São Paulo: Transporte metropolitano terá reajuste à partir de 13 de fevereiro

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011


A Secretaria de Estado dos Transportes Metropolitanos reajustou as tarifas dos trens do Metrô e da CPTM [Companhia Paulista de Trens Metropolitanos] e dos serviços de ônibus intermunicipais gerenciados pela EMTU [Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos], que passam a vigorar a partir da zero hora do próximo domingo, dia 13.

Realizada anualmente, esta atualização tarifária leva em consideração o equilíbrio econômico-financeiro da Companhia do Metrô, como empresa não dependente do governo em suas despesas de custeio. No caso da CPTM, há subsídio governamental para possibilitar que a população de renda mais baixa e moradora em áreas mais distantes do centro não seja penalizada com um custo maior dos deslocamentos.A tarifa social permite a realização de viagens de longa distância, como entre Jundiaí e Mogi das Cruzes, pagando somente um valor básico.

O bilhete unitário do Metrô e da CPTM será majorado de R$ 2,65 para R$ 2,90. Já o bilhete unitário da Linha 5-Lilás [que opera atualmente entre Capão Redondo e Largo Treze, em Santo Amaro] custará R$ 2,80.

O bilhete Madrugador Exclusivo [válido das 4h40 às 6h15 no Metrô e das 4h às 5h35 na CPTM], que custava R$ 2,40, será comercializado a R$ 2,50. O Cartão Madrugador Integrado passará de R$ 4,11 [desde a majoração dos ônibus municipais da capital, em 5 de janeiro último] para R$ 4,21.

Os cartões Bilhete Único Integrado Comum e Vale-Transporte serão reajustados de R$ 4,29 [valor de 5/1/2011] para R$4,49.

Já o Cartão Lazer [BLA-M10], que custava R$ 22,30, será comercializado a R$ R23,50. O Cartão Fidelidade M8 passará de R$ 20,30 para R$ 21,50; o M20, de R$ 48,70 para R$51,40 ; e o M50, de R$ 116,50 para 123,00.

As transferências entre Metrô e CPTM continuarão gratuitas nas estações Palmeiras-Barra Funda, Luz, Brás e Santo Amaro.

ÔNIBUS INTERMUNICIPAIS

A partir de 13 de fevereiro, serão reajustadas também as tarifas dos ônibus intermunicipais das três regiões metropolitanas do Estado - São Paulo, Campinas e Baixada Santista.

A média de reajuste das tarifas das linhas intermunicipais do serviço comum na Região Metropolitana de São Paulo [RMSP] é de 7,66%; na Região Metropolitana da Baixada Santista [RMBS], de 6,94% e da Região Metropolitana de Campinas [RMC], de 6,23 %.

As 13 linhas do Corredor Metropolitano ABD [São Mateus - Jabaquara], operadas pela concessionária Metra, terão suas tarifas alteradas de R$ 2,65 para R$ 2,90. O ônibus executivo que liga o Aeroporto Internacional em Guarulhos a diversos pontos da capital terá a tarifa reajustada em 6,5% - de R$ 31,00 para R$ 33,00. A linha suburbana que interliga a Estação Tatuapé do Metrô ao Aeroporto Internacional será reajustada em 6,06%, passando de R$ 3,80 para R$ 4,05.

O cálculo das novas tarifas levou em conta a evolução dos custos do setor de transporte coletivo nos últimos 12 meses, incluindo componentes específicos como material rodante [veículos], que aumentou 12,5 %, e mão-de-obra, com variação de 6,7 %.

O peso destes itens no cálculo do custo do transporte é de 43% para mão-de-obra, 20% para combustíveis, 24% para veículos e peças e 13% para os demais.

Em 2010 houve a incorporação de ônibus novos no sistema. Na RMSP, em quatro áreas de operação foram incluídos 419 ônibus zero quilômetro. Entraram 110 ônibus novos no sistema da RMBS e 516 na RMC. A renovação da frota oferece aos usuários mais conforto, segurança e regularidade no serviço.

REAJUSTE POR ÁREAS [Serviço regular comum]

REGIÃO METROPOLITANA DE SÃO PAULO

ÁREA 1

Municípios de Cotia, Embu, Embu-Guaçu, Itapecerica da Serra, Juquitiba, São Lourenço da Serra, Taboão da Serra, Vargem Grande Paulista e São Paulo. A menor tarifa será de R$ 1,95 e a maior, de R$ 5,05, dependendo da quilometragem percorrida pela linha.

ÁREA 2

Municípios de Barueri, Cajamar, Caieiras, Carapicuíba, Francisco Morato, Franco da Rocha, Itapevi, Jandira, Osasco, Pirapora do Bom Jesus, Santana de Parnaíba e São Paulo..

A menor tarifa será de R$ 2,10 e a maior, de R$ 5,00.

ÁREA 3

Municípios de Arujá, Guarulhos, Mairiporã, Santa Isabel e São Paulo. A menor tarifa será de R$ 2,10 e a maior, de R$ 5,00.

ÁREA 4

Municípios de Biritiba Mirim, Ferraz de Vasconcelos, Guararema, Itaquaquecetuba, Mogi das Cruzes, Poá, Salesópolis, Suzano e São Paulo. A menor tarifa será de R$ 2,10 e a maior, de R$ 4,95.

ÁREA 5

Municípios de Diadema, Mauá, Ribeirão Pires, Rio Grande da Serra, Santo André, São Bernardo do Campo, São Caetano do Sul e São Paulo. A menor tarifa será de R$ 1,95 e a maior, de R$ 4,85.

REGIÃO METROPOLITANA DA BAIXADA SANTISTA [Serviço regular comum]

Menor tarifa: R$ 2,20; maior tarifa, R$ 8,60, dependendo da quilometragem percorrida pela linha.

