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Futuro da mobilidade paulista passa por trilhos

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Com o processo de adensamento populacional e sua inerente demanda por infraestrutura, a cidade de São Paulo segue com problemas quando o assunto é mobilidade urbana. A dinâmica da capital paulista, que completa hoje 458 anos, está apoiada em uma cultura que prioriza o automóvel e que cria, consequentemente, um maior espaço viário voltado para o trânsito de veículos privados. 
Segundo o engenheiro e ex-secretário estadual de Transportes de São Paulo, Adriano Murgel Branco, a densidade demográfica em constante crescimento gera a necessidade de investimentos em transporte coletivo. “Hoje, o transporte público responde por 55% das necessidades de mobilidade da população, e 45% são atendidas pelo transporte privado”, explica.

O engenheiro comenta a respeito dos alicerces sobre os quais foi erguido o sistema de transporte e exemplifica: “Se considerarmos que são necessários 127 automóveis para fazer o mesmo transporte que realiza um ônibus articulado fica fácil perceber o equívoco de anos dedicados ao estímulo da comercialização de carros e de descaso com a malha viária urbana. Não há espaço para tantos veículos”. Murgel demonstra com outro exemplo, ao afirmar que “os sete milhões de automóveis da cidade, colocados um diante do outro, formariam uma fila de 70 mil quilômetros”, aproximadamente duas vezes o contorno da Terra.

A instituição de corredores, um “sistema de transporte em faixas exclusivas” ou Bus Rapid Transit (BRT) é defendido pelo ex-secretário. Com fabricação no Brasil, os trólebus de última geração, seriam utilizados prioritariamente e, segundo Murgel, confeririam “eficiência, segurança, conforto, baixo nível de ruído e poluição atmosférica nula”.

Desta forma, seria possível “atender às demandas ambientais e à necessidade de um transporte confortável e atrativo para aqueles que utilizam só automóveis para locomoção”. Como modelo na capital paulista, Murgel cita, com ressalvas, o planejamento do Corredor ABD (que liga, desde 1997, São Paulo, Diadema, Mauá, São Bernardo do Campo e Santo André).

“O projeto havia sido concebido para ser 100% eletrificado e exclusivo. Com as obras não concluídas, o trecho que conecta os distritos de Jabaquara e Brooklin foi compartilhado com empresas distintas de ônibus, táxis, além da aparição de motos e carros particulares, saindo do pressuposto original de segregação”, explica.

“Ainda assim, apenas a primeira parte, que opera como previsto originalmente, implantada entre Diadema e São Paulo (zona leste), já demonstra cabalmente os resultados esperados”, complementa. Segundo pesquisa realizada pela Agência Nacional de Transportes Públicos (ANTP), 80% de seus usuários avaliam positivamente o corredor.

Custos

Um estudo realizado em 1998 pelo próprio engenheiro analisou o congestionamento urbano e as deficiências do transporte público e chegou a resultados que traziam prejuízos da ordem de R$ 22 bilhões todos os anos ao País. “Mais recentemente, o prof. dr. Marcos Cintra, PhD em Economia pela Universidade de Harvard e professor titular da Escola de Administração de Empresas da Fundação Getulio Vargas (Eaesp- FGV), fez cálculos semelhantes, chegando a uma avaliação de cerca de R$ 40 bilhões anuais”, completa.

Em razão do congestionamento das vias, nos horários de picos, é comum associar a superlotação dos ônibus à baixa velocidade de percurso. O especialista deixa claro que “reduzir o congestionamento, por si, permite o aumento da velocidade dos ônibus, tornando-os mais eficientes e reduzindo os seus custos”. No entanto, não basta renovar e ampliar a frota, “é preciso prever a reserva de faixas de circulação para ônibus, criando corredores exclusivos, que elevam consideravelmente a velocidade média e a oferta de transporte de alta qualidade, atraindo passageiros e reduzindo os custos operacionais”.

Há, segundo Murgel, uma ampla aceitação em nível mundial do BRT como solução para os problemas de mobilidade. “No mundo todo há uma centena de instalações desse tipo em curso e o Brasil precisa aderir a esse movimento”, conclui.

Qualidade

Gil Carvalho, diretor da Federação Internacional das Profissões Imobiliária (FIABCI/ Brasil) e representante da entidade na Câmara de Política Urbana da Associação Comercial de São Paulo, afirma que “a solução da questão da mobilidade passa, preferencialmente, pelos trilhos”.

O especialista, também professor licenciado de projetos da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo de Belas Artes, ressalta que a cultura que prioriza o automóvel “incha as cidades com imensas frotas cumulativas”.  Carvalho foca sua explanação no fluxo diário de pessoas e em como será possível criar condições de locomoção para toda a população.

