Novo ônibus elétrico começa a circular em Natal *** Metrô de SP prevê crescimento para 280 km de rede e 12 linhas até 2040 *** Transporte público de Belém ganha 300 ônibus novos com Ar Condicionado *** No Grande Recife, Terminal integrado de Igarassu é finalmente entregue *** Aquático-SP ganha embarcação nova e maior para viagens mais confortáveis *** Jundiaí terá novas linhas de trem para SP e Campinas *** SuperVia atinge maior marca de passageiros diários pós-pandemia *** Expansão da Linha-4 Amarela vai ligar centro à cidade de Taboão da Serra *** Metrô de Salvador terá vagões exclusivos para mulheres *** Conheça nossa página no Instagram

Goiânia: Passagem do transporte coletivo sobe para R$ 2,25

terça-feira, 14 de abril de 2009


A partir das 5 horas domingo (19), Goiânia passará a ter a quinta passagem de transporte coletivo mais cara do país entre as capitais. O valor da tarifa de ônibus na região metropolitana custará R$ 2,25, equivalente a aumento de 12,8% em relação à praticada anteriormente. Também ficou definida em R$ 4,50 a tarifa de embarque no Citybus. O serviço especial começa a funcionar na próxima segunda-feira (20).A passagem mais alta do Brasil custa R$ 2,50, em Florianópolis. Mas na capital catarinense quem paga tarifa no cartão-transporte tem o valor reduzido para R$ 1,98. A segunda mais cara é a de São Paulo (SP), que custa R$ 2,40. Em seguida vem Belo Horizonte (MG) e Campo Grande (MT), com tarifa a R$ 2,30. Palmas (TO) oferece transporte público pelo menor preço entre as 27 capitais, com bilhetes no valor de R$ 1,50.O reajuste foi calculado com base na variação da inflação no período de 1 ano medida pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), no Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), custo do combustível e reajuste salarial dos motoristas. A CDTC também incluiu acréscimo de 10 centavos no preço da tarifa, acertado na ocasião do último aumento da passagem, há um ano. A decisão acerca do novo valor da tarifa foi consensual entre os nove membros da CDTC e anunciada pelo prefeito de Goiânia, Íris Rezende. O prefeito afirmou que o novo preço corresponde aos reajustes salariais dos trabalhadores públicos e privados. A opinião é compartilhada pelo presidente da CMTC, Marcos Massad, que garantiu aplicação de recursos no próprio sistema de transportes. O valor da tarifa do Eixo Anhanguera será de R$ 1,15 para quem optar pelo pagamento na hora do embarque, nas catracas de acesso às plataformas ou nos terminais Padre Pelágio, Dergo, Praça A, Praça da Bíblia e Jardim Novo Mundo. Já o usuário que adquirir número maior de passagens pagará R$ 1,12. Neste caso, cada viagem do bilhete sitpass dará direito à dois embarques no Eixo Anhanguera. A diferença de preços visa facilitar o troco e incentivar a compra antecipada de passagens.O citybus começa transportar passageiros na região metropolitana de Goiânia em caráter experimental na próxima segunda-feira (20), com as linhas Circular Horário, Circular Anti-Horário, Flamboyant - Praça do Avião e Goiânia Shopping - Praça Universitária. Em 30 dias todas as 13 linhas que compõem o serviço diferenciado devem operar. O valor estipulado na reunião ficou R$ 0,50 mais caro que o anunciado anteriormente. A justificativa é de que o preço da tarifa torna-se múltiplo do cobrado pela unidade do Sitpass, o que facilita integração. Os veículos do Citybus, por sinal, entrarão em circulação já integrados entre si. O usuário terá prazo de 90 minutos para usar o bilhete em diferentes ônibus para chegar ao destino.Não será permitido transporte de passageiros em pé, nem oferecido benefícios de meia-passagem ou passe livre. Os micro-ônibus estão equipados com rede de internet móvel, sem fio, e tomadas para carregadores de celular.
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Motoristas de ônibus voltam ao trabalho em Guarulhos

Os motoristas e cobradores de ônibus que paralisaram na madrugada de hoje as atividades em Guarulhos, na Grande São Paulo, já voltaram ao trabalho, segundo informações do Sindicato dos Condutores de Veículos Rodoviários de Trabalhadores em Transportes Urbanos de Passageiros e Cargas Secas e Molhadas de Guarulhos e Região (Sincoverg). A paralisação começou por volta das 3h30, prejudicando pelo menos 40 mil passageiros nesta manhã, segundo a Secretaria de Transporte de Guarulhos.
De acordo com a Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos (EMTU), funcionários de outra viação também entraram em greve, prejudicando outros 15 mil usuários. A viação atua em nove linhas que seguem da cidade para as regiões do Brás, Penha, Vila Carrão e Terminal Rodoviário Tietê, em São Paulo. Para amenizar o transtorno aos passageiros, a prefeitura liberou as vans que operam à tarde nas linhas em todo o município e a EMTU solicitou reforço às empresas de ônibus que operam na mesma região.
Segundo o Sincoverg, um grupo paralelo ao sindicato organizou a greve. De acordo com a Secretaria de Transportes, a manifestação foi originada após um racha no sindicato. Além disso, os manifestantes querem pressionar os empresários da categoria a autorizar aumento salarial na data-base, que ocorre no próximo dia 1º de maio.
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Natal: Bilhete estendido divide opiniões


A partir de 2 de maio, os usuários do sistema de transporte público de Natal, especialmente aqueles que utilizam as estações de transferência, vão conviver com novas mudanças. A prefeitura, por meio da Secretaria Municipal de Transporte e Trânsito Urbano (STTU), vai modificar o sistema utilizado nas estações de transferência, a partir da implantação do ‘‘bilhete estendido’’. Com essa mudança, o usuário poderá tomar um outro ônibus utilizando o mesmo bilhete, sem precisar ficar no espaço físico das estações, podendo fazer a troca em qualquer parada de ônibus. O bilhete poderá ser utilizado novamente num prazo de uma hora após seu primeiro uso. A prefeita Micarla de Souza irá fazer o anúncio oficial do novo sistema na próxima sexta-feira, explicando-o em detalhes.O anúncio da implantação do bilhete estendido e consequente desativação das estações de transferência promete dividir as opiniões dos usuários. Para o professor Jadeilton Araújo, 22, que mora no bairro Pajuçara e utiliza a estação de transferência da Ribeira, o sistema atual é eficiente. ‘‘Funciona muito bem para mim. Esse sistema de bilhete com validade de uma hora tem que levar em conta também os engarrafamentos, que são muito frequentes, principalmente pela manhã ou no início da noite. Desse jeito, vai virar uma maratona para que o passageiro consiga pegar o segundo ônibus antes de estourar seu tempo’’, prevê.Jadeilton defende que é preciso utilizar o sistema existente para saber o que é realmente eficiente. ‘‘Eu gosto das estações. Nos horários em que eu as utilizo, elas estão vaizas, mas deveriam ser confortáveis’’, pondera. Ele aponta o sistema utilizado em Goiânia como exemplo. ‘‘Lá as estações são bem maiores. Você pode entrar em qualquer ônibus, quantas vezes precisar, desde que embarque ou permaneça na estação, independente do tempo’’, compara.

