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SPTrans informa alteração de itinerários para o Carnaval

quarta-feira, 2 de março de 2011

Em razão dos desfiles de Carnaval, que serão nos dias 04, 05, 06, 07, 08, 11 e 12 de março, e consequente interdição das vias na região do Anhembi, a SPTrans informa a alteração nos itinerários de duas linhas que trafegam na região durante o evento.

Para informações sobre linhas e trajetos de linhas consulte itinerários ou ligue 156.

Linhas e itinerários:


278A Penha - CEASA
Ida:
Normal até a Rua Santa Eulália, Av. Santos Dumont, Av. Braz Leme, Pte. Da Casa Verde, Rua Abraão Ribeiro, prosseguindo normal.
Volta: Normal até a Pte. Casa Verde, Av. Braz Leme, Rua Voluntários da Pátria, Rua Pe. Ildefonso, Av. Cruzeiro do Sul, prosseguindo normal.

9717 Jd. Almanara - Santana
Ida:
Av. Dep. Cantídio Sampaio, Rua Henry Charles Potel, prosseguindo normal até a Rua Mangaratu, Rua Antonio Nascimento Moura, Av. Braz Leme, Rua Darzan, Rua Rua Dr. Zuquim, Rua Ezequiel Freire.
Volta: Rua Ezequiel Freire, Rua Alfredo Guedes, Av. Cruzeiro do Sul, Rua Santa Eulalia, Av. Santos Dumont, Pça. Heróis da Força Expedicionária Brasileira, Av. Brás Leme, Rua Marambaia, Rua Bernardino Fanganiello, prosseguindo normal até Av. Dep. Cantídio Sampaio.

Fonte: SPTrans

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Curitiba: Linha Verde Sul irá até Fazenda Rio Grande .

As obras de extensão da Linha Verde Sul, entre Curitiba e Fazenda Rio Grande, na Região Metropolitana, devem começar no segundo semestre deste ano. A previsão foi anunciada, nesta segunda-feira, 28, durante reunião do prefeito de Curitiba, Luciano Ducci, com representantes da ANTT (Agência Nacional dos Transportes Terrestres), concessionária OHL e Governo do Estado.

A aprovação do Projeto Executivo e o início das obras dependem do licenciamento ambiental por parte do Ibama, “processo que se encontra em andamento”, adiantou Luciano.

“A obra prevê canaleta exclusiva para ônibus, viadutos, pontes, novas trincheiras. OHL fará obra. E a Comec (Coordenação da Região Metropolitana de Curitiba) fica com integração do transporte coletivo”, completou o prefeito.


Fonte: Jornale

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ES quer ser incluído PAC da Mobilidade Urbana

O governador Renato Casagrande (PSB) e o Secretário de Transportes e Obras no Espírito Santo, Fábio Damasceno, estiveram nesta terça-feira (01) no Palácio do Planalto e no Ministério das Cidades, para audiências com a ministra do Planejamento Mirian Belchior e o ministro Mario Negromonte. A visita foi para pedir a inclusão do ES no PAC da Mobilidade Urbana, programa do governo que prevê investimentos de R$ 18 bilhões para o transporte público nas 24 maiores cidades brasileiras.

Casagrande apresentou aos dois ministros o projeto para criar corredores exclusivos de ônibus, no valor de R$ 650 milhões, para os quatro maiores municípios do ES: Vitória, Vila Velha e Serra.

"Nós viemos pedir a inclusão do ES no PAC da Mobilidade Urbana, destinado às regiões metropolitanas com m ais de 3 milhões de habitantes e os municípios com mais de 700 mil habitantes. Como nós ficamos fora do PAC, viemos mostrar nosso projeto de corredores exclusivos de ônibus", afirmou o governador.

A proposta prevê o investimento de R$ 88 milhões, por parte do governo estadual, R$ 180 do Governo Federal e o restante financiado pelo BNDES. Casagrande estava acompanhado dos deputados Camilo Cola (PMDB), com quem pegou carona no avião para Brasília, Manato (PDT) e do senador Ricardo Ferraço (PMDB).

