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Expansão dos sistemas rápidos de ônibus – conhecidos pela sigla em inglês BRT – já se torna uma realidade no Brasil

sexta-feira, 20 de julho de 2012

Com avanço muito lento em seus projetos de transporte coletivo, as grandes cidades brasileiras estão optando por uma alternativa mais barata e que pode tomar apenas um terço do tempo necessário para a implantação de novas linhas de metrô, mas duramente questionada como solução de longo prazo.

De qualquer forma, a expansão dos sistemas rápidos de ônibus – conhecidos pela sigla em inglês BRT – já se torna uma realidade no Brasil: 30 projetos em 15 cidades diferentes estão previstos para sair do papel nos próximos anos, com investimentos de R$ 10,7 bilhões só em obras civis.

A rapidez na construção dos BRTs, uma versão inspirada no modelo adotado por Curitiba nos anos 70, já movimenta a indústria de carrocerias de ônibus e chama a atenção de empreiteiras.

Além dos investimentos em obras, a Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos (NTU) prevê desembolsos de até R$ 8 bilhões em equipamentos, a fim de atender à demanda pelos corredores.

Ao contrário dos metrôs, que têm esbarrado na lentidão de seus planos de expansão, os projetos de BRT vêm ganhando velocidade.

Sete capitais estão com obras em andamento – Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Brasília, Recife, Curitiba e Belém – e devem inaugurar 252 km de corredores exclusivos até 2014. Outros projetos ambiciosos estão a caminho.

“A grande vantagem do BRT é que são obras e sistemas operacionais relativamente simples”, afirma o diretor-superintendente da NTU, Marcos Bicalho.

Para ele, o sistema entrou na moda graças ao sucesso do Transmilenio, a rede integrada de ônibus construída em Bogotá na década passada. Hoje, segundo Bicalho, cerca de 80 cidades no mundo operam BRTs.

A velocidade média do sistema varia muito em cada localidade, mas chega facilmente a 25 km/h e tem dobrado o ritmo dos ônibus onde foi implantado.

Bicalho destaca, no entanto, o prazo mais curto das obras. “Em 24 meses, dá para sair do zero e entrar em operação, incluindo a elaboração de projetos”, diz. Já o tempo médio de construção de uma nova linha de metrô chega a nove anos.

Para o professor Nilson Tadeu Nunes, chefe do departamento de engenharia de transportes e geotecnia da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), esse é justamente um dos fatores que mais têm pesado a favor da escolha dos BRTs pelos administradores públicos.

Apesar de ressaltar que qualquer investimento em transporte coletivo é bem-vindo, ele vê exagero na sua capacidade de resolver os problemas de mobilidade nas grandes cidades.

“Infelizmente, a nossa classe política é muito imediatista. Os dirigentes optam pelo BRT, porque é o que cabe no mandato deles”, diz.

Para ele, há um movimento de resgate dos investimentos em transportes sobre trilhos nas capitais, que exigem mais planejamento, e os sistemas rápidos de ônibus “surgem como um contra-ataque do setor rodoviário para não perder espaço”. “É um movimento velado. Mas ver o BRT como solução definitiva para a mobilidade urbana é uma completa idiotice.”

Algumas cidades que já tinham projetos prontos e financiamentos aprovados para a construção de BRTs, como Salvador e Cuiabá, mudaram suas decisões.

Em Salvador, o sistema foi trocado uma nova linha de metrô na avenida Paralela, que ainda não foi licitada e ficará pronta apenas depois da Copa do Mundo de 2014.

Em Cuiabá, a opção pelo veículo leve sobre trilhos (VLT) aumentou o custo do projeto em 248%, de R$ 424 milhões para R$ 1,477 bilhão.

Além disso, o contrato assinado no mês passado prevê a entrega das obras a poucos dias do evento esportivo.

Nos dois casos os governos estaduais argumentam que o sistema de ônibus seria insuficiente para atender à demanda e que só os sistemas escolhidos podem ser vistos como solução duradoura

Para o professor da UFMG, outros projetos de corredores de ônibus estão com a demanda subdimensionada e podem iniciar suas operações já saturados, como o Antônio Carlos-Pedro I, em Belo Horizonte.