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São Luis: Redução de ônibus nos fins de semana revolta passageiros


A espera por ônibus nas paradas de São Luís, principalmente nos fins de semana e feriados, é um teste de paciência para os usuários do transporte coletivo. A frota reduzida causa insatisfação de quem depende diariamente do ônibus. Nas paradas, minutos que mais parecem horas.O longo tempo de espera reduz a paciência das pessoas. Quem precisa de ônibus nos fins de semana e feriados é obrigado a aguardar muito nas paradas de São LuisSegundo Antonio Sales Barbosa, presidente da Associação dos Usuários de Transporte Coletivo de São Luís, somente 228 dos 760 ônibus circulam nos fins de semana, o que corresponde a 30% da frota. A diferença é logo percebida pelos usuários nas paradas.A redução da frota nos fins de semana e nos feriados preocupa a Associação dos Passageiros. De acordo com o presidente da entidade, há 2 anos ele reclama mas nunca foi atendido pela prefeitura.A associação quer propor a circulação de pelo menos 60% da frota nos fins de semana e feriados ou então o reforço do transporte coletivo com a utilização de vans.
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Grande Recife inicia a entrega do VEM para os alunos retardatários

sábado, 11 de abril de 2009


O Grande Recife Consórcio de Transporte realizará de 13 a 16 de abril, a entrega do Vale Eletrônico Metropolitano Estudante – VEM Estudante para os estudantes retardatários. Dos 293 mil estudantes que fizeram o recadastramento do Passe Fácil ou solicitaram a primeira via e estavam aptos a receber o VEM, 61 mil não compareceram para receber o cartão ou tiveram problemas de cadastro durante a primeira fase do processo de entrega, realizada entre os dias 04 a 26 de março, no Geraldão. O atendimento aos retardatários será feito no Clube Internacional do Recife, no bairro da Madalena, das 8h às 20h. Para agilizar a entrega do VEM aos estudantes a distribuição será feita de acordo com um cronograma dividido por ordem alfabética (ver lista abaixo). Nos dias 13 e 14 a entrega será feita para os usuários que possuem nomes iniciados com as letras de A à J. Já nos dias 15 e 16 serão dedicados ao atendimento de pessoas com nomes que se iniciam pelas letras K à Z. Para receber o VEM Estudante os usuários devem se dirigir a um dos 30 guichês localizados no salão principal do Clube Internacional, portando carteira de estudante e o Passe Fácil. Caso o estudante não possa comparecer, o cartão poderá ser entregue aos pais ou responsáveis desde que sejam observados alguns critérios. Pais o responsáveis legais deverão levar seguintes documentos: identidade do responsável e certidão de nascimento do titular. Para os pais que possuem mais de um filho com nomes começando por letras diferentes (que podem estar separadas em função da divisão alfabética), o Grande Recife montou um esquema especial. Nestes casos, os cartões de todos os dependentes poderão ser pegos de uma só vez, desde que os pais ou responsáveis legais estejam com os documentos exigidos pelo consórcio. Os retardatários serão informados sobre datas e procedimentos para a entrega do VEM Estudante, através de cartazes nos ônibus. Uma lista com o nome dos estudantes que estão com o seu VEM pronto para ser resgatado estará disponível a partir da próxima quinta-feira (09/04) no site do consórcio (www.granderecife.pe.gov.br), facilitando a identificação por parte dos estudantes. Salientamos que o carregamento do VEM Estudante já está sendo realizado desde o último dia 23 de março, no Posto da Praça Maciel Pinheiro, na Boa Vista. Os cartões antigos (Passe Fácil) poderão ser carregados até o dia 15 de abril.

Tabela para a entrega:

Letras A, B, C, D, E, F, G, H, I e J – De 13/04 a 14/04/2009

Letras K, L, M, N, O, P, Q, R, S, T, U, V, W, X, Y e Z – De 15/04 a 16/04/2009

Local: Clube Internacional Rua Benfica, 505 – Madalena – Recife.
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Ônibus brasileiro movido a hidrogênio começa a rodar em São Paulo


O primeiro ônibus brasileiro equipado com células a combustível a hidrogênio foi fabricado em Caxias do Sul e começará a rodar na cidade de São Paulo ainda neste mês de Abril.

Ônibus sem poluentes

O hidrogênio é considerado o combustível mais promissor quando se estudam alternativas ao petróleo para uso em transportes. A célula a combustível é um dispositivo que utiliza o hidrogênio para gerar eletricidade. A eletricidade alimenta os motores elétricos do veículo, emitindo apenas água como subproduto - não há poluentes.
O primeiro ônibus movido a célula de combustível a hidrogênio tem 12 metros de comprimento, capacidade para até 63 passageiros (1 motorista / 29 sentados / 32 em pé / 1 cadeirante), ar-condicionado e piso baixo para maior conforto e segurança dos passageiros.

Vilão

Embora os projetos de veículos movidos a hidrogênio tenham sido alvo de grande interesse no período recente, quando o petróleo superou a barreira dos US$100,00 por vários meses, a queda atual do preço do barril torna economicamente inviáveis todas as alternativas disponíveis para sua substituição em veículos.
Ainda assim, o uso do hidrogênio como combustível é uma alternativa interessante do ponto de vista ambiental e as pesquisas devem continuar para que se possa baratear a tecnologia e chegar a opções mais interessantes também do ponto de vista econômico.

