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Saiba mais sobre o VTE - Fortaleza

segunda-feira, 19 de julho de 2010


Quais e quantos são os tipos de VT Eletrônico?

São 3 tipos: VT Eletrônico Operacional, fornecido aos funcionários e operadores das empresas de ônibus; VT Eletrônico Gratuidade, fornecido aos cidadãos maiores de 65 anos; e VT Eletrônico, fornecido às empresas que o entregará ao seu empregado.

Como se faz para obter o VT Eletrônico?

O VT Eletrônico Operacional é disponibilizado pelas empresas operadoras de ônibus a seus empregados e operadores. O VT Eletrônico Gratuidade é disponibilizado aos maiores de 65 anos que deverão comparecer à sede do Sindiônibus, apresentar sua identidade e comprovante de endereço e receber na hora o seu cartão gratuitamente. O VT Eletrônico vermelho será fornecido pela empresa aos funcionários. A empresa deverá entrar em contato com a Central de Atendimento através do telefone (85) 4005.0956 e obter informações sobre o cadastramento e aquisição dos cartões.

O que muda para os idosos e outros beneficiários do transporte gratuito?

Não haverá restrição ao transporte do idoso ou de outros beneficiários de transporte gratuito. Quem já tem sua carteirinha deverá continuar utilizando-a até o momento de sua substituição.

A meia passagem e o pagamento em dinheiro continuam existindo?

A meia passagem é um direito do estudante, não muda em nada. A emissão da Carteira Estudantil continua sendo feita pelas entidades estudantis. Não haverá restrição à utilização da meia passagem pelo estudante. A opção de pagar a passagem em dinheiro continua.

E o que muda para os usuários do vale-transporte?

O vale-transporte continua existindo, ele é um direito do trabalhador, o que aconteceu é que o vale papel foi substituído pelo vale eletrônico, através do cartão VT Eletrônico.

Como usar o VT Eletrônico Gratuidade?

• Nos ônibus Como já era usado o antigo cartão gratuidade, o portador deve apresentar o VT Eletrônico ao motorista para que esse possa conferir a fotografia e autorizar a passagem.

• Nas bilheterias dos terminais O VT Eletrônico Gratuidade deve ser apresentado ao funcionário para que esse possa conferir a fotografia e, em seguida, basta aproximar o VT Eletrônico Gratuidade do validador para que a catraca seja liberada.

Como usar o VT Eletrônico?

O VT Eletrônico já vem carregado com o valor, em reais, correspondente ao total das passagens que você vai precisar. Ao entrar no ônibus, basta aproximar o VT Eletrônico do validador, assim a catraca será liberada. A medida que vai sendo usado, o valor de cada passagem é descontado dos créditos do cartão. O VT Eletrônico será recarregado mensalmente com os créditos correspondentes às passagens do mês.

Como se dá a recarga de créditos dos cartões?

A empresa compradora poderá optar entre duas maneiras de efetuar a recarga dos cartões: • Recarga nos ônibus Neste caso, a recarga do cartão se dará automaticamente quando o VT Eletrônico for passado pelos validadores dos ônibus e terminais. O validador reconhece o cartão e transfere os novos créditos que ficarão armazenados no chip.

• Recarga nos pontos de venda autorizados do Sindionibus Neste caso, a empresa compradora recolhe o VT Eletrônico, leva-o a um dos pontos autorizados (nos terminais de integração, por exemplo) e providencia a recarga, devolvendo ao empregado o cartão já carregado e pronto para utilização. Atenção Se no momento da recarga ainda restarem créditos da recarga anterior estes serão somados aos novos.

Sou empregado doméstico. Como faço para ter o VT Eletrônico?

Já encontra-se à venda na sede do Sindionibus, nos principais terminais de integração , os cartões VT Eletrônico Cinza.

O que é o VT Eletrônico Cinza?