 “Diariamente, partem dois milhões de pessoas para trabalho e estudo, que saem de centros como a macrópole paulista [São Paulo, Baixada Santista e Campinas]. É essencial, portanto, oferecer infraestrutura para que essa população chegue e saia da cidade de São Paulo de maneira organizada, segura e confortável”, discorre o professor.

Para ele, o transporte público de qualidade, com baixo impacto ambiental, é a solução para muitos dos males enfrentados atualmente.

“Alternativas como os trens metropolitanos de superfície – os veículos leves sobre trilhos (VLTs) –, o metrô, os monotrilhos, o sistema BRT, ciclovias, ciclofaixas, além de corredores de ônibus movidos por fontes de energia limpa devem ser priorizados pelos gestores públicos”, enumera.

Os projetos de infraestrutura voltados à população, para o especialista em Arquitetura e Urbanismo, devem atender às premissas de qualidade aplicadas na “filosofia do morar, viver e conviver”. Carvalho compara: “Mesmo em metrópoles consagradas pela organização e eficiência como Paris, por exemplo, que tem um dos melhores sistemas de metrô do mundo, com 200 km de linhas, também tem seus dias de trânsito congestionado”, completa.

Fonte: DCI



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Em Fortaleza, Começam as obras de mobilidade urbana na Via Expressa

Quem costuma trafegar pela avenida Almirante Henrique Sabóia, a Via Expressa, precisou de um pouco mais de paciência na manhã de ontem. No cruzamento com a Avenida da Abolição, a Prefeitura deu início às obras de mobilidade urbana para a Copa 2014. Estão sendo feitos serviços de fresagem (raspagem do asfalto), recapeamento e sinalização. Para isso, uma das faixas foi interditada. O bloqueio, apesar de não impedir o tráfego no local, deixou o trânsito lento em alguns momentos.

Como a via fica próxima ao Porto do Mucuripe e dá acesso à BR-116, o tráfego é sempre intenso. Principalmente de veículos maiores. “Os caminhões que vêm do porto, das indústrias que têm aqui perto, todos passam por aqui”, observava o aposentado José Clicério Rodrigues, 82, enquanto olhava o movimento das máquinas. A boa notícia para os motoristas é que o impacto no trânsito será reduzido. De acordo com a Prefeitura, as intervenções vão ser realizadas das 21h às 5 horas.

Inicialmente, os serviços vão ser feitos no sentido praia-sertão, na faixa da esquerda até a avenida Alberto Sá. A recuperação deve passar por toda a via até julho próximo. Pelo pacote da Copa, a Via Expressa ainda vai receber três túneis – no cruzamento com Santos Dumont, Padre Antônio Tomás e Alberto Sá. Os equipamentos vão ser construídos após a desapropriação feita pelo Governo do Estado para implantação do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT).

“Os recursos para isso (construção dos túneis) já estão garantidos”, confirmou Daniel Lustosa, coordenador do Programa de Transporte Urbano (Transfor), vinculado à Coordenadoria de Projetos Especiais e Relações Institucionais e Internacionais (Cooperii), responsável pelas ações municipais para a Copa. Na edição de ontem, ele explicou ao O POVO que, no momento, a via receberá apenas uma camada do pavimento e sinalização temporária. Após os túneis, vão ser colocadas a camada final e a sinalização definitiva.
Outras obras

Além da Via Expressa, mais quatro avenidas – Alberto Craveiro, Dedé Brasil, Paulino Rocha e Raul Barbosa - vão passar por reformas até agosto de 2013. Esse é o prazo final, conforme explicou o coordenador da Cooperii, Geraldo Accioly, no programa Revista O POVO/CBN, da rádio O POVO/CBN, na última segunda. “Assinamos uma matriz de responsabilidade com o Governo Federal”, completou. Como a gestão Luizianne Lins permanece até o fim do ano, Accioly garantiu que boa parte do cronograma será concluída até dezembro.

“Vamos deixar em dezembro de 2012 o cronograma no limite para ser concluído em agosto de 2013”. A segunda avenida a receber reformas será a Alberto Craveiro, em fevereiro. A via, além de ganhar um túnel, será alargada 45 metros. Com quatro faixas por sentido, a Alberto Craveiro vai ter espaço para o BRT (Bus Rapid Transit), sistema de corredor exclusivo para ônibus. As avenidas que vão receber as obras de mobilidade urbana da Prefeitura dão acesso à futura Arena Castelão, onde serão realizados os jogos.




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Projeto em terminais de ônibus de Campinas incentiva a leitura

O projeto “Leitura, a melhor viagem”, da Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas (Emdec), propõem aos usuários de ônibus um melhor aproveitamento do tempo de viagem no transporte público coletivo para enriquecer o conhecimento.
Um acervo de livros está disponibilizado nos terminais urbanos e na Rodoviária. Eles podem ser emprestados por todos os interessados, sem inscrições, taxas ou anotações. São mais de 120 mil títulos que o usuário do transporte pode levar para casa, ler e devolver quando quiser, em qualquer um dos terminais da cidade.
 