O PAC Mobilidade Grandes Cidades foi lançado no último dia 16, pela presidente Dilma Rouseff. Com o lançamento do programa, que faz parte do PAC 2, os prefeitos das 24 maiores cidades brasileiras e os governadores de seus estados terão de apresentar projetos que ampliem a capacidade de locomoção e melhorem a infraestrutura do transporte público coletivo.

O investimento do governo federal será de R$ 6 bilhões diretos da União e de R$ 12 bilhões por meio de financiamento. De acordo com o Planalto, os projetos beneficiarão 39% dos brasileiros que vivem em regiões metropolitanas.

As propostas poderão incluir sistemas de transporte sobre pneus, como corredores de ônibus exclusivos e de Veículos Leves sobre Pneus (VLP/BRT), e também sistemas sobre trilhos, como trens urbanos, metrôs e Veículos Leves sobre Trilhos (VLT).

Os 24 municípios do PAC Mobilidade formam três grupos. O primeiro reúne as capitais de regiões metropolitanas com mais de três milhões de habitantes (São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Brasília, Recife, Fortaleza, Salvador e Curitiba).

O segundo inclui cidades com população entre um e três milhões de habitantes (Manaus, Belém, Goiânia, Guarulhos, Campinas e São Luís). O terceiro grupo reúne cidades de 700 mil a um milhão de habitantes. (Maceió, Teresina, Natal, Campo Grande, São Gonçalo, Duque de Caxias, Nova Iguaçu e São Bernardo do Campo).

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Em Cascável, Mudanças no transporte coletivo a partir de março

A partir de 1º de março, algumas linhas do Transporte Coletivo Urbano de Cascavel terão itinerários ou horários alterados.
Estas são as primeiras mudanças previstas para o ano de 2011, visando o melhor atendimento ao usuário do transporte coletivo, tornando o sistema mais ágil, e buscando evitar os atuais e constantes atrasos.
Serão alterados, nesta etapa, o itinerário da linha OESTE – SUL via PARQUE SÃO PAULO, a tabela de horários da linha de ônibus SUL – OESTE via NEVA e será acrescentado 01 veículo na linha 14 DE NOVEMBRO – TERMINAL OESTE alterando também a tabela de horários desta linha.
Além destas alterações, serão acrescentados 02 veículos comuns na linha Eixo / Leste – Oeste nos horários de pico e 01 veículo articulado na Linha Direta / Leste – Oeste, também nos horários de pico, sendo que este veículo será remanejado da linha Sul – Oeste via Carlos Gomes, que receberá 02 veículos comuns em substituição ao articulado.

Confira abaixo o que muda dia 1º de março:
 >> Itinerário da linha de ônibus OESTE – SUL / PARQUE SÃO PAULO: a linha deixará de atender o ponto de ônibus localizado na Rua Rio Grande do Sul, em frente ao Colégio Auxiliadora e os 02 pontos da Av. Carlos Gomes. As tabelas de horários não serão alteradas. Confira o novo itinerário:
Sentido Terminal Sul – Terminal Oeste: TTS / Rua Rio da Paz / Avenida Carlos Gomes / Rua do Comércio / Rua Delfino Dias do Prado / Avenida Carlos Gomes / Avenida Aracy Tanaka Biazetto / Sede Coopavel / Rua João Fernandes dos Santos / Rua Joaquim Távora / Rua Epitácio Pessoa / Rua General Osório / Rua São Paulo / TTO. Sentido Terminal Oeste – Terminal Sul: TTO / Rua Rio Grande do Sul / Rua Souza Naves / Rua Rio de Janeiro / Rua General Osório / Rua Epitácio Pessoa / Rua Joaquim Távora / Rua João Fernandes dos Santos / Sede Coopavel / Avenida Aracy Tanaka Biazetto / Rua Manoel da Nóbrega / Rua Promotor Cézar Salgado / Avenida Carlos Gomes / Rua Rubens Lopes / TTS.
Fonte: CETTRANS

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Goiânia: Pesquisa aponta necessidade de investimentos na infraestrutura da Praça Cívica