REGIÃO METROPOLITANA DE CAMPINAS


Menor tarifa: R$ 2,65; maior tarifa, R$ 6,00, dependendo da quilometragem percorrida pela linha.

DADOS OPERACIONAIS


A EMTU/SP atua em 67 municípios, com população total de 24 milhões. A empresa gerencia 816 linhas metropolitanas do Serviço Regular [Comum e Seletivo] e, em 2010, transportou 660 milhões de passageiros: 544 milhões na RMSP, 62 milhões na RMBS e 54 milhões na RMC.

Fonte: CPTM

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Tarifa de ônibus de Porto Alegre sobe para R$ 2,70

Nem o protesto dos estudantes nas ruas de Porto Alegre sensibilizou os integrantes do Conselho Municipal de Transportes Urbanos (Comtu) que ontem aprovaram a nova tarifa de R$ 2,70 para os ônibus da Capital. O reajuste de 10,20% foi abonado por 18 votos a dois. A lotação passará de R$ 3,65 para R$ 4,00, um aumento de 9,59%. A Central Única dos Trabalhadores (CUT) e a União das Associações de Moradores de Porto Alegre (Uampa) votaram contra o percentual. Os novos preços do transporte coletivo entram em vigor a partir de hoje.
A passagem da Capital que custava R$ 2,45 sofreu um reajuste de 10,20% - a inflação dos últimos 12 meses chegou a 5,99%. Alguém que utiliza ônibus duas vezes por dia de segunda a sexta-feira, para ir e voltar para o trabalho, por exemplo, terá que gastar R$ 27,00 por semana. O valor desembolsado durante o mês será de R$ 108,00.
O presidente do Comtu, Jaires da Silva Maciel, salienta que o valor de R$ 2,70 representa uma redução em relação ao pedido do Sindicato das Empresas de Ônibus de Porto Alegre (Seopa), que havia solicitado R$ 2,81, o que corresponderia a 14,69%. "Ninguém gosta de aumento, mas todo mundo gosta de ônibus novos", comenta.
A nova tarifa atende a estudo técnico realizado pela equipe econômica da Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC). De acordo com Maciel, os itens que mais pesaram para o aumento da passagem estão relacionados com a compra de 242 ônibus novos em 2010. A frota da Capital é de 1.650 veículos (40% com ar-condicionado). Além disso, foi concedido um aumento salarial de 8% aos rodoviários.
Durante a reunião do Comtu no auditório da EPTC, um grupo de estudantes do Coletivo de Comunicação da Fabico e da Famecos realizou uma manifestação diferente. Eles colocaram um bote dentro do arroio Dilúvio para protestar contra o aumento. Para Iur Priebe de Souza, que integrava o grupo, o transporte de bote será a alternativa mais barata para o cidadão circular em Porto Alegre. "É mais fácil remar no riacho Ipiranga do que pagar uma das passagens mais caras do País", acrescenta. Um outro grupo de alunos preferiu se manifestar na avenida Ipiranga e na sede da EPTC, na rua João Neves da Fontoura, com faixas e cartazes contra o aumento.
Para tentar amenizar a indignação dos estudantes com o reajuste da tarifa, o diretor-presidente da EPTC, Vanderlei Cappellari, anunciou que a segunda viagem nos ônibus da Capital será gratuita, incluindo estudantes e todos os usuários do transporte coletivo que utilizam qualquer categoria do cartão TRI. No entanto, é importante ressaltar que o deslocamento sem a necessidade de pagamento dever ser realizado no prazo máximo de 30 minutos. A gratuidade terá início no dia 1 de julho.
Em função do reajuste da tarifa, o preço dos bilhetes de integração metrô-ônibus (empresas Carris e Conorte) passa de R$ 3,75 para R$ 4,00 a partir de hoje.


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Mobilidade urbana é o maior desafio da Bahia para Copa, destaca secretário


Ney Campello: A mobilidade urbana é o grande desafio de infraestrutura da cidade. Precisamos equacionar minimamente os graves problemas de congestionamentos no trânsito, de tráfego de engenharia, que nós temos tido aqui. E aí já há uma ação de R$ 570 milhões para a construção de um corredor de transportes de massa que ligará o aeroporto até o Acesso Norte, na Rótula do Abacaxi, integrando-se ao primeiro trecho de metrô, que deve estar pronto até lá. E outras ações de mobilidade que estão sendo pensadas, como na Avenida Pinto D’Aguiar, 29 de Março, que dão acesso aos estádios de Pituaçu e Barradão – potenciais centros de treinamento para as seleções que virão.
Também estamos pensando em incentivar o uso de bicicletas, por meio de um programa no âmbito da Companhia de Desenvolvimento Urbano do Estado da Bahia (Conder) chamado “Cidade Bicicleta”, que nós estamos assumindo como projeto da Copa para tentarmos a captação de recursos para 160 km de ciclovias e ciclofaixas até 2014, o que modificaria, radicalmente, o uso desse modal sustentável de circulação, porque hoje Salvador é uma das piores capitais do Brasil em número de ciclovias e ciclofaixas (a quinta ciclovia foi inaugurada há menos de um mês) – a nossa malha cicloviária é inferior a de Aracaju (SE) e Teresina (PI).
Revitalizaremos o porto de Salvador, o que inclui o terminal turístico de passageiros, e faremos a integração portuária com a Arena, pois Salvador é a única cidade-sede em que o porto está há apenas 1 km do estádio. Hoje o nosso porto atraca sete navios transatlânticos, o que já representa a oferta de 21 mil leitos de hospedagem flutuante padrão que podem ser agregados a nossa rede hoteleira para 2014. O investimento do governo federal na reforma será de R$ 36 milhões. Não podemos esquecer do Aeroporto Internacional de Salvador, que terá R$ 45 milhões de investimentos da Infraero para modernização do terminal, integração dos estacionamentos e uma nova torre.