“A partir de certa demanda, a solução mais adequada pode se tornar a metroferroviária. A chave é olhar o número de passageiros e a projeção de crescimento”, diz o presidente da Odebrecht Transport, Paulo Cesena.

Para ele, quando a demanda atinge em torno de 20 mil passageiros por hora/sentido, os sistemas rápidos de ônibus deixam de ser a solução mais adequada.

“O mais importante é que o Brasil vive uma oportunidade única de mudar a forma e o gerenciamento do transporte público. E os melhores exemplos internacionais foram vistos onde há autoridades metropolitanas encarregadas de planejar, implantar e fiscalizar a malha de transportes.”

A Odebrecht Transport acaba de fazer sua primeira incursão no mundo dos BRTs. Esse braço da empreiteira já atua em dois empreendimentos de mobilidade urbana: como acionista da ViaQuatro (operadora da linha 4 do metrô de São Paulo) e como controladora da SuperVia (trens suburbanos no Rio).

No mês passado, em um consórcio também formado por CCR e Invepar, a Odebrecht assinou contrato com a Prefeitura do Rio para construir e operar o corredor expresso Transolímpica.

A obra faz parte do pacote de investimentos para a Olimpíada de 2016 e prevê 13 km de novas vias, com uma faixa exclusiva para os ônibus do sistema BRT.

O consórcio fará a operação somente da via expressa e não do corredor de ônibus, mas a Odebrecht não descarta essa possibilidade em futuros empreendimentos do gênero.

“Em outras capitais, avaliamos também a operação dos BRTs, desde que seja algo integrado a outros modais de transportes”, diz Cesena.

Para a indústria de carrocerias, o impacto já se faz sentir e a previsão é de mudança no perfil das encomendas, mesmo sem aumentar as vendas totais.

A Caio Induscar, que detém 40% do mercado de ônibus urbanos, calcula que a entrega de veículos destinados a corredores de BRTs pode chegar a 300 unidades neste ano.

“Até 2014, podemos alcançar 2 mil ou 3 mil unidades”, prevê o diretor industrial da empresa, Maurício Cunha, demonstrando o ritmo de proliferação desse sistema no país. Ele acredita, no entanto, que a produção total deverá manter-se em cerca de 9 mil ônibus – a produção registrada em 2011. “Não haverá uma demanda nova, mas uma migração da demanda que já existe.”

Na semana passada, a Caio iniciou a demonstração da segunda versão do Millenium BRT, um veículo fabricado especialmente para os novos corredores.

O primeiro modelo, com chassi Volvo biarticulado sem ar-condicionado, começou a rodar em São Paulo, mas em corredores convencionais.

A nova versão traz novidades típicas da modernidade que cerca a operação dos BRTs: entra o ar-condicionado, muda a forma de fixação das poltronas, o design fica mais arrojado, a cabine para o motorista tem melhor acabamento, o sistema de iluminação é mais amplo.

A tendência é ter também um custo maior: a diferença de preço entre um ônibus articulado convencional e um de BRT gira em torno de 20%.

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MetrôRio comercializará, a partir de segunda-feira, novo cartão de integração com ônibus

A partir de segunda-feira (23/07) o MetrôRio, em parceria com a Fetranspor e a Riocard, comercializará um novo cartão unitário de integração ônibus expresso-metrô, em substituição ao bilhete de papel nas 14 linhas integradas ao sistema. O objetivo da mudança é coibir as fraudes nos bilhetes de integração.

O novo produto é fruto do trabalho conjunto desenvolvido entre a Concessionária e a Rio Card em busca de uma solução para evitar as fraudes e otimizar o processo de compra. Os novos cartões, bloqueados, serão vendidos exclusivamente nos ônibus. Em seguida, nas estações com integração, o cartão deverá ser introduzido nos validadores. O novo cartão terá o tempo máximo de integração de duas horas. No sentido metrô-ônibus expresso, não haverá modificações no sistema de bilhetagem.

Os atuais de bilhetes de papel serão válidos apenas até o dia 22/07.