Ônibus nacional movido a hidrogênio

O primeiro ônibus nacional movido a hidrogênio vai trafegar no Corredor Metropolitano ABD (São Mateus - Jabaquara), um ponto ideal para este tipo de experimento devido à alta concentração de emissões.
Além disso, na via exclusiva o veículo pode desenvolver velocidade média superior a 25 km/h, o que favorece atingir rapidamente a quilometragem que permite avaliar seu desempenho de forma mais aproximada. Este trabalho será feito ao longo de 2009 e 2010.

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Fortaleza: Tecnologia traz melhorias para o transporte público


A importância da tecnologia para a gestão do trânsito e para a priorização do transporte público foi o tema do seminário sobre mobilidade urbana. A Capital está equipada, toda a frota de ônibus possui GPS e um projeto piloto utiliza um equipamento mais moderno


A tecnologia é aliada importante do transporte público. Esse foi o tema do primeiro painel do seminário Mobilidade urbana em Fortaleza - desafios de uma metrópole, promovido pelo gabinete do vice-prefeito Tin Gomes. Em Fortaleza, toda a frota de ônibus está equipada com GPS, um dispositivo que informa a localização do veículo em tempo real. O monitoramento feito pelas empresas de ônibus evita que o motorista desvie o caminho ou passe sem parar no ponto de ônibus, reclamações muito comuns entre os usuários. Mas o uso da tecnologia pode ir além e ajudar muito mais. Em São Paulo, por exemplo, um outro equipamento, o GPRS, permite que o motorista se comunique com a central de monitoramento. A troca de informações possibilita a gestão do trânsito em tempo real. Por exemplo, se o veículo está seis minutos atrasado, a central de monitoramento é avisada e repassa o dado para a central de controle que aciona uma “onda verde” no caminho do ônibus, dando prioridade ao transporte público. O GPRS já chegou em Fortaleza. É usado em caráter piloto desde 2005. Da frota de 1.670 ônibus, 100 participam do projeto de Controle Integrado de Transporte de Fortaleza (Citifor). Os veículos circulam em seis linhas desde 2005. Mas por aqui, o GPRS ainda não gera alterações significativas no trânsito. Não se aciona ondas verdes a partir dele. “Essa é uma decisão futura. Precisamos de muitas calibragens. É preciso definir prioridades. Para quem eu libero? Para os ônibus da 13 de Maio ou da avenida da Universidade?”, explica o gerente do Citifor, Paulo Vitorino. Hoje, em Fortaleza, as próprias empresas monitoram o GPS de suas frotas. O controle é partilhado com a Empresa de Transporte Urbano de Fortaleza (Etufor), mas está disponível um monitor. Ligados à Autarquia Municipal de Trânsito (AMC), o Citifor cuida dos veículos equipados com GPRS e o Controle de Tráfego em Área de Fortaleza (Ctafor) monitora 35 câmeras espalhadas em vias públicas, as câmeras instaladas nos terminais e o funcionamento dos semáforos inteligentes. As salas ficam lado a lado, mas ainda as informações ainda não se convertem em ações imediatas. “A tecnologia é um instrumento importante para criar uma base de informação e um mecanismo de controle, mas só funciona com uma gestão inteligente, pressupõe um comando, um plano de metas comuns para todos os órgãos envolvidos no trânsito”, lembra Valeska Walker, presidente da Comissão de Sistemas Inteligentes de Transportes da Associação Nacional de Transportes Públicos (ANTP), uma das palestrantes do seminário.
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São Paulo: Viagens em coletivos têm duração média de 67 minutos


Os passageiros de ônibus, metrô e trem passam, em média, 67 minutos dentro dos veículos a cada viagem na Grande São Paulo. O dado é relativo ao ano de 2007 e faz parte da pesquisa Origem/Destino, divulgada nesta quinta-feira pela Secretaria dos Transportes Metropolitanos de São Paulo.
Em 1997, as pessoas passavam, em média, 59 minutos dentro de coletivos a cada viagem. Naquele período, quem tinha seu próprio carro demorava, em média, 27 minutos por viagem. Dez anos depois, o levantamento aponta que os motoristas de carros passavam quatro minutos a mais (31) no trânsito da região metropolitana (aumento de 14,8%).
Apesar do tempo médio superior entre as viagens feitas de carro e de coletivos, o levantamento mostrou que 55% das viagens diárias de 2007 foram feitas por ônibus, metrô e/ou trem (13,9 milhões), contra 45% por veículos individuais (11,3 milhões).
Os números mostram pela primeira vez a inversão de uma tendência registrada desde quando a pesquisa começou a ser feita, em 1967. Até 2002, quando foi feito um levantamento preliminar, a participação do transporte individual subiu de 32% para 53%, ultrapassando pela primeira vez os meios individuais, que no mesmo período caiu de 68% para 47%.
A mudança no cenário registrada nos últimos anos é atribuída à elevação da renda da população e aumento da oferta de meios de transportes. Para o diretor de Planejamento do Metrô, Marcos Kassab, outros motivos levam o cidadão a preferir o transporte coletivo. "O passageiro também leva em conta a capacidade de pagar [a passagem], o conforto e a segurança."
Segundo Kassab, assaltos a motoristas e o perigo de ter o carro furtado na rua estimulam o cidadão a deixar seu veículo na garagem. "Conheço muita gente que deixou de usar carro e passou a utilizar o transporte coletivo", completou.
Solução
Como solução para desafogar o tráfego, Kassab aponta o investimento em transportes, como o que é feito por meio do Plano de Expansão do Transporte Metropolitano. Segundo a Secretaria dos Transportes Metropolitanos, o programa tem como meta investir R$ 20 bilhões na melhoria do transporte terrestre.
Com este montante, o governo pretende, conforme a secretaria afirmou por meio de nota, aumentar as linhas de trem e metrô, adquirir novas composições e "diminuir o tempo médio de viagem em 25% no sistema metro-ferroviário e ampliar em 55% o número de passageiros transportados sobre trilhos".
"Não adianta abrir grandes avenidas. Temos de levar a infraestrutura para as pessoas, levar metrô, trem e ônibus para perto das casas das pessoas", acrescentou o diretor de planejamento do Metrô.
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Bairros de Canoas ganham mais dez ônibus no transporte coletivo


