São Paulo: Reparos em via na zona leste altera itinerários de ônibus a partir de segunda-feira

segunda-feira, 16 de agosto de 2010


Em razão de execução de micro drenagem na pista lateral da Av. Aricanduva, na zona leste, nos dias 16 à 20 de agosto, das 7h às 15h30 e nos dias 28 e 29 de agosto, das 7h às 17h, a via será interditada para a realização do reparo.

Com isso, a SPTrans informa a alteração no itinerário de 19 linhas de ônibus que circulam na região.

Para informações sobre linhas e trajetos de ônibus consulte itinerários ou ligue 156.

Linhas e itinerários:
309T/10 Cidade Tiradentes – Term. Princesa Isabel
3129/10 Conj. Manoel da Nóbrega – Term. Pq. D. Pedro II
3222/10 Jd. Marília – Term. Pq. D. Pedro II
3406/10 COHAB Juscelino – Term. Pq. D. Pedro II
3407/10 Inácio Monteiro – Term. Pq. D. Pedro II
3703/10 Jd. Nova Vitória – Metrô Carrão
3720/10 Cidade Tiradentes – Metrô Tatuapé
3720/31 Cidade Tiradentes – Metrô Tatuapé
3765/10 Jd. Santo André – Metrô Carrão
3775/10 Jd. Rodolfo Pirani – Metrô Carrão
3775/51 Jd. Rodolfo Pirani – Metrô Carrão
3781/10 Cidade Tiradentes – Metrô Penha
4120/10 Barro Branco II – Term. Pq. D. Pedro II
4120/42 Cidade Tiradentes – Term. Pq. D. Pedro II
Ida: sem alteração.Volta: normal até a Av. Aricanduva, Rua Zambeze, Rua Tamaindé, Rua Tumucumaque, Av. Aricanduva, prosseguindo normal.

3793/10 Cidade Tiradentes – Metrô Penha
3794/10 Cidade Tiradentes – Metrô Tatuapé
Ida: sem alteração.
Volta: normal até a Av. Aricanduva, Rua Zambeze, Rua Tamaindé, Rua Tumucumaque, Av. Aricanduva, prosseguindo normal.

3722/10 COHAB José Bonifácio – Metrô Penha
3761/10 3ª Divisão – Metrô Carrão
3773/10 Res. Santa Barbara – Metrô Carrão
Ida: sem alteração.Volta: normal até a Av. Aricanduva, Rua Zambeze, Rua Tamaindé, Rua Tumucumaque, Av. Aricanduva, prosseguindo normal.

Fonte: SPTrans


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Metrô-DF Ganha Novo Trem


Um novo trem da Companhia do Metropolitano do Distrito Federal (Metrô-DF) começa a circular a partir desta quarta-feira (18/8). De acordo com a assessoria de imprensa da companhia, um segundo veículo será entregue ainda esta semana para testes e, a partir de setembro, dois deles serão entregues por mês. Os novos carros fazem parte de uma frota composta por 12 trens, adquirida pelo Governo do Distrito Federal (GDF) há cerca de um ano.

Ainda de acordo com a assessoria, a frota atual conta com 20 trens, com quatro vagões cada. Em média, 160 mil pessoas utilizam o serviço por dia. O novo veículo, que começa a circular nesta quarta, foi entregue no dia 20 de junho e ficou estimado que ficaria em fase de testes por 30 dias. Por motivo de segurança, a etapa se prolongou até esta semana.

Tempo de espera

O Metrô-DF informou que a maior vantagem de um veículo adicional é que, mesmo com uma eventual manutenção, haverá qualidade de atendimento, sem prejuízos à população. O tempo de espera entre um trem e outro é de, aproximadamente, 4,5 minutos. Segundo a assessoria, este tempo pode ser otimizado com a nova frota.



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Começa fiscalização no Corredor Diadema-São Paulo


Acabou o período de tolerância. A partir de hoje, o motorista que invadir a pista da extensão Diadema-São Paulo do Corredor Metropolitano ABD, exclusivo para os ônibus, será multado em R$ 127,69.

A infração é considerada grave pelo CTB (Código de Trânsito Brasileiro) e rende cinco pontos na CNH (Carteira Nacional de Habilitação).A faixa para os coletivos foi aberta no último dia 31 de julho. A fiscalização dos veículos começa após duas semanas de trabalho de orientação.

A CET (Companhia de Engenharia de Tráfego), responsável pelo monitoramento, informou que 56 fiscais se revezarão na via em três turnos diários.

A permissão para os táxis também circularem pela extensão, como acontece com outros corredores de ônibus da Capital, ainda não foi liberada.

Partindo do Terminal Diadema da EMTU (Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos), no Centro, a faixa se prolonga até a Zona Sul de São Paulo, nas estações Morumbi e Berrini da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos).

Fonte: Diário do Grande ABC


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Trem pode virar VLT na cidade de Santa Rosa-RS


Após 16 anos de completo abandono pela RFFSA, finalmente o serviço ferroviário está retornando à região de Santa Rosa. O Noroeste do RS estava legado à sina do transporte rodoviário e agora há uma nova oportunidade logística que, se bem aproveitada, pode transformar a região.

Ainda, se houver visão política de futuro em conjunto com empresários, além de transporte de carga, há uma oportunidade ímpar de implantação do VLT (Veículo Leve sobre Trilhos) que propicia um transporte urbano e interurbano barato e concorre com o rodoviário.

Além de ligar o centro de Santa Rosa ao Bairro Cruzeiro, com paradas intermediárias nas vilas. Poderia, ainda, ser estendida uma linha interurbana para ligar Santa Rosa, Giruá, Santo Ângelo até Ijuí ou Cruz Alta.