Para o usuário que pretende adquirir passagens avulsas, estão sendo comercializadas unidades do chamado Cartão Vale-Transporte Avulso. Estes cartões podem ser adquiridos na sede do Sindionibus, na Av. Borges de Melo, 60 - Fortaleza/CE, nos principais terminais de integração. Diferentemente dos cartões utilizados por funcionários de empresas, que tem cor vermelha e correspondem ao benefício do vale-transporte, os cartões Avulsos - confeccionados na cor cinza - podem ser adquiridos por qualquer usuário do sistema, sendo inteiramente aplicados a usuários que pagam inteira, profissionais liberais, turistas e trabalhadores domésticos. Em sua aquisição, o cartão custa R$ 2,00. Depois disso, as recargas podem ser feitas em qualquer valor.

E quem não recebe o vale-transporte pode utilizar o VT Eletrônico?

Quem não recebe o vale-transporte mas deseja usar o sistema de transporte com comodidade e segurança próprias de quem usa os cartões eletrônicos, pode adquirir o seu cartão Eletrônico Cinza.

E se eu perder, for roubado ou extraviar meu VT Eletrônico?

O VT Eletrônico possui um chip onde são armazenadas informações como identificação do usuário, número do cartão e saldo dos créditos (no caso do vale-transporte). Em caso de perda, roubo ou extravio, basta o usuário ou empresa solicitar o bloqueio junto a Central de Atendimento ao Usuário: (85) 4005.0956. Para recuperar seus créditos não utilizados no cartão antigo, basta adquirir um novo cartão.

Que mais o VT Eletrônico poderá me oferecer?

Futuramente, outros serviços serão disponibilizados no VT Eletrônico, tais como: integração temporal (que permite a mudança de ônibus durante o percurso sem ter que pagar outra passagem) e a agregação de outros serviços e convênios no mesmo cartão.

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Curitiba: Ônibus terão faixa exclusiva na Duque a partir desta segunda


Começa a funcionar nesta segunda-feira a faixa exclusiva para ônibus e táxis em um trecho de 1.300 metros da Avenida Duque de Caxias (região central). A faixa começa no cruzamento com a Via Leste-Oeste e segue até um quarteirão após a Avenida Juscelino Kubitschek, no cruzamento com Rua Raposo Tavares. Assim como ocorreu com a Rua Professor João Cândido, em abril, a Duque de Caxias vai substituir a faixa da esquerda, então usada para o estacionamento de veículos e motos, para o tráfego de veículos, assim como a faixa central, enquanto a faixa da direita fica exclusiva para ônibus e táxis.
Entre 7 e 19 horas, de segunda a sexta, e entre 7 e 14 horas aos sábados, horário de maior tráfego, os motoristas deverão respeitar as novas regras. Após esse horário, a faixa da esquerda volta a ser usada para o estacionamento de veículos. Para suprir a perda da faixa de estacionamento, a Companhia Municipal de Trânsito e Urbanização (CMTU) aumentou o número de vagas para veículos nas ruas laterais à Duque de Caxias. “Hoje temos 31 vagas nas vias laterais. Com a eliminação de uma faixa da Duque no horário de maior movimento, esse número vai saltar para 63 vagas nas ruas que cruzam a avenida”, explica Wilson Santos de Jesus, diretor de Trânsito da CMTU.
Além dessas mudanças, a companhia vai disponibilizar quatro vagas para idosos e quatro para deficientes que hoje não existem. O tempo de carga e descarga das ruas laterais foi esticado e funcionará durante o todo o horário comercial (das 7 às 18 horas) e não mais até meio-dia como ocorre atualmente.
Nem todos os donos de lojas na avenida concordam com a mudança. Olinda Celli, gerente de uma casa de massas, afirma que sua clientela utiliza as vagas apenas para pegar encomendas e não gasta mais do que “alguns minutinhos”. “Temos convênio com dois estacionamentos próximos, mas mesmo assim nossos clientes reclamam da distância, agora com essa mudança, as reclamações tendem a aumentar”, protesta Celli, que acha que vai ter o ponto prejudicado. “Acredito que para o comércio vai ser muito ruim, porque já é difícil estacionar na Duque de Caxias, agora então ficará pior”, diz Gislaine Ramos Moreira, dona de uma loja de móveis usados.
Outros disseram estar indiferentes à mudança. “Quase todas as vagas disponíveis hoje na Duque têm ‘donos’. Alguns comerciantes se consideram proprietários das vagas e caso algum outro comerciante ou até mesmo cliente estacione, eles pedem para que o veículo seja retirado imediatamente”, revela uma comerciante que preferiu ter seu nome preservado.

