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Seis estações do Metrô de Sobral (VLT) começam a ser edificadas

terça-feira, 26 de julho de 2011

Após cinco meses do início da obra, a implantação do Metrô de Sobral avança. Em visita de inspeção realizada esta semana, técnicos da Companhia Cearense de Transportes Metropolitanos – Metrofor verificaram o andamento da obra. Seis das 11 estações do empreendimento começaram a ser edificadas. A previsão é que a obra seja concluída no final de 2012. 

O sistema vai ser operado com veículos leves sobre trilhos (VLTs) aproveitando parte da malha ferroviária já existente. O empreendimento vai estruturar o sistema de transporte urbano da cidade de Sobral, polo de desenvolvimento da Região Norte, o que vai melhor a qualidade de vida da população residente e de seus visitantes.

O Metrô de Sobral terá 12,18 quilômetros de extensão e terá dois ramais. Um deles, com extensão de 6,4 quilômetros, compartilha a linha de cargas já existente e hoje administrada pela Transnordestina Logística. Também será implantado o Ramal Grendene-Cohab III, com 5,7 quilômetros, que vai atender o bairro mais populoso de Sobral, Dr. José Euclides, e grandes polos geradores de viagens, como a Grendene e o Centro de Convenções. Os dois ramais formam dois “us” invertidos, que se tangenciam numa estação de integração.

No trecho remodelado, serão instaladas seis estações (Sinhá Saboya-Cohab II, Dom Expedito, Boulevard do Arco, Coração de Jesus, Dom José e Sumaré). Já foram executados a fundação, os pilares e a plataforma da estação Cohab II e teve início a montagem de sua estrutura metálica. A escavação da fundação da estação Dom José também foi finalizada. Na Dom Expedito, foram concluídos o aterro, as fundações, os pilares e está sendo executada a plataforma. Na estação Sumaré, estão também concluídos a fundação, os pilares e a plataforma.

Na linha a ser implantada, serão cinco estações (Grendene, Junco, José Euclides, Alto da Brasília e Cohab III). Na estação Grendene, estão finalizados as fundações, os pilares e a plataforma. Foi iniciada a montagem da estrutura metálica. Na estação Alto da Brasília, fundações e pilares foram concluídos. Está sendo construída a plataforma.

O Metrô de Sobral será operado com cinco veículos leves sobre trilhos. O projeto surgiu como uma necessidade do Governo do Estado de estruturar as cidades de médio porte do Estado do Ceará, aliando investimentos públicos à melhoria da qualidade destes municípios. O empreendimento terá um investimento de cerca de R$ 70 milhões.


Fonte: Governo do Ceará

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No Rio, Corredor exclusivo para ônibus chega em agosto a Ipanema e Leblon

O corredor exclusivo para ônibus, o BRS (Bus Rapid System), será implantado nos bairros de Ipanema e Leblon, na Zona Sul do Rio, no dia 20 de agosto. A informação foi confirmada nesta segunda-feira (25) pela Secretaria municipal de Transportes.
Em maio, o subsecretário municipal de Transportes, Carlos Maiolino, havia divulgado que o corredor vai funcionar nas avenidas Visconde de Pirajá e Prudente de Moraes, em Ipanema, e nas avenidas Ataulfo de Paiva e General San Martin, no Leblon.
De acordo com a assessoria, também há previsão do corredor exclusivo nas ruas São Clemente e Voluntários da Pátria, em Botafogo, na Zona Sul. Já na Zona Norte, as ruas Conde de Bonfim e Haddock Lobo, na Tijuca, e Rua Vinte e Quatro de Maio e Avenida Marechal Hermes, no Méier, também serão contempladas. Outro bairro que faz parte do projeto é o Centro, com as avenidas Presidente Vargas e Rio Branco, e Rua Primeiro de Março. No entanto, o sistema deve ser implantado até 2012.

Sistema foi implantado inicialmente em Copacabana

O corredor exclusivo já funciona em Copacabana, nas ruas Barata Ribeiro e Raul Pompeia, em Copacabana, Zona Sul, desde o dia 9 de abril, complementando o trecho da Avenida Nossa Senhora de Copacabana, implantado em fevereiro.
Segundo as regras, os ônibus devem usar as duas faixas da direita da Avenida Nossa Senhora de Copacabana, e os outros veículos devem circular pelo lado esquerdo da via.