Serviço:
Linhas em que o novo cartão de integração ônibus expresso-metrô

Fonte: Metrô Rio
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Lotações de Porto Alegre terão bilhetagem eletrônica ainda em 2012

Estudada desde o final do ano passado, a bilhetagem eletrônica integrada será implementada até o final de 2012 nas lotações de Porto Alegre. Nesta sexta-feira (20), será assinado convênio que permitirá o uso das lotações dos cartões TRI, já aceitos nos ônibus da capital gaúcha desde 2007.
 
A solenidade está marcada para as 14h, na Prefeitura, com a presença de representantes da administração municipal, da Associação dos Transportadores de Passageiros de Porto Alegre (ATP), da Associação dos Transportadores de Passageiros por Lotação (ATL) e da Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC).
 
Segundo o diretor-presidente da EPTC, Vanderlei Cappellari, a medida vai qualificar o transporte coletivo da capital gaúcha. “Trabalhamos diariamente por um transporte coletivo cada vez mais qualificado. O objetivo desta, e de outras ações, é incentivar e facilitar a circulação dos usuários na cidade”, declarou.
 
A partir da assinatura do convênio, serão definidas as questões técnicas para implantação da bilhetagem eletrônica integrada entre os sistemas de ônibus e lotação. De acordo com a previsão da EPTC, até o final deste ano estará efetivada a integração, envolvendo também o cartão SIM, usado no Trensurb.
 
Fonte: G1



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Obras de mobilidade urbana estão atrasadas em Natal, Cuiabá, Manaus e no Distrito Federal

Faltando dois anos para a Copa do Mundo de 2014, 8% das obras de mobilidade urbana prevista para serem concluídas até o início do evento estão atrasadas. Outras 36% estão em ritmo que requer atenção e 56% estão em ritmo adequado. Os dados são de balanço apresentado nesta quinta-feira pelo ministro das Cidades, Aguinaldo Ribeiro.

Os locais com obras de mobilidade urbana atrasadas são Natal, Cuiabá, Manaus e o Distrito Federal. Nesse último, a licitação que faltava para as obras do Veículo Leve sobre Trilhos foi concluída na semana passada. Com isso, o DF pode deixar a lista das unidades com obras em atraso, segundo o ministro Aguinaldo Ribeiro.

Em Natal, os problemas estão relacionados ao atraso na entrega de projetos, desapropriação de terras, falta de licenciamentos e intervenção do Ministério Público do Rio Grande do Norte. Em Cuiabá, as dificuldades são com desapropriação, falta de licenças ambiental e de instalação e também de projetos executivos. Na cidade de Manaus, há entraves envolvendo o patrimônio histórico e questionamento quanto ao formato da licitação.

"Em outubro, haverá uma nova avaliação do ponto de vista da Copa para ver se haverá comprometimento. Estamos trabalhando para que não haja", disse o ministro. O balanço sobre as obras de mobilidade para a Copa de 2014 foi divulgado durante o evento que lançou o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) Mobilidade Médias Cidades, no Palácio do Planalto.


Fonte: Terra
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Porto Alegre: Usuários do transporte público recebem guias e mapa de informação

A Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC) disponibiliza, a partir desta quinta-feira, 19, a edição 2012/2013 dos guias e mapa de transporte público da Capital. Ao todo, numa primeira tiragem, são 10 mil mapas de bolso de linhas de ônibus; 1,6 mil guias das linhas de ônibus e 1 mil guias das linhas de lotação. As publicações são disponibilizadas, gratuitamente, à população, apresentando os itinerários, horários e intervalos das linhas de transporte coletivo, entre outras informações. O evento de lançamento dos materiais está marcado para o foyer do Teatro Renascença, às 10h30, com a presença do diretor-presidente da EPTC, Vanderlei Cappellari, além de representantes da ATP e empresas de ônibus.(fotos)
 
Os guias e o mapa fazem parte do Plano de Qualificação de Informação ao Usuário do Transporte Coletivo, desenvolvido pela Gerência de Projetos e Estudos de Mobilidade da EPTC. O material será distribuído na Central de Passagem Escolar e Isenções (rua Uruguai, 45) e no Atendimento ao Cidadão da EPTC (Av. Erico Verissimo, 100), além dos Centros de Informação ao Turista espalhados por diversos pontos da cidade, como a Rodoviária e Aeroporto.
 