Fonte: Portal RPC
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Prefeitura de Mauá pretende implementar mudanças na operação do transporte público da cidade


Prefeitura de Mauá pretende implementar mudanças na operação do transporte público da cidade a partir do dia 24 deste mês. A Administração ainda não divulgou em detalhes quais são as modificações, que incluem alterações nos itinerários, horários, entre outras.

As mudanças serão feitas em quatro etapas, e avisadas à população conforme forem implementadas. A Prefeitura resolveu mudar as linhas municipais para melhorar o fluxo e permitir que os usuários possam fazer mais baldeações com apenas uma tarifa. A medida não deve alterar o valor da passagem, que custa atualmente R$ 2,50.

Corredores tronco-alimentados nas avenidas Castelo Branco e Barão de Mauá também fazem parte das modificações. De acordo com o secretário de Mobilidade Urbana, Renato Moreira dos Santos, a mudança só é viável se dividida em etapas e independe de qual empresa estará operando o transporte público da cidade.

“Não podemos surpreender, do dia para a noite, o usuário com todas as mudanças. Agora que a cidade possui um sistema organizado para fiscalizar a operação do transporte, tivemos condições de identificar o que precisava ser mudado”, afirmou. Mesmo assim, o secretário alerta que mudanças viárias na cidade, principalmente obras com capacidade para desafogar o trânsito vindo do Trecho Sul do Rodoanel, também são importantes para melhorar o transporte coletivo.

“Se o trânsito não fluir bem, não adianta estipular horários para o ônibus sair e chegar em algum lugar. Para que isso não aconteça, estamos elaborando projetos de intervenção viária”, disse. A Secretaria de Mobilidade Urbana planeja, em conjunto com a Secretaria de Planejamento, um plano diretor de mobilidade, que deverá ficar pronto em 2011, e que irá contemplar todas as questões mencionadas pelo secretário.

Protesto - No início deste mês, usuários do serviço protestaram no terminal de ônibus da cidade, impedindo a saída dos coletivos. A demora enfrentada pelos passageiros foi o motivo do protesto. Muitos passageiros deixaram o terminal e foram para casa a pé. A polícia foi chamada, mas não chegou a intervir. O atraso dos coletivos para entrar e sair do terminal ocorreu porque um acidente, no trajeto entre Mauá e Santo André, congestionou o trânsito.

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Rio de Janeiro: Motoristas passam dois meses por ano no trânsito da avenida Brasil

domingo, 18 de julho de 2010


Reportagem especial da Rede Record no Rio de Janeiro revela que motoristas passam dois meses por ano no trânsito da avenida Brasil, uma das principais da cidade. Ela tem quase 60 quilômetros de extensão e corta ao menos 27 bairros.
Os engarrafamentos e os acidentes são constantes no local. Os alagamentos também costumam atrapalhar a vida dos motoristas em dias de chuva. Buracos estão a cada quilômetro e a violência é um outro grande problema.



Fonte: R7.com
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Em três anos, frota deve chegar a 22 milhões de veículos no Estado de São Paulo


No espaço que em São Paulo atualmente existem dez veículos, haverá cerca de 12 daqui a três anos, segundo projeção do governo do Estado, publicada na quarta-feira (14) no Diário Oficial. Hoje, segundo o governo, a frota paulista é composta de 18,38 milhões de veículos. Até 2013, o número deve chegar 22,27 milhões, um aumento de 21%.

A previsão preocupa especialistas consultados pela reportagem, que dizem não haver estrutura no Estado para abarcar esse aumento na frota. O crescimento de carros é dez vezes maior que o da população paulista.

Entre o Censo de 1991 e o de 2000 (os dois mais recentes), a população do Estado de São Paulo aumentou 1,82%. A previsão da frota foi feita pela Secretaria da Fazenda para calcular a arrecadação do Estado com o IPVA (Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores), que também crescerá.

Em 2010, o Estado deve receber R$ 9,3 bilhões com o imposto. Em 2013, o total pode chegar a R$ 11,1 bilhões, aumento de 19%. Para o professor de engenharia de tráfego e transporte urbano da universidade Mackenzie João Cucci Neto, o crescimento é inevitável, pois o transporte coletivo não é confiável.