A partir de hoje a população de Canoas vai experimentar um novo modelo de ônibus, os veículos "midi", maiores que os micros e menores que os ônibus convencionais. Dez novas unidades foram entregues às 15 horas de ontem, en solenidade promovida em frente ao ginásio Caic, no bairro Guajuviras. Atualmente, 6 mil usuários utilizam por dia o transporte seletivo na cidade, que tem uma frota de 30 veículos. De acordo com a Prefeitura, os carros seletivos circularão pelos bairros Mathias Velho e Guajuviras. A expectativa do diretor da Sociedade de Ônibus Gaúcha Ltda (Sogal), Alexandre Biazus, é que o número ultrapasse 10 mil passageiros. A frota de ônibus na cidade é de 109 carros, que atende 55 mil pessoas diariamente. Os "midi" possuem 36 poltronas altas, ar-condicionado, janelas panorâmicas e sistema de bilhetagem eletrônica. O custo da passagem será igual ao cobrado nos micros, ou seja, R$ 2,50. "É a primeira vez que Canoas terá esse modelo de ônibus. Se o usuário aprovar, daremos continuidade ao serviço", destacou a também diretora da Sogal Vera Sienko
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Globo vai testar transmissão de canal em ônibus em SP


SÃO PAULO - Mobilidade foi termo citado à exaustão durante evento promovido ontem, pela Globo, para anunciar novidades da programação 2009. O diretor-geral da TV Globo, Octávio Florisbal, anunciou que a emissora realizará, a partir do segundo semestre, testes para transmissão direta do canal em telas instaladas em ônibus, trens (incluindo metrô) e táxis, em São Paulo."Nossa tecnologia permite transmitir com qualidade em veículos em movimento e temos de aproveitar", completou o diretor da Central Globo de Engenharia, Fernando Bittencourt. "Só estamos tentando resolver a questão do áudio, o som ainda é um desafio."A maior aposta da direção da Globo para aproveitar os recursos oferecidos pela TV digital, no entanto, concentram-se na TV via celular. "Temos notícia de que uma empresa terá, para promoção de Dia das Mães, aparelhos a R$ 390 com capacidade para receber TV aberta", informou Florisbal. A redução de custo do celular com TV, nos cálculos da Globo, trará para a TV digital o avanço que faltou até aqui, em função do alto preço de televisores e/ou conversores.Florisbal acredita ainda que o hábito de ver TV pelo celular provocará, no Brasil, um fenômeno similar ao que ocorreu no Japão, onde as telinhas viraram hit e provocaram a criação de um novo horário nobre.
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Fortaleza precisa de um transporte público moderno


Não existe mais horário ou dia para Fortaleza ficar congestionada. Também não há solução pronta para mitigar o problema. Medidas como rodízio, pedágio urbano e criação de corredores exclusivos para ônibus, por exemplo, estão em discussão. Mas ontem, no Seminário Mobilidade Urbana em Fortaleza, na Federação das Indústrias do Estado (Fiec), outro aspecto foi levantado: investir em transporte público. O problema é que, para deixar o carro em casa e usar o ônibus, é preciso ter um sistema moderno, eficiente e seguro.

De acordo com o consultor na área, Haim Hamaoui, ter o ônibus na hora certa, todo dia, é fundamental nesse processo. Para isso, ele sugere a instalação de equipamentos que disponibilizem informações nas paradas e dentro dos veículos. Nos pontos, os painéis eletrônicos informariam se o ônibus já passou ou a que horas passará, onde é a próxima parada.Dentro dos ônibus, as placas diriam o tempo de percurso para a próxima parada, nomes das vias que compõem a linha, além de pontos de referências. Outra opção é disponibilizar as informações em quiosques em shoppings, no celular e na internet, para a pessoa acessar antes de sair de casa. “Para isso, é preciso treinar o motorista. Ele não tem que correr, mas andar de forma regular, estando ou não o trânsito disponível”, diz Hamaoui, diretor-presidente da Novakoasin Sistemas de Trânsito e Transportes.
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Salvador: Motoristas de ônibus se queixam de pressão e estresse

terça-feira, 7 de abril de 2009


São 18 anos de profissão e muita correria. Todos os dias, faça chuva ou faça sol, o motorista de ônibus Antônio Lins, 50, enfrenta os entraves das ruas da cidade para cumprir o itinerário da linha Valéria R-2. Às 4h18, ele assina o ponto de chegada na Estação Pirajá e, às 4h21, já está de saída, como mostra o Relatório Operacional Veicular (ROV) da empresa onde trabalha. Durante a manhã, a cada retorno para o terminal, os intervalos de descanso variam de 5 a 17 minutos. “Nossos horários são muito apertados. Os primeiros da manhã são só bate-e-volta”, conta. A pressão que Lins vive na prática é a mesma que a psicóloga, perita do trânsito há nove anos, Elzinete Magalhães, confere nos psicotestes que aplica para retirada de habilitação e renovação da carteira de motoristas. “O que eu observo nas entrevistas preliminares é que eles falam muito em cumprir metas. Têm sempre que fazer muitas corridas, chegar no horário. O nível de estresse é muito alto”, alerta a especialista. Pressão psicológica é também o que Elzinete aponta como motivação para o acidente ocorrido em Jardim Armação, envolvendo o ônibus da empresa Dois de Julho, que completa hoje uma semana. Para ela, a obrigação de cumprir metas de roteiros e horários é o que leva ao descontrole no trânsito. Sem se identificar, um motorista entrevistado pela reportagem acabou desabafando: “Quando o sinal fecha, dá vontade de sair levando tudo o que está na frente. Infelizmente, é isso o que a gente sente”. Carta-horária – Uma das maiores queixas entre motoristas é a carta-horária – limite de tempo previsto para cada viagem. Antônio Lins, por exemplo, acaba fazendo hora extra todo dia, por não cumprir: “Nossa carga horária era para ser de sete horas e 20 minutos. Há oito anos, era isso que eu fazia em cinco viagens, mas depois subiu para seis e agora já são sete viagens com uma hora a mais de jornada”. O motorista Josué Santos, 32 anos, oito na atividade, também acha difícil respeitar a carta-horária. Ele tem uma hora e 20 minutos para fazer o trajeto Estação Pirajá-Bonfim, mas nem sempre consegue. “Se o trânsito está livre, dá para fazer. O problema é que nunca está: são 700 mil veículos rodando na cidade e sempre encontramos engarrafamentos”, ele reclama. A pressão se intensifica com as condições precárias nos terminais. Na Estação Pirajá, o banheiro masculino está sem torneira, e mãos e rosto têm de ser lavados do lado de fora. Também não há lugar de repouso e a soneca após o almoço acaba sendo improvisada no próprio interior do ônibus, quando dá tempo. Cansado da rotina estressante, Josué pensa em mudar de ramo e já começou a estudar para concursos públicos, nível técnico. “A maioria dos colegas quer sair do sistema. Só não sai porque é pai de família. Aqui, sofremos humilhações. Eles botam regras difíceis de cumprir. No papel, funciona, mas a prática é outra”, queixa-se.
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Nem trem, nem ônibus, nem carro. Maioria ainda vai é a pé