“O objetivo é facilitar a vida de quem utiliza transporte público, com uma informação de qualidade. Seguiremos imprimindo mais, principalmente os mapas de bolso. Nosso objetivo é atingir 100 mil unidades até a metade do ano que vem”, afirmou Cappellari.
 
Informação aos usuários – Quem utiliza transporte público em Porto Alegre pode contar, ainda, com o fone 156, Fala Porto Alegre, e 118, da EPTC, para informações sobre itinerários e tabela horária dos ônibus, 24 horas, todos os dias. Outras alternativas são os sites da EPTC e o PoaTransporte: ambos podem ser acessados, também, por celular e tablets com acesso à Internet. Neles, são possíveis consultas sobre os itinerários e tabelas horárias dos ônibus e lotações, assim como os pontos de táxi da Capital.

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São Paulo: Quatro municípios (Santos, São Vicente, Guarujá e Praia Grande) poderão receber recursos do PAC

quinta-feira, 19 de julho de 2012

A presidente Dilma Rousseff lança hoje, no Palácio do Planalto, o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) Mobilidade Médias Cidades, na presença de ministros e outras autoridades. Pela medida, serão liberados R$ 7 bilhões, por meio de financiamento público, para atender a 75 municípios, que tenham de 250 mil a 700 mil habitantes.

Na região, os quatro municípios mais populosos (Santos, São Vicente, Guarujá e Praia Grande) poderão ter acesso aos recursos da União, que propiciarão realizar obras e projetos para melhorar o sistema de transporte público.

A verba poderá ser utilizada para melhoria ou criação de infraestrutura de ônibus e trens, assim como aquisição de equipamentos para controle, integração e modernização de sistemas. Os recursos podem ainda ser usados em obras, desde que estejam integradas com o sistema de transporte.

Cada município pode apresentar até duas propostas. A inscrição deverá ser feita em formulário eletrônico, disponível na página do Ministério das Cidades na internet, a partir do dia 23 de julho até 31 de agosto. Haverá uma pré-seleção no período de 3 de setembro a 1º de outubro, para o enquadramento das propostas, além de reuniões presenciais para entrevistas e análise final até o dia 29 de novembro. As cidades selecionadas serão divulgadas no dia 30 de novembro.

Para participar do processo seletivo a fim de obter o financiamento público, os responsáveis pelos municípios interessados deverão elaborar o projeto executivo para obras como construções de estações e linhas de metrô, aquisição de veículo leve sobre trilho (VLT) e construção de corredores de ônibus.
Os recursos disponíveis aos municípios serão concedidos por meio de empréstimo. O financiamento pode ser feito em até 20 anos, com prazo de carência de quatro anos.

Fonte: Jornal A Tribuna

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Olinda, Caruaru e mais 75 cidades brasileiras beneficiadas com o PAC Mobilidade Médias Cidades

A presidenta Dilma Rousseff lançou hoje, o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) Mobilidade Médias Cidades, na presença de ministros e outras autoridades. Serão liberados R$ 7 bilhões, por meio de financiamento público, para atender a 75 municípios, que tenham de 250 mil a 700 mil habitantes.

De acordo com dados do Censo 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), as 75 cidades estão distribuídas em 18 estados brasileiros, e 51% ficam em regiões metropolitanas. Serão beneficiadas cidades como Joinville, em Santa Catarina, Uberaba e Juiz de Fora, em Minas Gerais, Ribeirão Preto e Sorocaba, em São Paulo, Niterói e Campos dos Goytacazes, no Rio de Janeiro, e Olinda e Caruaru, em Pernambuco.