A multa para carros comuns que forem flagrados transitando nas faixas seletivas é de R$ 53. O corredor exlusivo para os ônibus funciona de segunda a sexta-feira, de 6h às 21h, e sábado, de 6h até as 14h.


Fonte: G1.com.br

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Recife: Motoristas aprovam mudanças no trânsito da Agamenon Magalhães

Esta segunda-feira (25) foi o primeiro dia útil depois das mudanças no trânsito na avenida Agamenon Magalhães, no sentido Olinda-Recife. Logo cedo, em muitos momentos, a pista principal ficava livre enquanto os carros andavam bem devagar na pista local. Muitos motoristas que passaram pela via acharam que os engarrafamentos diminuíram.
As alterações entraram em vigor no último sábado (23). As mudanças provocaram alterações em 14 linhas de ônibus. “São mudanças que têm um impacto mínimo para o usuário. Nossa preocupação é com a divulgação. Colocamos cartazes nos ônibus, nessas linhas, com antecipação para que todos os usuários tenham ciência dessas mudanças”, afirma a diretora de Operações Consórcio, Taciana Ferreira.

Logo depois da descida do viaduto sobre a avenida João de Barros, muitos motoristas pegaram a pista local. Agora, este é o acesso para o Hospital da Restauração. Quem passar direto, só tem mais uma chance entrar próximo à rua Nicarágua. Foram fechados os acessos de saída e entrada perto do Clube Português. A pista local também é o caminho obrigatório para quem vai no sentido Olinda - Boa Viagem e quer fazer retorno. É proibido para quem segue na pista principal virar à esquerda nos pontilhões - das 7h às 22h.

Para ir ao Parque Amorim, é preciso pegar a pista local, entrar na rua Bandeira Filho dar a volta no quarteirão para sair na avenida Rui Barbosa e assim cruzar a Agamenon Magalhães. Agora, para pegar a rua Dom Bosco, o motorista deve estar na pista local, entrar na rua Amaury de Medeiros, dar a volta no quarteirão e pegar a rua Henrique Dias  e cruzar a Agamenon.

“A gente está dando mais fluidez aqui na Agamenon, tanto na via principal quanto na secundária. Até agora, a velocidade era em torno de 20 km/h. A expectativa da gente é que tenha um aumento de 12%, 13%”, explica a presidente da CTTU Maria de Pompéia Pessoa.
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Fonte: Pe360graus.com


 
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Em Curitiba, Falta de acessibilidade no Terminal do Guadalupe

No Terminal do Guadalupe fica no centro de Curitiba chegam e saem linhas diretas (Ligeirinhos), troncais, convencionais, madrugueiras e metropolitanas, que ligam Curitiba à Região Metropolitana. O local, que deveria facilitar o trânsito da população não tem cumprido esse papel. Pessoas com deficiência têm encontrado dificuldades no local devido à falta de acessibilidade.

José Aparecido Leite é cadeirante há 26 anos, cego há 28 e mora em Colombo. Ele sai da cidade, localizada na Região Metropolitana, quase todos os dias em direção à Curitiba, onde participa de debates, fóruns e dá palestras sobre acessibilidade. O trajeto, ele geralmente faz de ônibus, que para no Terminal Guadalupe. Para ele, a maior barreira não é a distância e sim a falta de rampas de acesso no desembarque.
“Eu não posso atravessar as ruas onde eu quero, em qualquer lado do terminal, e sim onde eles colocam rampas. Aqui o número é mínimo. Além disso, elas são desniveladas e nos colocam em perigo, pois a roda engata nos desníveis e corremos risco de cair”, relata.

Outra norma assegurada pela legislação e defendida por todos os deficientes é a melhoria de calçadas e pisos. No caso do terminal Guadalupe, o piso é escorregadio, o que também não está de acordo com a lei, já que o piso deve ser antiderrapante.