Esse transporte está em plena utilização em Juzeiro do Norte, Maceió, Fortaleza, Santos e Recife.

As vantagens identificadas são:Menor poluição, com economia de 93% no consumo de diesel comparado ao ônibus;Ajuste na quantidade de vagões conforme a necessidade e horário;Baixo investimento e custo de manutenção, pois utiliza a mesma malha ferroviária da antiga RFFSA concedida à ALL.e, os trens emitem 75% menos ruido que os automóveis.

Fonte: Zero Hora


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Ônibus da Região Metropolitana de BH voltam a circular depois de paralisação


O Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros Metropolitano (Sintram) esclareceu, por meio de nota, que toda a frota metropolitana já está rodando normalmente. Segundo o Sintram, a paralisação em Nova Lima, na manhã desta segunda-feira, que deixou centenas de usuários sem condução, foi uma medida injustificada. Cerca de 16 linhas de ônibus pararam.

Ainda de acordo com o Sintram, ao contrário do que os representantes do sindicato dos trabalhadores afirmam, todas as cláusulas constantes da Convenção Coletiva do Trabalho de trabalho são cumpridas pelas empresas. O Sintram informou que foi surpreendido pela paralização.O Sindicato dos Trabalhadores Rodoviários de BH (STTR) , fez a paralisação com a justificativa de que as empresas não estão cumprindo acordos previstos na convenção, assinada depois da última greve, em fevereiro. Na ocasião, a paralisação durou três dias e provocou caos nas ruas de Belo Horizonte e região metropolitana.



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Campo Grande terá 85% dos ônibus adaptados para deficientes


Até o fim de setembro, com a entrega de 111 novos carros de transporte coletivo, pelo menos 85% da frota de Campo Grande será adaptada para portadores de necessidades especiais.

”Seremos uma das capitais do Brasil com maior índice de acessibilidade”, afirmou o diretor-presidente da Agetran (Agência Municipal de Transporte e Trânsito), Rudel Trindade Júnior. Do total de novos ônibus, de 20 a 25 são novos. Rudel e técnicos da área de transporte se reúnem neste momento, no Paço Municipal, para decidir em que regiões estes carros começarão a circular. Eles reforçarão bairros onde há pouca oferta de transporte coletivo. “Isso gera mais conforto para o usuário, menos ruído e menos risco de quebrar o carro”, observou o presidente da Agetran.

Pelo menos 15 novos “fresquinhos” (ônibus executivos) também substituirão os carros mais antigos. Hoje, na praça do Rádio Clube, o prefeito Nelsinho Trad (PMDB) entregou 52 carros. O restante entrará em circulação gradualmente até o fim de setembro.

Segundo o diretor da Assetur (Associação de Empresas do Transporte Coletivo), João Rezende Filho, Campo Grande possui hoje 170 linhas de ônibus em funcionamento. Em 1998, a Capital dispunha de 420 carros. Hoje, são 540.Os 111 novos carros, que terão 13,5 metros, são maiores que os que circulam atualmente, com 11 metros. Isso significa um pequeno aumento na oferta de assentos para passageiros.

Agilidade – Além da existência de poucos carros nos horários de pico, outra reclamação dos usuários é a lentidão dos ônibus.Segundo o diretor da Assetur, a fluidez do transporte coletivo só vai melhorar com os corredores exclusivos para ônibus, projeto que deve ser executado pela prefeitura no ano que vem.“Se tiver o corredor, poderemos dobrar a velocidade média dos ônibus, que hoje é de 18 quilômetros por hora. Com isso, aumenta o fluxo e o motorista pode administrar melhor o tempo das viagens”, detalhou.

Outro ponto que precisa ser melhorado para que o embarque e desembarque se tornem mais ágeis é a redução do uso do dinheiro nos ônibus.Hoje, Campo Grande possui 50 pontos de venda do cartão, que pode ser adquirido gratuitamente. Isso sem contar com a internet, onde os cartões também são comercializados.Com o aumento dos pontos, e a redução do uso do dinheiro, a Assetur e a prefeitura esperam queda no número de assaltos.

“Melhora não só a segurança como a fluidez. Cerca de 20 pessoas podem passar em um minuto por uma roleta. Mas com dinheiro, um só passageiro pode ficar por muito mais tempo na catraca”, observou.



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Em Sao Paulo, obra viária recebe mais que expansão do metrô


A Grande São Paulo deve completar a década com um desembolso acima de R$ 13,5 bilhões nas suas dez principais obras viárias, segundo levantamento feito pela reportagem.

Apesar do discurso generalizado entre políticos de que a solução para o transporte é a expansão do metrô, a quantia supera os R$ 12 bilhões estimados para construir e equipar os 30 km de novas linhas de metrô que a região ganhou ou ganhará de 2000 até meados de 2011.
A conta considera só a ampliação do sistema metroviário em quilômetros e a construção de mais faixas de tráfego. Ela exclui os casos que se limitaram à modernização, reformas e equipamentos para vias ou metrô.
Os cálculos motivam duas avaliações de especialistas. Primeiro, o ritmo de expansão do metrô prosseguiu tímido, embora superior à média das décadas anteriores. Segundo, ainda que haja boas obras viárias, é ruim que se invista mais nelas do que em metrô.
"Os políticos só pensam no alívio imediato do trânsito. Mas os problemas voltam piores", diz Sergio Ejzenberg, engenheiro e mestre em transportes pela USP.
Na lista de obras viárias desta década estão desde túneis construídos pela ex-prefeita Marta Suplicy (PT) até a alça sul do Rodoanel, que teve a contribuição do ex-governador José Serra (PSDB) e do presidente Lula (PT).
A insuficiência da expansão do metrô também tem responsabilidade dividida. O governo federal, por exemplo, gastou mais com o Rodoanel do que com o metrô.



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