Cada município pode apresentar até duas propostas. A inscrição deverá ser feita em formulário eletrônico, disponível na página do Ministério das Cidades na internet, a partir do dia 23 de julho até 31 de agosto. Haverá uma pré-seleção no período de 3 de setembro a 1º de outubro, para o enquadramento das propostas, além de reuniões presenciais para entrevistas e análise final até o dia 29 de novembro. As cidades selecionadas serão divulgadas no dia 30 de novembro.

Para participar do processo seletivo a fim de obter o financiamento público, os responsáveis pelos municípios interessados deverão  elaborar o projeto executivo para obras como construções de estações e linhas de metrô, aquisição de veículo leve sobre trilho (VLT) e construção de corredores de ônibus.

Há dois meses, Dilma anunciou a seleção de 51 municípios com mais de 700 mil habitantes, que receberão R$ 32 milhões em recursos do PAC Mobilidade Grandes Cidade. O programa financia projetos de metrô, VLT e corredores de ônibus. Do valor total, R$ 22 bilhões são do governo federal.

 O ministro das Cidades, Aguinaldo Ribeiro, a ministra do Planejamento Miriam Belchior, o secretário nacional de Mobilidade Urbana, Júlio Eduardo dos Santos, e a diretora do Departamento de Mobilidade Urbana, Luiza Gomide, também participarão da cerimônia de lançamento do programa, no Planalto.

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Terminais de ônibus de Curitiba recebem câmeras de monitoramento

Começaram a funcionar, nesta terça-feira (17), as câmeras de segurança instaladas em dois terminais de ônibus em Curitiba. No Terminal Campina do Siqueira, onde circulam diariamente 50 mil pessoas, foram colocados oito aparelhos, nas áreas de embarque, desembarque e na passagem subterrânea que liga um lado a outro. Já no Terminal do Boqueirão, são dez câmeras alojadas nas áreas onde circulam em média 80 mil passageiros por dia.

A partir de agosto, o monitoramento chega a outros quatro terminais de ônibus, nos bairros Capão da Imbuia, Capão Raso, Hauer e Fazendinha. A expectativa é que até 2013, todos os 21 terminais da cidade, além do Terminal Guadalupe, que atende à Região Metropolitana, recebam o sistema de segurança por vídeo. As imagens captadas são observadas de uma central de monitoramento.

Para os usuários, a vigilância traz mais tranquilidade. “Evita muitos roubos e furtos, porque a polícia consegue identificar as pessoas pela câmera”, acredita um passageiro. Segundo o diretor de Transportes da URBS, Antônio Carlos Araújo, o monitoramento traz ainda outras vantagens. “Qualquer problema que o terminal tenha, não só policial, mas no caso de alguma emergência, quando for preciso chamar uma ambulância, fica mais fácil”, argumentou.

Informações: G1 Paraná


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Implantação do Sistema BRT na Grande Vitória só em 2016

O governo do Estado anunciou que já está em andamento o projeto executivo do sistema BRT - os corredores exclusivos para ônibus. A assinatura da ordem de serviço para contratação do consórcio responsável pelo projeto ocorreu há cerca de um  mês.

O consórcio, formado por três empresas, receberá R$ 26,3 milhões para executar projeto em até um ano e meio. “O consórcio tem experiência internacional, dos principais países do mundo que já implantaram o sistema BRT. As três empresas são responsáveis pelos BRTs implantados na Colômbia, Peru, Guatemala, China e África do Sul”, afirma o secretário estadual de Transportes e Obras Públicas, Fábio Damasceno.

O sistema BRT terá a primeira etapa implantada até 2016, mas, segundo o governo, à medida que as partes do projeto ficarem prontas, algumas intervenções serão executadas. De acordo com Damasceno, serão várias obras de mobilidade na Região Metropolitana em um curto prazo.

“Algumas entregas vão acontecer ainda em 2012, como o projeto do Portal do Príncipe, da Praça do Cauê e dos túneis da Rodovia Norte-Sul, em parceria com a Prefeitura da Serra. São projetos que já estão em elaboração dentro do BRT e que terão implantação imediata, já que os recursos  já temos”, garantiu.

A primeira etapa de implantação dos corredores exclusivos para ônibus vai custar R$ 740 milhões, financiados pelo BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social). Serão 32 quilômetros de vias com faixas separadas para o transporte coletivo, interligando os terminais da Serra, Vila Velha e Cariacica.