O morador da Região Metropolitana de São Paulo utiliza mais o próprio carro do que os ônibus, mais os ônibus do que o metrô, mais o metrô do que os trens. Também se desloca cada vez mais em motocicletas, em veículos escolares, em bicicletas. E cada vez menos nos táxis. Mas para o morador do maior conglomerado urbano da América Latina, a julgar pelo número de viagens realizadas num dia, o meio de transporte mais comum continua sendo o mais simples - esse morador ainda anda, e muito, a pé.

Trata-se, porém, de uma tendência de aumento muito inferior à ascensão verificada no número de viagens de ônibus, o transporte coletivo mais utilizado. Em 2007, foram cerca de 9 milhões de deslocamentos diários de ônibus, ante 7,2 milhões de viagens por dia em 1997 - aumento de 25%, três vezes superior ao verificado nas viagens individuais de carro. Isso tudo, considerando aumento de 16% na frota de automóveis.

Ir ao trabalho e voltar é, de fato, a razão maior das viagens - envolve cerca de 17 milhões (44,5%) dos 38,2 milhões de deslocamentos (motorizados ou não) por dia. Educação vem logo atrás, como motivação para 13 milhões de viagens (34% do total). Notam-se, também, algumas surpresas, nos hábitos de deslocamento do morador da região metropolitana: como explicar, por exemplo, que o número de viagens a lazer tenha diminuído nesse espaço de dez anos ou que o número de deslocamentos destinados a compras tenha permanecido no mesmo patamar, com aquecimento da economia e tudo? “Por segurança, ou para não enfrentar congestionamentos, as pessoas podem estar preferindo o lazer doméstico. As casas, hoje, estão realmente mais confortáveis”, afirma Gomide. “Até mesmo para compras pelo serviço eletrônico.”
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Florianópolis: Começa a funcionar o corredor de ônibus no acesso à Ponte Colombo Salles


Depois de 21 dias de testes, começou a funcionar oficialmente nesta quinta-feira a Linha Branca, um corredor exclusivo de ônibus na cabeceira insular da ponte Colombo Salles, em Florianópolis. Com a mudança, os ônibus que saírem do Terminal de Integração do Centro (Ticen) passarão por uma faixa de pista de 150 metros. Os veículos que seguirem pela alça de acesso à ponte a partir do Ticen terão preferência nos primeiros metros da faixa da direita da Colombo Salles. Assim, os motoristas que seguem pela alça a partir da Avenida Paulo Fontes em direção ao Continente ficam impedidos de acessarem o corredor, sinalizado por faixas na pista. A intenção da prefeitura é reduzir em até 15 minutos o tempo gasto pelos ônibus para trafegar pelo trecho no final da tarde, quando o movimento de veículos é intenso. De acordo com o vice-prefeito e secretário de Transportes, João Batista Nunes, os condutores que desobedecerem a sinalização não serão multados no primeiro mês de implantação do corredor. Após este período, quem não respeitar a sinalização horizontal, que delimita o corredor de ônibus na pista sobre a ponte, poderá ser multado. Segundo o vice-prefeito, a infração é considerada leve pelo Código Brasileiro de Trânsito, com perda de três pontos na carteira e multa de aproximadamente R$ 50.
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São Paulo: Distância entre o coletivo e o individual deve crescer mais

A população da Região Metropolitana de São Paulo tem usado cada vez mais os meios de transporte coletivo para se deslocar. Esse resultado da pesquisa “Origem e Destino” mostra o rompimento de uma evolução constante registrada desde 1992, com pico em 2002 para as viagens em transporte individual - mesma data que marcou a inversão, com crescimento do modo de viagens coletivo. Dos 25,2 milhões de viagens motorizadas diárias constatadas em 2007, 13,9 milhões (55,1%) são realizadas de modo coletivo e outros 11,3 milhões (44,9%) por meio de modo individual.
Entre 1997 e 2007, houve evolução de 25,1% na utilização de transporte coletivo - de 10,4 milhões de viagens diárias para 13,9 milhões de viagens/dia -, ante 12,3% de aumento nas viagens motorizadas individuais - 9,9 milhões de viagens/dia em 1997 ante 11,3 milhões viagens/dia em 2007. Já as viagens a pé passaram de 10,6 milhões/dia para 12,6 milhões/dia, diferença de 15,8%.
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Trens e ônibus transportam cada vez mais mulheres

Dados da pesquisa “Origem e Destino” sugerem que, na última década, foi a bordo de trem, metrô e ônibus que as mulheres chegaram às universidades, invadiram o mercado de trabalho e conquistaram cargos de chefia. Esse longo caminho foi percorrido preferencialmente a bordo de transporte coletivo. Nas bolsas das passageiras, o batom fica ao lado do bilhete único. E elas já se deslocam quase tanto quanto os homens.
Os números do estudo revelam que os sexos masculino e feminino se comportaram de maneiras diferentes quanto à mobilidade nos últimos dez anos. No caso das mulheres, entre 1997 e 2007, as viagens em meios de transporte público aumentaram quase dois pontos na escala, enquanto as feitas de carro ou moto diminuíram. Entre os homens, os índices de uso dos dois tipos de locomoção cresceram no mesmo período.