– As pessoas hoje, na primeira oportunidade, migram para o transporte individual. Falta conforto e pontualidade [no transporte público], principalmente nos ônibus.

Interior

O consultor de trânsito da Hora H Engenharia & Marketing Horácio Figueira aponta que o interior do Estado deve sofrer mais com o crescimento da frota.

– Os municípios do interior não têm cultura de estrutura ferroviária e de metrô. Cidades como Campinas e Ribeirão Preto já estão enroladas.

Solução

Ambos os especialistas veem uma ênfase do governo estadual no investimento de transporte sobre trilhos, mas apontam que é necessário também aumentar a capacidade dos ônibus. O professor Cucci Neto diz que seria necessário reformular o traçado das linhas de ônibus nas cidades que sofrem com congestionamento.

Segundo ele, diversos estudos de mobilidade urbana apontam que o ideal é ter uma linha tronco com fluxo ininterrupto de ônibus nas principais ruas. Já as rotas de bairros e ruas auxiliares deveria ser feita por coletivos menores, como micro-ônibus.

Figueira concorda com o professor e acrescenta que a prioridade deve ser do transporte coletivo, que tem capacidade para deslocar mais pessoas, com ênfase na criação ou ampliação dos corredores de ônibus.

Fonte: R7.com
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Falta de iluminação compromete segurança em Terminal de ônibus de Manaus


Os usuários do transporte coletivo em Manaus têm mais uma reclamação. Além do estado dos ônibus, da demora e da superlotação, agora os passageiros sofrem com a falta de iluminação nos terminais de integração dos coletivos. Um dos locais mais prejudicados é o Terminal 4, na zona Leste de Manaus, onde as passarelas de acesso e as plataformas dos ônibus.

Com o tráfego diário de cerca de 60 mil pessoas, segundo o Sinetram, o Terminal 4 está às escuras há meses. Segundo o ambulante João de Oliveira, que trabalha no terminal há quatro anos, a falta de iluminação é um problema que existe desde o começo do ano. “Há uns seis meses estamos nessa situação. E o pior é a falta de segurança. Passa até gente armada por aqui”, afirmou o autônomo, que contou ainda que os casos de roubo de celulares tem aumentado.

Para trabalhar no local, Oliveira e outros ambulantes improvisaram, conseguiram puxar energia do lado de fora do terminal e ligaram lâmpadas nas bancas. Mesmo assim, o movimento tem diminuído. “As vendas pioraram. Teve dia que tivemos que trabalhar com velas, porque nós não podemos parar”, comentou.

A falta de segurança devido a escuridão também é motivo de preocupação para a cobradora Célia Maria. Devido a falta de iluminação, ela contou que tem receio de andar pela área das plataformas dos passageiros porque constantemente escuta relatos de assalto. “Além do trauma, geralmente nós andamos com a renda da rota do ônibus, então é mais perigoso ainda pra quem é cobrador”, explicou.

Entre os casos de roubo no Terminal 4, Célia contou que uma outra cobradora chegou a ser abordada por um assaltante dentro do ônibus, quando o veículo estava parado dentro do terminal. “Nós precisamos de policiamento. A maioria desses casos são cometidos por adolescentes e a presença dos policiais no terminal vai diminuir esses assaltos”, afirmou.

A Assessoria do Instituto Municipal de Trânsito e Transporte (IMTT) informou que será realizada uma limpeza geral no terminal e dentro de 15 dias será realizada a manutenção.

Fonte: Portal Amazônia
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Semáforos em sincronia ajudam a desafogar o trânsito na cidade do Recife


Você conhece a onda verde? Ela é formada pelos sinais de trânsito sincronizados em algumas avenidas do Recife para evitar a retenção de veículos. Uma boa ideia contra congestionamentos, certo? Mas muitos motoristas não ajudam na hora de pegar a maioria dos sinais abertos: é o que mostra a penúltima reportagem da série ‘Marcha Lenta’.

A sincronização dos semáforos é um desafio permanente para os técnicos e engenheiros da Companhia de Trânsito e Transportes Urbanos (CTTU) do Recife. A rotina deles é repleta de cálculos, projeções e planejamento, para tentar desafogar o trânsito da cidade. É um grande volume de carros: só pela Avenida Agamenon Magalhães passam todos os dias 82 mil veículos; 57 mil circulam diariamente pela Domingos Ferreira e mais 38 mil na Conselheiro Aguiar.

