fecharam duas plataformas do Terminal Urbano desde as 5 horas da manhã, sendo apenas uma utilizada pelos ônibus em circulação. A iniciativa causou grande tumulto no centro de Rio Branco e transtornos para muitos passageiros.
A greve chegou ao fim somente quando os representantes das empresas São Judas, São Roque e o advogado do Sindcol, João Augusto de Freitas Gonçalves, concordaram em assinar a convenção coletiva e conceder um reajuste de 6% em forma de abono à categoria.
Mesmo com o fim da greve, os maiores prejudicados com a paralisação (a população) não serão ressarcidos. Resta torcer para que os trabalhadores e patrões encontrem outros meios de se entender em futuras negociações, pois a sociedade está cansada de “pagar o pato” toda vez que existem divergências entre empresários e servidores do serviço de transporte coletivo urbano.
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Porto Alegre: Governadora libera o corredor de ônibus da Baltazar


Com a instalação da sinalização e a sincronia dos semáforos da Baltazar de Oliveira Garcia, a governadora Yeda Crusius liberou, neste sábado (06), a circulação de ônibus no corredor da avenida, concretizando uma antiga demanda da comunidade da Zona Norte de Porto Alegre. "É segurança para o transporte coletivo e para o fluxo das pistas laterais ao corredor. A população está atendida, teve paciência, e estou agradecida por todos que nos ajudaram", disse Yeda, destacando que o governo colocou como prioridade a finalização das obras. A Nova Baltazar teve investimentos de R$ 53 milhões do Estado. A governadora afirmou que o novo corredor de ônibus da Baltazar - que faz parte do Projeto Linha Rápida, da Metroplan - vai modificar o transporte coletivo e ressaltou que o resultado é uma obra segura e de qualidade. "Estou feliz em fazer a inauguração da segunda fase do projeto. Isso é uma mudança que representa o governo: da fase de desconfiança de uma promessa, para a fase de confiança da entrega de uma responsabilidade", frisou Yeda. A conclusão da Avenida Baltazar de Oliveira Garcia também contempla os moradores de Alvorada, beneficiando uma população que pode chegar a 500 mil pessoas que vivem na Zona Norte da Capital e no município vizinho. De acordo com o secretário da Habitação, Saneamento e Desenvolvimento Urbano, Marco Alba, a sinalização também integra as vias transversais e paralelas. "A circulação e o atendimento aos usuários do transporte coletivo são um dos objetivos do governo para dar qualidade e eficiência à avenida", ressaltou o secretário. A última fase da conclusão da Nova Baltazar, segundo Alba, teve recursos exclusivos do Tesouro do Estado. Antes de a obra ser assumida pelo governo gaúcho, havia pista simples e insegura, com acostamentos de chão batido e incompatíveis com as necessidades da população. Hoje, quatro a seis pistas de rolamento garantem segurança e agilidade para o tráfego e o transporte coletivo. "É um prazer relembrar meu bisavô que ficaria muito feliz em ver a transformação que estou vendo", afirmou o bisneto de Baltazar de Oliveira Garcia - que dá nome à Avenida - Celso da Silva Garcia, abraçado pela governadora. Emocionado, o aposentado Alceu Moreira, 73 anos, disse que acompanhou as modificações e destacou que as obras melhoraram 100% as condições da Baltazar. Lembrou ainda que antigamente o que hoje é asfaltado era de chão batido. "Está mais seguro o corredor de ônibus", comemorou.
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Campo Grande: Corredor de ônibus terá 25 estações em 23 quilômetros


Orçado em R$ 149.845.323,50, o programa de mobilidade urbana prevê a implantação de aproximadamente 23 quilômetros de corredores do transporte coletivo em 10 vias de Campo Grande. A proposta prevê a construção de 25 estações de transferência de passageiros, reforma e ampliação de três terminais e de 500 pontos de parada de ônibus. Na tarde de hoje, no gabinete do prefeito na Esplanada dos Ferroviários, o secretário municipal de Infra-estrutura, Transporte e Habitação, João Antônio De Marco, explicou o projeto. A medida contemplará os 260 mil usuários transportados diariamente pelas cinco concessionárias do transporte coletivo. A prefeitura planeja implantar corredor do transporte coletivo nas avenidas Bandeirantes, Afonso Pena, Mato Grosso e Coronel Antonino e nas ruas 25 de Dezembro, Bahia, Rui Barbosa, 13 de Maio, 14 de Julho e Brilhante. Essas vias terão nova sinalização, recapeamento, padronização das calçadas e da iluminação pública. Neste trecho, de 23 quilômetros, a secretaria planeja implantar 25 estações de transferência de passageiros. Semelhantes ao terminal de integração em frente a Escola Estadual Hércules Maymone, as unidades terão o objetivo de dar mais agilidade ao sistema no desembarque e embarque de passageiros. Outros 500 pontos de ônibus serão implantados nos corredores e nos bairros da Capital. Cada um terá cobertura e proteção lateral, segundo o secretário de Infraestrutura. A proposta prevê ainda a reforma e ampliação dos terminais de transbordo de passageiros Morenão, Bandeirantes e General Osório. Eles terão a troca de pavimento e das instalações elétricas e ampliação da cobertura e das plataformas. De Marco justificou que as mudança visam dar mais velocidade aos veículos do transporte coletivo e mais conforto aos passageiros. Ele não soube explicar qual a velocidade atual dos veículos e qual a meta do poder público com as mudanças.
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Recife: Motoristas protestam na Conde da Boa Vista

sexta-feira, 5 de junho de 2009


Um grande engarrafamento se formou ontem na avenida Conde da Boa Vista depois que motoristas de ônibus da Região Metropolitana do Recife resolveram realizar uma operação tartaruga. A mobilização ocorreu em protesto contra as multas que estão sendo aplicadas aos motoristas por meio de câmeras de trânsito instaladas no semáforo de pedestres do cruzamento da avenida com a rua Sete de Setembro. As câmeras fotografam os ônibus que avançam o sinal vermelho ou param em cima das faixas de pedestre. Alguns motoristas resolveram diminuir a velocidade dos ônibus, por volta das 17h30, e um congestionamento se formou em questão de segundos. A via ficou engarrafada até as 18h30.
“Tenho vários colegas com mais de seis multas nesse sinal. Ele é muito rápido. Além disso, os pedestres passam no sinal verde. Quando vamos passar, o sinal fica vermelho novamente. O pior é que as empresas estão cobrando as multas e dando suspensão aos motoristas”, comentou o motorista da Vera Cruz, Arnaldo José.
Em nota à Imprensa, a CTTU afirmou que irá marcar uma reunião, para próxima semana, com representantes do sindicato dos motoristas e do Grande Recife Consórcio de Transporte para avaliar a possibilidade de se instalar um contador regressivo no sinal. Mas, ressalta na nota que “independente da existência desse equipamento, os motoristas precisam respeitar o semáforo para a segurança deles e dos pedestres”.
A reportagem da Folha de Pernambuco se dirigiu até o semáforo e constatou uma série de infrações dos motoristas e pedestres. Depois que o semáforo é acionado por um pedestre, demora dois minutos para fechar e o motorista tem todo esse intervalo de tempo para cruzá-lo. No entanto, muitos passam pelo sinal verde no momento em que o trecho da avenida, após o semáforo, está ocupado por outros ônibus.
Com isso, o coletivo fica sobre a faixa de pedestre e as câmaras são acionadas. Essa situação se repetiu várias vezes, durante os 20 minutos que a reportagem esteve no local. Quanto aos pedestres, a grande maioria não respeita o período de 21 segundos que é destinado a sua travessia e atravessam a via a qualquer momento.
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BH: Pontos de ônibus na Avenida Senhora do Carmo são alterados


Mais agilidade na operação de embarque e desembarque e segurança para os usuários são objetivos da mudança trazida pela Rota Sul Com o objetivo de melhorar o embarque e desembarque de passageiros e proporcionar mais segurança aos passageiros, a BHTRANS altera pontos de parada de ônibus na Avenida Senhora do Carmo, a partir de 3 de junho.