Pesquisa realizada entre os dias 8 e 14 de fevereiro, pelo Comitê Técnico de Trânsito e Circulação (CTTC), em parceria com a Rede Metropolitana de Transportes Coletivos (RMTC), aponta a necessidade de investimentos na infraestrutura pública da Praça Cívica, a fim de torná-la de efetivo uso comum pela população, bem como de  dar maior competitividade e mobilidade ao transporte coletivo da região. “É um dos locais mais estratégicos e importantes para o transporte coletivo porque é abastecido por linhas de todas as regiões da RMTC. Dotá-lo de infraestrutura adequada é contribuir para a qualificação do transporte de toda a Região Metropolitana de Goiânia”, esclarece o diretor do Consórcio Rmtc, Leomar Avelino.
O relatório final será encaminhado às presidências da AMT e da CMTC, a fim de subsidiar projetos de melhoria da infraestrutura pública em prol do transporte coletivo. Segundo Leomar Avelino, dentre os principais investimentos estariam o remodelamento dos pontos, melhoria da acessibilidade, redefinição de estacionamento, a implantação de via exclusiva para os ônibus com segregação física e a preferência de passagem nos semáforos.
Diariamente, passam pela Praça mais de 20 mil pessoas que utilizam o transporte coletivo. Os dados apontam, ainda, que o fluxo de passageiros é maior que em terminais como Parque Oeste, Araguaia, Senador Canedo e Trindade. Ao todo, 51 linhas entre veículos convencionais e Citybus trafegam pelo local, que também conta com seis pontos para embarque e desembarque.

O que é o CTTC
Lançado em setembro de 2010, o CTTC é uma instância técnica com o objetivo de debater propostas, desenvolver estudos e pesquisas que colaborem para a melhoria da fluidez do trânsito a favor da melhoria do transporte coletivo na Região Metropolitana. O grupo é formado por 17 técnicos especialistas das iniciativas pública e privada que se reúnem mensalmente.
O Comitê conta, ainda, com um perfil na página de relacionamentos Facebook, o “CTTC-Goiânia”. Nela são disponibilizadas fotos das reuniões, promovidas discussões sobre o assunto trânsito e transporte coletivo e disponibilizados dados de pesquisas realizadas, além de outras ações.


Fonte: RMTC

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Projeto de monotrilho fora da realidade do Recife

terça-feira, 1 de março de 2011

Para Especialistas, Sistema BRT é o mais viável para a Região Metropolitana
A proposta de implantação de um sistema de monotrilho ou monorail em alguns dos futuros corredores exclusivos de transporte público da Região Metropolitana do Recife, em elaboração desde o fim do ano passado a pedido do governo do Estado, já nasce sendo alvo de contestação. O uso do modelo, cuja concepção prevê um veículo montado ou pendurado sobre um único trilho, elevado por colunas de concreto, não agrada aos técnicos do setor em Pernambuco, gente que conhece o sistema de transporte do Grande Recife. A rejeição não é à tecnologia. Mas ao fato de ela não ser ideal para a realidade da região.

O Jornal do Commercio ouviu três dos melhores técnicos do Estado, conhecidos nacionalmente: Germano Travassos, consultor, Osvaldo Lima Neto, doutor em transporte e professor da UFPE, e César Cavalcanti, vice-presidente nacional da Associação Nacional de Transportes Públicos (ANTP) e também professor da UFPE. Todos foram unânimes em afirmar que o monotrilho não é o tipo de modelo mais recomendado para o transporte de massa. É mais utilizado em operações turísticas. Além disso, custaria pelo menos quatro vezes mais do que o Bus Rapid Transit (BRT), adotado pela cidade de Curitiba (PR) há mais de 30 anos e que estava praticamente certo para ser implantado no Recife.

Na visão técnica, o monotrilho teria, no máximo, o mesmo resultado do sistema de ônibus, só que custaria mais e levaria um tempo maior para ser implantado. “O sistema de monorail tem suas vantagens, sem dúvida, mas além de não existirem muitos exemplos do seu uso para transportar altas demandas de passageiros, possui um grau de sofisticação muito fora da nossa realidade. Não conseguimos sequer pintar faixas de ônibus nas vias, imagine implantar um sistema caríssimo. Tudo nele custa mais do que no sistema de ônibus. O operador de um monotrilho será mais caro que o motorista de ônibus convencional, o custo de operação também. E uma tarifa de R$ 2 não cobriria esse valor”, alerta César Cavalcanti.