O projeto tem como objetivo garantir o livre acesso à leitura, utilizando os terminais urbanos, que são pontos de passagem, para facilitar a retirada e entrega dos livros.  O acervo do “Leitura, a melhor viagem” foi construído a partir de doações de empresas e da população e oferece toda a diversidade de leitura que qualquer cidadão pode buscar.
 
São livros educativos, coleções de história infantis e de artes, além de títulos de língua estrangeira, ficção, política, filosofia e romances. O único compromisso do usuário é garantir a rotatividade dos livros, fazendo a devolução, uma vez que a circulação dos títulos é que permite o acesso de todos.
 
A reposição dos livros ocorre semanalmente e o projeto sempre depende de doações do público, que podem ser feitas nos próprios terminais ou diretamente aos agentes da Emdec. Em casos de grandes quantidades, a empresa faz a retirada.
 
Informações - Gerência de Educação e Cidadania da Emdec. (19) 3772-4024 ou 3772-4078.
Fonte:assessoria de imprensa da Emdec



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Obras do VLT de Cuiabá só começam depois de março

A Secretaria Extraordinária da Copa (Secopa) programou, para os meses de fevereiro e março, a abertura de editais e as ordens de serviços para as principais obras de mobilidade urbana, previstas para a Copa do Mundo de 2014, em Cuiabá e Várzea Grande.

O cronograma dessas obras está “em cima da hora”, inclusive, com relação ao modal de transporte coletivo urbano definido pelo Governo do Estado, o Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), na ligação entre as duas cidades.

Quatro grandes obras de mobilidade estão com editais em andamento e, no dia 6 de fevereiro, de acordo com a Secopa, os envelopes com os nomes das empresas interessadas serão abertos. A licitação deve ser concluída até o final do mês e a ordem de serviço, assinada em março.

Os quatro editais dizem respeito a travessias urbanas: três trincheiras e a construção de um viaduto na Avenida Miguel Sutil, além de adequações viárias nas ruas. Todas serão feitas com recursos do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT).

As três trincheiras ficam entre as Avenidas Jurumirim e Dante de Oliveira (antiga dos Trabalhadores). São 915 metros de extensão, além de incluir melhorias no trecho compreendido entre a Rua Bela Vista (bairro Jardim Leblon) e a entrada da Av. Marechal Deodoro, somando 2,4 Km.

No segundo lote, a empresa vencedora edificará um viaduto de 325 metros, na região do trevo do bairro Despraiado, e realizará adequações viárias no trecho compreendido entre a Av. Marechal Deodoro e a entrada do Centro de Eventos do Pantanal, totalizando 1,8 Km.

A trincheira do bairro Santa Rosa, que terá 520 metros de extensão, integra o terceiro lote da licitação, o qual inclui ainda melhorias no trecho de 2,48 Km, entre o Centro de Eventos do Pantanal e a Rua Genaral Ramiro de Noronha.

No quarto lote estão a trincheira do bairro Verdão, com 460 metros de extensão, e as adequações no trecho compreendido entre a Rua General Ramiro de Noronha e a Rodovia Mário Andreazza, somando 2,32 km.

Ainda em fevereiro, serão lançados os editais de outras pequenas obras de desbloqueio, com recursos do DNIT: o viaduto na Av. Dom Orlando Chaves, o Complexo Viário do Tijucal (trincheira/viaduto), a adequação da rotatória da Av. Miguel Sutil (bairro Cidade Alta) e a adequação da rotatória da Av. Miguel Sutil, no bairro Coophamil.


Em andamentoJá estão em andamento algumas obras de adequação viária, como duplicação e desbloqueio: duplicação da ponte e rodovia Mário Andreazza; duplicação da Estrada da Guarita, em Várzea Grande; duplicação da Avenida Juliano Costa Marques (bairro Bela Vista, perto do Pantanal Shopping Center); complementação e construção de ponte na Avenida Jurumirim (bairros Novo Mato Grosso, Três Lagoas e Morada da Serra).

Em 8 de dezembro de 2011, também foram lançados os editais para intervenções na Rua dos Eucaliptos, no Jardim das Palmeiras, e da pavimentação da Avenida Camburiú e da Rua Cabeceiras, no Parque Geórgia, ambas na região do Coxipó.

E, por último, foi lançada em novembro e já está em andamento a construção de uma nova ponte sobre o Rio Coxipó, que vai interligar as avenidas Fernando Corrêa Costa e Archimedes Pereira Lima.