As melhorias fazem parte do projeto em execução na Avenida Senhora do Carmo, o Rota Sul.Dois pontos de parada hoje existentes, entre as Ruas Maldonado e Mendoza (em frente à loja Macal), terão as linhas redistribuídas entre eles para garantir mais conforto aos usuários.

O ponto denominado Macal 1 ficará destinado às linhas 3050, 3055, 8001 A, 8106, 3051 (exceto domingo e feriado) e 3052 (somente domingo e feriado).

No outro, o Macal 2, vão parar as linhas 2004, 2104, 4034 e 9250 do Sistema de Transporte Coletivo de Belo Horizonte e as linhas 3832, 3833, 3837, 3838, 3842 3900, 3905, 3910, 3915, 3932, 3933, 3937, 3938, 3942, 3943, 3947, M1003, M1122, M1128 de gerenciamento do DER-MG.

A segunda mudança é a desativação de dois pontos localizados entre as Ruas Mendoza e Bolívia (um em frente ao Shopping Sul e o outro em frente ao supermercado Verdemar) e a criação de dois outros no passeio em frente ao posto Shell.

As distâncias entre os antigos e os novos pontos são de 38 e 106 metros, respectivamente.No novo ponto, denominado Shell 1, vão parar as seguintes linhas 3050, 3055, 8001 A, 8106, 3051 (exceto domingo e feriado) e 3052 (somente domingo e feriado).

E o Shell 2 é destinado às linhas municipais 2004, 2104 e 9250 e às linhas intermunicipais 3832, 3833, 3837, 3838, 3842, 3900, 3905, 3910, 3915, 3932, 3933, 3937, 3938, 3942, 3943, 3947, M1122, M1128.
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Superlotação é principal queixa contra ônibus intermunicipais em São Paulo

Nessa reportagem, vemos como a EMTU demora para resolver os problemas da superlotação em São Paulo, pessoas se expremendo dentro dos coletivos para poderem irem trabalhar e voltar pra casa, e ai fica a pergunta, é dessa forma que temos que icentivar as pessoas que usam o carro a usarem o transporte público?



Passageiros se queixam da falta de qualidade nos ônibus intermunicipais da Grande São Paulo. A Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos (EMTU) catalogou reclamações dos passageiros que usam as linhas intermunicipais. Vinte e três linhas foram apontadas como as piores.
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População continua cobrando melhorias no transporte coletivo de Montes Claros-MG


Atrasos e ônibus lotados. Estas são as duas principais reclamações dos usuários do transporte coletivo urbano de Montes Claros.
As campeãs de reclamações são as linhas, 72 e 92, Renascença – Maracanã; 11, São Geraldo Fábrica de Cimento e 41, Alto da Boa Vista Rodoviária.
Maria Augusta Ruas afirma que diariamente utiliza o transporte coletivo para se ir ao trabalho. Frisa que inúmeros são os problemas que vêm acontecendo na linha 41.
De acordo com ela, alguns motoristas não param ao usuário sinalizar, e ainda tem o problema das duas lotações passarem nos pontos praticamente nos mesmos horários.
LOTADA
Moradores que utilizam a linha 72 e 92, Maracanã – Renascença, reclamam o fato dos lotações estarem sempre lotados. De acordo com o usuário, Flávio Ribeiro, estudante, pega o ônibus às 6h30 e considera uma aventura ou um desafio.
- Considero esta linha como uma das piores. Os lotações estão sempre cheios. A empresa responsável por operar a linha ou a MC-Trans têm que tomar providências o quanto antes, pois do jeito que está não dá para continuar mais - desabafa.
ÔNIBUS
De acordo com a assessoria de Comunicação da prefeitura, a MCTrans fiscaliza e controla as reclamações dos usuários no sentido de amenizar o problema. Outra informação passada é que as empresas não dispõem de linhas para atender toda a cidade, mas, com o sistema integrado que será implantado possibilitará a disponibilização de mais linhas.
Ainda segundo a Ascom, o grande número de veículos no centro da cidade e os congestionamentos têm provocado também, atrasos nos lotações. Outra informação diz respeito a 13 novos ônibus, que serão disponibilizados, no sentido de atender a demanda em algumas linhas.

- Segundo a gerente executiva da ATCMC- Associação das Empresas de Transporte Coletivo Urbano de Montes Claros, Jaqueline Camelo, sobre as linhas 72 e 92, a informação é que 10 carros estavam fazendo o trajeto e que houve um acréscimo de mais quatro carros e divididos dois para cada linha.
Salienta ainda que a frequência em termos de horários passou de 12 em 12 minutos para seis em seis minutos.
Quanto às linhas 11 e 41 até o fechamento desta edição, a ATCMC não passou à reportagem, qualquer informação no sentido de resolver os problemas citados na matéria.
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Campo Grande: Novo Terminal Rodoviário terá inovações tecnológias para acompanhamento da frota


O prefeito Nelson Trad Filho visitou nesta manhã as obras do Terminal de Integração localizado defronte à Escola Estadual Hércules Maymone, na Avenida Zahran. O projeto, orçado em cerca de R$ 1 milhão, será entregue para a população em agosto e trará algumas inovações que devem servir de modelo para a modernização dos terminais rodoviários da capital.Localizado em um ponto estratégico de convergência e integração - ligando a região do bairro Tiradentes, na saída para São Paulo, à região do Shopping - em frente a um dos maiores colégios da cidade, o projeto muda o padrão dos terminais rodoviários de Campo Grande, apostando na tecnologia e na informação e incentivando o uso do cartão eletrônico para agilizar o embarque e otimizar o processo de escoamento do transporte público."Este novo terminal é resultado da nossa constante busca pela modernização e qualidade do transporte coletivo. É um ponto de integração inteligente, feito com as técnicas mais modernas, que será colocado em operação para dar mais agilidade e conforto aos usuários do transporte coletivo de nossa cidade", afirmou o prefeito.

Inovações

Um dos diferenciais do novo terminal será um sistema de rastreamento dos veículos com o objetivo de controlar todo o trajeto e, assim, informar ao usuário sobre o tempo de espera para cada ônibus e, também, fazer com que o poder público e a Associação das Empresas de Transporte Coletivo Urbano (Assetur) possam controlar o sistema de formas mais eficiente.

Este acompanhamento será feito por meio de monitores disponíveis no próprio terminal e em outros locais de grande fluxo de passageiros, onde o usuário poderá verificar o tempo de espera para a sua linha de ônibus e assim se programar melhor."Este será um modelo a ser expandido para outros terminais. Juntamente com a Assetur, poderemos implementar um sistema de rastreamento de toda a frota de ônibus coletivos em Campo Grande, trazendo vários benefícios, como a melhoria da fiscalização e do serviço", assegurou o diretor-presidente da Agência Municipal de Transporte e Trânsito (Agetran), Rudel Trindade Júnior.