A medição foi feita por um coeficiente que contabiliza o número de viagens realizadas por habitante. As contas ficaram assim: entre eles, o índice de uso de transporte público era 0,6 (viagem/homem) em 1997 e subiu para 0,7 em 2007. Entre as mulheres, o modo coletivo de locomoção subiu de 0,65 (viagem/mulher) para 0,85. Em números absolutos, a diferença fica clara: há dez anos, elas faziam 5.169.628 viagens por dia em transporte coletivo; hoje fazem 7.344.076 por dia, quase o dobro do que faziam há 40 anos (3.989.306). Detalhe: o número de viagens por passageiro/dia, seja homem ou mulher, se manteve na média de dois por dia durante todo esse período.
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São Paulo: Melhoria do sistema passa pelo bilhete único


O governo do Estado aposta na expansão da oferta de transporte coletivo na Região Metropolitana, atrelada à implementação do bilhete único, para melhorar a qualidade do serviço. No dia 22, será realizada uma audiência pública no Instituto de Engenharia para discutir a unificação da arrecadação de tarifas de transportes coletivos na capital. A medida será a primeira fase para a adoção do bilhete único metropolitano.

Uma autoridade metropolitana de transportes foi criada para administrar o passe metropolitano, que agirá nos mesmos moldes dos programas adotados em Paris, Madri e Seul. A previsão da Secretaria Estadual dos Transportes Metropolitanos é que a primeira etapa do projeto seja implementada em outubro, três meses antes do início da operação das primeiras estações da Linha 4-Amarela do Metrô: Butantã, Faria Lima e Paulista.

O comando do Sistema Único de Arrecadação e a gestão do novo bilhete ficarão a cargo de uma empresa privada, segundo o modelo aprovado pelo Conselho Gestor do Programa de Parcerias Público-Privadas. A proposta é de concessão de 30 anos e investimento de R$ 508,6 milhões. A cada oito anos, a empresa terá de renovar equipamentos e recursos tecnológicos. Em contrapartida, a concessionária receberá, nos três primeiros anos, R$ 17 milhões anuais pelo direito de exploração comercial do serviço, além de um valor fixo até o fim do contrato, por usuário que validar o cartão em ônibus, metrô ou estação da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM).
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Recife: Corredor Leste-Oeste completa um ano com usuários insatisfeitos

sexta-feira, 3 de abril de 2009


Há um ano, a Avenida Conde da Boa Vista mudou. Ela começou a fazer parte do Corredor Leste-Oeste, que liga o centro do Recife à Avenida Caxangá. As paradas foram para o canteiro central, os carros ficaram com apenas uma faixa para circular.A reportagem do Meu Transporte foi à avenida e conversou com motoristas de carros e de ônibus, passageiros e pedestres. Ninguém afirmou estar satisfeito com a situação.Os vendedores que trabalham com carroças saíram das calçadas, poucos ainda resistem. A tapioqueira Severina Maria da Conceição diz que este foi o lugar determinado pela prefeitura para que ela vendesse tapioca. “O movimento era melhor lá na frente”.
O corredor de ônibus está amplo, tem bastante espaço. Já os carros, ficaram espremidos. Os motoristas reclamam. “Acho que ficou péssimo, a gente está sempre muito perto de um pedestre ou de uma moto”, disse o funcionário público Romilson Correia.O taxista Jonatan Ferreira concorda. “Eles tentaram organizar, mas está muito ruim”, afirmou. “Ficou bonito, mas desorganizado”.Quando a noite chega e o movimento aumenta, o trânsito fica lento. O sinal abre e fecha, mas a fila continua no mesmo lugar. “Sou uma sofredora da Conde da Boa Vista, todos os dias passo meia hora nesse trecho entre a Riachuelo e a Ponte do Derby”, conta a dona de casa Luzinete Alves. “Eles deveriam reconhecer que não deu certo e modificar”.Transtorno também para os pedestres que tentam atravessar a rua e para quem precisa pegar ônibus. As paradas são estreitas e nem sempre é fácil conseguir espaço. “É horrível, estreita, apertada, corre o risco de um ônibus derrubar a gente”, diz a dona de casa Cecília Valença. “Esse engenheiro não estava com nada”.

RESPOSTA

Além da Conde da Boa Vista, o Corredor Leste-Oeste atende à Benfica, trecho onde os ônibus circulam no sentido contrário ao dos carros, e a Avenida Caxangá, com as paradas também na área central da avenida.
De acordo com a Secretaria de Serviços Públicos do Recife, depois da inauguração do corredor, os passageiros chegam a gastar doze minutos a menos para ir da zona oeste ao centro.

Para tentar reduzir os congestionamentos, o Consórcio Grande Recife de Transporte diminuiu a circulação na avenida de 107 para 91 linhas de ônibus.

A Secretaria disse ainda que as paradas são confortáveis e atendem aos padrões exigidos para deficientes físicos. Cada parada tem 2,5 metros de largura e 30 centímetros de altura.

Os comerciantes que utilizam carroças saíram da avenida, mas ainda é possível ver ambulantes na área.

A Diretoria de Controle Urbano (Dircon) informou que quem for pego comercializando produtos na avenida pode ter a mercadoria apreendida.

ENGARRAFAMENTOS

Os engarrafamentos em horários de maior movimento. Os horários de pico ocorrem nos fins de tarde e às 22h, quando os estudantes saem dos cursos pré-vestibulares e das faculdades. Nos mesmos horários, as paradas de ônibus ficam cheias e os ônibus têm dificuldade para circular. Carros e táxis não podem parar para embarque e desembarque de passageiros na avenida - precisam pegar uma das ruas transversais.
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São Paulo: Obras em corredores de ônibus de SP estão atrasadas


Nenhuma das nove obras previstas para melhorar o trânsito nos corredores de ônibus da capital paulista começou a ser feita. O pacote de melhorias foi anunciado pelo prefeito Gilberto Kassab (DEM) em agosto do ano passado, durante sua campanha à reeleição. O início das intervenções em corredores e terminais estava marcado para novembro e as obras deveriam ficar prontas nesta semana, após investimento de R$ 8,1 milhões. Agora, a Secretaria Municipal de Transportes (SMT) estima que as intervenções sejam entregues em abril de 2010, pelo valor de R$ 15,4 milhões. As obras, portanto, devem ser concluídas com um ano de atraso, a um custo quase duas vezes maior que o previsto. No plano de metas de Kassab - Agenda 2012, com investimentos de R$ 20 bilhões -, a ser apresentado até amanhã à Câmara de Vereadores, estão incluídas obras nos corredores de ônibus. No dia 5 de agosto do ano passado, dois meses antes da eleição municipal, Kassab e o secretário de Transportes, Alexandre de Moraes, anunciaram o pacote de obras para aumentar a velocidade dos ônibus e melhorar o acesso de passageiros aos terminais. Na ocasião, a Prefeitura informou que as obras começariam três meses depois. Questionada, inicialmente a SMT negou o atraso. Depois, justificou a demora e o aumento de custos afirmando que ?os novos projetos passaram a englobar a parte de acessibilidade e de melhoria no trânsito do entorno dos terminais? e que ?os processos licitatórios também enfrentaram recursos que acabaram por alongar os prazos?. A pasta afirmou que foram investidos R$ 851 mil nos nove projetos do pacote até agora e que nenhuma obra deixou de ser executada por falta de recursos. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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Total de viagens diárias em SP cresceu 22% em 10 anos