As barreiras para os cadeirantes não param por aí. O banheiro do terminal, que já passou por melhorias porque antes tinha degraus na entrada, continua com problemas de acessibilidade. O primeiro ponto destacado por Leite é que os banheiros destinados a pessoas com deficiência deveriam ser exclusivos para eles. Chegando ao terminal, funcionários do local estavam utilizando. “A cultura do cidadão ainda é muito precária. Os cadeirantes não podem esperar para utilizar o banheiro, já que alguns não conseguem ter controle gastrointestinal. Portanto, a espera é inviável”, explica.

Além disso, o compartimento do papel higiênico é muito longe e quem está sentado no vaso sanitário não consegue alcançar. “Logo vemos que eles fazem as coisas de qualquer jeito, que isso não foi pensado”, diz Leite. Da mesma maneira estão os caixas eletrônicos do terminal. A altura deles não é compatível com a dos cadeirantes, que não alcançam os botões para utilizar os serviços. Sem falar em todos os estabelecimentos comerciais do local, que têm degraus nas suas portas.

Evaldo Hermany é deficiente visual e precisa utilizar o terminal Guadalupe algumas vezes. Para ele, além do piso ser bastante escorregadio, outro grande problema é a inexistência do piso tátil. No terminal, onde passam as linhas dos ônibus existe apenas uma faixa amarela de segurança e que não tem nenhum tipo de relevo para que um deficiente visual possa distinguir e não ir para a rua. “Essa faixa não tem nada de tátil”, diz ele.
Hermany ainda ressalta que no terminal e nenhum outro ponto de ônibus de Curitiba disponibilizam informações em braile. “Ou perguntamos para as pessoas ou ficamos sem saber que ônibus passa ali. E se não tiver ninguém uma hora que precisemos?”, questiona.

Falhas também estão dentro dos ônibus e estações tubos

Estima-se que cerca de 70% dos elevadores destinados a cadeirantes nos tubos da cidade estão estragados. Quem fez a média não é nenhum órgão ou analista que fica no escritório, e sim quem necessita utilizar dessas estruturas todos os dias. “O elevador estar estragado é mais comum do que estar funcionando”, diz o cadeirante José Aparecido Leite.
A outra maneira de se chegar até uma estação tubo, quando não tem o elevador, são as rampas. O arquiteto e especialista em acessibilidade, Ricardo Mesquita, denuncia que a maioria delas não é feita na inclinação adequada, de 6º, ou no máximo 8º. A rampa da estação Guadalupe, próxima ao terminal, é um exemplo. São 18º de inclinação, o que é um obstáculo imenso para os cadeirantes, tanto na subida, quanto na descida.

“Ou o cadeirante desce se segurando e com controle, ou então com certeza vai cair, já que a rampa além de mais inclinada é menor do que o necessário em 3 metros. Desta forma, ele é praticamente jogado para a calçada, que tem um buraco enorme na seqüência”, explica Mesquita.
 Dentro dos tubos o problema continua. As rampas para entrar nos ônibus são praticamente degraus e os locais para os cadeirantes se encaixarem nos veículos não são respeitados pelos demais passageiros. Mesquita ainda aponta que o cinto de segurança deveria ser de quatro pontos, para realmente segurar o tronco e manter estável quem viaja sobre rodas.
Porém, apesar das barreiras físicas, um dos maiores problemas é a falta de respeito, tanto de passageiros, motoristas e cobradores. “Seria necessário um curso de reciclagem constante. A maioria dos motoristas não respeita os cadeirantes e dirige de maneira perigosa, possibilitando acidentes e colocando muitos em perigo”, desabafa Leite.

Fonte: Bem Paraná
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Aracaju terá 100 km de ciclovias em 2012

Mais de três anos se passaram desde que Aracaju conquistou o título nacional da ‘Capital da Qualidade de Vida´. Na época, o título, baseado no ranking realizado pelo Ministério da Saúde, foi concedido à cidade por apresentar os melhores índices de hábitos saudáveis entre a população, atrelado às iniciativas do poder público no estímulo à adoção desses hábitos, a exemplo do projeto Academia da Cidade e a grande extensão da malha cicloviária.