EcoD: As pessoas comentam nas ruas, nos ônibus, que do jeito que a situação está, principalmente no trânsito da cidade, a Copa corre o risco de virar um grande fiasco. Um projeto como o BRT será capaz de resolver o problema da mobilidade urbana?
Ney Campello: Os problemas de mobilidade urbana que nós temos em Salvador são reais, trazem um grande desafio, mas não são superiores aos de outras metrópoles brasileiras. Dizer que não vai poder ter Copa em Salvador por causa disso é dizer que também não haverá no Rio e em São Paulo. O BRT resolve um ponto crítico da cidade, que é o da Av. Paralela. Nós precisamos de um sistema integrado, intermodal, que contemple inclusive a Região Metropolitana. Nós precisamos ter solução de mobilidade também para Lauro de Freitas, que é a BA-099, porque há a probabilidade de boa parte das seleções ficarem no Litoral Norte, onde há um bom nível de hospedagem. A Estrada do Coco hoje também é um local crítico de circulação, sobretudo no trecho até o pedágio.
Nós pensamos que o transporte leve sobre trilhos (VLT) seria até mais ambientalmente adequado que o BRT, ou mesmo um metrô de superfície, ampliando a malha ferroviária. A questão do BRT é que é um sistema mais rápido de execução e mais barato, então, para efeito de Copa, talvez seja mais viável, mas não necessariamente o melhor. Agora, o BRT hoje é um sistema moderno, que admite, por exemplo, ônibus com biocombustível, mais modernos, bi-articulados, diferentemente de quando o modelo foi implantado em Curitiba.

EcoD: E tem o Subúrbio e a Cidade Baixa, onde o trânsito também já está complicado.
Ney Campello: É preciso solução que integre a Cidade Baixa e os trens do Subúrbio, para que a população suburbana e a da Península Itapagipana sejam integradas a esse transporte de massa. Nós não podemos ficar só pensando nesse trecho da Cidade Alta. É preciso que o Metrô seja ampliado, atingindo esse trecho entre o Acesso Norte e a BR-324. É preciso uma solução urgentíssima do Iguatemi até a Lapa via Vasco da Gama. O turista não sai do aeroporto para ir ao estádio. Ele sai do aeroporto para ir ao hotel dele. Então, esse trecho Iguatemi, Lapa, via ACM e Vasco da Gama é essencial que seja resolvido.
Agora, isso não é só papel do governo do Estado, mas também da Prefeitura de Salvador, que precisa investir em soluções de trânsito nesses lugares. O Estado tem que ser parceiro, e está sendo. Esses R$ 570 milhões investidos para desafogar a Av. Paralela (Luiz Viana Filho) estão sendo tomados pelo Estado, porque a prefeitura não tinha capacidade de endividamento. Agora ela já tem, porque uma lei aprovada recentemente no Congresso aprovou essa capacidade por conta da Copa – então aí está uma grande oportunidade para a Prefeitura.
Precisamos de um sistema metropolitano interligado e intermodal. Essa é a concepção que orienta o governo do Estado na busca por uma melhor mobilidade urbana, secretário Ney Campello (Secopa).


EcoD: Salvador tem um sério problema no que diz respeito à mobilidade urbana. O que está sendo feito para equacionar esse obstáculo?
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Central de Relacionamento da RioCard é reestruturada

Ativa desde janeiro de 2006, a Central de Relacionamento RioCard (CRR) começou com apenas 15 funcionários em operação. Na medida em que os contatos aumentaram, novos operadores foram contratados e, hoje, já são 131 pessoas no atendimento receptivo e 19 no televendas (ativo, retenção, vendedor de campo e back office).
Mudanças estruturais e conceituais se fizeram necessárias, recentemente, para deixar o atendimento da CRR ainda melhor e o trabalho mais agradável para os operadores do Call Center. Com a necessidade de ampliação do quadro de funcionários em função de alguns projetos – como o lançamento do Bilhete Único Intermunicipal, o processo de troca dos cartões Vale-Transporte Convencional laranja para o BU e o lançamento do Bilhete Único Carioca, em outubro de 2010 –, o espaço existente ficou pequeno e parte da equipe passou a trabalhar em outro local, dificultando a operação.
Sendo assim, em novembro do ano passado, a CRR ganhou um ambiente de trabalho maior.Além disso, foi desenvolvido todo um trabalho para dar uma identidade visual à CRR, com criação de logomarca, totem de identificação na entrada da operação, móbiles, readequação dos quadros de aviso e a colocação de uma placa com a missão que norteia a Empresa.

Fonte: Fetranspor

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Em Blumenau, Estudantes têm até março para renovar o Siga

Os estudantes cadastrados no Consórcio Siga têm até o dia 31 de março para fazer o recadastramento. Os usuários do serviço devem comparecer na Central de Atendimento do Siga, no shopping Neumarkt, portando comprovante de matrícula ou frequência escolar, RG, certidão de nascimento, comprovante de residência, declaração da instituição dos cursos técnicos ou profissionalizantes com início e término.

O agendamento do recadastro é feito automaticamente pelo site do Siga após a confirmação da matrícula pela instituição de ensino. Para ter direito ao Cartão Siga Estudante é preciso morar a mais de 1 mil metro da instituição. A taxa do recadastro é R$3,00 e o aluno precisa estar presente para a conclusão do processo.