Câmeras reduzem índice de violência no transporte coletivo

A instalação de câmeras nos ônibus do transporte coletivo de Campo Grande está gerando resultados práticos. Dois meses após a instalação do equipamento em 28 veículos que servem a 12 linhas que circulam pela capital, o índice de assaltos nestes ônibus caiu a zero. Segundo o diretor-presidente da Agência Municipal de Transporte e Trânsito (Agetran), Rudel Trindade Júnior, a tendência agora é que o projeto de dotar toda a frota com câmeras de vigilância seja ampliado e acelerado para ser concluído até 2010.
“Nestes dois meses observamos que tivemos três assaltos logo no início, quando a existência das câmeras ainda não havia sido divulgada, e a partir daí não tivemos mais nenhum problema nestes ônibus, embora em algumas outras linhas ainda tenham sido registrados assaltos, o que aponta a necessidade de dar continuidade ao projeto”, afirmou Rudel.
Segundo Rudel, nos três assaltos ocorridos em linhas dotadas de câmeras, os assaltantes foram filmados e o material entregue à polícia civil. “Em apenas um dos casos o bandido tentou quebrar a câmera, mas ele foi filmado e identificado antes”, assegurou.
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Grande Recife lança VEM Trabalhador

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Dando continuidade a implantação do novo modelo de bilhetagem eletrônica, o Grande Recife Consórcio de Transporte anuncia, hoje, o detalhamento do início da operação do VEM Trabalhador, que irá substituir o Vale Transporte (nas versões eletrônica e papel). Atualmente, mais de 450 mil trabalhadores utilizam o vale transporte diariamente para seu deslocamento casa/trabalho. Dezoito mil empresas, públicas e privadas, estão cadastradas junto ao Grande Recife para a utilização do serviço. O VEM Trabalhador entra em funcionamento no início de junho.
O fim do vale papel é um reivindicação antiga dos empregadores. Apesar da fiscalização intensa, muitos usuários utilizam de forma errada o vale papel o que possibilitou a criação de um mercado paralelo, onde este tipo de produto é vendido para pessoas que não têm direito ao benefício, provocando prejuízos para as empresas. Assim como o VEM Estudante – cuja venda de créditos pela Internet será iniciada no próximo dia 01 de junho - o VEM Trabalhador oferecerá todo o conforto e segurança do carregamento embarcado (que possibilita a inserção dos créditos no cartão eletrônico dentro do próprio ônibus).
Atualmente cerca de 150 mil cartões são utilizados por funcionários da rede pública e 300 mil usuários/empregados utilizam o bilhete na rede privada. A implantação do serviço trará mais segurança devido ao fim do manuseio, movimentação e estocagem dos bilhetes por parte das empresas. Para os funcionários os benefícios serão ainda maiores, pois os mesmos não precisarão se deslocar até um ponto da rede credenciada para a recarga, ou ter que entregar o cartão e aguardar a recarga por parte da empresa.

Cerca de 300 mil estudantes que utilizam o bilhete serão diretamente beneficiados pelo no modelo. Além da modalidade embarcada, os estudantes contarão com a opção de continuar carregando os cartões no posto de atendimento da Praça Maciel

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Shows de música nos terminais de ônibus de São Paulo


O projeto SPTrans Cultural, concebido em 2009 pela SPTrans, tem o objetivo de levar arte, cultura e entretenimento para público usuário de transporte público da cidade.
A primeira iniciativa do projeto é o programa Som Jovem, que promove a apresentação de grupos musicais de diferentes estilos, duas sextas-feiras (29/05 e 26/06), a partir das 18 horas. O primeiro show será nesta sexta-feira, dia 29 de maio, no Terminal Lapa, com a apresentação do grupo Duo Jazz Gui. No dia 26 de junho, será a vez do grupo Bula da Cumbuca que vai tocar samba de raiz no Terminal Mercado.
Trazendo grupos de rock, samba, jazz, sertanejo, rap, entre outros, o SPTrans Cultural também aproveita o espaço público para incentivar os novos artistas paulistanos. No início do ano foi aberto um edital de chamamento, para o qual foram recebidas 362 inscrições de artistas interessados. Desses, 243 foram selecionados. A escolha dos cantores e bandas foi feita por uma curadoria formada por músicos, DJS, produtores e jornalistas*.
Para a concretização dessa iniciativa, a SPTrans contou com o apoio da Secretaria Municipal de Participação e Parceria, por meio da Coordenadoria da Juventude
"Existe um número muito grande de artistas qualificados que não são conhecidos. É importante que eles tenham um espaço, que 'saiam da garagem' e proporcionem, através da música, divertimento para a população", afirma o coordenador da Coordenadoria da Juventude, Rafael Parra Castilho.
"É muito gratificante para nós, da SPTrans, poder contribuir para melhorar a qualidade do cotidiano dos milhões de passageiros que circulam de ônibus diariamente na cidade", declara Anna Flavia Vicentini, gerente de Marketing da SPTrans e responsável pelo SPTrans Cultural.
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Curitiba: Estações tubo serão climatizadas


As estações-tubo do Inter 2 ficarão climatizadas após a conclusão das reformas que estão sendo feitas pela Prefeitura de Curitiba. Esta adequação faz parte das melhorias para receber os ônibus articulados Inter 2. Em todas as estações estão sendo colocadas plataformas de concreto em frente de cada parada. As mudanças também permitirão melhor vazão ao embarque e desembarque de passageiros. Por dia, o Inter 2 transporta 77 mil passageiros.Com as mudanças, a circulação natural do ar será favorecida dentro da estação, ficando mais agradável, seja em dias de calor ou de frio. As novas estações serão mais altas e em nível mais elevado do chão, permitindo a troca com o ar ambiente. Equipes trabalham na elevação das estações em pontos como as estações-tubo Agrárias, Praça das Nações e Teffé. Outra melhoria é a ampliação das estações-tubo. As novas estações ficarão em média com 11 metros de largura, contra os atuais sete metros. Com o aumento de mais de 50% na capacidade das estações, foi possível criar uma nova porta de embarque para os ônibus articulados. Também está sendo trocada a parte elétrica das estações, que ficarão mais modernas. O acesso às estações-tubo também será adaptado para pessoas com deficiência. Dentro do projeto de reforma, estão previstas calçadas antiderrapantes, que darão mais segurança aos passageiros.A Prefeitura reformará as estações-tubo Xaxim, Salgado Filho, Jardim das Américas, Colégio Militar, Praça das Nações, Agrárias, Centro Cívico, Assembléia, Tribunal de Justiça, Teffé, Praça das Bandeiras, Detran, Praça das Mercês, Santa Quitéria, Terminal Cabral, Terminal Capão da Imbuia e Terminal Hauer.Ônibus - Dos 70 ônibus que fazem a linha, 40 serão trocados por veículos articulados. Onze deles já foram substituídos. A principal diferença entre os dois tipos de veículo está na capacidade de transporte. Enquanto o ligeirinho padrão leva 110 passageiros, tem 12 metros de comprimento e duas portas de acesso, o articulado tem capacidade para 160 pessoas, três portas e 18 metros de comprimento (seis metros a mais que o ônibus normal). Por enquanto, o embarque e desembarque têm sido feitos apenas por duas portas, até que as estações sejam ampliadas.O ligeirinho Inter 2 é a principal linha direta do sistema de transporte de Curitiba, com uma média de 77.298 passageiros por dia útil. Os ônibus fazem um percurso circular de quase 38 quilômetros em cada viagem, passando por 12 bairros, no sentido horário e anti-horário. A ampliação da capacidade da linha faz parte do Programa de Transporte Urbano, da Prefeitura de Curitiba, financiado pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID).