De lá para cá, ambas as iniciativas da Prefeitura Municipal de Aracaju (PMA) foram ampliadas com o objetivo de atender o maior número de pessoas possíveis. A Academia da Cidade atua em 16 pólos e serve como modelo de referência para o programa nacional ‘Academia da Saúde´. Já a malha cicloviária aumentou vertiginosamente ao longo dos anos, passando de 40 km, em 2008, para quase 100 Km de extensão até o próximo ano.

Se comparada à cidade do Rio de Janeiro, considerada a segunda cidade da América Latina com a maior malha cicloviária, Aracaju deve se orgulhar por ser a capital brasileira com a maior faixa cicloviária proporcional ao número de habitantes. Afinal, se na Cidade Maravilhosa existe 200 Km de ciclovias para mais de seis milhões de habitantes, ocupando um espaço de 43.696.054 Km², a Capital da Qualidade de Vida possuirá quase 100Km de ciclovias para, aproximadamente, 600 mil pessoas ocupando uma área total de 181,8 Km².
Interligação

Vários pontos da cidade serão contemplados com o projeto de ampliação e reestruturação de ciclovias, já que a intenção é que estas novas vias sirvam tanto para a locomoção de quem vai ao trabalho, como para a prática esportiva e atividade de lazer. Mais de 21 Km de ciclovias serão construídas nas principais ruas e avenidas da cidade. Os investimentos do projeto, com apoio do Governo Federal, já estão calculados em mais de R$ 4,5 milhões. A Empresa Municipal de Obras e Urbanização (Emurb) está em processo de contratação da empresa responsável pela execução da obra.

O traçado do projeto básico já foi finalizado e a Emurb está em processo de contratação da empresa que fará a elaboração do projeto executivo de todas as ciclovias propostas. Após a contratação dessa empresa e a elaboração do projeto, será realizada a construção dessas novas ciclovias. O objetivo é dar continuidade ao projeto básico de ciclovias que já conta com cerca de 70Km de extensão, diz assessora do Departamento de Planejamento e Sistema da Superintendência Municipal de Transporte e Trânsito (SMTT), Sheila Santos.
Novas faixas

As novas ciclovias foram posicionadas estrategicamente nas avenidas e ruas mais movimentadas, proporcionando mais conforto e segurança aos usuários. As vias mais utilizadas, como a Heráclito Rollemberg, Tancredo Neves e Avenida Beira Mar, terão corredores que ligarão as faixas já existentes com as novas construídas. Nos trechos da Avenida Oceânica e Avenida Principal do Conjunto Santa Maria, novas faixas serão completamente erguidas. Já na Avenida Beira Mar e Treze de Julho, as pistas serão readequadas e devidamente sinalizadas como forma de evitar a possibilidade de quaisquer tipos de acidentes.

Em várias avenidas e ruas da cidade, os ciclistas disputam espaço com os veículos ou com os pedestres das calçadas. Por isso, antes de apontar quais vias seriam contempladas com as novas ciclovias, foram realizados estudos prévios sobre como será feita essas interligações e novas construções. O objetivo é estudar novos corredores de circulação da cidade e, no caso, a inclusão de novas ciclovias se constitui como rotas alternativas de mobilidade. Existem locais com grande necessidade de construção de ciclovias, mas hoje há limitação técnica devido a largura insuficiente do passeio e as pistas de ciclovias são padronizadas com duas faixas de rolamento. Mas ainda assim,  esses locais foram considerados e analisados para a inserção desses espaços, esclarece Sheila.
Intermunicipal

O acesso às cidades de São Cristóvão e Nossa Senhora do Socorro serão facilitados a partir da interligação com as ciclovias entre esses municípios. A construção de trechos cicloviários até os pontos de intersecção entre essas localidades também servirá para estimular a ampliação a das ciclovias pertencentes às cidades vizinhas. É uma forma de incentivo para que outras prefeituras ampliem suas linhas cicloviárias e, consequentemente, interligá-las com as de Aracaju. Além disso, até o próprio Governo pode dar continuidade ao projeto de construção das ciclovias posicionadas nas rodovias gerenciadas pelo Estado, afirma o superintendente da SMTT, Antônio Samarone.
ONGs