“O BRT é um novo conceito de corredores de ônibus, com mais conforto, segurança e rapidez para os usuários. E, assim como o projeto da Quarta Ponte, será financiado com recursos do BNDES, no Programa de Mobilidade Metropolitana”, destacou.

Como vai funcionar

BRT: Projeto executivo
Consórcio de três empresas que farão o projeto executivo da primeira etapa do BRT já foi contratado. Grupo receberá R$ 26,3 milhões para executar projeto em até um ano e meio

Custos da obra
A primeira etapa de implantação dos corredores exclusivos para ônibus vai custar R$ 740 milhões, financiados pelo BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social)

Implantação
O sistema BRT terá a primeira etapa implantada até 2016 mas, à medida que as partes do projeto forem liberadas, algumas intervenções serão tocadas

Intervenções
Serão 32 quilômetros de vias com faixas separadas para o tráfego do transporte coletivo

Corredores exclusivos
No corredor exclusivo, os ônibus serão articulados, com portas em ambos os lados e com piso na altura das plataformas, o que facilita e agiliza o embarque e o desembarque dos passageiros

Projeto
Projeto também prevê faixas exclusivas centrais; estações de embarque e desembarque de passageiros; cobrança de tarifa nas estações, com ampliação da bilhetagem eletrônica; nova rede de linhas; controle da operação pelo ITS (Sistema de Transporte Inteligente)

Extensão
A primeira etapa dos corredores exclusivos para ônibus vai interligar os terminais da Serra, a começar por Carapina, até os de Vila Velha e Cariacica

Adaptações
Em Vila Velha, a Avenida Carlos Lindenberg e o Canal Bigossi já estão em obra para implantação do BRT. O projeto também prevê a ampliação em duas faixas do cruzamento entre a Avenida Nossa Senhora da Penha e a Rua Desembargador Santos Neves.



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Ônibus municipais de São Caetano terão integração gratuita entre os oito itinerários da cidade

Em setembro, os 20 mil passageiros de ônibus municipais de São Caetano terão integração gratuita entre os oito itinerários da cidade. Usuários que tiverem o cartão Sits (Sistema Integrado de Transporte de São Caetano) poderão fazer transferência em até uma hora, em moldes semelhantes aos do bilhete único, utilizado na Capital.

Atualmente, o cartão só permite transferência sem custos entre as linhas 1 (Santa Maria/Osvaldo Cruz) e 6 (Nova Gerty), além das linhas 4 (Santa Paula) e 5 (Bairro Mauá) com a 7 (Boa Vista). Passageiros do trajeto Prosperidade/Fundação podem fazer conexão gratuita com todos os outros itinerários.

A previsão é de que o bilhete único comece a valer no momento em que for iniciada a integração tarifária entre o sistema municipal e os trens (leia ao lado). O secretário de Mobilidade Urbana, Iliomar Darronqui, estima que a ampliação das conexões não irá gerar custos para a Prefeitura. "Essa é uma responsabilidade que cabe à concessionária (Vipe) e isso está previsto no edital de concessão do serviço", explica.

O titular da Pasta avalia, no entanto, que a empresa não terá acréscimo significativo de gastos. "A cidade é pequena, e a maioria das transferências não são entre linhas municipais, mas do municipal para o trem ou para os ônibus intermunicipais." A Prefeitura ainda não tem os números exatos de quantas pessoas fazem as conexões diariamente.

Com o início da operação, São Caetano será o quarto município da região a oferecer bilhete único. A primeira cidade a disponibilizar o benefício, em março do ano passado, foi São Bernardo. Lá, o Cartão Legal pode ser utilizado para integrações gratuitas em período de até 90 minutos. Em Mauá, o usuário pode fazer conexão sem custo adicional em até uma hora, usando o cartão DaHora. Diadema adotou neste ano o Sou (Sistema de Ônibus Urbano). Com ele, o usuário pode fazer baldeação gratuita em parte das linhas por até 50 minutos. Os demais municípios não têm sistemas semelhantes.