Fonte: Folha de Blumeanu

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BH avalia articulado da Mercedes-Benz para BRT

A cidade de Belo Horizonte (MG) está avaliando o chassi O 500 MA da Mercedes-Benz para ônibus articulado, com carroçaria Marcopolo, para utilização no sistema de transporte coletivo BRT (Bus Rapid Transit).

A prefeitura local visando oferecer melhores condições de locomoção aos munícipes e também aos turistas e torcedores durante a Copa do Mundo de 2014.

"O BRT possibilitará uma redução significativa no tempo de viagem. O sistema contará com 60 estações de transferência para embarque e desembarque de passageiros", explica o diretor de Planejamento da BHTrans, Célio Freitas.

O modelo 500 MA Mercedes-Benz apresentado à BHTrans tem capacidade para transportar até 160 passageiros, em seus 18,6 metros de comprimento e 2,5 metros de largura. Com motor traseiro a biodiesel, o veículo conta com portas laterais à esquerda, poltronas ergonômicas com encosto de cabeça, e corredores amplos.

Segundo a fabricante, o ônibus pode receber adequações para atender necessidades específicas de cada gestor do transporte, como ar condicionado e espaço para bicicleta.

"A grande maioria das 12 cidades que receberão os jogos da Copa já optou pelo BRT. Elas se apoiam em vantagens como custos de implantação até dez vezes menores e um prazo de implantação até dois terços menor em comparação com outros modais, como trem e metrô, para transportar a mesma quantidade de passageiros", avalia o especialista em Sistemas BRT da área de Marketing de Produto - Ônibus da Mercedes-Benz do Brasil, Gustavo Nogueira.

Informações: Web Pesados


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Começou os protestos contra possível aumento da passagem em Curitiba

As entidades ligadas a Rede Contra o aumento da tarifa do transporte coletivo de Curitiba estão preparando um documento para ser entregue à Urbanização de Curitiba S/A (Urbs), que gerencia o transporte na Capital. O documento trará as reivindicações das entidades, especialmente sobre o congelamento do valor da passagem de ônibus e a divulgação das planilhas de custo das empresas que operam o sistema.
Hoje, as entidades marcaram uma manifestação contra a possibilidade de aumento da tarifa, que atualmente é de R$ 2,20. A manifestação acontece na Praça Tiradentes (se não chover), a partir das 9 horas. “Desde o final do ano passado vivemos com esse temor de alta na passagem quando, tanto a Urbs quanto as empresas disseram que seria necessário subir a tarifa neste ano”, diz um dos coordenadores do Diretório Central dos Estudantes (DCE) da UFPR, Wagner Tauscheck. O DCE é uma das entidades que formam a rede contra o aumento da tarifa.
A Rede tem um abaixo-assinado com mais de 10 mil nomes, que também será entregue à Urbs. Além disso, os estudantes de várias universidades também vêm realizando panfletagem e contatos nas escolas de Curitiba. Uma ação deve ser encaminhada para o Ministério Público do Paraná.
Mas não é somente o custo da passagem o alvo da manifestação. Também é exigido mais qualidade no transporte, conforto e segurança. A manifestação foi marcada para a Praça Tiradentes para lembrar os graves acidentes registrados com os ônibus coletivos nos últimos tempos, como o que matou duas pessoas no ano passado na própria Praça Tiradentes.

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Terminais de ônibus têm realidades diferentes em Goiânia

As pes­so­as che­gam e já se co­lo­cam nas fi­las, uma atrás da ou­tra, co­mo se sou­bes­sem qual o lu­gar de­las e res­pei­tas­sem a or­dem. São du­as fi­las: uma pa­ra o em­bar­que so­li­dá­rio – com pre­fe­rên­cia pa­ra ido­sos, de­fi­cien­tes, ges­tan­tes e pes­so­as com cri­an­ças de co­lo – e ou­tra pa­ra os de­mais. Não se vê tu­mul­to ou em­pur­ra-em­pur­ra, e as re­cla­ma­ções são das pes­so­as que­ren­do mais ôni­bus. Por dia, são 50 mil pas­sa­gei­ros que fre­quen­tam o Ter­mi­nal Cru­zei­ro do Sul, em Apa­re­ci­da de Go­i­â­nia, e 67 mil no Ter­mi­nal Ban­dei­ras, os dois que fo­ram re­cém-re­for­ma­dos na Re­gi­ão Me­tro­po­li­ta­na.

Nos de­mais ter­mi­nais de ôni­bus a realidade é bem diferente. As pes­so­as che­gam e se co­lo­cam no lu­gar que con­si­de­ram o me­lhor pa­ra pri­mei­ro en­trar no ôni­bus. Não fi­car de fo­ra do pró­xi­mo co­le­ti­vo é a úni­ca or­dem, fei­ta pe­la pró­pria po­pu­la­ção, atra­vés do cos­tu­me, ex­pe­ri­ên­cia e so­bre­vi­vên­cia. Quan­do o ôni­bus che­ga, a pri­o­ri­da­de é do mais for­te ou mais es­per­to. Ido­sos, de­fi­cien­tes, ges­tan­tes e pes­so­as com cri­an­ças de co­lo dis­pu­tam o es­pa­ço com os de­mais. 

Os no­vos ter­mi­nais es­tão sob os cui­da­dos da Re­de Me­tro­po­li­ta­na de Tran­spor­te Co­le­ti­vo (RMTC) e, se­gun­do pro­je­to da pre­fei­tu­ra de Go­i­â­nia, se­rão pa­re­ci­dos com to­dos os ou­tros, as­sim que hou­ver a re­for­ma. O pró­xi­mo da lis­ta é o do Se­tor Ga­ra­ve­lo. Até lá, os pas­sa­gei­ros de­vem con­vi­ver com tu­mul­to e ca­os a ca­da em­bar­que nos de­mais ter­mi­nais, sem nin­guém que or­ga­ni­zas­se as fi­las e sem o pró­prio res­pei­to dos ci­da­dã­os em dar pri­o­ri­da­de aos mais ne­ces­si­ta­dos ou se or­ga­ni­za­rem.