Luciano Aranha, Waldson Costa e Túlio Basílio são ciclistas e ativistas de Organizações Não Governamentais (ONGs) que estimulam o uso da bicicleta pelos moradores da capital. O superintendente da SMTT, Antônio Samarone, apresentou aos três o pré-projeto de interligação da ciclovias e pediu críticas e opiniões a respeito.
Para atender aos anseios do usuário, o superintendente reforça a necessidade da relação saudável com movimentos organizados civilizados como a ONG Ciclo Urbano. Por isso que vamos ouvir vocês, porque conhecem o dia a dia compassado dos ciclistas, têm essa visão direcionada que nos ajudará a readequar e adaptar o projeto para as reais necessidades.
Avanço

O estímulo a novas alternativas de mobilidade urbana e práticas de atividades físicas são apontados como os principais pontos positivos do uso da bicicleta. Aliado a esses fatores, a bicicleta é um veículo não poluente, não causa gastos de combustível aos seus usuários e não oferece riscos de engarrafamento ou afogamento do trânsito. Segundo o presidente da ONG Ciclo Urbano, Luciano Aranha, a possibilidade de engrossar ainda mais a malha cicloviária do município ajuda a incentivar a busca por novos adeptos do meio.

Dentre os veículos de transporte, a bicicleta é um meio democrático por não necessitar de grandes custos de manutenção e a sua aquisição é barata para os usuários. A construção de novas ciclovias e a ligação com faixas já existentes estimula o surgimento de novos adeptos que, muitas vezes, deixam de utilizar o transporte por falta de locais adequados para a prática. Sem contar com os trabalhadores que usam a bicicleta para se locomover de casa até o trabalho e, com certeza, serão os grandes beneficiados com esse projeto, diz Luciano.  

Fonte: FAXAJU

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Tarifa do transporte de Poços de Caldas passa para R$ 2,50

A tarifa da passagem do transporte coletivo está mais cara em Poços de Caldas. O preço, que antes era de R$ 2,30 passou para R$ 2,50. Este é o segundo reajuste na cidade em pouco mais de sete meses. O último aumento aconteceu em dezembro de 2010. O novo valor começou a ser cobrado no domingo (24), mas só nesta segunda-feira (25) muita gente se deu conta do aumento. O reajuste é de 8,6% em relação ao valor anterior.
Quem já comprou o bilhete ou tem o "cartão amigo" no antigo valor, pode utilizá-los até o dia 24 de agosto.



Com o novo reajuste, o transporte público de Poços de Caldas passa a ter a mesma tarifa de Passos: R$ 2,50. Em Itajubá, a tarifa é de R$ 2,35. Já em Pouso Alegre e Varginha, a passagem custa R$ 2,30. Em Lavras, o valor é de R$ 2,15.

Fonte: EPTV


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Curitiba terá mais duas linhas de Ligeirão

segunda-feira, 25 de julho de 2011

A Linha Verde Norte será o sétimo corredor de transporte da cidade e vai representar a entrada em operação de mais duas linhas do sistema Expresso Ligeirão. Como ocorreu na Linha Verde Sul, com o ônibus Pinheirinho-Carlos Gomes, a etapa Norte permitirá a implantação das linhas Pinheirinho-Atuba e Atuba-Centro. De Norte a Sul, a Linha Verde significa uma ampliação de 25% no sistema de canaletas exclusivas do Expresso, de 71 para 90 quilômetros. 
  A implantação de mais um eixo de transporte representa na prática novas linhas de ônibus, mais integração e viagens mais curtas e confortáveis. O Ligeirão Pinheirinho-Carlos Gomes, por exemplo, atende por dia em torno de 27 mil passageiros, numa viagem de 25 minutos, dez a menos do que pelo Eixo Sul, formado pelas avenidas Winston Churchil, República Argentina e Sete de Setembro.
Além de quem se desloca direto do Pinheirinho para o centro, também passageiros de ônibus alimentadores são beneficiados com a implantação de um novo corredor de ônibus, ganhando tempo e qualidade de vida. Antes da Linha Verde, inaugurada em maio de 2009, quem saia do bairro Xaxim, por exemplo, precisava ir até o terminal Pinheirinho, Portão ou Capão Raso para fazer a integração e se deslocar para o centro, porque o ônibus atravessava a antiga BR 116. Agora, o usuário do ônibus alimentador faz a integração na Linha Verde, sem precisar ir até um terminal.