VLT

O projeto de instalação do Veículo Leve sobre Trilhos já teve aval do Governo Federal, por meio do Ministério das Cidades e da Caixa Econômica, e, na última semana, foi confirmada a doação de um terreno da Aeronáutica, em Várzea Grande, para a passagem do VLT, no Aeroporto Marechal Rondon.

De acordo com a Secopa, falta apenas a assinatura do contrato entre Governo do Estado e Caixa Econômica Federal para o lançamento do edital.

A previsão é de que a licitação esteja concluída entre o final de fevereiro e o começo de março.

Fonte: Midia News



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Domingo (29) é dia de ônibus a R$1,70 em Guarujá

No próximo domingo (29), a população de Guarujá poderá andar de ônibus pela Cidade por um preço mais em conta. Pelo decreto 8.841, assinado pela prefeita em 2010, todo último domingo do mês é dia de Tarifa Social. Atualmente, o preço do transporte coletivo neste dia passa de R$ 2,60 para apenas R$ 1,70.

Esta é apenas uma das conquistas da atual administração na área de transporte público. Nos últimos três anos, Guarujá teve a frota renovada com a entrega de cerca de 80 novos ônibus adaptados. Só no último dia 15 de janeiro, mais 11 veículos novos foram entregues à população. Com isso, a Cidade passou a ter 87% de sua frota operacional totalmente adaptada às pessoas com deficiência.

Todo dia 15 de janeiro, Dia de Santo Amaro, padroeiro de Guarujá, os usuários do transporte coletivo da Cidade podem andar nos ônibus de graça. O Passe Livre, gratuidade da tarifa, foi instituído pelo decreto 8.842, assinado pela prefeita também em 2010, considerando, além da data comemorativa, a implantação de política social de incentivo à mobilidade, ao lazer e à cultura e a busca da qualidade de vida e resgate da cidadania. A partir de então, a passagem é gratuita todo dia 15 de janeiro.

Gratuidade aos 60 anos – Em 15 de janeiro de 2010, também foi instituído, pelo Decreto nº 8.840, que as pessoas maiores de 60 anos não pagam mais a passagem nos ônibus municipais de Guarujá. A medida, pioneira na Região, atende ao Estatuto do Idoso.




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SPTrans oferece passeio turístico pelo centro histórico da cidade a bordo de trólebus

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Nesta quarta-feira, dia 25 de Janeiro, aniversário da cidade de São Paulo, a SPTrans disponibiliza aos cidadãos, em homenagem à aniversariante, uma volta  de trólebus pelo centro histórico da cidade, das 9h às 16h, passando pelos principais pontos turísticos do centro,  como Edifício Itália, Teatro Municipal, Edifício Martinelli, Banespa e Catedral da Sé.

A viagem, que será gratuita, tem duração de 40 minutos e começa no Páteo do Colégio, local onde nasceu a cidade de São Paulo. O trajeto será acompanhado por guias especializados na história da cidade.

Na segunda-feira, 23 de janeiro, a Prefeitura entregou 27 novos trólebus à cidade, totalizando 41 novos veículos de um frota de 190 ônibus elétricos. Para dar mais conforto aos interessados no passeio serão distribuídas senhas de hora em hora, podendo atender a 300 pessoas por período. O passageiro pode pegar uma senha, visitar outros pontos de interesse e depois chegar para fazer a viagem com segurança e tranquilidade.

A cidade de São Paulo foi pioneira no uso do trólebus no Brasil. Inaugurou sua primeira linha em abril de 1949, fazendo o percurso Aclimação-Praça João Mendes.
O trólebus é um veículo limpo, de baixo ruído,  confortável, com velocidade adequada para o tráfego urbano e, sobretudo, não emite gases prejudiciais ao meio ambiente e à saúde humana. Ou seja: apresenta ganhos em mobilidade, conforto na viagem e redução com os gastos em saúde pública, além de ser um patrimônio da cidade.

O passeio de trólebus é uma promoção da Secretaria Municipal de Transportes, SPTrans e SPTuris, com apoio da Secretaria de  Estado de Transportes Metropolitanos - através da EMTU/Metra-, do Consórcio Leste 4, da CET, da Secretaria Municipal de Saúde, da Guarda Civil Metropolitana, da Polícia Militar, da Sabesp, da Ong Respira São Paulo, do Páteo do Colégio e da Porto Seguro.

Serviço:
Dia: 25 de janeiro de 2012
Horário: das 9h às 16h
Local: Saídas do Páteo do Colégio
Duração do percurso: 40 minutos

Assessoria de Imprensa - SPTrans


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No Recife, Especialistas e urbanistas criticam construção de viadutos na Agamenom Magalhães

Muito se pensou para a Agamenon Magalhães, mas dificilmente o cenário que se desenha fazia parte do imaginário dos urbanistas. Já foram pensados elevados para a via desde a década de 1970 e, em 2009, o urbanista Jaime Lerner chegou a desenhar um modelo de elevado passando por cima do canal do Derby. O projeto de Lerner foi descartado e no lugar dele surgiram quatro viadutos que irão pontuar os quatro cruzamentos que apresentam as maiores retenções: Bandeira Filho, Paissandu, Dom Bosco e Rui Barbosa. A ideia do governo do estado é aumentar a velocidade da avenida que passará em média de 20km/h para 30 km/h. O ganho na velocidade se dará com a eliminação dos quatro cruzamentos.