INTERMUNICIPAIS - O secretário de Mobilidade Urbana afirmou que apresentará neste mês à EMTU (Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos) o projeto para construção de duas estações de conexão nas entradas do município. O objetivo é fazer com que as linhas intermunicipais que têm São Caetano como destino passem a utilizar os terminais como ponto final. Dessa forma, menos coletivos circulariam pela cidade. "Vamos organizar o transporte e diminuir os congestionamentos", explica Darronqui. Das 43 linhas intermunicipais que passam por São Caetano, apenas 13 utilizam a cidade como passagem.

Prefeitura negocia integração tarifária com trens

O convênio para a criação de integração tarifária entre o sistema municipal e a CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) deve ser finalizado em cerca de 15 dias, informa o secretário municipal de Mobilidade Urbana, Iliomar Darronqui. A celebração do acordo, que já foi autorizada pela Câmara Municipal, ainda tem detalhes pendentes como a adaptação das catracas e a porcentagem do desconto.

Darronqui estima que o sistema será semelhante ao que já é adotado em Barueri, Jandira e Itapevi, na Grande São Paulo. Nesses locais, quem sai do sistema municipal para o trem paga R$ 4,40, sendo R$ 2,90 do ônibus e mais R$ 1,50 do trem. Sem a integração, o gasto seria de R$ 5,90. Atualmente, a tarifa municipal de São Caetano é de R$ 2,75.


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Monotrilho em São Paulo: Obras da estação e pátio Oratório que fazem parte da extensão da Linha 2 do Metrô avançam

quarta-feira, 18 de julho de 2012

A construção da estação e pátio Oratório, que fazem parte da extensão da Linha 2-Verde do Metrô, em monotrilho, estão em ritmo avançado. A estação está com a parte bruta da estrutura concluída. A próxima etapa será a finalização das lajes da plataforma e mezanino, para posteriormente serem iniciados o acabamento e instalação de cobertura metálica.

O governador Geraldo Alckmin inspecionou os trabalhos nesta quarta-feira, 18. “As obras estão em um bom ritmo. Nós devemos entregar no ano que vem a estação Vila Prudente, a estação Oratório e o pátio, que terá cinco quilômetros de vias para poder estacionar todos os trens”, afirmou.

A estação Oratório começou a ser construída em outubro de 2010. Quando finalizada, serão cinco mil metros quadrados de área construída e dois acessos, cada um com bicicletário para 50 bicicletas. A estação Oratório será totalmente acessível, contará com elevadores e escadas rolantes que permitem o acesso do mezanino às plataformas. A estimativa é de que mais de nove mil passageiros utilizem diariamente a estação quando em funcionamento, em 2013.

Entenda o prolongamento da Linha 2-Verde em monotrilho

O primeiro trecho do prolongamento da Linha 2-Verde do Metrô, Vila Prudente-Oratório, com extensão de 2,9 km, encontra-se em implantação e é composto por duas estações: Vila Prudente e Oratório, além do pátio Oratório.

Posteriormente, seguirá de Oratório a São Mateus, com extensão de 10,1 km e oito estações: São Lucas, Camilo Haddad, Vila Tolstoi, Vila União, Jardim Planalto, Sapopemba, Fazenda da Juta e São Mateus.

O trecho final, São Mateus-Hospital Cidade Tiradentes, terá sete estações e 11,5 km de extensão. No total, serão 24,5 km, ligando Vila Prudente ao Hospital Cidade Tiradentes, com 17 estações.

A inauguração do primeiro trecho do monotrilho da Linha 2-Verde, em construção entre Vila Prudente e Oratório, está prevista para 2013. O segundo trecho, até São Mateus, deverá iniciar funcionamento em 2014 e a chegada à Cidade Tiradentes, em 2016.

Com investimento de R$ 5,4 bilhões, a linha completa de Vila Prudente até o Hospital Cidade Tiradentes terá 24,5 km de extensão e 17 estações. A demanda da extensão em monotrilho da Linha 2-Verde será de pelo menos 500 mil passageiros/dia.

Do Portal do Governo do Estado

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