Rapidez - Com projeto que permite embarque e desembarque em nível mesmo de ônibus que não possuem plataforma, as estações da Linha Verde Sul beneficiaram diretamente passageiros das linhas alimentadoras São Pedro, Urano, Fanny, Gramados, Alto Boqueirão, Xaxim e Capão Raso. Moradores do Parolin também foram beneficiados com a integração, que antes não existia, do ônibus convencional Alferes Poli na estação Fanny.

Além de ganhar tempo, os usuários do novo eixo de transporte ganharam também conforto. As estações são climatizadas, amplas, com portas dos dois lados e total acessibilidade. Os ônibus são os mais modernos do mundo – os chamados Mega BRT, com 28 metros de comprimento e capacidade para 250 passageiros. E as canaletas do novo eixo são ladeadas por extensas áreas gramadas, arbustos e árvores. Só na Linha Verde Sul foram plantadas 2,5 mil árvores que, na fase adulta, vão formar bosques no entorno das estações. Ao longo dos 9,4 quilômetros do trecho Sul foram plantados 13,6 mil mudas.



Fonte: Prefeitura de Curitiba

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Investimento em transporte público diminui índice de poluição em Bogotá

Os moradores de Bogotá, na Colômbia, criaram uma relação de confiança com o transporte público. Isso porque os corredores de ônibus são de altíssimo nível e são usados pela maior parte da população. Outro meio bastante usado e que ajuda a diminuir a poluição na capital colombiana são as bicitáxis.

Rafael Gonzalez é pintor e vidraceiro e diz que o bicitáxi é um serviço necessário. “É uma maneira de transporte para curtas distâncias. Para nós é melhor percorrer quatro quadras com esse veículo do que esperar pelos ônibus comuns.”

Carlos Cordoba, da ONG “Bogotá Como Vamos”, acha que os investimentos não podem parar e que o transporte público é a única maneira de garantir qualidade de vida. Ele acredita que São Paulo também deve investir nesse setor.

“Minha impressão de São Paulo é que a cidade priorizou o uso do veículo particular sobre o uso do transporte público. Isso é problemático porque sempre serão necessárias mais pistas, porque sempre vai haver mais carros e isso é interminável. Acho que São Paulo está num momento de definição, em que deve fortalecer e apoiar o transporte público do que dar prioridade ao transporte invidividual”, diz Cordoba.

Algumas características da cidade também garantem uma qualidade do ar melhor. A altitude e o clima ajudam na dispersão dos poluentes. Quase não há tempo seco em Bogotá, na maior parte do tempo as temperaturas ficam em torno dos 18ºC e chove bastante.

Fonte: G1.com.br

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Ônibus "Amarelinhos" são a identidade de Criciúma

Pode-se dizer que eles são caros ou que estão constantemente carregando mais pessoas do que deveriam. Mas a verdade é que, se os ônibus municipais troncais - vulgos “amarelinhos” - não existissem, Criciúma perderia muito da sua identidade.

Há quem acredite que os amarelinhos, assim como o time da cidade, perderiam a magia se simplesmente mudassem de cor. Além disso, eles estão intimamente ligados às vidas das pessoas.

Quanto tempo uma pessoa que os usa todos os dias para ir ao trabalho, à escola, ou ambos, passa dentro dos amarelinhos? Quantas histórias interessantes ou engraçadas já tiveram como palco o interior de um deles? O hábito de andar de amarelinho é uma das coisas que diferencia um criciumense de alguém que apenas vive em Criciúma.

A troca dos antigos ônibus pelos atuais, embora tenha trazido mais espaço e conforto, acabou com uma característica marcante dos amarelinhos: os bancos virados para trás, que faziam com que pessoas desconhecidas ficassem se encarando por todo o trajeto. A situação podia ganhar ares constrangedores.

