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São Paulo: SPTrans garante que os trólebus da cidade não vão acabar. O principal motivo é a ‘paixão’ dos passageiros

domingo, 9 de maio de 2010


O sistema de trólebus de São Paulo vai continuar a rodar. Depois de rumores de que a SPTrans, que gerencia o transportes de passageiros na capital, estudava acabar com os ônibus elétricos, a empresa garantiu que o meio de transporte não será extinto e a razão para isso é o “amor” dos passageiros.

“Não é só a questão ambiental, o fato desses veículos não poluirem. Quem usa o trólebus é apaixonado por ele, gosta muito”, disse Pedro Luiz Machado, diretor da Sptrans, durante reunião da Comissão de Transporte da Câmara Municipal.

Mas o real problema do sistema é a manutenção da rede elétrica que alimenta os veículos. O consórcio que opera as linhas de trólebus e os sindicatos dos motoristas garantem que a rede está sucateada, atrapalhando a qualidade do serviço.

“Nós temos uma emenda a cada 58 metros de cabos”, revelou o presidente do Consórcio Leste 4, André Martins de Lissandre. “Em março deste ano, nós ficamos 764 horas sem energia em pelo menos uma parte do sistema”, contou.

Atualmente, a Eletropaulo é a única que pode mexer na rede de cabos dos trólebus. Porém, o convênio com a empresa, feito quando ela ainda era estatal, não prevê a manutenção da rede. “Eles só fazem algum reparo quando rompe a fiação”, disse Jorge Françozo de Moraes, presidente do Movimento Respira São Paulo, que defende a expansão do sistema de trólebus. “Não significa que ela é uma má empresa, mas ela não recebe para isso”, completou.

A Eletropaulo disse, porém, que faz a manutenção preventiva em toda rede de distribuição de energia dos ônibus elétricos, incluindo todos os cabos alimentadores da rede.

O contrato com a empresa termina em dezembro deste ano. A Prefeitura ainda não sabe o que vai acontecer após esse prazo. A Eletropaulo disse ontem que só irá se manifestar sobre a renovação do convênio no vencimento do contrato.

Um dos projetos em estudo é que o próprio operador do sistema se responsabiliza pela manutenção da rede. “Para recuperar todos os cabos, precisa de um investimento de R$ 14 milhões”, revelou o presidente do Consórcio Leste 4.

“Não é algo impossível de fazer”, completou.Segundo o consórcio, o consumo elétrico do sistema de trólebus é de 19 megawatt, o equivalente a energia necessária para abastecer até 100 residências. O gasto com a eletricidade dos ônibus chega a R$ 80 mil por mês.

“O custo da operação é o equivalente aos dos veículos movidos à diesel” disse André Martins de Lissandre.Frota deve ser renovada com novo projeto de veículo

O Consórcio Leste 4 anunciou nesta quinta que um novo projeto de veículo para rede de trólebus está para ser homologado. Com isso, outro problema que afetava o sistema dos ônibus elétricos deve ser solucionado: a falta de fabricante dos veículos.

“Está faltando sair o registro do projeto. Isso demora de 30 a 60 dias, mas já se passaram 20”, contou André Martins de Lissandre, do Consórcio Leste 4.

O diretor administrativo da Sptrans, Pedro Luiz de Brito Machado, cobrou dos defensores do sistema que não deixem o poder público mudar mais as exigências dos veículos elétricos. “Cada vez que muda o governo, fazem novas exigências. As empresas que investiram todas as suas apostas em um projeto, acabam quebrando”, justificou.

A frota atual da capital é de 177 veículos, com idade média de 20 anos, operando em 11 linhas. Quando o contrato com o Consórcio Leste 4 foi assinado, em 2008, uma das exigências era a compra de 140 novos veículos até o final deste ano. Até hoje, porém, apenas 11 dos carros antigos foram substituídos.

De acordo com o consórcio, o problema era a falta de fornecedor. “O nosso principal parceiro não estava mais produzindo. Tivemos que começar do zero”, explicou André Martins.

Fonte: Diário de São Paulo
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Sony fornece equipamentos para Metrô de SP


A Sony é a empresa de eletroeletrônicos escolhida para fornecer equipamentos multimídia e de monitoramento para as estações do Metrô da cidade de São Paulo.
A empresa Alstom venceu a licitação pública do governo do Estado de São Paulo para fornecer um sistema completamente automatizado para as linhas 1, 2 e 3 do Metrô. A Sony foi contratada pela empresa para fornecer o sistema de comunicação digital (Digital Signage) com televisores de LCD Bravia e o sistema de segurança com as câmeras SNC-DF80, SNC-RX570 e SNC-RZ25, que contemplam a remodelação do sistema de telecomunicação e segurança existente atualmente nas linhas 1, 2 e 3 do Metrô de São Paulo.

