TransOceânica será iniciada no segundo semestre deste ano

quinta-feira, 19 de junho de 2014

A obra da via expressa TransOceânica, em Niterói (RJ), será iniciada no segundo semestre. A via atenderá a 11 bairros da Região Oceânica da cidade e cerca de 70 mil pessoas. Serão 9,3 quilômetros, sendo um túnel de 1,3 quilômetros, com 13 estações ao longo do trajeto, num sistema integrado de ônibus BRT e barcas. 

O investimento total é de R$ 359 milhões, com um financiamento de R$ 292 milhões do governo federal por meio do PAC da Mobilidade. O edital de contratação da obra foi assinado na segunda-feira (16) pelo prefeito Rodrigo Neves, na presença do ministro das Cidades, Gilberto Occhi. 

Na última segunda-feira (16), o ministro das Cidades, Gilberto Occhi, disse, em Niterói (RJ), que os investimentos em corredores exclusivos, os chamados BRTs, estão sendo destinados para todo País. De acordo com o ministro, o modal é uma das principais alternativas para o desenvolvimento dos municípios.

"A solução da mobilidade urbana nas grandes cidades passa por investimentos como esse aqui em Niterói, com a construção da Transoceânica, e como é o caso da Transcarioca, no Rio de Janeiro, e dos corredores em Belo Horizonte que entraram em operação recentemente", afirmou Gilberto Occhi durante o lançamento do edital de contratação para as obras do BRT Transoceânica.

Transcarioca

Em operação desde o início do mês de junho, o sistema de ônibus Transcarioca é responsável pela ligação entre a Barra da Tijuca e o Aeroporto do Galeão, em uma faixa segregada de 39 km. O sistema de transporte faz integração com a estação de metrô Vicente de Carvalho, as estações de trem de Madureira e Olaria e o BRT Transoeste, no Terminal Alvorada.

Quando estiver em plena operação, o sistema terá um total de 39 quilômetros de extensão, 45 estações e cinco grandes terminais de integração com ônibus convencionais. Projeção indica que um fluxo diário de 450 mil pessoas será atendido pelo sistema.

Pacto da Mobilidade Urbana

O Pacto da Mobilidade Urbana, que previa R$ 50 bilhões para obras de mobilidade em todo o País, contemplou, na primeira etapa, as principais capitais e regiões metropolitanas do país. A carteira do PAC 2 destina ainda R$ 93 bilhões à melhoria do transporte público nos grandes centros urbanos, totalizando R$ 143 bilhões ao setor. Parte desse dinheiro vem do Orçamento Geral da União (OGU) e outra vem de financiamento público, com juros subsidiados. Os recursos são repassados aos estados e municípios, responsáveis pela execução dos projetos aprovados pelo governo federal.

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