O número de viagens diárias da população da Região Metropolitana de São Paulo cresceu 22% entre 1997 e 2007 e chegou a 38,2 milhões, concentradas sobretudo nos meios coletivos de transporte e acompanhadas por um aumento considerável do tempo médio de viagem. Segundo a Pesquisa Origem e Destino, divulgada hoje pela Secretaria dos Transportes Metropolitanos, o tempo médio gasto no transporte coletivo avançou de 61 minutos para 69 minutos, enquanto no individual foi de 29 minutos para 33 minutos, duas altas de cerca de 13%. No período da manhã, foram registradas 1,2 milhão de viagens a mais em 2007 do que em 1997, um aumento de 41%. No fim da tarde, este avanço foi de 900 mil viagens, uma alta de 30%. Na hora do almoço, a alta foi de 500 mil (15%).A pesquisa mostrou que entre 1997 e 2007 as viagens em transporte coletivo tiveram expansão de 33%, resultado muito superior ao crescimento das viagens individuais, que foi de 14%. Já as viagens a pé aumentaram 17% no período. Portella chamou atenção para o fato de o crescimento populacional em São Paulo entre 1997 e 2007 ter sido concentrado nas classes C e D. Da mesma forma, a pesquisa verificou aumento de pessoas com renda familiar entre dois e oito salários mínimos utilizando o transporte coletivo.Neste contexto, foi registrada uma inversão na tendência de queda da participação do transporte público e de avanço no individual. Em 2007, as viagens em transporte coletivo representaram 55% do total, contra 45% do modo individual. No levantamento de 1997, o transporte coletivo e individual estavam praticamente empatados, após uma tendência de queda da participação do transporte coletivo desde 1967, quando o primeiro levantamento foi realizado. "O fato mais importante dessa pesquisa foi a reversão na tendência do modo como as pessoas se deslocam", destacou Alberto Epifani, diretor de planejamento da CPTM.
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Pinda: Nova empresa de transporte coletivo trará melhorias ao município

A Prefeitura de Pindamonhangaba informa que a empresa de transportes Viva Pinda foi vendida para o grupo formado pela IAC Participações e PHD Participações. Essa companhia tem participações em várias empresas de todo o país e administra o transporte coletivo nas cidades de Maringá, Londrina e Cascavel-PR, Campo Grande-MS e Patrocínio-MG, dentre outras.
O prefeito João Ribeiro, frente às reclamações dos serviços prestados pela Viva Pinda, cobrava insistentemente melhorias e soluções. A Viva Pinda optou por vender suas atividades para um grupo que possa atender as demandas do transporte de Pindamonhangaba.
O novo grupo vai contratar funcionários para os setores de administração, finanças, manutenção e outras áreas – serviços que hoje são realizados pela Viva Pinda em Taubaté. Além disso, não deverá demitir funcionários. As negociações para a regulamentação do transporte complementar continuarão em ritmo acelerado, como vem acontecendo.
O novo grupo vai manter o nome fantasia “Viva Pinda” e implementará melhorias a todo sistema do transporte, de acordo com as demandas apresentadas pela Prefeitura e pedidos da população.
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Tempo em transporte coletivo aumenta 8 minutos em SP


O secretário dos Transportes Metropolitanos de São Paulo, José Luiz Portella, informou que o tempo médio de viagem para quem utiliza o transporte coletivo na região metropolitana aumentou de 61 minutos para 69 minutos, entre 1997 e 2007. Para quem usa automóveis particulares, o tempo subiu de 29 para 33 minutos.
Portella anunciou nesta quinta-feira o resultado da Pesquisa Origem e Destino 2007, que apresenta dados sobre os deslocamentos da população. Ao todo foram 30 mil entrevistas válidas e 431.658 endereços levantados referentes a locais de residência, trabalho, escola, além de origens e destinos de viagens e pontos de transferência entre modos.
De acordo com a pesquisa, em 2007 a região metropolitana tinha 19,5 milhões de habitantes, num crescimento de 16% desde 1997. A frota de automóveis particulares cresceu na mesma proporção.
Além disso, os dados apontam que, entre as pessoas com renda familiar de dois a oito salários mínimos, foram feitas 13,9 milhões de viagens diárias utilizando transporte coletivo e 11,3 mil com veículos particulares.
"O certo é o cidadão passar a deixar seu carro em casa e passar ao veículo coletivo. Por isso, o Metrô, que é uma experiência que deu certo, precisa ser ampliado", afirmou Alberto Epifani, diretor de planejamento da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM).
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Frota adaptada em Fortaleza supera média nacional

quinta-feira, 2 de abril de 2009


De 2004 a 2009, o número de ônibus adaptados para portadores de deficiência passou de 23 carros para 92. O número é pequeno mas atinge um crescimento de 300%


Em pouco mais de quatro anos, o número de ônibus adaptados para portadores de deficiência quadruplicou. Em 2004, eram 23 carros com elevadores. Hoje, existem 92. O número ainda é pequeno, considerando a frota de 1.800 ônibus na Capital. Mas, com o crescimento, Fortaleza fica com 5,1% de frota adaptada, percentual acima da média nacional: 4,5%. De acordo com a Empresa de Transporte Urbano de Fortaleza (Etufor), o número vai continuar crescendo à medida que a frota for se renovando. Os dados foram expostos ontem, um ano após a implantação da gratuidade do transporte público para o portador de deficiência. Durante entrevista coletiva realizada na Etufor, a coordenadora de Políticas Públicas para Pessoas com Deficiência (Compedef), Nadja Pinho, e o assistente técnico da Etufor, Flávio Arruda, ambos cadeirantes, discutiram conquistas e desafios da mobilidade. Para ter acesso ao cartão de gratuidade, o portador de deficiência precisa estar fora do mercado formal, ser beneficiário do Bolsa Família, do Benefício de Prestação Continuada (BPC) ou estar inserido no Cadastro Único.
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Uberaba - MG: Usuário reclama dos motoristas de ônibus do transporte coletivo


Motoristas do transporte coletivo de Uberaba continuam na mira dos usuários e suas ações despertam novas críticas, também de pedestres.