Cada pontinho que aparece na tela de trabalho dos técnicos representa um semáforo do Recife. São 637, ao todo, espalhados pela cidade, todos acompanhados atentamente da Central de Monitoramento da CTTU. É nesse local que a equipe de operadores, que se revezam durante 24 horas, pode identificar os defeitos, alterar o tempo e a programação dos sinais, se houver necessidade, e ainda simular algumas ações para melhorar o trânsito. Uma delas é a sincronização.

Muitos motoristas não percebem, mas todos os semáforos de avenidas como a Rosa e Silva e Rui Barbosa, na Zona Norte, são programados para funcionar em sincronia. Esse sistema permite trafegar numa via com todos os sinais abertos para o condutor. Em boa viagem, as principais avenidas têm o mesmo planejamento.

“O Recife não foi uma cidade projetada,então as vias têm cruzamentos distintos, distantes, o volume de veículos que se apresentam nos cruzamentos é diferente. Pra ter uma onda verde satisfatória, todos esses fatores deveriam ser iguais. Fica difícil se ter uma onda verde, porém é possível se aproximar dela”, informou o gerente de Manutenção de Semáforos da CTTU, Nelson Nogueira.

Nas avenidas Domingos Ferreira e Conselheiro Aguiar são 58 sinais sincronizados. Quem seguir pela Domingos Ferreira a uma velocidade média de 50km/h vai pegar todos os semáforos abertos: é a onda verde na prática. Quando ela funciona, facilita e muito a vida dos motoristas, mas nem sempre é isso que acontece. E por que?

“São veículos que executam manobras irregulares, que param em locais proibidos, que quebram, pavimentos apresentando falhas. Tudo isso interfere na circulação e os sinais não conseguem funcionar satisfatoriamente em seu sincronismo”, responde Nelson. A tecnologia ajuda, mas, sozinha, não é capaz de transformar. “Eu acho que a conscientização é o primeiro passo para destravarmos esse problema.

Precisamos conscientizar a sociedade do custo que ela está provocando com esse uso exacerbado de veículos e mostrar as alternativas que são extremante saudáveis, que contribuem para uma cidade mais agradável de se viver, mais atrativa, mais economicamente dinâmica. E não essa cidade que estamos construindo, que é uma cidade que vai, em alguns anos, sofrer problemas sérios de circulação”, opinou o chefe do Departamento de Arquitetura da UFPE, César Cavalcanti.



Fonte: PE360graus.com
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Usuário do transporte coletivo de Atibaia terá bilhete eletrônico a partir de agosto


Os usuários do transporte coletivo de Atibaia receberão um benefício importante: o bilhete eletrônico. A Prefeitura de Atibaia está realizado a implantação deste sistema e os primeiros beneficiados serão os idosos, com idade igual ou superior a 65 anos.

A utilização do bilhete eletrônico será fundamental para a agilidade no embarque e desembarque dos passageiros. Além disso, este benefício ajudará a Prefeitura a gerir a demanda de passageiros em cada linha de ônibus, de acordo com a categoria, planejando melhor a oferta de ônibus.

“Em setembro serão feitos os cadastramentos dos portadores de necessidades especiais, de doenças crônicas e graves.

Os usuários do passe escolar já estão sendo recadastrados pela Secretaria de Educação. Com dados operacionais mais precisos sobre o fluxo de passageiros e a quilometragem percorrida em cada viagem, será possível otimizar o transporte coletivo rural e urbano de Atibaia, identificar novas demandas e redistribuir o número de viagens nas linhas existentes para a busca de melhoria contínua da oferta do serviço de transporte à população”, esclarece a secretária de Transportes e Trânsito, Cláudia Nogueira.

O cadastramento começa dia 2 agosto e termina dia 27 do mesmo mês. Os interessados deverão se dirigir ao Fórum Cidadania, situado à Avenida Nove de Julho, 185 – Centro, de segunda-feira a sexta-feira, das 9h às 12h e das 13h às 16h portando o RG, CPF e comprovante de residência, em seu nome (original e cópia). Quando o comprovante de residência for em nome de terceiro é necessário levar a declaração. A emissão do primeiro bilhete eletrônico é gratuita.