O governo do estado já bateu o martelo e a licitação deverá ser concluída em março deste ano. A previsão é que a obra fique pronta até dezembro de 2013. O cenário futurista e ainda incrédulo para uma parcela da população está orçado em R$ 135 milhões. Mas o que se questiona é principalmente qual a vantagem dos viadutos para o transporte público?
Com a eliminação do elevado por cima do canal, por onde passaria livre o corredor exclusivo de ônibus, a faixa dos coletivos será feita em nível ao lado do canal e as paradas em cima do canal. Com os ônibus numa pista exclusiva haverá uma faixa a menos para os carros. Mesmo assim, a expectativa é de ganho na velocidade. “Para se ter uma ideia, no cruzamento da Paissandu que tem uma velocidade média de 5km/h, nos horários de pico, chegará a 18km/h com a remoção dos semáforos”, ressaltou o secretário das Cidades, Danilo Cabral.

O argumento de melhoria da velocidade ainda não convenceu especialistas no assunto. Para o professor do departamento de Engenharia da Universidade Federal de Pernambuco e membro do conselho da Associação Nacional de Transporte Público, César Cavalcanti o ganho é temporário.

“Nós temos uma frota que cresce 6% ao ano. Pode ser que não engarrafe no primeiro ano, mas a tendência é termos engarrafamentos por cima dos viadutos”, alertou. Também especialista em mobilidade urbana, o engenheiro Germano Travassos vê com preocupação a construção dos viadutos. “A primeira pergunta é aumenta a velocidade para quem? Para os carros? O foco não deve ser esse. É um equívoco, se o argumento for ganho na velocidade para o automóvel. A experiência nos mostra que é temporário e com um detalhe onde há mais fluidez, atrai mais tráfego”, afirmou.

Já Oswaldo Lima Neto, professor e doutor em mobilidade urbana, chama atenção para outro aspecto. “É necessário uma preocupação com o entorno que já é engarrafado e vai impactar nos viadutos. A Rosa e Silva, por exemplo, terá que ter os semáforos ajustados para acelelar o fluxo e tem que se pensar na travessia de pedestre”, ressaltou.

As críticas não tiram o otimismo do secretário Danilo Cabral. “O projeto prioriza o transporte público. Haverá uma faixa exclusiva para os ônibus com paradas em nível e pagamento antecipado e melhorando a velocidade da via, melhora também para os ônibus”, afirmou Danilo Cabral.

Com a construção dos quatro viadutos, 31 imóveis terão que ser removidos. No cruzamento da Bandeira Filho, por onde vai passar o primeiro viaduto, os impactos são mais visíveis. O supermercado Bombreço construído há mais de 40 anos será 100% removido. Em cima do terreno será construída a curva do viaduto. “Vai ficar ruim para fazer as compras, mas eu espero que melhore o trânsito. Não pode ficar do jeito que está”, afirmou a professora Helena Cavalcanti, 56 anos.

Também na Bandeira Filho, sete metros do Mc Donalds terá que ser recuado para a instalação de uma via local. O mesmo acontece com a Farmácia Pague Menos e o terreno da lateral do Clube Português. Na via, onde há também quatro edifícios residenciais, as preocupações são as mais variadas. “Tenho medo que embaixo do viaduto vire um ponto de sem teto ou drogados e as nossas moradias vão ficar mais inseguras”, revelou o aposentado Valter Vasconcelos Martins, 80 anos. A preocupação dele tem respaldo no que acontece na prática com a ocupação dos espaços vazios. No Recife, praticamente todos os viadutos têm ocupação irregular. Exceção apenas para os espaços que ganharam urbanização a exemplo do complexo de viadutos do Aeroporto dos Guararapes.

Por Tânia Passos



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Trem de alta Velocidade poderá ser lançado em abril

O governo federal adiou mais uma vez o lançamento do novo edital do TAV (Trem de Alta Velocidade) que irá ligar Rio de Janeiro, São Paulo e Campinas.
Previsto para ser lançado em fevereiro, o edital será publicado somente em abril quase um ano depois da primeira licitação fracassada para implantação do sistema em julho do ano passado. O primeiro leilão fracassou por falta de interessados.

A ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres), responsável pela condução do processo de concessão da ferrovia de alta velocidade, agora trabalha com a expectativa de que o leilão de concessão seja realizado somente no segundo semestre deste ano.