Os televisores de LCD Bravia integrados ao sistema de sinalização digital serão responsáveis pela interface com o usuário, informando o tempo de chegada dos trens na plataforma, sinalização, mensagens institucionais do Metrô e informações gerais. E, em casos especiais, dados sobre situações de emergência. As câmeras de segurança vão auxiliar no monitoramento das áreas operacionais e movimentação dos trens.

"Acreditamos no potencial dos produtos da marca para auxiliar na melhoria das condições dos passageiros no Metrô de São Paulo. A empresa conta com a solução completa para monitoramento e transmissão de dados, além do Centro de Engenharia de Sistemas que proporciona os melhores recursos para seu cliente", afirma Armando Ishimaru, diretor da divisão profissional da Sony Brasil.

O processo de modernização dos sistemas de sinalização e telecomunicação das Linhas 1-Azul, 2-Verde e 3-Vermelha faz parte do Plano de Expansão da Secretaria de Transportes Metropolitanos. Mais de 3,6 milhões de passageiros que utilizam diariamente o Metrô de São Paulo serão beneficiados com o sistema, que permitirá a redução do intervalo entre trens nas três linhas mais exigidas do sistema metroviário.

Fonte: ABIFER

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Rio de Janeiro: Metrô RJ vai reformar refrigeração de trens


A concessionária Metrô Rio reformará o sistema de refrigeração dos 17 trens da Linha 2 até o fim do ano. Segundo o termo de ajuste de conduta assinado com o Ministério Público, a concessionária está obrigada a acabar com o sufoco nos vagões. De acordo com o diretor de relações institucionais da empresa, Joubert Flores, os passageiros da Linha 2 sentirão o alívio a partir de dezembro:
— Vamos melhorar o ar-condicionado. No verão que vem, teremos todos os vagões com compressores re$e novos. Não dá para garantir uma grande melhora na temperatura, mas haverá menos quebras.
Pelo acordo, a empresa criou um fundo de R$ 1 milhão para ressarcir passageiros prejudicados pelas falhas.
— Eles também têm que revisar a sinalização e interromper a venda de bilhetes com superlotação. E não poderão anunciar que o serviço melhorou até a chegada dos novos trens, para evitar nova demanda e superlotação. E isso tudo para ontem — diz o promotor Carlos Andresano.

Fonte: Extra Online
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Fortaleza: Trem moderno para Metrofor


Metrô de Fortaleza muda de nome e de logomarca antes de começar seus testes no mês de setembro

O presidente do Metrofor, engenheiro Rômulo Fortes, revelou que sua empresa mudará de nome e de logomarca. Isso se fará ainda neste semestre. A denominação da Companhia Cearense de Transportes Metropolitanos, razão social do Metrofor, deverá ser trocada para Companhia Cearense de Trens e Metrôs, "se o governador Cid Gomes concordar".

Quanto à nova logomarca, "ela já está sendo elaborada sob supervisão da Casa Civil do Governo", adianta Rômulo Fortes.Nesta semana, o presidente do Metrofor recebeu as primeiras fotos dos trens que serão usados pelo metrô de Fortaleza. Elas foram enviadas pela fabricante italiana AnsaldoBreda, cuja fábrica se localiza na cidade de Nápoles, no Sul da Itália.

As composições são pintadas de verde e cinza, com predominância daquela. Do ponto de vista estético, os trens são bonitos e suas linhas arredondadas estão de acordo com o padrão mundial dos veículos ferroviários de transporte de massa.

Rômulo Fortes confirmou que os primeiros trens do Metrofor serão entregues pela AnseldaBreda (escreve-se assim mesmo) no fim do próximo mês de agosto. Eles desembarcarão no porto do Pecém. Os primeiros testes dos trens estão previstos para setembro, mas esse calendário poderá ser modificado, se até as empresas Alstom, Siemens e Adtranz não chegarem a um acordo com o Governo do Ceará e com o TCU em torno da atualização dos preços dos produtos e serviços que elas fornecerão.

São essas três multinacionais que fornecerão e executarão os serviços de eletrificação, sinalização e controle eletrônico de todo o sistema operacional do Metrofor. Sem a instalação desses sistemas, não será possível testar o metrô de Fortaleza, incluindo trens, equipamentos, controles e segurança.

Cada trem fabricado pela AnseldaBreda para o Metrofor é composto por dois carros motores, que se localizam em cada extremidade, e um carro reboque. Esse conjunto, todo ele com ar condicionado, tem capacidade para transportar 974 passageiros de maneira confortável, ou seja, sem superlotação. Serão seis passageiros por metro quadrado. Nos horários de pico, explica Rômulo Fortes, uma composição semelhante será acoplada, formando então um trem com quatro carros motores e dois reboques, o que dobrará a quantidade de passageiros transportada.

CAMINHO DO VLT

Metrofor vai retomar faixa de domínio invadidaIncluída no pacote de projetos de infraestrutura de transporte para a Copa de 2014, a ligação ferroviária - a ser feita por Veículos Leves sobre Trilhos (VLTs) - entre o Mucuripe e o estádio do Castelão - prevê a retomada, pelo Governo, da faixa de domínio da linha permanente entre o porto do Mucuripe e Parangaba. Quase toda a faixa está ocupada por favelas.