Marcus Araújo Matildes afirma que não foram raras as vezes em que passou por situações inusitadas. “Teve um dia em que o ônibus estava lotado, mal dava para se mexer. Aí ele estragou, nós descemos numa parada e todo mundo teve que entrar no ônibus que vinha atrás, também cheio de gente”, relata. “Numa outra vez, eu e uma amiga minha pegamos o ônibus e tinha uma bêbada que ficava gritando, conversando com as pessoas”, conta Marcus.

Há, também, o drama da pessoa que, num horário de pico, fica espremida na porta do lado direito, rezando para que o motorista não abra as portas erradas durante as paradas. E existem os casos que fazem o usuário do transporte coletivo passar vergonha na hora, mas achar graça dias depois.

“Uma vez entrei no ônibus e, enquanto eu tirava o dinheiro da carteira, o motorista deu a arrancada. Como eu não estava me segurando em nada, fui jogado para aquela parede de vidro que fica atrás”, lembra Mateus Mastella, estudante que usa os amarelinhos todos os dias. “O ônibus estava bem cheio. Todo mundo ficou olhando para mim”, conta.



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Londrina terá novo terminal de ônibus

Os passageiros do transporte coletivo de Cambé, região Norte do Paraná, vão contar com mais espaço e conforto na hora de esperar pelos ônibus que circulam na cidade. É o que promete o prefeito João Pavinato ao anunciar, nesta terça-feira (18), a construção de um novo terminal de ônibus urbano e metropolitano no município.

“A cobertura antiga não oferece nenhum conforto aos passageiros”, reconheceu o prefeito. O terminal atual ocupa uma calçada da Praça Getúlio Vargas, na Rua Otto Gaertner, em frente à sede da Prefeitura.


O termo de cessão do terreno, detalhe que faltava para dar início às obras, foi assinado nesta terça-feira. O novo terminal, com área de 7 mil metros quadrados, será na Rua Belo Horizonte, ao lado onde está sendo construída a trincheira de transposição da linha férrea.

Segundo o prefeito, o projeto da obra está em fase de elaboração pela Secretaria de Planejamento do município. Após a conclusão, faltará ainda a abertura do processo de licitação da obra. Mas a previsão é que o novo terminal seja ativado até o fim deste ano. O valor da construção deve ficar em torno de R$ 1 milhão.

Pavinato disse que o terminal vai dar mais agilidade na passagem dos ônibus e proporcionar mais conforto aos passageiros. “O atual terminal está localizado numa praça que tem declive, banheiros desgastados. Ele não cobre todas as linhas e as pessoas se molham quando chove”, afirmou.

O prefeito explicou que a nova proposta é construir um terminal com piso regular, acessibilidade garantida, cobertura, bancos, banheiros e água para os passageiros.

Praça central será reformada

Após a desativação do velho terminal, será feira uma reforma completa na Praça Getúlio Vargas, região central. Esta praça possui uma fonte luminosa, local de visitação de moradores da cidade e região.

João Pavinato disse que a reforma compreende a troca do piso que, segundo ele, é escorregadio, e o nivelamento da praça, que possui muitas escadas. “Vamos mudar a arborização, as cores e manter a fonte”, comentou.


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Petrolina terá nova rede de sistema de transporte público coletivo VLT

Petrolina atingiu recentemente a marca de 294 mil habitantes, um número importante para medir o desenvolvimento de um município que está em franca expansão. Pensando em preparar Petrolina para atender essa demanda, a Prefeitura Municipal está realizando um diagnóstico sobre o sistema de transporte público local, a fim de propor a elaboração de um novo formato de circulação deste tipo de veículo. O estudo deve ser apresentado pelo prefeito Julio Lossio em setembro, incluindo uma análise da situação atual, além dos projetos de reestruturação do sistema e a implantação de um Veículo Leve sobre Trilhos – VLT, que funcionará integrado à rede já existente.