Mesmo ressaltando não conhecer o projeto desenvolvido pela Odebrecht e não ser contra a tecnologia do monorail, Germano Travassos pondera que o sistema de um único trilho não tem a flexibilidade e maleabilidade do ônibus, tão necessárias à rede do Grande Recife. “Ele funciona melhor com demandas constantes, que não oscilam em horários de pico e em estações distantes uma das outras. Na verdade, é preciso fazer um estudo da rede e, a partir dele, ver qual tipo é mais adequado. Mas aqui isso não acontece. Pegam um modelo usado em outro lugar e simplesmente acham que funciona do mesmo jeito. Ele tem que se adequar a uma demanda existente, afinal, não estamos falando de uma cidade nova, mas de uma que já existe”, defende.

Osvaldo Lima Neto vai mais além e adverte que a tentação que o governo do Estado enfrenta agora poderá custar caro mais na frente. “Enquanto se gasta de US$ 5 milhões a US$ 10 milhões para fazer um quilômetro de BRT, são necessários de US$ 50 milhões a US$ 80 milhões para o mesmo trecho de monotrilho. É algo surreal, muito caro. Se o governador optar por ele, será uma escolha muito arriscada”, diz. “Que países como França e Inglaterra usem o monotrilho, tudo bem. Eles não têm favela e o teto das unidades de saúde não está ameaçando desabar. Nós não. Precisamos ter um bom resultado com o menor custo. E isso é possível com um sistema eficiente de ônibus. Veja o Transmilênio, de Bogotá, Colômbia. É modelo para todo o mundo e é operado por ônibus”, conclui César Cavalcanti.

A proposta, definida como um estudo de mobilidade para a cidade visando a Copa de 2014, vem sendo tratada em segredo pelo governo do Estado e pela Construtora Odebrecht, autora da ideia. Ao ser procurado pelo JC, o Grande Recife Consórcio de Transporte, gestor do sistema e quem estava à frente dos projetos de BRT, jogou a responsabilidade para a Secretaria das Cidades.

O secretário Danilo Cabral, por sua vez, silenciou. A assessoria de imprensa do gestor sequer deu retorno ao ser procurada pelo JC. Sabe-se, apenas, que o projeto será submetido à decisão final do governador Eduardo Campos, o que está previsto para acontecer na próxima semana. A Odebrecht também não se pronunciou. Alegou não ter autorização do governo para falar. O que se sabe é que o modelo de monotrilho poderá substituir os projetos previstos para o Corredor Norte-Sul - que ligaria os extremos do Grande Recife pela Avenida Agamenon Magalhães - a Avenida Norte e o Corredor Leste-Oeste. O uso neste último, entretanto, já estaria descartado por não ser viável.

É caro para construir, mais ainda para manter
Além de não ser adequado para o transporte de massa, o monotrilho tem de outro problema, segundo os especialistas: sustentabilidade financeira. O sistema é caro para fazer e oneroso para manter. “As pessoas acham que uma tecnologia é sustentável apenas pelo aspecto ambiental. Mas é preciso considerar a manutenção do modelo depois de pronto”, argumenta o presidente do Centro de Transporte Sustentável do Brasil (CTS), Luis Antonio Lindau.

Ele defende, inclusive, que é preciso fazer uso mais nobre da superfície, abrindo espaço entre os carros para o ônibus, no lugar de pensar em elevados. “O sistema BRT, criado em Curitiba, é modelo para o mundo todo, menos para o Brasil. Custa 20 vezes menos que o metrô, mas para nós, brasileiros, não serve”, critica Lindau.

O alto custo de manutenção é um dos motivos pelos quais o monotrilho não vingou em outros lugares do País, como São Paulo e Manaus (AM). Até mesmo em nações desenvolvidas ficou difícil manter o sistema. É o caso de Las Vegas (EUA) e Dubai (Emirados Árabes), cuja demanda não compensou o alto investimento. Em Dubai, uma linha de 54 quilômetros custou US$ 7,6 bilhões e deveria transportar 1,2 milhão de pessoas por dia, mas só conseguiu demanda de 66 mil passageiros.

Fonte: Jornal do Comércio

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