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Curitiba: Ciclovia beneficia estudantes e trabalhadores

Linha Verde
Trabalhadores e estudantes que usam bicicleta para chegar ao trabalho, ir à escola e voltar para casa aprovaram o traçado de ciclovias da Linha Verde, novo eixo de transporte na região sul de Curitiba. "Trabalho como entregador. Faço todo meu serviço numa bicicleta adaptada para carregar peso. Por isso é bem mais fácil pedalar em terreno limpo. A ciclovia da Linha Verde veio para facilitar minha vida. São trajetos livres, fáceis de circular e sem congestionamento. E ainda tem o fator segurança. Não tem o perigo de dividir o espaço com os automóveis", disse Rafael Galan, 19 anos, morador na Vila Fanny.A ciclovia faz parte do novo eixo de transporte construído pela Prefeitura na antiga BR116, que inclui também sistema viário e corredor de transporte coletivo. No último sábado, o prefeito Beto Richa fez a viagem inaugural do ônibus Pinheirinho - Carlos Gomes, que trafega pela canaleta da Linha Verde para ligar o Pinheirinho ao Centro. "Curitiba busca novas tecnologias que melhorem o transporte público e também preservem o meio ambiente", diz o prefeito Beto Richa. "Além dos benefícios nos dias de trabalho, nos fins de semana as ciclovias também poderão ser usadas pela família toda, como alternativa de lazer", afirma."Estou aproveitando minha folga e o dia de sol para conhecer a ciclovia. Já andei mais de oito quilômetros e não penso em ir para casa logo. Estou pedalando sem medo de ser atropelado, com facilidade de atravessar as ruas transversais e com um belo visual. Com certeza pedalar será um programa que farei com meus filhos nos fins de semana. A Linha Verde agora permite essa união com a família", afirmou o vendedor José Cláudio Martins, 50 anos, morador no Capão Raso."Uso a bicicleta para ir à escola, ao treino de futebol e casa de amigos. Com a ciclovia da Linha Verde ficou tudo mais fácil. Antes, a BR tinha um trânsito pesado. Agora, dá para circular com conforto e segurança. Tudo ficou mais fácil e o meu trajeto mais curto. Estou adorando", disse o estudante Gabriel Eduardo Simas, 14 anos, morador no Xaxim.O vendedor autônomo João José de Lima, 54 anos, elogia o traçado. "A Linha Verde diminuiu distâncias e trouxe conforto para quem usa a bicicleta. Tenho notado que a cada dia aumentam mais os ciclistas na região. Já não estou sozinho de manhãzinha, quando saio para trabalhar. O Xaxim mudou depois da Linha Verde", afirmou Lima.
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Paralisação do transporte coletivo de Rio Branco


Empregados e patrões não chegam a acordo e paralisação entra na terceira semana

A greve de motoristas e cobradores de ônibus continua por tempo indeterminado, segundo informou o presidente do Sinttpac, Averaldo Azevedo. Usuários do transporte coletivo já sentem o impacto da paralisação que tirou das ruas 50% da frota de 8 às 12 horas e das 14 às 18 horas. No horário de pico, antes das 8 e entre 12 e 14 horas a circulação dos ônibus é normal.
O estudante Adriano Cartaxo diz que a greve implica em atrasos diários no trabalho e na faculdade, mesmo com a medida de sair de casa mais cedo. A mesma situação é vivenciada por Fernanda Rodrigues. “Estou aqui esperando o ônibus há 40 minutos. Não tenho outra opção, eu pegava mototaxi, mas não dá mais é longe, sai caro”, conta ela que leva livros ou revistas para se distrair enquanto aguarda o coletivo. Para os passageiros resta esperar, evitar os horários de paralisação ou usar de transportes alternativos como táxi, mototáxi e até mesmo bicicleta.
Os trabalhadores em transporte coletivo reivindicam 5,83% de reajuste salarial, 13% de correção da inflação do período de um ano e o cumprimento de cláusulas da convenção coletiva. O Sindcol ofereceu aos trabalhadores na última sexta-feira o máximo de 5% de reajuste.
O Sindcol afirmou por meio de sua assessoria de imprensa que todos os empresários do consórcio estão em Rio Branco à espera da conclusão das negociações. Já o Sinttpac mantém a paralisação por tempo indeterminado mantendo a posição de que a greve não será suspensa até a resolução das exigências dos trabalhadores. O departamento jurídico do Sindcol verifica se o sindicato dos trabalhadores comunicou à Justiça a paralisação.
O sistema de transporte coletivo de Rio Branco , que opera por meio de consórcio de quatro empresas, mantém 154 carros circulando em 42 linhas com média de 50 mil usuários/dia.
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Maceió: Mesmo sem acordo, motoristas e cobradores retornam ao trabalho


A partir das 19 horas de hoje a população já poderá utilizar o transporte coletivo de Maceió. Motoristas e cobradores ligados ao Sindicato dos Transportadores Rodoviários (Sinttro/AL) decidiram retornar ao trabalho após assembléia realizada na tarde de hoje, em frente ao Sindicato, no Centro.
Cerca de 400 trabalhadores participaram da assembléia que decidiu pelo término da paralisação e retorno das atividades. O presidente do Sindicato, Divanildo Ramos, explica que ainda hoje, cerca de 30% dos profissionais já retornarão ao trabalho. “Os trabalhadores que participaram da assembléia só retornarão as atividades amanhã, mas os companheiros que estão na garagem já voltam hoje, a partir das 19 horas”, disse.
Após a assembléia, o presidente do Sindicato seguiu para o Tribunal Regional do Trabalho (TRT), cumprindo a intimação do desembargador federal presidente do TRT, João Leite, a fim de discutir a situação da greve dos ônibus.
Na ocasião, Divanildo irá apresentar as decisões da categoria, retiradas da assembléia. “Além dos 12% de reajuste salarial – do qual a categoria não abre mão – queremos garantir que os trabalhadores não sejam penalizados com o corte dos pontos. Estamos dando crédito ao TRT, porque acreditamos que podemos chegar a um acordo justo”, afirma.
Nova assembléia está marcada para a próxima sexta-feira, às 9h30, após resposta do TRT sobre as reivindicações da categoria. Os trabalhadores afirmam, que caso não haja acordo, na sexta-feira os ônibus estarão circulando gratuitamente, como forma de protestar e minimizar os transtornos causados à população.
Paralisação
A paralisação dos ônibus foi deflagrada na noite do último domingo, por volta das 22 horas, durante assembléia da categoria. Desde o início da manhã de segunda-feira a população vive o drama da falta de ônibus e os consequentes transtornos da paralisação.
No total, cerca de 100 mil usuários do transporte coletivo foram atingidos diariamente. Os trabalhadores pedem um reajuste de 12% no salário, contra a oferta de 1,5% da classe patronal.
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Joinville: Passe livre aos 60 é mantido

A manutenção da gratuidade foi divulgada ontem, depois de reunião entre os representantes das empresas e do Instituto de Pesquisa e Planejamento para o Desenvolvimento Sustentável de Joinville (Ippuj). Segundo o presidente do Ippuj, Luiz Alberto de Souza, não houve intervenção do prefeito Carlito Merss, que está viajando.O passe livre para pessoas com idades entre 60 e 64 anos foi estabelecido por decreto do prefeito e passou a valer no dia 15 de maio.De acordo com Souza, ficou claro para a Prefeitura que a ação contra a gratuidade não foi movida pela Gidion e pela Transtusa, mas pelo Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros no Estado de SC (Setpesc). O advogado responsável pela ação, Elias Sombrio, confirmou que a liminar foi de iniciativa da entidade.O principal ponto de negociação foi o recente reajuste no preço das passagens, que começou a valer dia 18 de maio. O prefeito levou em conta a gratuidade para os maiores de 60 anos para arredondar o valor do reajuste de R$ 2,27 para R$ 2,30. “As empresas já haviam concordado com o passe livre e sabiam que no reajuste já estava previsto este ponto (passe livre)”, argumentou Souza.Os empresários chegaram, durante a reunião, a solicitar uma avaliação do modelo. Uma das opções seria manter a gratuidade só em horários de pouca movimentação de passageiros. Mas o presidente do Ippuj garantiu que nada vai mudar. “Vamos esperar a manifestação final da Justiça. A gratuidade continua exatamente da forma como está”, assegurou.A Prefeitura, mesmo sem ter sido intimada ainda, vai recorrer da liminar. O advogado da Setpesc afirmou que, caso as empresas solicitem formalmente, ele também pode pedir a retirada da ação judicial. “Se a Gidion e a Transtusa pedirem, podemos retirar.”
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Recife: Corredor Leste-Oeste da Conde da Boa Vista já está deteriorado