Depois de enfrentar uma série de disparos de parte da população uberabense, contra a demora dos ônibus para chegar aos pontos e aos destinos previstos, agora a Transmil encara o descontentamento dos usuários com os condutores de seus veículos.

Para o usuário Ismael Borges, um dos principais problemas é o desrespeito dos motoristas dos ônibus às leis de trânsito. “Eles não obedecem as preferências e andam como se fossem donos das ruas”, protesta. “E o pior: costumam parar os coletivos no meio da rua, e ainda abusam da velocidade quando estão andando”, completa.

Ismael lembra que é preciso lembrar estes funcionários que eles lidam, diariamente e constantemente, com seres humanos. “Os empresários do setor deveriam fazê-los passar por processos de conscientização dos seus direitos e deveres, pois, da forma como agem, deixam margens para que interpretamos que eles são, na maioria, sem preparo para trabalhar nessa área”, reivindica.

Ainda conforme o usuário, é necessária uma reciclagem profunda nesse setor, para que todos que dependem dos coletivos para se locomoverem, e os pedestres, tenham melhores serviços, menos aborrecimentos e caia a quantidade de registros de acidentes, atropelamentos e reclamações referentes ao serviço.









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Recife: Especialistas discutem soluções para problemas do trânsito na RMR


No cruzamento entre a Avenida Caxangá, a Real da Torre e a Benfica, na Madalena, zona Oeste do Recife, uma situação se repete diariamente: o engarrafamento. Esse ponto concentra os veículos que vêm da Rua Carlos Gomes, da Caxangá e da Real da Torre.

Além disso, o espaço para a circulação de carros foi reduzido com a criação de uma faixa exclusiva para ônibus, como parte da sobras do Corredor Leste-Oeste. Os motoristas reclamam, pedem soluções. Mas para o secretário de Serviços Públicos do Recife, José Humberto, o problema só tende a piorar.

“O trânsito aqui já foi muito pior do que está hoje e será ainda pior no futuro”, afirmou em entrevista ao Bom Dia Pernambuco desta sexta-feira (27). “Evidentemente o poder público deve proporcionar melhorias, fazer intervenções urbanísticas, mas também é preciso que as pessoas se conscientizem da importância de priorizar o transporte público”.

O arquiteto da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) César Cavalcanti, especialista no tema, concorda com o secretário. “O modelo de carro individual desperdiça o espaço urbano e é incompatível com a cidade”, explicou.

“Temos que garantir a melhor circulação do transporte coletivo e dar possibilidades para que as pessoas caminhem a pé, usem bicicletas. É preciso ampliar as alternativas de transporte da população”.
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Ribeirão Preto - SP: Ônibus ganham mais usuários


O total de passageiros no transporte público de Ribeirão Preto cresceu 8,3% em quatro anos e passou de 54,3 milhões em 2003 para 58,8 milhões em 2007, segundo o último levantamento do Ministério das Cidades e da Associação Nacional de Transportes Públicos (ANTP).

De acordo com superintendente da ANTP, Marcos Bicalho, o aumento no número de viagens de ônibus urbanos é uma tendência nacional. “Nos últimos anos, assim como ocorreu em Ribeirão, todo o País registrou um crescimento significativo na quantidade de usuários de transporte coletivo”, disse.

O levantamento da ANTP, com informações de 41 cidade brasileiras com mais de 500 mil habitantes, mostra que na capital São Paulo o aumento no fluxo de passageiros foi de 13,7% em quatro anos. Em 2003, foram registradas 1,6 milhão de viagens de ônibus. No ano de 2007, foram 1,8 milhão.


Segundo Bicalho, o principal motivo para a alta no fluxo de usuários do transporte coletivo foi a boa movimentação econômica dos últimos anos, antes da crise financeira internacional. “Em um bom momento da economia tudo melhora, a frota em geral aumenta e os passageiros de ônibus também, pois são mais pessoas que trabalham e se deslocam”, disse.Porém, de acordo com o superintendente, a crise internacional deve desacelerar a utilização do transporte coletivo. “Como houve um aumento nos anos anteriores, agora, a tendência é que haja uma queda no número de usuários”, disse.
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Programa CQC da Band: Matéria muito boa e ao mesmo tempo engraçada.

terça-feira, 31 de março de 2009

Programa mostra os problemas enfrentados pelos usuários do transporte público em Brasília, é impressionante o descaso das autoridades, pois o que você vai ver são ônibus com 18 anos de uso e totalmente acabados.


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Brasília: O retrato real do caos e do descaso no sistema de transporte coletivo de Brasília.





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Caxias do Sul: Mudanças em duas Linhas

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BH: Prefeitura e estudantes vão discutir meio-passe no transporte público

segunda-feira, 30 de março de 2009




A discussão sobre a concessão do meio-passe no transporte coletivo a alunos das redes pública e particular será levada ao prefeito de Belo Horizonte, Márcio Lacerda (PSB). Um encontro entre o chefe do Executivo municipal e representantes dos alunos está marcado para a segunda quinzena de abril.Segundo a assessoria de comunicação da BHTrans, após o encontro, um estudo de viabilidade pode ser feito para analisar o impacto do benefício no sistema de transporte. Estudantes reclamam que Belo Horizonte seria única capital do país onde a meia-passagem não é concedida.
Por esse motivo, cerca de 300 estudantes do ensino médio saíram às ruas do Centro da cidade na manhã desta quinta-feira, para pedir o meio-passe. Além disso, eles cobram a aprovação da lei na Câmara Municipal de BH que assegura o desconto nas passagens.Em entrevista à reportagem da TV Alterosa, alguns estudantes admitiram que o custo com deslocamento pesa no orçamento familiar. "Se for necessário manifestação semanal, mensal ou diária, vai acontecer. Esse ano tem que sair o meio-passe porque a situação dos estudantes vem piorando”, afirmou o presidente da Associação dos Estudantes Secundaristas, Guilherme Silva.
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