Há 20 fun­cio­ná­rios da RMTC que tra­ba­lham co­mo or­ga­ni­za­do­res das fi­las em ca­da um dos ter­mi­nais Cru­zei­ro do Sul e Ban­dei­ras, das 5 ho­ras à meia-noi­te, em es­ca­la. O su­per­vi­sor de ca­da ter­mi­nal é res­pon­sá­vel por or­ga­ni­zar as es­ca­las e es­ta­be­le­cer em que pon­to de em­bar­que es­ta­rá os or­ga­ni­za­do­res e quan­tos se­rão. Nos ho­rá­rios de pi­co – en­tre 6 e 8 horas e 17 e 18 horas – o nú­me­ro des­ses tra­ba­lha­do­res é mai­or. Os ou­tros ter­mi­nais es­tão sob a res­pon­sa­bi­li­da­de da Com­pa­nhia Me­tro­po­li­ta­na de Tran­spor­tes Co­le­ti­vos (CMTC), até que se­jam re­for­ma­dos e pas­sa­dos à RMTC.

Preferencial
La­ris­sa Araú­jo San­ti­a­go, au­xi­li­ar de au­tóp­sia de 33 anos, diz que o em­bar­que no Ter­mi­nal Cru­zei­ro fun­cio­na bem, in­clu­si­ve o pre­fe­ren­ci­al. “O pro­ble­ma aqui é que pre­ci­sa de mais ôni­bus, en­tão as fi­las fi­cam mai­o­res e o em­bar­que de­mo­ra, mas as pes­so­as res­pei­tam, não tem em­pur­ra-em­pur­ra”, con­ta. Ela, que uti­li­za qua­tro co­le­ti­vos por dia, afir­ma que faz o pos­sí­vel pa­ra sem­pre pas­sar por es­te ter­mi­nal e evi­ta os de­mais, que ain­da não fo­ram re­for­ma­dos.

Os or­ga­ni­za­do­res de fi­la são iden­ti­fi­ca­dos ape­nas com um cra­chá ou tam­bém com uni­for­me e fi­cam no iní­cio da fi­la. Eles dão si­nais pa­ra os mo­to­ris­tas que iden­ti­fi­cam on­de eles de­vem pa­rar e or­ga­ni­zam o em­bar­que em ca­da fi­la. “Eles aju­dam bas­tan­te. Co­mi­go sem­pre fo­ram edu­ca­dos, nos tra­tam bem. Ou­tra van­ta­gem é que aqui sem­pre tem os co­mu­ni­ca­dos pe­los al­to-fa­lan­tes e as pes­so­as se con­sci­en­ti­zam, no Ban­dei­ras, que não tem is­so, dá mais pro­ble­ma”, re­ve­la La­ris­sa.

Fonte: O Hoje

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Rio de Janeiro: Obras do metrô avançam até São Conrado, na zona sul

As obras do metrô para a Barra estão avançando e a abertura do próximo canteiro está para ser iniciada. São Conrado, na zona sul, é a próxima parada da Secretaria Estadual de Transportes, que apresentou nesta semana o projeto da Linha 4 para os moradores e comerciantes do bairro.
A nova estação será construída na subida da Estrada da Gávea, próxima à comunidade da Rocinha. Segundo o secretário de Transportes, Sebastião Rodrigues, todo o bairro de São Conrado será servido pela nova estação, e os ônibus poderão ser utilizados para integrar quem mora em áreas do bairro mais afastadas da estação.
- A nova estação será utilizada tanto pelos moradores da Rocinha, como pelos moradores de São Conrado. A intenção do governo do Estado é desenvolver a mobilidade de toda a região. Estamos certos de que, além da agilidade no deslocamento da população, a chegada do metrô a São Conrado será vital para a recuperação urbanística local.
Ao todo, a Linha 4 terá seis estações, passando ainda pelos bairros de São Conrado, Gávea, Leblon e Ipanema. A nova linha beneficiará não somente a população que mora ou trabalha na Barra e no Recreio dos Bandeirantes. Com a chegada do TransOeste, corredor expresso para ônibus que ligará a Barra e Campo Grande, os moradores de todos os bairros do trecho poderão fazer a integração direta com o metrô.
Com a extensão até a Barra, o metrô do Rio terá capacidade para transportar mais 230 mil passageiros diariamente, proporcionado mais dignidade às viagens da população.

Fonte: R7.com

 
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Fortaleza: Transfor inicia nova obra na avenida 13 de Maio

Mais um trecho em obras na avenida 13 de Maio. Por pelo menos trinta dias, o Programa de Transporte Urbano de Fortaleza (Transfor) vai interditar a avenida entre as ruas Dom Sebastião Leme e Paula Rodrigues, no sentido Pontes Vieira-Benfica para melhorias de drenagem, pavimentação, padronização das calçadas e reforma dos canteiros.
O motorista que vier pelo viaduto da avenida Aguanambi vai precisar reduzir a velocidade para desviar à direita na rua Dom Sebastião Leme e contornar a Praça Pio IX para retornar à 13 de Maio. (Veja detalhes no mapa acima)
Além de reduzir a velocidade, é necessário ter atenção para a travessia de pedestres na rua Dom Sebastião Leme. Apesar do aviso da sinalização horizontal, a placa que indica a travessia está escondida atrás de uma árvore. Na tarde de ontem, O POVO constatou o desrespeito dos motoristas à sinalização e o tormento que é tentar atravessar a rua no trecho.
“É terrível. A gente fica esperando pela boa vontade dos motoristas”, reclama Manoela Cruz, 29, gestora de recursos humanos. Sem sinalização para a parada de ônibus improvisada, pegar transporte coletivo é outro desafio. “À noite tem motorista de ônibus que não para”, completa.
De acordo com Daniel Lustosa, coordenador do Transfor, mesmo depois de o esquema de desvios ser aprovado, as alterações criadas pelas obras são avaliadas. “Qualquer alteração é efetivamente implantada”, garante, falando em relação aos problemas com a travessia de pedestres e o ponto de ônibus. Ainda segundo ele, as obras são feitas em pequenos trechos para minimizar impactos das intervenções.