sábado, 30 de maio de 2009

Há pouco mais de um ano de inaugurado pela Prefeitura do Recife (PCR), parte do Corredor Leste-Oeste, que compreende a avenida Conde da Boa Vista, apresenta sinais evidentes de desgaste precoce. E não precisa ser um especialista para poder identificar os problemas. Na maioria das 20 paradas de ônibus existentes entre a via e a praça do Derby, é comum ver pichações, lixos espalhados, plataformas de embarque/desembarque e iluminação danificadas. Isso é só o começo. Parte do calçamento, que foi construído - seguindo normas de acessibilidade - apresentam desnivelamento e até buracos, trazendo riscos de acidentes para os pedestres que transitam pela área.
Quem passa de carro pela avenida ‘pratica’ exercícios de paciência. Só existe uma única faixa para veículos. O projeto custou R$ 14,7 milhões e foi realizado num prazo de 15 meses. A prefeitura informou que iniciou, na última semana, serviços de manutenção na estrutura do corredor de ônibus da avenida Conde da Boa Vista. Segundo nota enviada, estão sendo investidos R$ 17 mil nos primeiros meses deste ano, em reparos e reposição de material no corredor, a exemplo de gradil, aparelhos de iluminação pública, drenagem, lixeiras, entre outros.
Quanto ao conserto do piso da via, as ações estão acontecendo nas imediações das ruas da Aurora e Padre Inglês. Ainda de acordo com o documento, no ano passado foram gastos R$ 28 mil na manutenção do patrimônio.
A limpeza da avenida é feita seis vezes ao dia e a coleta de lixo é realizada diariamente, à noite, segundo nota enviada pelo órgão. Em relação ao largura das paradas de ônibus, a PCR informou “que foram construídas priorizando os critérios de conforto e acessibilidade, com 2,50 metros de largura e elevação de 30 centímetros para facilitar o embarque e desembarque dos passageiros”.

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Excesso de multas demonstra despreparo de motoristas de ônibus do Rio


Um dos cenários mais caóticos do trânsito no Rio é a Avenida Brasil, via expressa de quase 60 quilômetros de extensão que corta 28 bairros da cidade, da Zona Oeste ao Centro. Se esse corredor onde 250 veículos passam diariamente tem donos, eles são, sem dúvida, os motoristas de ônibus.
O atropelamento e a morte de um menino no Méier, no súburbio, e de um guarda municipal, no Centro, deixaram os profissionais do volante numa situação desconfortável, a ponto de a prefeitura do Rio determinar, em decreto, que eles passem por treinamento. Para agravar as críticas, o Detran-RJ divulgou dados mostrando que os motoristas correm demais e são multados, em média, 11 vezes por hora.

30% das multas por excesso de velocidade
Seja em eixo como a saída da Ilha do Governador, em frente ao conjunto de favelas de Maré, em Bonsucesso, ou nas proximidades da Rodoviária Novo Rio, onde desce a maior parte dos passageiros que saem da Zona Oeste, o tumulto é constante. Nesses trechos, os agentes de trânsito da prefeitura, com cones ou coletes refletivos, tentam evitar que os motoristas de ônibus parem em filas duplas ou atravessem as pistas. Nem sempre conseguem.

As infrações não param de crescer. De acordo com levantamento do Detran-RJ, de janeiro a abril deste ano foram aplicadas quase 32 mil multas contra motoristas de ônibus. Em média, 11 por hora; 30% delas por excesso de velocidade. De acordo ainda com o órgão, em 2008 foram 165.855 infrações. Destas, 37.447 foram por excesso de velocidade. Os que desobedeceram o sinal vermelho somaram 27.726.Depois que duas pessoas morreram atropeladas, em uma semana, o prefeito Eduardo Paes decidiu baixar um decreto que determina maior rigidez das empresas de ônibus na formação dos motoristas. Uma das vítimas foi um menino de quatro anos, atingido na segunda-feira (25) quando caminhava com a mãe em uma calçada no Méier, na Zona Norte. Na semana passada, o guarda municipal André Luiz Cruz morreu ao ser atropelado por um ônibus na Praça da República, no Centro, próximo à esquina com a Avenida Presidente Vargas, quando tentava parar o trânsito para a passagem de uma ambulância.

Prefeitura determina treinamento dos motoristas
O texto do decreto nº. 30752, do dia 26, comprova a realidade trágica: “O alto índice de acidentes de trânsito envolvendo veículos de transporte coletivo na cidade levou a Prefeitura do Rio a determinar (...) que seja providenciado o aprimoramento dos motoristas de ônibus e demais auxiliares de transporte coletivo do município.” Segundo o vice-presidente da Rio Ônibus, Octacílio Monteiro, que representa 47 empresas de ônibus na cidade, o que corresponde a 18 mil motoristas, “essas ocorrências acontecem e, infelizmente, maculam todo o trabalho que a gente faz para aprimorar o profissional”. Octacílio afirma que os veículos possuem tacógrafos para monitorar os motoristas e conter os excessos de velocidade. “Quando desobedecem, eles são chamados para uma outra reciclagem. Mas, em caso de reincidência, podem ser demitidos”. Ele acredita, no entanto, que “a pressão do trânsito, muitas vezes, contribui para os avanços de sinal”, mas nega que as empresas imponham um tempo mínimo para que eles cumpram o trajeto das linhas. “O que elas exigem é que parem em todos os pontos”. O dirigente admite que os últimos acontecimentos exigem uma reflexão para a melhoria dos serviços. “São danos material e moral que recaem sobre as empresas. Vamos discutir para orientar melhor os motoristas”, afirma. Octacílio diz ainda que os cursos de reciclagem e aprimoramento oferecidos aos motoristas abordam temas como noções de legislação, ética, cidadania, sinalização, relações humanas, medidas de segurança no trânsito, primeiros socorros, entre outros. Mas a participação é voluntária.
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O estresse, a imprudência e a falta de monitoramento dos motoristas de ônibus no Rio