Informações divulgadas pela Agência Brasil, órgão de notícias do governo, informou que a licitação deve ocorrer em outubro. O diretor-geral da ANTT, Bernardo Figueiredo, informou ontem por nota que a minuta do edital será finalizada e encaminhada ao TCU (Tribunal de Contas da União) ainda neste mês. Segundo ele, o Ministério dos Transportes irá convocar uma reunião sobre o tema.
A agência informou ainda que realizará outras audiências públicas para discutir sobre a licitação e colher sugestões da população.

“Uma vez finalizada essa documentação, com o objetivo de tornar público e colher contribuições para o aperfeiçoamento do processo de licitação, a ANTT irá submeter à audiência pública a minuta do edital e do contrato de concessão, com as condições e prazos de participação no processo”, diz trecho da nota oficial.

A ANTT informou ainda que toda a documentação ficará disponível no endereço eletrônico da agência. A futura ferrovia terá duas paradas no Vale do Paraíba. Uma delas será em Aparecida. A segunda será escolhida pelo consórcio vencedor para operar o sistema. São José, Jacareí, Taubaté e Pinda disputam o posto da parada ou para sediar uma das oficinas de manutenção do trem.

Pela nova modelagem proposta pelo governo, o projeto do Trem-Bala será dividido em duas etapas. Na primeira fase será definido o operador e a tecnologia do sistema. Na segunda etapa, as obras civis e o projeto de engenharia, que definirá o custo final do projeto.

A implantação do TAV deve consumir mais de R$ 33,1 bilhões, segundo estudo realizado em 2008 pela União. No entanto, entidades do setor ferroviário e empresários da construção civil estimam que o custo deve ser corrigido para patamar superior a R$ 44 bilhões.

Fonte: O Vale



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SMTU anuncia 20 novos ônibus articulados em Manaus nesta semana

Ainda esta semana 20 novos ônibus articulados começam a circular nas linhas troncais de trânsito rápido. O anúncio foi feito nesta segunda-feira (23), pelo superintendente da SMTU, Marcos Cavalcante. Os veículos compõem a frota da empresa Rondônia, que comemorou a chegada dos articulados no último sábado, com a realização de uma grande carreata pelas avenidas Max Teixeira, Noel Nuteles, Torquato Tapajós e Constantino Nery.

Os ônibus irão servir a zona Norte com duas linhas troncais: a linha 300 será reforçada com oito carros que farão o trajeto entre o Terminal 03, Terminal 01 em direção ao Centro e a linha 640 recebe reforço de 12 novos carros que operam saindo do Terminal 04, Cidade Nova, Terminal 01 e Centro.

Marcos Cavalcante informou, ainda, que outros 96 ônibus articulados estão a caminho de Manaus. “Temos os 20 já em Manaus, 10 ônibus em trânsito e 66 saindo da fábrica. Esses veículos sairão da fábrica Marcopolo até final de fevereiro”, detalha Cavalcante.

O Superintendente da SMTU esteve pessoalmente em Caxias do Sul e confirmou o deslocamento dos ônibus da Marcopolo e também da fábrica Neobus para Manaus. ”Outros 49 carros articulados que irão atender a zona Leste, sob responsabilidade da empresa Global deverão chegar até final de fevereiro. Com isso, Manaus receberá 96 articulados para a zona Norte e 70 para a zona Leste, de um total de 166 ônibus articulados. Todos esses carros irão atender aos corredores centrais, promovendo um deslocamento rápido e seguro para a população”, calcula Cavalcante.

O início de operação dos 20 novos articulados será após a instalação dos Validadores – equipamento necessário para utilização do Cartão Passa Fácil, o que deverá acontecer ainda esta semana.

Em um trabalho integrado com a SMTU, a Secretaria Municipal de Infra Estrutura está fazendo reforço da base de recuperação do pavimento das avenidas Camapuã, Max Teixeira, Noel Nuteles, Torquato Tapajós e Constantino Nery, por onde irão trafegar os articulados. Da mesma forma estão revisando também os corredores da zona Leste.

Fonte: D24 AM



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Curitiba: URBS Inicia Cadastro para Passe Escolar

A Urbs iniciará na segunda-feira (30), o o atendimento descentralizado a estudantes interessados em obter o passe escolar que dá desconto de 50% na tarifa do transporte coletivo.
Até o dia 31 de março os estudantes poderão fazer o cadastramento nos núcleos da Urbs nas Regionais Cajuru, Piinheirinho, Boa Vista, Fazendinha, Carmo, Bairro Novo e Santa Felicidade, além da sede central da Urbs, na ala Estadual da Rodoviária. O atendimento é feito de segunda a sexta-feira, das 8h30 às 17h.