A via pertence à Transnordestina Logística, empresa concessionária de toda a malha ferroviária do Nordeste.O presidente do Metrofor, Rômulo Fortes, revela: toda a linha permanente será substituída por uma nova. A faixa de domínio da via permanente foi invadida e está hoje ocupada por favelas. Ela tinha, originalmente, de 22 metros de largura. Hoje, está reduzida, em alguns locais, como no trecho entre a Avenida Padre Antonio Tomás e Antonio Sales, a menos de oito metros. Isso reduz a velocidade dos trens a 20 km por hora.

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São Paulo: Corredor Santo Amaro terá ponto só no meio


A São Paulo Transportes (SPTrans) vai realizar intervenções no corredor Santo Amaro-9 de Julho-Centro para acabar com a necessidade de os ônibus saírem de sua faixa exclusiva para parar em pontos do lado direito. O entrelaçamento dos ônibus com os automóveis atrapalha a fluidez no corredor e na via.

A principal intervenção será na Avenida Santo Amaro, na parada perto da Avenida Juscelino Kubitschek. Como o ponto está à direita, os ônibus precisam atravessar toda a via para o embarque dos passageiros. Serão implantadas duas plataformas do lado esquerdo e uma faixa prioritária para o transporte coletivo. Os pontos da direita serão extintos.

“O objetivo é a eliminação do conflito do ônibus com o tráfego geral. Esse entrelaçamento ocorre porque os ônibus precisam sair do corredor localizado na faixa da esquerda para atender a parada de ônibus instalada à direita. Além disso, há algumas linhas de ônibus que deixam o corredor naquele local para acessarem a Avenida Brigadeiro Luís Antônio”, informou a SPTrans por meio de nota. As obras vão custar R$ 2 milhões e a licitação está no estágio final, segundo a empresa.

Haverá também outras intervenções estruturais na Avenida Santo Amaro. Segundo a SPTrans, serão feitos alargamentos de vias nas ruas próximas ao centro do bairro Santo Amaro para facilitar o tráfego do transporte coletivo na região, “que é interseção dos corredores ônibus que vêm da zona sul”, disse a empresa.

Os especialistas afirmam ser positivo eliminar os pontos de ônibus do lado direito, quando há um corredor exclusivo junto ao canteiro central. “É benéfico tanto para a fluidez dos ônibus do corredor quanto para o fluxo geral da via, que não vai mais precisar esperar um ônibus parar no ponto”, declarou o consultor de tráfego e mestre em transportes Sérgio Eijzenberg. No entanto, ele ressalta que a principal intervenção a ser feita para melhorar a fluidez nos corredores é a criação de áreas de ultrapassagem.

“Pelo fluxo que há hoje nos corredores de São Paulo, deveria haver áreas de ultrapassagem para acabar com as filas nos pontos de ônibus.”Também estão previstas obras no corredor Jardim Ângela-Guarapiranga-Santo Amaro, na zona sul. Nesse caso, a principal intervenção será a construção de um “pontilhão” no terminal Jardim Ângela, de forma a criar um caminho para os ônibus antes da entrada no local. Essa medida tem o objetivo de acabar com os congestionamentos dos coletivos na entrada do TERMINAL.

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Passagem de ônibus em Florianópolis sobe 7,3% e agora custa R$ 2,95, a mais cara do Brasil




O valor do reajuste nas passagens de ônibus em Florianópolis foi, enfim, anunciado sexta-feira. A partir da 0h deste domingo, os usuários do transporte coletivo vão desembolsar R$ 2,95 (em dinheiro) pela passagem, ou R$ 2,38 (no cartão). A tarifa social ficou em R$ 1,60. O aumento com relação aos atuais valores é de 7,3%.

O decreto que oficializa o aumento foi assinado pelo prefeito Dário Berger (PMDB). Um dos motivos para a alteração do preço da passagem é o aumento salarial concedido aos trabalhadores do setor, que ameaçavam entrar em greve. Neste ano, depois de sete anos consecutivos de paralisações, os trabalhadores do transporte aceitaram a proposta da prefeitura.

O salário de cobradores e motoristas terá um ganho de 2% de ganho real, mais o valor do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) do período, que em março fechou em 5,3%. Eles também tiveram reajuste de 10% no vale-alimentação, que passou de R$ 310 para R$ 340.

O valor da tarifa é calculado a partir dos custos do sistema. Divide-se o valor das despesas pelo número de passageiros. As despesas são divididas em custos variáveis e fixos. Os variáveis abrigam despesas como combustível, lubrificantes, rodagem, peças e acessórios. Nos fixos, inclui-se salários, administração do sistema, tarifa de utilização dos terminais, depreciação dos equipamentos (ônibus e validadores) e impostos.

Fonte: Diário de Santa Catarina

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