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Em Manaus, Primeira fase da licitação do transporte coletivo habilita três empresas

Três empresas, das nove que apresentaram propostas para concorrer à licitação do transporte coletivo urbano de passageiros, estão habilitadas a prosseguir na próxima fase da concorrência. Este foi o resultado anunciado na manhã desta quarta-feira (9) pelos integrantes da Comissão Especial de Licitação da Prefeitura de Manaus, na sede da Superintendência Municipal de Transportes Urbanos (SMTU).
Viação São Pedro Ltda, Expresso Coroado Ltda e Via Verde Transportes Coletivos Ltda, prosseguem na disputa por terem apresentado documentos de acordo com as exigências do Edital de Licitação. As seis empresas inabilitadas - City Transportes Ltda, Rondônia Comércio e Extração de Minérios Ltda, Viação Nova Integração Ltda, Transtol Empresa de Transporte Coletivo Toledo Ltda, Global GNZ Empreendimentos e Participações Ltda e Auto Ônibus Líder Ltda – terão prazo de cinco dias úteis, a partir da data do anúncio, para contestar a decisão.
A Comissão Especial deliberou que as seis empresas foram Inabilitadas porque deixaram de apresentar provas documentais de garantia financeira para participar do sistema de transporte urbano. Em outro caso, uma das concorrentes ficou fora do certame por não declarar experiência de atuação no setor, dentro das exigências do Edital de Licitação.
Depois de encerrado o prazo do recurso das inabilitadas, os Integrantes da Comissão vão analisar o segundo lote de documentos das empresas que seguem na concorrência. Serão analisadas as propostas para o valor de outorga, ou seja, preço pago pelo operador do sistema, e  declarações que comprovem experiência de participação  e conhecimento técnico no sistema de transporte público. Finalizadas as apreciações, a Comissão anunciará nova data para divulgar os nomes das empresas classificadas a operar no setor de transporte coletivo da capital.
O Edital de licitação lançado pela Prefeitura de Manaus no dia 15 de dezembro de 2010 determina que, além da frota renovada de mais 800 ônibus, as 235 linhas do sistema de transporte convencional serão divididas em dez lotes de linhas. A operação de cada lote, rota, local, trecho e horário de cada área de abrangência, serão definidos a critério e por determinação do poder concedente. Cada empresa considerada classificada no processo licitatório poderá operar em até dois lotes.

Fonte: D24 am

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Minas Gerais realiza seminário sobre mobilidade urbana

A mobilidade urbana na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH) começou a ser discutida, na terça-feira (8), em Seminário Internacional promovido pelo Governo de Minas, com o apoio do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). O objetivo do evento, que termina na quarta-feira (9), é promover um espaço de discussão sobre soluções de mobilidade urbana visando ao desenvolvimento socioeconômico da região, por meio da troca de experiências de gestores públicos e especialistas nacionais e internacionais.
No encontro, que será dividido em seis painéis de discussões, serão apresentadas experiências e boas práticas brasileiras e estrangeiras de mobilidade, focando em três eixos de articulação, essenciais para a melhoria da mobilidade urbana das metrópoles: arranjo institucional e financiamento; circulação e planejamento urbano e soluções em transporte de massa.
O público alvo do seminário são os técnicos da área de mobilidade, pesquisadores, acadêmicos, gestores públicos, empreendedores e executivos da área e representantes da sociedade civil ligados ao assunto. “Promovendo um seminário desta importância, fica clara a preocupação do Governo de Minas com os usuários do transporte urbano, que é um gargalo que aflige não só o Brasil, mas todo o mundo. No caso específico da RMBH, ela exige a mais alta dedicação de inteligências, em função da complexidade e das características do transporte de massa local que precisa, portanto, de soluções inovadoras e viáveis”, avaliou o secretário de Estado de Transportes e Obras Públicas, Carlos Melles.
O secretário de Estado Extraordinário de Gestão Metropolitana, Alexandre Silveira, informou que o seminário é a concretização da intenção do Governo de Minas Gerais para o avanço da mobilidade urbana da Região Metropolitana de Belo Horizonte, da trafegabilidade com sustentabilidade e da preocupação com o cidadão.

Transporte na RMBH
Atualmente o transporte na RMBH, composta por 34 municípios, é gerido por 13 agências municipais, duas estaduais e uma da esfera federal. O transporte intermunicipal é de responsabilidade da Secretaria de Estado de Transportes e Obras Públicas (Setop), que faz o planejamento operacional da rede de ônibus, e do Departamento de Estradas de Rodagem de Minas Gerais (DER/MG), responsável pela fiscalização. A Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU), através de uma superintendência regional gere o trem metropolitano de Belo Horizonte. O transporte municipal em 13 cidades é gerido pelos próprios municípios, e nos demais o DER/MG também opera o sistema municipal.
O Governo de Minas e a Prefeitura de Belo Horizonte vêm fazendo gestões junto ao governo federal para que algumas necessidades da capital, relacionadas ao transporte de massa e à circulação, entrem na pauta de importantes discussões.