Não deixe para a última hora. O cadastramento dos idosos obedecerá ao seguinte cronograma, convocação por nome:

1ª SEMANA (02/08 A 06/08) – iniciais A, B, C, D, E
2ª SEMANA (09/08 a 13/08) – iniciais F, G, H, I, J, K, L
3ª SEMANA (13/08 a 20/08) – iniciais M, N, O
4ª SEMANA (23/08 a 27/08) – iniciais P, Q, R, S, T, U, V, X, W, Y, Z

Fonte: Atibaia News
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Especialistas defendem implantação de sistema de ônibus rápidos


A implantação do Sistema de Transporte Rápido por Ônibus (Bus Rapid Transit - BRT) em novo cidades-sede da Copa pode ser o primeiro passo para resolver os problemas do transporte público brasileiro. Essa é a percepção dos debatedores que participaram de audiência pública, nesta quarta-feira, na Comissão de Viação e Transportes.

Os números apresentados demonstram que o custo e os prazos de implantação do BRT são menores do que os de outros sistemas de transporte coletivo, como o metrô e o veículo leve sobre trilhos.

Para o deputado Mauro Lopes (PMDB-MG), essa é uma solução rápida para reduzir o congestionamento das grandes cidades. "O trabalhador tem que chegar ao destino dele, ao local de trabalho. Ele não pode ficar no congestionamento. Às vezes tem automóvel, mas ele não tem mobilidade, não tem como circular. Já nos corredores específicos, os ônibus articulados, com três módulos, transportam o equivalente a 127 automóveis.

Conforto e agilidade

O diretor-superintendente da Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos, Marcos Bicalho dos Santos, citou algumas vantagens do BRT, como o conforto, a agilidade e a segurança. Segundo ele, ônibus biarticulados podem transportar até 270 passageiros, que embarcam em estações fechadas. As faixas exclusivas garantem maior velocidade operacional, e o sistema de controle permite o acompanhamento, em tempo real, do horário de chegada dos ônibus.

Mas o presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Ônibus, José Fernandes Martins, afirmou que esse sistema só vai reduzir os congestionamentos se for integrado a outras modalidades de transporte. Para ele, se o usuário não conseguir chegar à estação do BRT, vai pegar o carro de qualquer forma.

Martins informou que os fabricantes de ônibus no Brasil têm capacidade de atender à demanda do BRT e lembrou que o País é o terceiro maior fabricante de ônibus do mundo, atrás apenas da China e da Índia.

Alternativa aos automóveisPara o coordenador-geral da Associação Nacional de Transportes Públicos, Nazareno Affonso, com a instalação dos BRTs para a Copa do Mundo de 2014, será possível mostrar à sociedade brasileira que há uma alternativa à política do automóvel.

Segundo Nazareno, essa é uma política injusta, baseada num modelo cultural que associa o carro a status social. "Ela tem legitimidade social porque todo mundo quer um carro. Isso foi colocado como uma mudança até de status. Ter um carro já não me coloca como cidadão de segunda classe.”

Ele avalia que, se todo brasileiro tiver carro, a circulação nas cidades vai ficar impossível. “O custo da infraestrutura é muito alto, e nós não temos como arcar com esse crescimento da frota do jeito que foi colocado." Segundo Nazareno, o governo abre mão de R$ 7 bilhões anualmente só com a isenção do IPI - Imposto federal cobrado sobre mercadorias industrializadas, estrangeiras e nacionais.

O IPI é um imposto seletivo, porque sua alíquota varia de acordo com a essencialidade do produto, e não-cumulativo, ou seja, em cada fase da operação é compensado o valor devido com o montante cobrado anteriormente. sobre automóveis.

Tarifas altas

Outro problema apontado por ele é o alto custo das tarifas, arcado totalmente pelos usuários. "O usuário tem que parar de fazer filantropia, tem que deixar de pagar as políticas sociais do governo”, diz Nazareno.

“As políticas são justas em relação ao idoso, às pessoas portadoras de deficiência, à meia passagem do estudante, mas é injusto totalmente ser paga pelo usuário. Só isso reduziria em mais 20% as tarifas", acrescenta.