O atendimento pode ser agendado pela internet, com preenchimento do cadastro, agilizando o atendimento. Para isso basta acesso o site da Urbs (www.urbs.curitiba.pr.gov.br) procurando por Passe Escolar onde estão disponíveis também as informações sobre quem tem direito, documentação necessária e como solicitar o benefício.

O passe escolar é fornecido a alunos matriculados em escolas de ensino regular de primeiro, segundo e terceiro graus que morem a mais de 1.200 metros da escola e cuja família tenha renda de até três salários mínimos, no caso de ter um filho; até quatro salários mínimos para dois filhos; e até cinco salários mínimos para três filhos ou mais.

Após a aprovação do cadastro a Urbs fornece o Cartão Transporte Estudante, no qual será feita a carga dos créditos adquiridos. O limite máximo de passes escolares é de 400 por ano, com utilização de dois passes por dia exclusivamente no transporte coletivo urbano. Podem ser adquiridos 50 créditos porr mês ou 100 créditos por dois meses, contados da data da última aquisição. O passe escolar é destinado apenas a alunos que estudem e morem em Curitiba.

O cadastro é feito com preenchmento de formulário fornecido pela Urbs que pode ser assinado pelo aluno que tiver 18 anos ou mais e, no caso de menor de idade, por pais ou responsáveis. Deve ser apresentada declaração de matrícula original contendo o grau, a série e à escola. Caso o aluno seja beneficiário de bolsa de estudo, ProUni ou FIES, também será necessário apresentar declaração original.

Os demais documentos devem ser apresentados o original, fornecento cópias que ficarão anexadas ao cadastro. São exigidos CPF e documento de identificação do estudante e do responsável legal (pais, tutor), o que pode ser carteira de identidade, carteira de trabalho ou outro documento equiparável.

Também é necessário comprovante residencial em nome do aluno ou do responsável legal (conta de luz, telefone fixo, talão de IPTU, talão de água, etc); e comprovantes de rendimento familiar atualizado.

O rendimento pode ser comprovado com carteira de trabalho, contracheque, ou declaração do empregador com firma reconhecida em que conste a remuneração.
No caso de autônomos, uma declaração assinada pelo aluno ou responsável, com duas testemunhas com firma reconhecida em cartório. A declaração deve conter a remuneração total. Deve ser apresentada carteira de trabalho comprovando que não há registro de trabalho. No caso de pensão, é preciso apresentar também documento atualizado de comprovação de renda emitida pelo instituto previdenciário.

Se necessário, a Urbs poderá solicitar para análise da renda familiar, a declaração de imposto de renda dos pais ou responsável legal do aluno beneficiado, ou dele próprio quando for o caso.

Números – De janeiro a dezembro de 2011, a Urbs renovou 12.281 cadastros e aprovou 7.416 cadastros novos,  totalizando 19.696 estudantes beneficiados.
Por faixa salarial, foram expedidos passes escolares para 17.405 alunos de famílias com até um salário mínimo; 1.946 alunos de famílias com renda até quatro salários mínimos e 346 com renda até cinco salários mínimos. A maioria dos beneficiados no ano passado é do segundo grau, cerca de oito mil alunos. Outros 6,6 mil estudantes eram do primeiro grau e 5,3 mil do terceiro grau.

Serviço Passe Escolar –
Atendimento descentralizado -  De 31 de janeiro a 31 de março atendimento nos núcleos da Urbs nas Regionais Cajuru, Piinheirinho, Boa Vista, Fazendinha, Carmo, Bairro Novo e Santa Felicidade, além da sede central da Urbs, na ala Estadual da Rodoviária.
Horário: de segunda a sexta-feira, das  8h30 às 17h.
Agendamento, preenchimento do cadastro e informações pela Internet: www.urbs.curitiba.pr.gov.br clicando em Passe Escolar.
 
Fonte: URBS



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Prefeitura de São Paulo entrega 27 novos trólebus no programa Ecofrota

O prefeito de São Paulo entregou na manhã desta segunda-feira (23/1) 27 trólebus para o transporte público da cidade, durante cerimônia no Tatuapé, Zona Leste da cidade. No total, já são 41 novos veículos elétricos na Cidade e a  meta é entregar um total de 140 ônibus deste tipo até o fim do ano, o que corresponde a 70% da frota de 190 trólebus. Esta remessa também contribui com o Programa Ecofrota, por se tratar de veículos que não emitem poluente no ar da capital.

"A entrega desses 27 trólebus é mais um importante passo que a Prefeitura dá no sentido de empregarmos energia renovável, que não polui. É muito gratificante perceber que as nossas metas estão sendo atingidas", destacou o prefeito.