O gravíssimo acidente de trânsito ocorrido na manhã desta quinta-feira (28/05), em Duque de Caxias, município do estado do Rio de Janeiro, envolvendo a colisão entre dois ônibus e resultando na morte de dois passageiros e de cerca de 50 feridos, vem se tornando uma trágica rotina em vias urbanas. É preciso, pois, o quanto antes, discutir, com seriedade e profundidade, a grave questão do comportamento de motoristas de ônibus no Rio de Janeiro e os consequentes episódios de envolvimento em violência no trânsito.
Boa parte de condutores de ônibus têm o mesmo perfil dos demais motoristas no trânsito: são imprudentes, agressivos e, sobretudo, estressados em razão até da própria natureza da desgante função. O número excessivo de multas por infrações de trânsito, no primeiro quadrimestre do corrente ano, envolvendo motoristas de ônibus no estado do Rio de Janeiro - acima de 30 mil - é um indicador de que algo precisa ser feito para modificar o preocupante sintoma de mau comportamento ao volante.
Há que se ter em mente que motoristas de ônibus transportam, diariamente, milhões de vidas humanas e a vida humana é o maior bem jurídico tutelado. Alguns não têm o devido conhecimento da relevância e dos cuidados da função. Ou seja, o condutor de um ônibus precisa, portanto, além de capacidade e qualificação profissional, estar em perfeitas condições físicas e psicológicas para o desempenho da importante função social. A vida de inúmeros passageiros está, durante o trajeto, sob a sua responsabiidade. Um ato falho e vidas humanas estarão sob perigo.
Não basta qualificar profissonalmente. As empresas de ônibus precisam urgentemente criar mecanismos de monitorameto 'in loco'. É necessário investir no setor de recursos humanos. Ou seja, supervisionar, reservadamente, sem identificação do supervisor, os motoristas durante os trajetos de viagens, observando o comportamento de tais profissionais, elaborando relatórios circunstanciados a respeito, além do acompanhamento permanente sobre as reais condições físicas e psicológicas de cada condutor antes de assumirem a direção dos veículos.
Se observarmos, por exemplo, que cerca de 10% da população brasileira sofre de hipertensão arterial e que neste universo se inclui um percentual de condutores de ônibus, chegaremos à preocupante conclusão que estamos diante de verdadeiros homens-bomba na condução de transporte coletivo, em rodovias e vias urbanas, tanto no transporte municipal quanto no intermunicipal e estadual. E as empresas de ônibus, têm real ciência disso? Quantos de nós adquirimos doenças crônicas e desconhecemos que somos portadores de determinado mal?
O melhor investimento é em recursos humanos. Quantos condurores de veículos são portadores de diabetes, doenças cardíacas, alcoolismo, com possíveis reflexos no ato de conduzir um veículo? Por mais que constitua um ítem de despesa no orçamento de uma empresa, o setor de recursos humanos é a sua espinha dorsal. O mais lamentável gasto de uma empresa é com os acidentes. Melhor então investir na prevenção. Um acidente de ônibus, por mais que existam os seguros dos veículos, causa perdas de preciosas vidas, graves lesões, mutilações, afastamentos parciais e definitivos do trabalho, indenizações, despesas médico-hospitalares, processos criminais, danos aos veículos e às vias públicas.
É preciso, pois, mais do que nunca, investir no profissional de transporte coletivo. É preciso que antes de assumir o volante de um ônibus, como um piloto de avião, o profissional tenha consciência de que transporta o mais precioso bem: a vida humana. No entanto, para que tal fato ocorra, é também preciso valorizá-lo profissionalmente em todos os sentidos, tanto com relação a salários dignos como dotá-lo de todo acompanhamento comportamental, médico e psicológico.
"Todo condutor de veículo deverá, a todo momento, ter o domínio de seu veículo, dirigindo-o com atençao e os cuidados indispensáveis à segurança de trânsito". Está expresso no Artigo 28 do Código e Trânsito Brasileiro. Cumpra-se.
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BH: Ônibus da Região Metropolitana ganham nova pintura

Parte da frota de 2,4 mil ônibus que fazem o transporte público na Região Metropolitana de Belo Horizonte, já começou a circular com um novo layout, na parte externa. Nesta sexta-feira, foram apresentados os primeiros dez veículos de um total de 145 já adquiridos pelas empresas permissionárias, com nova pintura na parte externa dos veículos, cujo objetivo é facilitar a identificação à distância pelos usuários e assim oferecer um melhor nível de conforto. “Esta é mais uma evolução do sistema de transporte público da Região Metropolitana, que já começou a ser reestruturado. Já implantamos a bilhetagem eletrônica, criamos mais de 40 novas linhas e reorganizamos o sistema. Ainda temos muito que melhorar, mas já avançamos bastante”, disse o secretário de Estado de Transportes e Obras Públicas, Fuad Noman. Estes novos veículos possuem elevadores para acesso aos portadores de necessidades especiais, balaustres na cor apropriada para portadores de deficiência visual e piso antiderrapante para os usuários de cadeiras de rodas. A frota metropolitana, com aproximadamente 2,4 mil veículos, tem idade média de 4,2 anos, terá até dezembro de 2010 para se adequar ao novo modelo. “Serão gastos R$ 6 mil na pintura de cada ônibus. Além disso, renovaremos 12% da frota anualmente”, informou o presidente do Sindicato das Empresas de Transporte Metropolitano, Sintran, Rubens Lessa.
Padrões
Veículos têm piso antiderrapante e cores vivas no interior
Dentre as cores escolhidas, foram utilizadas tonalidades vivas e vibrantes com a estampa do novo Centro Administrativo nas laterais dos veículos, demonstrando a importância do projeto como referência na evolução do Estado.
A cor vermelha é predominante para a maioria dos veículos do Sistema Metropolitano, que fazem a ligação da área central de Belo Horizonte com os demais municípios da Grande BH, podendo ou não passar por um terminal de integração ou por uma estação ponto, a serem construídos.
Os veículos de cor azul são aqueles que fazem a ligação entre os municípios da Grande BH, sem passar pela área central de Belo Horizonte.
E a cor laranja será para os veículos que fazem também a ligação entre municípios da Grande BH, sem acessar a área central da capital, mas que possuem como destino ou origem os terminais de integração ônibus/metrô ou as estações ponto.
Atualmente, 107 linhas fazem integração com o metrô, sendo 12 em São Gabriel e 95 em Eldorado.Através de uma combinação inteligente de elementos gráficos, o tipo de pintura adotada para a frota possibilita a redução do tempo gasto em manutenção e reparo da lataria realizado pelas empresas.
Novo modelo
A reestruturação do sistema de transporte público da Grande BH, dividido em duas etapas, iniciou em fevereiro de 2008. A primeira etapa transformou o atendimento das quase 800 linhas aos 34 municípios da região metropolitana em sete Redes Integradas de Transportes (RIT). A segunda etapa vem buscando a racionalização e otimização dos serviços de cada RIT, por meio da já implantada bilhetagem eletrônica e em andamento a elaboração dos projetos de engenharia dos terminais de integração, estações pontos e futuramente a interligação entre terminais. “Até o final de 2010, todos terminais de integração estarão funcionando, permitindo ao usuário ir de uma cidade para outra sem passar pelo Centro de Belo Horizonte”, informou Fuad Noman.
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Transporte coletivo terá novas regras a partir de julho


Já estão definidas pelo Conselho Nacional de Trânsito as novas regras de segurança para coletivos no Brasil. Elas começam a valer a partir de julho. Estabelecem, por exemplo, a largura mínima do corredor e o tamanho dos assentos. O Contran prevê ainda o uso de faixas reflexivas nas laterais e na traseira, espaço mínimo entre os bancos e como devem ser as saídas de emergências, que se tornaram obrigatórias no teto dos ônibus e micro-ônibus. Para os dois tipos de veículos, as determinações são diferentes apenas em relação às medidas dos corredores e assentos. A ideia, nesses casos, foi a de garantir maior conforto aos passageiros. As fábricas terão dois anos para adaptar os ônibus novos. Segundo o Contran, apenas as faixas reflexivas, para garantir maior visibilidade, serão obrigatórias a partir de julho. Para os ônibus que trafegam por rodovias, as empresas vão ter que instalar um sensor contra incêndio e proteção anti-intrusão, para reduzir danos no caso de colisão traseira.
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Salvador: MP promove audiência de disponibilidade de assentos a idosos


O Ministério Público (MP) estadual promove nesta terça-feira (02). das 8h ás 18h, uma audiência pública para conscientizar a população de Salvador quanto ao respeito às vagas destinadas aos idosos no transporte coletivo.
Também será destacado na audiência o tratamento que deve ser dispensado por motoristas, cobradores e demais agentes que atuam no sistema de transporte público em relação aos idosos, que, conforme lei, devem ter prioridade no embarque em ônibus coletivos.
De acordo com o MP, em Salvador, este assunto é alvo de uma grande quantidade de denúncias, relacionadas à insatisfatória prestação do serviço de transporte coletivo no que se refere ao atendimento dos idosos, que sofrem também por causa do uso indevido dos assentos destinados a eles nos ônibus.
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Cuiabá: Presidente do TJ mantém veto a reajuste


O presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJ), Mariano Alonso Ribeiro Travassos, manteve a liminar que proíbe o reajuste da tarifa do transporte público coletivo na Capital de R$ 2,05 para R$ 2,30. A decisão segue o parecer da Procuradoria Geral de Justiça (PGJ), contrário ao pedido da prefeitura de Cuiabá, que protocolou a ação de suspensão da liminar junto à presidência do TJ. A decisão de Travassos segura o preço da passagem em R$ 2,05 até que seja julgado o mérito do recurso de agravo de instrumento pela 3ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça. No pedido encaminhado a Travassos, a prefeitura alegou que a liminar concedida no dia 13 de maio pelo desembargador Evandro Stábile teria invadido o âmbito de atuação do chefe do Poder Executivo municipal, o prefeito Wilson Santos (PSDB). A prefeitura de Cuiabá argumentou que o reajuste é necessário para repor a receita que as empresas concessionárias perderam por conta de despesas, renovação e aumento de frota e multiplicação de itinerários. A liminar colocaria em risco o reajuste tarifário previsto em contrato, essencial à prestação do serviço concedido, conforme sustentação do município enviada ao TJ. O magistrado frisou em seu voto a competência, na condição de presidente, de apenas avaliar a ação lesiva da decisão de primeira instância e analisar se a manutenção da liminar poderia causar grave lesão à ordem, à saúde, à segurança e à economia públicas. Contudo, observou que o teor do pedido de suspensão da liminar se confundia com o próprio mérito do processo em trâmite na Vara Especializada de Ação Civil Pública e Ação Popular.
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Sorocaba-SP: Motoristas de ônibus entram em greve


O prefeito Vitor Lippi (PSDB) enfrenta desde a madrugada de hoje sua 3.ª greve de ônibus à frente do Executivo local em cinco anos. Sem acordo entre o Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários de Sorocaba e Região (Sinttrans) e os empresários do setor, cerca de dois mil motoristas se revezarão para garantir a operação de 30% da frota circulando na cidade. Os prejudicados serão os cerca de 100 mil usuários, que terão de dividir 113 dos 378 carros das duas empresas STU e TCS (esta última teve a concessão cassada), o que equivale a 885 passageiros por carro. A Urbes - Trânsito e Transportes informou que existe um esquema emergencial para atender, de forma precária, 70% de todas as linhas. Porém, não divulgou detalhes de como isso vai funcionar na prática.
Por determinação de Lippi, a Guarda Municipal (GM) e a Polícia Militar (PM) foram chamadas para dar apoio à população. A programação emergencial deverá ser mantida até que o imbróglio se solucione. A Urbes disponibilizará serviços de informação e orientação para os usuários durante o dia. As informações podem ser obtidas pelos telefones 118 e 3331-5000, e também pelo site http://www.urbes.com.br/.
Impasse
Uma última reunião aconteceu na manhã de ontem entre as partes (sindicato, empresas e a Urbes). Os motoristas novamente não aceitaram a proposta por não contemplar a reivindicação da categoria, que é de aumento real de 6% mais a reposição da inflação do período medida pelo IGP-M /FGV (Índice Geral de Preços do Mercado da Fundação Getúlio Vargas), que está em 5,38%; tíquete-refeição de R$ 15,00; aumento na PLR (Participação nos Lucros e Resultados); contratação de mais agentes de bordo (dos 120 atuais para 480); escala de trabalho de 6x2, jornada de trabalho de 6h e manutenção dos direitos, como cesta básica e plano de saúde familiar.
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Natal: Prefeitura não vai reajustar tarifa da passagem de ônibus


A prefeita Micarla de Sousa anunciou ontem, em entrevista coletiva, que o reajuste da tarifa de ônibus, com o prazo máximo para ser implementado no dia 6 de junho, foi “adiado indefinidamente”. Um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), assinado entre a prefeitura e os empresários, com intermediação do Ministério Público, em 2007 previa para junho uma revisão na tarifa, podendo sinalizar ou não para um reajuste. A Prefeitura alega que os empresários do setor descumpriram a sua parte do acordo.“Por enquanto, não irá haver reajuste tarifário. A Prefeitura ainda vai conversar com os empresários do setor para sensibilizá-los e mostrar que esse não é o melhor momento para aumento de preço”, afirma Micarla. De acordo com a prefeita, o Ministério Público já foi avisado da decisão do poder executivo pelo procurador-geral do Município, Bruno Macedo. “Queremos deixar bem claro que não estamos descumprindo o acordo”, disse Micarla. A ideia é conceder um aumento no prazo do cumprimento dos termos do TAC e, ao mesmo tempo, congelar o preço da passagem.Segundo o secretário Municipal de Trânsito e Transporte Urbano, Kelps Lima, as empresas de ônibus não cumpriram principalmente dois pontos do Ajustamento de Conduta: a renovação da frota de ônibus e a assistência aos usuários portadores de necessidades especiais. No caso da renovação da frota, Kelps disse que a média de idade dos ônibus de Natal é de seis anos, quando o máximo permitido é sete. Além de considerar a média alta, o titular da STTU disse que há casos de veículos com mais de 10 anos ainda circulando nas ruas. O peso do aumento da tarifa no bolso da população e dos empresários foi outro ponto abordado por Kelps Lima. O aumento da tarifa, segundo o secretário, iria modificar toda a economia da cidade. “O vale transporte é o maior encargo para uma empresa. E ainda existe a questão dos trabalhadores informais. No caso da empresa, o ônus é dividido, mas para os informais os gastos são maiores”, avalia. A reunião com os empresários de transporte urbano está marcada para esta sexta-feira.
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Campinas-SP: Empresa reclama que bilhete único desequilibra sistema


O sistema de transporte público de Campinas - que envolve empresas de ônibus e cooperativas de perueiros do sistema alternativo - transporta mensalmente 15 milhões de passageiros, dos quais 11 milhões pagam a tarifa. Os demais utilizam o bilhete único e se beneficiam de gratuidades que englobam idosos e deficientes. O sistema fatura R$ 27 milhões por mês, sendo que 30% das passagens, aproximadamente R$ 6 milhões, são pagas em dinheiro. O restante são créditos comprados pelos usuários em postos instalados na cidade e na sede da Associação das Empresas de Transporte Coletivo Urbano de Campinas (Transurc) e pagos pelas empresas através do vale transporte.Segundo o secretário de transportes de Campinas, Gerson Luis Bittencourt, durante 10 anos no período de 1995 até 2005 todo o sistema era comandado pelos empresários e o poder público não tinha informações em tempo real e as informações corretas para fazer o seu planejamento e consequentemente a fiscalização. A partir de 2005 o poder público passou a comandar o sistema. Em primeiro de maio de 2006 foi implantado o bilhete único, no qual o usuário consegue no período de uma hora utilizar até três viagens ao preço de uma tarifa.Atualmente são feitas diariamente 650 mil viagens através do sistema Intercamp, das quais entre 100 mil e 120 mil não são pagas em função do bilhete único.Todas as informações que saem dos validadores de ônibus e microônibus são enviadas em tempo real para a Transurc e para a Emdec . O sistema Intercamp é operado em 25% por perueiros do sistema alternativo. Com isso, 28% de tudo que é arrecadado com a venda das passagens diariamente é depositado numa conta da Emdec, que repassa para as contas dos perueiros."Nós temos a chave do cofre, ou seja, a Transurc para vender qualquer valor de créditos precisa de uma autorização da Emdec, que libera os créditos através de uma senha para a Transurc fazendo com que o poder público tenha controle de tudo que entra no sistema", explica Bittencourt.No entanto, os empresários de ônibus apontam que a implantação do bilhete único trouxe um desequilíbrio econômico- financeiro para o sistema convencional. Segundo o diretor de Comunicação e Marketing da Transurc, Paulo Barddal, o resultado dessa implantação foi muito superior às expectativas projetadas pelos órgãos públicos. Projetou-se um máximo de 7% de integração dos passageiros pagantes, mas, depois de três anos, esse índice atingiu cerca de 22%. Com isso, Barddal afirma que o sistema é deficitário. "Não apenas por causa da integração, mas também pelos seguintes motivos: altos investimentos em obras estruturais, aumento de frota em razão da maior demanda de passageiros gratuitos e também da contratação de mão de obra, combustível, pneus e outros insumos", diz.As discussões do bilhete único estão focadas atualmente para a integração nas regiões metropolitanas. O sucesso do sistema em São Paulo e em Campinas está sendo discutido no estado entre secretários municipais de transporte e representantes da Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos (EMTU) e chegou também à Câmara Federal.A comissão especial de transportes da Câmara dos Deputados estuda a possibilidade de implantação do bilhete único nas regiões metropolitanas de todo o País. O relator da Comissão, Deputado Carlos Zarattini (PT-SP), diz que está em discussão a desoneração do transporte. "Nós estamos discutindo retirar os impostos do transporte, não para o empresário ganhar mais, mas para que isso repercuta numa redução de gasto com transporte para a população através da implantação do bilhete único. Em Campinas, a população já economizou em três anos do bilhete único R$ 140 milhões. As empresas também ganharam, pois aumentou o número de passageiros em 15%."
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Você Repóter: Transporte público no DF demora para chegar às paradas


