Linhas A21 e A31 em Macaé, RJ, sofrem mudanças

domingo, 25 de outubro de 2015

As linhas de ônibus A21 (Terminal Central x Vila Moreira – via Fábio Franco) e A31 (Terminal Central x Vila Moreira – via Campo d’Oeste), em Macaé, no interior do Rio, sofrerão alterações no itinerário a partir desta segunda-feira (26). As mudanças acontecerão por conta das obras de implantação do sistema de esgotamento sanitário que causarão interdições em um trecho da Rua Manoel Francisco Nunes, no bairro Novo Cavaleiros. As alterações devem seguir até o dia 5 de novembro.
Foto: Carlos Fernandes/Mobilidade Urbana

Com as alterações, quando seguirem do Terminal Central para a Vila Moreira, os ônibus da linha A21 não passarão pela Rua Manoel Francisco Nunes, seguindo direto pela Via do Sol até a Alameda Tenente Célio. Lá, retomará seu itinerário normal pelo trecho liberado da Manoel Francisco Nunes. Na volta, da Vila Moreira para o Terminal Central, os coletivos desta linha também passarão pela Via do Sol. No caso da linha A31, a alteração acontece somente no trajeto de volta, quando também passará pela Via do Sol em direção ao Terminal Central.

Obras
A Rua Manoel Francisco Nunes, nos cruzamentos com as ruas Nazareno, Diamantino Pacheco, São José e Alameda Tenente Célio será fechada ao tráfego de veículos. No entanto, nesta via estão localizados um colégio, uma creche e a Unidade Básica de Saúde do bairro. Sendo assim, ficou definido que uma nova rota alternativa será liberada.

Esta rota inclui uma parte do terreno em que está localizado o canteiro da Odebrecht Ambiental, empresa responsável pela execução das obras, com entrada na Via do Sol. Somente as ambulâncias terão acesso liberado pela Manoel Francisco Nunes no período em que os trabalhos estiverem sendo realizados no local. Além disso, esta rota alternativa não é válida para os ônibus.

Informações: G1 Região dos Lagos

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Tarifa de ônibus de Belo Horizonte aumenta para R$ 3,40

A decisão foi anunciada nesta sexta-feira (23) pela BHTrans, empresa que gerencia o sistema na capital mineira.

A Defensoria Pública do Estado de Minas Gerais informou ao UOL que vai recorrer da decisão para tentar manter o valor nos patamares atuais. A liminar, anteriormente deferida à defensoria, sustava o aumento até que uma auditoria fosse feita em plano de revisão de preços da BHtrans que embasou o pedido de majoração das tarifas.

Na última quarta-feira (21), o presidente do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJ-MG), Pedro Carlos Bitencourt Marcondes, acatou pedido da prefeitura e decidiu suspender a liminar argumentando, entre outras coisas, que a postergação do aumento causa um prejuízo diário de R$ 300 mil, ao sistema de transporte público, e que poderia levar a sua interrupção. Ele disse ter se baseado em notas técnicas apresentadas pela BHTrans.

O pedido feito pela prefeitura e pelas empresas concessionárias que exploram o serviço, segundo o tribunal, cita desequilíbrio na equação econômico-financeira dos contratos de concessão.

A razão dada pelas detentoras do serviço para o alegado desequilíbrio foi a implantação do sistema BRT [corredores exclusivos para circulação de ônibus articulados]. Esse sistema de transporte público foi feito visando a mobilidade urbana na capital mineira para a Copa do Mundo de 2014.

O presidente do tribunal ainda declarou que a revisão de preços da BHTrans somente poderia ser desconstituída diante de "provas contundentes de ilegimitidade", fato que, segundo ele, até o momento não ficou comprovado.

Todavia, o magistrado afirmou que, "caso fique comprovada a inexistência de desequilíbrio, o preço das passagens poderá atingir patamar até inferior ao vigente, a fim de compensar o aumento ilegal e ressarcir a coletividade".

Novela 

A queda de braço entre a administração municipal e a defensoria pública vem sem arrastando desde o mês de agosto deste ano, quando a prefeitura tinha anunciado o aumento.

Esse valor reajustado que entrará em vigor no próximo domingo, fora anunciado para vigorar a partir do dia 4 de agosto passado, mas uma liminar conseguida pela defensoria suspendeu o ato.

Em seguida, a prefeitura conseguiu derrubar essa liminar, sendo que o aumento vigorou entre os dias 8 de agosto e 16 de setembro, quando a defensoria, novamente, conseguiu sustar o reajuste na Justiça.

Nesse meio tempo, o aumento provocou protestos de movimentos sociais como o "Tarifa-Zero" e o "Passe Livre BH", nas ruas da capital mineira.
Em um deles, feito no dia 12 de agosto, policiais militares investiram contra os manifestantes, na região central da cidade, utilizando bombas de efeito moral e balas de borracha.

A PM alegou que os militares foram atacados com pedras quando tentavam desobstruir a rua para a passagem dos carros. Aproximadamente 60 pessoas foram detidas, sendo que a maioria havia se refugiado em um hotel situado nas proximidades da sede da prefeitura. Esses movimentos sociais acusaram a polícia de truculência.

Os manifestantes também ocuparam parte da Câmara de Vereadores de Belo Horizonte, ficando lá por 10 dias. A desocupação se deu no dia 11 de setembro após expedição pela Justiça de uma ordem de reintegração de posse.

Informações: Uol Notícias

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