Além de não emitir poluentes, os novos trólebus são mais silenciosos, obedecem as mais modernas normas de segurança veicular com faixas refletivas instaladas na parte externa, possuem corredores que permitem melhor circulação interna de passageiros, saídas de emergência mais práticas, contando com piso baixo e portas mais largas, melhorando o embarque e desembarque, principalmente para pessoas com dificuldades de locomoção. Na comparação com a mesma quantidade de veículos movidos a diesel, essa frota de 190 veículos representa que mensalmente deixaram de ser emitidos 3.078 quilos de CO, 228 quilos de HC, 3.534 quilos de NOx, 48 quilos de material particulado e 1.490.550 quilos de CO².

"Essa entrega foi um processo complexo que se transformou em um desafio vencido. Acreditamos que a reestruturação do sistema de trólebus seja o melhor caminho para a cidade, já que é um projeto eletrificado, que não polui e traz todos os benefícios que a população conhece", afirmou o secretário municipal de Transportes.

Trólebus na cidade
Na cidade de São Paulo circulam 190 trólebus, que percorrem 137 quilômetros de cabos, divididos em 11 linhas, a maioria na Zona Leste da cidade, transportando 110 mil passageiros por dia. A idade média da frota é de 22 anos, mas parte dela passou por restauração, fazendo com que sua vida útil fosse aumentada.

Em 2009, foi iniciada a renovação da frota dos trólebus em São Paulo. No entanto, a maior dificuldade foi encontrar fabricantes que pudessem fornecer os veículos dentro das especificações exigidas pela SPTrans para operar na cidade. O problema foi solucionado em 2011, quando a substituição dos veículos antigos voltou a ser feita.

Outro passo importante para a constante melhora no sistema de trólebus de São Paulo é a modernização da rede aérea. Uma empresa foi contratada para modernizar a rede e fazer a manutenção corretiva e preventiva, com a troca de 162,5 km do total de 201,4 km da rede aérea. Com esta modernização o atendimento a ocorrências envolvendo a rede de trólebus deve ter seu tempo reduzido, melhorando as condições operacionais, a fluidez do sistema, além de oferecer um sistema mais seguro aos usuários.

Programa Ecofrota
A Prefeitura de São Paulo investe em novas tecnologias veiculares a fim de diminuir a emissão de poluentes no ar da Capital, oriundos da frota do sistema de transporte público. Os trólebus são uma alternativa ambientalmente mais eficiente.

O programa Ecofrota, lançado em fevereiro passado, prevê a utilização progressiva de combustíveis limpos na frota de ônibus de São Paulo, em consonância com a Lei de Mudanças no Clima, que preconiza que todo o sistema de transporte público do Município deverá operar com combustível renovável até 2018. Em 2011, a Prefeitura investiu R$ 47,6 milhões na ampliação da frota que utiliza combustíveis renováveis menos poluentes. De fevereiro de 2011 a janeiro de 2012, houve uma redução de 13,9% nas emissões dos poluentes dos ônibus por conta do Programa Ecofrota.

Na ocasião, foi iniciado o abastecimento de 1.280 ônibus com B20, uma mistura que utiliza 20% de biodiesel. Em maio começaram a operar os primeiros 50 ônibus a etanol da frota da capital.
No último dia 21 de janeiro foram entregues outros 10 ônibus movidos a etanol e estão sendo testados veículos híbridos, movidos a bateria elétrica e diesel, além de outro movido a hidrogênio.

Todo ônibus que circular com algum tipo de combustível menos poluente recebe um selo da Ecofrota, identificando o tipo de combustível, seja ele etanol, biodiesel, elétrico ou híbrido.

Tecnologias utilizadas
Biodiesel: 1.200 ônibus são abastecidos com uma mistura de 20% de biodiesel de grãos ao diesel já utilizado na Cidade. A utilização do combustível B20 nesses veículos reduz em até 22% a emissão de material particulado, 13% de monóxido de carbono e 10% de hidrocarbonetos

Energia elétrica: A Prefeitura, por meio da SPTrans vai renovar 140 dos 190 trólebus que circulam na cidade. Quatorze veículos novos já estão operando com emissão zero de poluentes.

Diesel de cana: 160 ônibus abastecidos com 10% de diesel de cana-de-açúcar estão circulando na Cidade. Os testes realizados anteriormente apresentaram uma redução de até 41% de fumaça preta, comparado com os veículos abastecidos com diesel B5.

Etanol: 60 veículos abastecidos com etanol operam com redução de emissão de material particulado, NOx e sem liberar enxofre no ar de São Paulo.

O restante da frota utiliza combustível B5 S50, ou seja, uma mistura de diesel de petróleo adicionado a 5% de biodiesel. A SPTrans investe ainda na renovação da frota da Cidade, realizando a troca dos veículos antigos por modelos de tecnologia mais nova,  com maior capacidade e menos  poluentes. Dos 15 mil ônibus da frota, 12.037 (ou 80%) já foram renovados.

Informações: Prefeitura de São Paulo



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