O morador do condomínio RK de Sobradinho, Daniel Alves de Souza, de 18 anos, reclama da demora dos microônibus. De acordo com o morador, a linha RK-Sobradinho chega a demorar mais de 1h15 para chegar à parada. Daniel necessita pegar o transporte público todos os dias, às 18h, para ir à faculdade no Plano Piloto. Mas sempre se atrasa por causa da demora dos microônibus. Segundo ele, a retirada do transporte clandestino e o número reduzido de ônibus agravam o quadro. Daniel afirma que o governador do Distrito Federal José Roberto Arruda teria prometido aumentar a frota, mas, até agora, não viu resultados. Para a estudante de administração Michele Rei dos Santos, de 28 anos, a situação é a mesma. O ônibus de número 805 que faz a linha Recanto das Emas-Taguacenter demora mais de 40 minutos para chegar à parada próxima à Faculdade Projeção. A estudante sai da aula por volta das 22h e chega em casa, em Taguatinga Norte, quase meia-noite. As paradas de ônibus do Aeroporto Internacional de Brasília também não escaparam das críticas. Vanessa Pereira Ferraz, de 27 anos, reclama que a mãe, de 54, que trabalha na Anac, é a última pessoa a sair da parada. Ela está na parada para pegar o ônibus que faz a linha Aeroporto-Samambaia Sul, todos os dias, às 16h45, mas só chega em casa por volta das 20h. A demora, segundo Vanessa é nas linhas que vão para Samambaia, Planaltina e Plano Piloto.
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Alunos com deficiência visual aprendem a andar em coletivos

Técnicas motoras apropriadas para acessar o transporte coletivo, como pedir ajuda na parada, falar com o cobrador e o motorista e se acomodar na frente, foram ensinadas a alunos da Escola José Álvares de Azevedo nesta quinta-feira (28), durante treinamento feito especialmente para essa situação. A atividade faz parte do Projeto Acessibilizando, pertencente à disciplina Orientação e Mobilidade, que visa trabalhar com a locomoção dos alunos.
A parceria com a empresa de transporte Rio Guamá permitiu que um ônibus fosse levado até a escola. "Conhecer o interior do ônibus parado é importante para eles se familiarizarem e ganharem confiança quando ficarem sozinhos", afirmou o professor João Luis Silva, um dos coordenadores do projeto.
Passo a passo - Antes de partirem para a parte prática do treinamento, em uma sala, os alunos receberam orientações teóricas e fizeram o passo a passo na hora de pegar o transporte coletivo: localizar a porta do ônibus, seguindo linha-guia ou aceitando ajuda; perguntar o nome da linha; localizar o poste vertical ou corrimão próximo aos assentos; apresentar a carteirinha; verificar se há assento livre; solicitar ajuda para o ponto de descida e usar a bengala para encontrar o piso, o meio-fio e a calçada.
Os alunos Paulo Sérgio, 28 anos, e Amadeu Flores, 45, disseram que o maior problema na utilização do transporte público é a falta de sensibilidade dos passageiros e de alguns motoristas e cobradores. "Já encontrei muitos motoristas mal educados, que passam da parada ou param em local impróprio, muitas vezes com bueiros por perto", desabafou Paulo Sérgio. "Não consigo ficar sentado dentro do ônibus. As pessoas não respeitam os lugares reservados para as gratuidades", completou Amadeus.
As atividades desta quinta-feira (28) aconteceram em dois horários e com duas turmas diferentes, de 09 às 11h e de 15 às 17h. Também fazem parte da coordenação do projeto as professoras Elaine Lopes e Laura Barros.
Inclusão - A Unidade de Educação Especializada é vinculada à Coordenação de Educação Especial (Cooes) da Secretaria Estadual de Educação (Seduc), e tem cerca de 360 alunos matriculados. As aulas ocorrem no período complementar ao horário de ensino regular e oferecem atenção especializada a cada nível de deficiência.
Para isso, há uma avaliação que permite ao aluno ingressar na escola. Os alunos passam por reabilitação, socialização e ganham autonomia com a ajuda de profissionais das áreas de educação física, psicologia e arte, entre outras.
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Encontro reforça importância de transporte alternativo em Marília

Encontro promovido na noite de ontem na Câmara discutiu o que deve ser colocado em pauta e ser entregue pela União da Juventude Socialista (UJS) ao Sistema Auxiliar de Fiscalização do Transporte Coletivo Urbano (SAF). A intenção é sensibilizar o poder público e acrescentar emendas no projeto de lei elaborado pela administração municipal.
"Ficamos satisfeitos que a prefeitura esteja aberta a conversas. Em outras oportunidades só éramos ouvidos através de manifestações", comentou o presidente da UJS, Marcos Aurélio dos Santos, o Marquito.
Ainda não existe previsão para a votação do projeto de lei que regulamenta o transporte coletivo urbano. O SAF aguarda o esgotamento de discussões com segmentos da sociedade para que haja o encaminhamento da matéria do Legislativo.
Segundo Marquito, a UJS não pretende sugerir que duas ou três empresas explorem o transporte coletivo do município. Opções podem surgir para melhorar a qualidade do serviço prestado, como a atuação de mototáxis, já regulamentada em Marília.
Estudantes consideram alta tarifa de R$ 2,10
A tarifa cobrada nos ônibus de transporte coletivo de Marília é considerada alta pela UJS, que organiza movimento de mobilização entre diversos segmentos da sociedade. O valor é apenas R$ 0,10 mais barato que a metrópole São Paulo, onde o passe custa R$ 2,20 e determinadas linhas chegam a circular mais de 30 quilômetros.
“Precisamos reduzir esta tarifa e a concessionária prestar mais serviços. Muitos pontos de ônibus ainda necessitam de melhorias”, comentou o presidente da UJS, Marcos Aurélio dos Santos.
O movimento que pretende mudar o projeto de lei que será encaminhado à Câmara para a regulamentação do transporte coletivo urbano solicita ainda que a limpeza dos ônibus fique a cargo da empresa concessionária e não dos motoristas e cobradores, como acontece hoje.
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BUS ELÉTRICO EM BELÉM


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LIGAÇÃO VIÁRIA PIRITUBA-LAPA


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