Investimentos
Desde 2003, o Governo de Minas investiu cerca de R$ 3,8 bilhões em transportes e obras públicas, nos 34 municípios da RMBH. Foram realizadas, além das obras de duplicação de vias, construção de viadutos e passarelas, também a construção de escolas, creches, hospitais e outros.

Linha Verde
Foram investidos, por meio do Governo de Minas, cerca de R$ 483 milhões nas obras da Linha Verde, que incluiu a implantação do Boulevard Arrudas, na área central de Belo Horizonte, intervenções ao longo da avenida Cristiano Machado e duplicação do trecho da MG-010, entre a avenida Pedro I e o Aeroporto Internacional Tancredo Neves, em Confins. Foram construídos 20 viadutos, 22 passarelas e duas trincheiras e travessias para pedestres. Foi realizada pintura anti-pichação e recuperação funcional da pista. Outras quatro passarelas serão construídas na Cristiano Machado.
Para a prolongação do Boulevard Arrudas, o Governo de Minas fez a recuperação do fundo do canal do ribeirão Arrudas, no trecho da avenida dos Andradas entre a alameda Ezequiel Dias e a rua Levi Coelho, próximo ao Centro de Especialidades Médicas. Essa intervenção antecede o prolongamento do Boulevard Arrudas, que já tem projeto realizado (estimativa de investimentos de R$ 50 milhões). O projeto prevê a cobertura do ribeirão Arrudas, num trajeto de aproximadamente um quilômetro, entre a alameda Ezequiel Dias e a rua Levi Coelho e no sentido contrário, entre a rua Rio de Janeiro e a Carijós, cujo trajeto tem 1,2 quilômetro.

Antônio Carlos
O Governo de Minas realizou investimentos de cerca de R$ 190 milhões na obra de duplicação da avenida Antônio Carlos, realizada em parceria com a Prefeitura de Belo Horizonte que investiu cerca de R$ 62 milhões. A intervenção fez com que a via tivesse sua capacidade de tráfego dobrada, incluindo pistas exclusivas para ônibus e a construção de sete viadutos e seis passarelas acopladas. Foram implantadas duas pistas com quatro faixas de tráfego e duas pistas exclusivas para ônibus. No momento está em obras o viaduto que fará a ligação da avenida com o hipercentro da cidade, que integrou posteriormente o escopo do projeto.

ProMG
Com relação à melhoria das rodovias estaduais na RMBH, o Governo de Minas, por meio do Programa de Recuperação e Manutenção Rodoviária do Estado de Minas Gerais (ProMG), destinou R$ 51,5 milhões para recuperação, manutenção e conservação, por um período de quatro anos, de 347,1 km de vias da Coordenadoria Regional de Belo Horizonte, que contempla os municípios da RMBH, por meio de contrato entre o DER/MG e empreiteira vencedora da licitação.

PAC Arrudas
Em parceria com o governo federal e as prefeituras de Belo Horizonte e Contagem, o Governo de Minas está investindo cerca de R$ 32,2 milhões na requalificação urbana e ambiental do ribeirão Arrudas. Atualmente o investimento total soma R$ 208 milhões, sendo 75% de repasse da União, 12,5% do Governo do Estado, 6,25% da Prefeitura de Contagem e 6,25% Prefeitura de Belo Horizonte.
Entre as intervenções estão a construção de 672 apartamentos de dois e três quartos para reassentamento de famílias que ocupam área de risco; remoção de outras 124 famílias para habitações já existentes, dentro dos critérios do Programa Reassentamento Monitorado (Remo) da Prefeitura de Contagem; canalização de dois trechos do ribeirão Arrudas, bem como a extensão da avenida Tereza Cristina em 2,7 quilômetros, com impacto positivo no trânsito e no transporte na região; melhoria nas condições de saneamento e para a saúde da população. Serão beneficiadas diretamente cerca de 300 mil pessoas e outras 600 mil que moram no Vetor Oeste da RMBH serão beneficiadas indiretamente.

Proacesso
Taquaraçu de Minas era o único dos 34 municípios da RMBH que, em 2003, não contava com rodovia asfaltada até o seu perímetro urbano. Com investimentos de cerca de R$ 3,21 milhões, foram asfaltados os 9,3 quilômetros da rodovia que ligava a sede do município à BR-381, de um total de 13,1 km.

MG-020
As obras de duplicação na MG-020, entre Belo Horizonte e Santa Luzia, com 6 km de extensão, tiveram investimento de cerca de R$ 34 milhões. Também foi realizada a desapropriação necessária, ponte sobre o córrego Isidoro, obras de contenção e construção de passarela.
Reestruturação do Sistema de Transporte Metropolitano
Um novo modelo do Sistema de Transporte Metropolitano entrou em operação em 2008, quando a Setop transformou o atendimento das linhas da RMBH em sete redes integradas de transportes, RITs. A frota foi numerada com quatro algarismos, não existindo mais as letras anteriormente utilizadas no final de cada série. O critério utilizado, para definir a sequencia numérica, foi criado de acordo com o número do consórcio vencedor da licitação em que a linha irá atender. Dentre os diversos benefícios para os usuários destaca-se a renovação da frota, nova pintura externa que facilita a identificação, bilhetagem eletrônica (Cartão ÒTIMO), integração ônibus-ônibus e ônibus-metrô e o próximo passo será a construção de terminais metropolitanos que farão a integração dos ônibus.


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Entidades discutem transporte coletivo no Entorno do DF

O secretário extraordinário do Entorno do Distrito Federal, Gastão Araújo Leite, se reuniu hoje com representantes do Ministério Público Estadual e das prefeituras dos municípios pertencentes à região para discutir melhorias a serem aplicadas no sistema de transporte coletivo na Região do Entorno. Durante a reunião foi elaborado um documento que sinaliza a intenção das entidades envolvidas em trabalhar em conjunto com o Governo do Distrito Federal para desenvolver um sistema integrado de transporte público para a população, semelhante ao adotado na Região Metropolitana de Goiânia. Também existe a intenção dos municípios adotarem uma tarifa única adequada às condições dos usuários.