Sobre o preço das tarifas, o deputado Mauro Lopes lembrou que o Congresso Nacional discute o Projeto de Lei 1927/03, que visa reduzir os impostos no setor de transportes públicos. A proposta já foi aprovada pela Câmara e agora está sendo analisada pelo Senado.

Fonte: Agência Câmara
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São Paulo: Inajar de Souza é a via campeã de atropelamentos


A Avenida Inajar de Souza, na Zona Norte, é a campeã de atropelamentos na cidade, considerando as principais vias que integram os corredores de ônibus da metrópole. Foram 42 casos em 2009. O levantamento exclusivo, obtido pelo DIÁRIO junto ao Corpo de Bombeiros, leva em conta todos os tipos de atropelamentos, incluindo desde casos de menor gravidade até mortes. Os dados consideram todos os casos atendidos pela corporação em 2009.
Em segundo lugar do ranking, figura a Avenida Rebouças, na Zona Oeste, com 35 atropelamentos, sendo seguida pela Avenida Guarapiranga, na Zona Sul, que registrou 30 casos.
De acordo com comerciantes e moradores que trabalham ou residem no entorno da Inajar de Souza, ouvidos pelo DIÁRIO, a avenida encabeça a lista principalmente por duas razões: motoqueiros não respeitam o semáforo fechado e muita pessoas não atravessam a via nas faixas de pedestres.
“No ano passado, eu presenciei quatro atropelamentos feitos por motoqueiros aqui na avenida. Eles simplesmente não respeitam o sinal vermelho e ‘furam’ em alta velocidade”, afirmou Ronei da Cruz, de 34 anos, gerente do posto de combustível Rede Papa, na altura do número 3.500 da Inajar de Souza.
Em frente ao estabelecimento, tem uma faixa de pedestres perto de um ponto de ônibus do corredor. “Nos casos que eu vi, as vítimas desceram do ônibus e atravessavam na faixa. Mas elas foram surpreendidas pelas motos”, contou o gerente.
A reportagem percorreu a avenida e constatou que a via é bem sinalizada, contendo diversas faixas de pedestres, semáforos e radares de velocidade. Encontrou, entretanto, várias pessoas andando fora da faixa de pedestres.
“Existe muita gente que não tem paciência de andar até a faixa mais próxima e atravessa em qualquer lugar. Os motoristas, muitas vezes, não conseguem desviar”, afirmou o mecânico Marcelo Messias de Souza, de 44 anos, que ano passado presenciou dois atropelamentos ao longo da avenida.
De acordo com a Associação Brasileira de Medicina do Tráfego (Abramet), diversas pesquisas realizadas no Brasil e no exterior apontam que, em média, 70% dos atropelamentos são causados por culpa dos motoristas e 30% são de responsabilidade dos pedestres.
“Estudos indicam que, na maioria dos casos, os motoristas envolvidos em atropelamentos acham que os pedestres são obstáculos que atrapalham o melhor desempenho do veículo para ganhar tempo. Os pedestres não têm culpa do acidente na maioria das vezes”, afirmou o diretor da Abramet, Dirceu Alves.

Corredor será remodelado
O corredor Inajar de Souza, que inclui também a Avenida Rio Branco, no Centro, vai passar por reforma em toda sua extensão, de acordo com a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET). O projeto está em fase de licitação e abrange as subprefeituras da Casa Verde, Freguesia do Ó, Lapa e Sé.
Serão realizadas adequações e rebaixamento das paradas (de 90 centímetros de altura para 28 centímetros), instalação de novos abrigos, iluminação e aplicação de piso podotátil (que conta com guia em relevo que serve como orientação para pessoas com deficiência visual).
Também estão previstas obras de pavimentação, sinalização, drenagem, microdrenagem, melhorias de acessibilidade, implantação de ultrapassagens e reforma do Terminal Correio, ponto final das linhas de ônibus que trafegam pelo corredor Inajar de Souza.
Segundo dados da CET, entre janeiro a junho deste ano, foram aplicadas 496 multas por avanço de semáforo vermelho e feitas 682 autuações aos motoristas que invadiram a faixa exclusiva de ônibus na Avenida Inajar de Souza.