Atualmente, em Petrolina, uma frota urbana de 64 veículos coletivos operantes percorrem 72 rotas distintas, divididos em 17 linhas, que se sobrepõem, multiplicando as distâncias e elevando o preço da tarifa. As quatro empresas prestadoras do serviço realizam cerca de 580 viagens nos dias úteis, transportando aproximadamente um milhão de passageiros por mês, em uma frota com idade média de 10,88 anos. Informações da Empresa Petrolinense de Trânsito e Transportes Coletivos – EPTTC registram que o número de passageiros transportados vem caindo ao longo da última década e dados apresentados demonstram essa baixa demanda. O quantitativo passou de 14.052.416, em 2001, para 10.745.924, em 2010.

“Quando não temos um transporte coletivo eficiente e barato as pessoas tendem a buscar outras alternativas, seja se locomovendo a pé, comprando o seu próprio veículo ou recorrendo ao transporte complementar”, destacou o Secretário de Planejamento e Urbanismo, Geraldo Junior, ressaltando que segundo o Departamento Estadual de Trânsito de Pernambuco – DETRAN/PE (março/2011), já circulam pelas ruas da cidade 34.164 motocicletas e quase 28 mil automóveis, totalizando 78, 8% da frota. De acordo o secretário, esses dados são importantes na medida em que apontam também a necessidade de compatibilizar o sistema de transporte coletivo com o sistema de trânsito da cidade, especialmente, nas áreas centrais da cidade.

Diante dessa realidade e prevendo a evolução do crescimento populacional, a Prefeitura Municipal se antecipou e já deu o primeiro passo para um processo de reestruturação do seu sistema de transporte coletivo. Um diagnóstico do sistema foi realizado no intuito de fundamentar a elaboração de projetos que solucionem a questão e preparem a cidade para os próximos anos. “Agora é o momento de Petrolina rever a mobilidade urbana, porque no ritmo em a cidade cresce, em pouco tempo teremos problemas com a circulação de veículos. Precisamos de um sistema de transporte com fluidez e regularidade de tempo, ônibus modernos, além de estabelecer uma tarifa compatível com a capacidade de pagamento da população”, afirmou o prefeito Julio Lossio.

Transporte para o futuro

Em setembro, o prefeito Julio Lossio apresentará, simultaneamente, a conclusão do estudo sobre o sistema de transporte de Petrolina e as soluções já previstas pelo município para a sua reestruturação. Entre as propostas, estão a criação de corredores de ônibus, faixas exclusivas, terminais de integração e a implantação do Veículo Leve sobre Trilhos – VLT. Os projetos estão sendo elaborados e o município já iniciou negociações com os Ministérios dos Transportes e das Cidades, com o Banco Nacional do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior – BNDES e buscará também o apoio do Governo do Estado.

Novo ingrediente desse processo, o VLT está sendo projetado para percorrer cerca de 5 km, das proximidades viaduto do Barranqueiro, passando pela Avenida das Nações e seguindo pela Estrada da Banana até o contorno do bairro Pedra Linda. Na trajetória do trem urbano, conhecido como metrô de superfície, devem ser implantados oito terminais integrados ao sistema de transporte coletivo rodoviário, para que as pessoas se desloquem de um ponto a outro, pagando apenas uma única passagem. “Esse grande eixo ferroviário beneficiará a região da cidade que mais cresce, nas proximidades do Antônio Cassimiro e do João de Deus, onde está localizada a maior quantidade de habitações do Programa Minha Casa, Minha Vida”, acrescentou o secretário Geraldo Junior.

“Nosso objetivo é adequar crescimento urbano e sistema de transporte. Por isso, apresentaremos ao nosso município, um projeto estruturante que está sendo elaborado para mexer com umas das espinhas dorsais do município, a mobilidade. A cidade que não viabiliza a mobilidade perde a capacidade de se desenvolver”, ressaltou o prefeito Julio Lossio, salientando que Petrolina está em vanguarda, construindo um projeto que está sendo pensado pelas cidades mais avançadas e modernas do Brasil e do mundo.

Informações da Prefeitura Municipal de Petrolina

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Os ônibus elétricos do Recife começaram a circular em junho de 1960