Fonte: Goiás Agora

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Em João Pessoa, Dez novos ônibus vão entrar em operação

O prefeito Luciano Agra e os empresários do setor de transporte coletivo de João Pessoa incorporam mais 10 veículos novos à frota da capital. A entrega oficial dos ônibus zero quilômetro, que passam a integrar o sistema de transporte urbano da cidade, será realizada no próximo sábado (12), a partir das 8h30, nas proximidades do Campo da Marquise, no Valentina Figueiredo. Todos os veículos são dotados de três eixos, que asseguram melhor dirigibilidade para o motorista e mais  conforto para os passageiros.
Dos dez novos ônibus, sete pertencem à empresa São Jorge e três à empresa Reunidas. Até o final do ano, mais 40 novos veículos deverão ser incorporados à frota da cidade que, atualmente, é composta por 517 ônibus, que realizam cerca de 5 mil viagens/dia, com o transporte de uma média de oito milhões de passageiros/mês. “Somente nos últimos cinco anos, já renovamos a frota da capital em mais de 300 novos ônibus, o que nos permite ter uma idade média das mais baixas do país, com cerca de 3,8 anos”, destaca o diretor executivo da Associação das Empresas de Transportes Coletivos Urbanos de João Pessoa (AETC-JP), lembrando que a média da idade da frota nacional fica em torno de 5,5 anos.
O empresário Marcos Pereira, diretor da São Jorge, afirma que a aquisição de novos ônibus está inserida no processo de melhoria contínua adotado pelas empresas que operam na cidade. “A renovação anual da frota é um compromisso que buscamos, apesar das dificuldades, honrar todos os anos, porque ele faz parte do conjunto de ações que buscam melhorar, cada vez mais, os serviços prestados à população”, destaca ele.
Dados do Sistema
Atualmente, o sistema de transporte pessoense conta com uma frota de 517 ônibus, sendo que 454 ônibus ficam em operação. Os 63 veículos restantes ficam nas garagens como reserva técnica, das seis empresas concessionárias: Transnacional, Reunidas, São Jorge, Santa Maria, Mandacaruense e Marcos da Silva. A frota está distribuída em 86 linhas que trafegam pelos bairros da capital. Destas, 60 são radiais, 20 são circulares e seis são destinadas à integração em bairros.

Fonte: PB News

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Em Juiz de Fora, Empresas de ônibus vão testar padronização de letreiros

A Secretaria de Transporte de Trânsito (Settra) apresentou às empresas de transporte coletivo urbano (TCU) uam proposta de padronização dos letreiros dos ônibus de Juiz de Fora. Como forma de verificar o efeito desta medida, os veículos começarão a circular com as modificações na próxima segunda-feira, 14, em estado de teste.

O projeto busca melhorar a visibilidade dos painéis dos veículos, facilitando ao usuário a identificação das informações. Segundo a proposta elaborada pela Settra, os letreiros dos ônibus vão trazer somente o número e o nome da linha, que deverá ser escrito em caixa alta, as abreviações poderão ser usadas de acordo com regras definidas pela secretaria. Fica determinado também que em linhas onde a informação precisa ser dividida em duas aparições, o tempo de exibição será de dois segundos cada.

O número será alinhado à esquerda do visor, em led laranja ou branco. E deve ser exibido também nos painéis lateral e traseiro, que só poderão trazer esta informação.

Outras mensagens (como Bom dia e Feliz Natal, por exemplo) só poderão ocorrer com autorização da Settra.

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Uberaba: Empresas de transporte coletivo vão ajudar cobradores a tirar CNH

Cobradores de ônibus do transporte coletivo vão retirar Carteira Nacional de Habilitação (CNH), para se tornarem motoristas. A proposta foi feita pelo vereador Samuel Pereira (PR). De acordo com o parlamentar, no fim do ano passado houve uma demissão em massa de cobradores de ônibus nas empresas que prestam este serviço em Uberaba. Ele disse ainda que as empresas enviaram uma carta à Câmara Municipal na tarde de ontem, explicando que não houve demissão de cobradores, sendo que o número de trabalhadores nesse setor cresceu 20% e que após ser instalado o sistema de bilhetagem eletrônico, houve um remanejamento na escala de trabalho e que alguns colaboradores receberam férias.
A carta diz ainda, que há vários anos, em algumas linhas de transporte coletivo, os motoristas trabalhavam sem cobradores e que eles recebiam um adicional de 100% no valor do vale-alimentação, sendo que com a instalação da bilhetagem eletrônica, houve um avanço tecnológico no sistema de transporte coletivo em Uberaba.
De acordo com Samuel, as empresas fizeram um acordo de demitir funcionários somente por justa causa. Ele alega que todo cobrador de ônibus sonha ser motorista um dia e relata que sugeriu às empresas Líder e Piracicabana, que financiassem o custo para que os cobradores pudessem retirar a Carteira Nacional de Habilitação (CNH), descontando parcelas mensalmente de seus salários. O parlamentar disse que as empresas aceitaram a sugestão e que a partir deste mês, iniciarão o projeto. “Todos os cobradores que eu conheço, sonham ser motoristas e às vezes não têm condições financeiras, eu solicitei que as empresas financiassem o custo da CNH, e elas aceitaram, fico muito feliz em contribuir com o crescimento de funcionários dessas empresas”, finaliza Pereira. (JC)

Fonte: Jornal de  Uberaba

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