Fonte: Diário de S. Paulo
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O espetáculo do trem-bala, uma revolução a 500 km/h

sábado, 17 de julho de 2010


Embora tenha propiciado um espetáculo político, muito bem utilizado pelo presidente Lula da Silva, o lançamento do edital do leilão do trem-bala ligando Campinas, São Paulo e Rio de Janeiro não mudou a natureza do projeto. O edital tem prazos, valores, regras, compromisso de uso de dinheiro público e até um "traçado referencial" da ferrovia. O que não há, até agora, é qualquer garantia de que a obra possa ser concluída no prazo esperado pelo governo, de sete anos após a assinatura do contrato, como nem mesmo de que ela será executada em algum prazo.
Mesmo não passando de um factoide político - o prazo para a apresentação das propostas se encerra no dia 29 de novembro e o leilão, a ser realizado na sede da Bolsa de Valores de São Paulo, está marcado para o dia 16 de dezembro, duas semanas antes do fim do mandato de Lula -, o projeto já está atrasado em relação às promessas do governo do PT. Pelo cronograma inicial, as regras do leilão deveriam ter sido publicadas há quase dois anos.
Esse atraso ocorre na etapa inicial de definição das características básicas da ferrovia - ainda sem o detalhamento de seu traçado e da localização de suas estações - e do modelo para a licitação, o que mostra as dificuldades que precisam ser superadas para chegar-se realmente a um projeto com aspectos inovadores para o País.
A publicação do edital só foi possível depois que o Ministério dos Transportes e a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) modificaram o estudo de viabilidade que haviam enviado ao Tribunal de Contas da União (TCU) em dezembro de 2009, para ser analisado em 45 dias. Por causa da "falta de planejamento e de coordenação do governo com vistas à implementação de projetos de elevada magnitude, complexidade e importância", como observou o relator do projeto no TCU, ministro Augusto Nardes, a aprovação só saiu no fim de junho.
O edital obedece às alterações impostas pelo TCU, entre as quais a escolha do vencedor não pelo menor preço da obra, como queria o governo, mas pela oferta da menor tarifa na classe econômica. O TCU reduziu ainda o orçamento total de R$ 34,6 bilhões para R$ 33,1 bilhões. Por isso, foi reduzida a tarifa máxima a ser cobrada na classe econômica no trecho São Paulo-Rio, de R$ 217 para R$ 199. Manteve-se o limite máximo a ser financiado pelo BNDES, de 60,3% sobre o custo total.
A generosa oferta de apoio financeiro ao trem-bala com recursos estatais não se limita aos empréstimos do BNDES. O governo (diz que) criará uma empresa estatal, a Empresa do Trem de Alta Velocidade (Etav), que será sócia da sociedade de propósito específico a ser constituída pelos vencedores do leilão (se houver leilão) e se responsabilizará pela construção e operação do trem-bala. A Etav deterá 33% do capital dessa sociedade.
O capital da Etav (se ela vier a existir) será integralizado com recursos do Tesouro e com o valor das desapropriações necessárias para a obra. Embora não haja traçado executivo, o governo estima as desapropriações em R$ 2,265 bilhões. E se o custo real superar esse valor? O governo arcará com a diferença, disse o diretor-geral da ANTT, Bernardo Figueiredo, mas o dinheiro não será utilizado para capitalizar a Etav.
A grande mobilização de recursos públicos para o trem-bala reduziria os riscos dos investidores privados, que entrariam com R$ 10 bilhões de recursos próprios, menos de um terço do orçamento total.
É possível que, com essa ajuda pública, grupos privados se interessem pelo projeto. Mas persistem incertezas técnicas - como dificuldades inesperadas de construção, quando se definir o traçado da ferrovia - e financeiras que envolvem um projeto desse porte, cujo prazo de maturação é longo, que deixam dúvidas sobre sua viabilidade.
Enfim, se o projeto não virar realidade, não haverá o que lamentar. Afinal, num país com tantas carências na área de saúde, de educação, de habitação e condições de vida nas cidades, por exemplo, não é hora de gastar tanto dinheiro em uma obra como essa.
http://www.youtube.com/watch?v=piN66wryArE

Fonte: Estadão
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